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Conheça a real inspiração por trás de alguns personagens das HQs

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Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

Não dá pra negar que alguns dos melhores personagens da literatura são inspirados em pessoas reais. Para conhecer exemplos concretos do fato, consulte as nossas postagens anteriores sobre ‘Personagens da literatura que foram inspirados em pessoa reais’ PARTE 1 e PARTE 2.

Em outra oportunidade, também citamos que o mesmo ocorre no universo dos quadrinhos, listando aqui as verdadeiras inspirações por trás de alguns dos maiores vilões das HQs. E é seguindo neste caminho que fizemos mais uma pesquisa sobre o assunto, e descobrimos outros grandes personagens que tiveram a personalidade, estilo, roupa, ou até mesmo a própria história, baseados em pessoas reais.

Clark Kent/Superman.
Inspiração: Harold Lloyd

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A origem do Superman foi um processo longo e demorado. O Homem de Aço apareceu pela primeira vez como um vilão telepático (e tão careca quanto Lex Luthor) em uma edição de um fanzine de ficção científica em janeiro 1933. Jerry Siegel era um fã de ficção científica, e inspirado pelo homem do futuro idealizado por Friedrich Nietzsche, ele escreveu a história de um “Super-homem” destinado a dominar o mundo, com ilustração do seu amigo Joe Shuster. Ao longo dos próximos cinco anos, Siegel e Shuster sumiram com o hífen do nome, e transformaram Superman em um herói. Usando figuras bíblicas tais como Moisés e Sansão e heróis fictícios, como Hércules, Doc Savage, e Buck Rogers como fonte de inspiração para construir um dos heróis mais emblemático de todos os tempos.

Como cinéfilos ávidos, Siegel e Shuster fizeram Superman parecido com a estrela de cinema Douglas Fairbanks (menos o bigode fino). Já a personalidade do seu alter ego, Clark Kent ( criado usando os primeiros nomes dos atores Clark Gable e Kent Taylor) foi baseada em outro ator, Harold Lloyd. Lloyd fez uma carreira reconhecida por fundir um olhar aparentemente sereno com uma grande força e capacidade atlética.

Siegel e Shuster venderam os direitos do Superman para a DC Comics pela bagatela de 130 dólares. Os dois nunca viram um centavo da sua criação até a década de 1970, quando a DC concordou em fornecer pensões anuais de vida para a dupla.

Lois Lane
Inspiração: Glenda Farrell

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Já que estamos discutindo sobre Clark Kent, acho justo que falemos sobre a origem de seu par romântico, Lois Lane. Novamente Jerry Siegel explica que a jornalista foi inspirada em Glenda Farrell. Atriz que interpretou a corajosa repórter Torchy Blane, que corria qualquer risco por uma boa manchete em uma serie de nove filmes famosos produzidos entre 1937 e 1939. Glenda Farrell interpretou a protagonista em sete destes filmes. E de onde vem o nome de Lois Lane? A atriz Lola Lane, interpretou a personagem Torchy Blane em 1938. A sonoridade do nome agradou Siegel, que na mesma hora criou uma variação para nomear a eterna namorada do homem de aço.

Tony Stark/Homem de Ferro
Inspiração: Howard Hughes e Elon Musk

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Várias vezes já foi noticiado que a inspiração de Stan Lee para criar o alter ego do Homem de Ferro, Tony Stark, foi Howard Hughes. As semelhanças entre Stark e Hughes são impressionantes: Ambos herdaram sua fortuna do pai, ambos foram industriais e inventores, e ambos foram playboys. Ambos forneciam equipamento militar para os EUA durante a Guerra Fria. Lee ainda mandou um sinal da ligação do personagem com o milionário, quando resolveu chamar o pai de Tony, de Howard. Lee explicou que Hughes era um dos homens mais ativo daquele tempo, ele era inventor, aventureiro, mulherengo, e um maluco. Não é surpreendente que Lee descreva Tony Stark de uma forma similar, ele é rico, bonito, conhecido como um playboy glamouroso, e é visto constantemente em companhia de mulheres bonitas.

Hughes morreu em 1976, por isso, quando Robert Downey Jr. concordou em interpretar Tony Stark, em 2008, ele queria conhecer uma versão moderna de Hughes para estudar o comportamento de um bilionário, empresário e inovador da tecnologia. Ele então escolheu Elon Musk, co-fundador da empresa que mais tarde tornou-se o PayPal, e agora é diretor da Space Exploration Technologies (SpaceX), a agência espacial privada que entrega suprimentos para a Estação Espacial Internacional.

J. Jonah Jameson
Inspiração: Stan Lee

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O chefe rabugento de Peter Parker, foi modelado a partir de um de seus criadores, Stan Lee. Na verdade, o estilo mal humorado de J. Jonah Jameson seria a versão que tantas pessoas cultivavam a respeito de Lee. Como, na DC Comics, o chefe do Clark Kent, Perry White, era um grande fã de Superman, Lee e Ditko gostaram da ironia de ver o alter ego do Homem Aranha trabalhando para uma pessoa que odiava o herói. Parece que eles gostaram da tensão de Jameson precisar das fotos do Homem-Aranha para vender jornais, ao mesmo tempo em que trabalhava para difamar o cabeça de teia.

Após J. Jonah Jameson ser introduzido na cronologia do Aranha, seus criadores se divertiam fazendo paralelos entre o personagem e Stan Lee. A primeira esposa de Jameson se chamava Joan, o mesmo nome da própria esposa de Lee. A secretária tranquila de Jameson, Betty Bryant, foi baseada na verdadeira secretária de Lee, Flo Steinberg. Apesar de contar com uma participação especial em cada filme da Marvel, ele nunca teve a chance de interpretar o personagem mais próximo da sua pessoa.

Princesa Diana/Mulher Maravilha
Inspiração: Elizabeth Marston e Olive Byrne

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A Mulher-Maravilha foi criada em 1941 por William Moulton Marston como um ideal feminista. Uma nota na imprensa da época concebe a criação de Marston como um modelo para crianças e jovens de uma feminilidade corajosa, para combater a ideia de que as mulheres são inferiores aos homens, inspirar a auto-confiança e ajudar a difundir o atletismo entre as meninas, no intuito de ocupar profissões monopolizadas pelos homens.
Marston foi contratado em 1940 por Charles Maxwell Gaines, o inventor da história em quadrinhos e co-proprietário da All-American Publications, uma precursora da DC Comics. Gaines já estava publicando quadrinhos do Superman e do Batman, e começou a receber críticas pela violência glorificada em suas páginas, justo quando a Segunda Guerra Mundial estava esquentando. Gaines então decidiu que queria Marston, um psicólogo conhecido e inventor do detector de mentiras, para combater a controvérsia. Marston recomendou a Gaines que eles incluíssem um super-herói do sexo feminino para a editora.

Sabemos agora que a Mulher Maravilha foi diretamente inspirada pelas duas mulheres que viviam com Marston. Sua esposa de 25 anos, Elizabeth Holloway Marston, que possuía mestrado e licenciatura em Direito em uma época onde poucas mulheres frequentaram a faculdade. A outra seria Olive Byrne, a amante de Marston. Ele conheceu Byrne em 1925, quando foi professor de psicologia da jovem. Quando eles se apaixonaram, Marston deu a sua esposa um ultimato: ou Byrne morava com eles, ou ele iria deixá-la. Ela concordou, e entre 1928 e 1933, cada mulher deu a Marston dois filhos. Foi a a Sra Marston quem insistiu para que a heroína do marido tivesse exclamações fortes como “Grande Hera”.

Wolverine
Inspiração: Paul D’Amato

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Como muitos outros personagens de quadrinhos, a origem de Wolverine é um tanto complicada. Ele foi originalmente criado como um personagem descartável encarregado apenas de conter o Hulk quando ele viajou para Quebec em O Incrível Hulk N°.180 (Outubro de 1974). Stan Lee e o editor-chefe Roy Thomas, disseram ao escritor Len Wein e o artista John Romita Jr. para criarem um “herói-vilão” canadense, com algum nome que lembrasse qualquer animal característico do Norte. No ano seguinte, Wolverine apareceu em destaque na X-Men N°.1 e tornou-se oficialmente parte da equipe em X-Men N°.94.

Quando John Byrne assumiu a revista do personagem, ele endureceu o olhar do Logan, inspirado por uma personagem secundário do filme Slap Shot de 1977. O tal personagem era interpretado pelo ator Paul D’Amato e aparecia apenas alguns segundos da cena, mas seu cabelo louco, costeletas grossas, cara fechada, e personalidade selvagem pareciam se encaixar perfeitamente com a visão que Byrne tinha do Wolverine

Crossfire, série erótica de Sylvia Day, vai virar série de TV

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Publicado no Boa Informação

http://sobrelivros.com.br/imagens/novidades/toda-sua.jpg“Não consigo imaginar um bom romance sem sexo, não dá para entender quem gosta de romance sem a transa, isso é algo natural”, disse a americana best-seller da literatura erótica Sylvia Day. A autora deste novo gênero do romance erótico que mais vende no mundo esteve, neste sábado (7), na Bienal do Livro no Rio de Janeiro. Esta foi a primeira vez que Sylvia teve contato com fãs brasileiras.

Ela já vendeu 12 milhões de exemplares tendo sido traduzido em 38 idiomas. A série de maior sucesso da escritora erótica se chama Crossfire e está prestes a lançar o quarto livro que, por enquanto, só tem o título em inglês “Captivated by You” [cativado por você, em tradução livre].

A grande novidade da autora aos fãs brasileiros é que Sylvia acabou de vender seus direitos para transformar Crossfire em série de televisão nos Estados Unidos. Segundo Sylvia, o ator que mais se encaixa no perfil do personagem masculino Gideon é o americano Henry Cavill, que acabou de encarnar o Super-Homem. Já para viver Eva, na opinião da escritora, a atriz ideal é Scarlett Johansson.

Sylvia afirmou que espera que a série televisiva seja fiel à história. “Eles estão cientes e vão considerar a trama na hora de escolher o elenco, sabendo que vão ficar nus em muitos momentos”, comentou. “A pessoa certa existe”, diy Sylvia

Perguntada por quê gosta de incluir cenas sexuais em seus livros, Sylvia admitiu que só faz sentido escrever um romance quando há momentos de intimidade. “Eu escrevo sobre a relação de um homem e uma mulher que usam o que Deus lhes deu. Quando eu era mais jovem, tive sorte de ter homens como Gideon”, brincou.

Com um vestido super decotado, Sylvia foi alvo de muita curiosidade por parte das fãs que perguntaram em vários momentos se ela de fato acredita nas histórias que escreve. Sylvia garantiu que sim: “Com certeza, absolutamente. A pessoa certa existe para você, às vezes você pode ficar impaciente mas, desde que esteja aberta, você encontrará o homem certo. Acredito que o amor deve ser com quem você confia”, aconselhou.

Ela diz já ter vivido uma paixão picante como a descrita em Crossfire. “Já vivi uma paixão louca. Eu não poderia fazer isso sempre, foi muito exaustivo, espero que todo mundo tenha uma paixão louca, é definitivamente uma experiência”, ressaltou. Sylvia conta que não se imagina escrevendo outra coisa que não romance. “Não imagino nenhum herói que não gosta de transar, isso é natural”, brincou.

Perguntada sobre o que acha de ser inspiração para muitas mulheres leitoras em matéria de sexualidade, Sylvia respondeu ter ficado surpresa. “Claro que gostamos de fazer sexo, isto deveria ser algo que a gente possa falar livremente. Transar não polui, queima calorias e faz bem para a saúde. A vida fica muito melhor com sexo”.

Brasileiro ainda é “retrógrado” em sexo, diz fã
Para Elaine Esteves, 37, que está lendo já o terceiro livro da série Crossfire, o brasileiro ainda é “retrógrado” quando o tema é sexo. Ela diz que gostou das cenas picantes no livro. “A Sylvia conta da relação que vai e vem de um casal. Eles são mais modernos que a gente. Gosto de ler a Sylvia porque ela é criativa e conta coisas diferentes na cama”, disse ao UOL.

Já na opinião de adolescente Alexia Freitas, 16, a autora escreve em um tom um pouco “vulgar” na hora de narrar o sexo. Mas, garante que isso depende da interpretação e da idade, pois Bianca Benitez, de 35, rejeita à ideia de vulgaridade na literatura de Sylvia. “Não acho vulgar o que ela escreve. Os personagens terminam e voltam várias vezes. Ela atrai tanta gente pelo jeito de escrever, sempre deixa um pouco de suspense nos capítulos”, comentou.

Americano encontra valiosa primeira edição de quadrinhos do Super-Homem dentro de parede

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Os lances já chegaram a 127.000 dólares (Foto: Divulgação / Comic Connect)

Os lances já chegaram a 127.000 dólares (Foto: Divulgação / Comic Connect)

Publicado no Extra

Durante os anos em que trabalhou com demolição e reforma de casa, nos Estados Unidos, David Gonzalez sempre sonhou em encontrar alguma coisa valiosa ou curiosa escondida nas paredes que derruba. Até que encontrou, em meio a jornais velhos que isolavam a parede de uma casa que comprou em Elbow Lake, em Minnesota, por cerca de R$ 20 mil, uma primeira edição da revista em quadrinhos da Action Comics. O super-herói lançado naquela edição de junho de 1938 se tornaria um dos mais populares do mudo: o Super-Homem.

Gonzalez publicou o achado em um site especializado, o Comic Connect, e está leiloando a revista. Até agora, foram 34 lances, que já atingiram incríveis 127.000 dólares (pouco mais de R$ 250.000). O leilão termina em 18 dias, o que significa que esse valor ainda deve subir bastante.

– Eu sabia que valia algum dinheiro. Mas não tinha ideia de que seria tanto – admitiu Gonzalez, de 34 anos.

Segundo o site local Star Tribune, a revista valeria ainda mais, se não fosse a empolgação da família de Gonzalez. Agitada pela descoberta, a tia da mulher do americano arrancou a revista das mãos dele, e acabou rasgando a contracapa.

O descuido derrubou a avaliação dos especialistas. Em uma escola de 10 pontos, a revista foi para 1,5 por causa do defeito. Para se ter uma ideia, recentemente uma edição avaliada em 9 pontos na escala foi vendida por mais de 2 milhões de dólares recentemente.

Em geral, a revista não está tão bem conservada, mas é original. Uma das coisas que mais empolgaram os colecionadores de quadrinhos é que a edição de Gonzalez nunca foi leiloada. Todas as primeiras edições da Action Comics encontradas até então estavam documentadas, e a revista de Gonzalez não estava na lista. Tudo indica que ela só teve um dono.

– É milagroso que tenha sobrevivido e que só teve um dono durante todo esse tempo – disse ele.

De qualquer maneira, o americano não culpa a tia da mulher pelo dinheiro que vai perder na venda da revista.

– Eu sou um cara humilde e trabalhador, então nem fiquei tão empolgado quando encontrei isso com os jornais velhos dentro das paredes – disse ele, que tem quatro filhos. – Dinheiro não compra sua felicidade.

Os parentes de Gonzalez não pensam da mesma maneira:

– Eles ficaram super empolgados e tentaram levar a revistinha – contou.

A revista que David Gonzalez encontrou em meio a jornais velhos vale mais do que a casa que ele comprou para reformar em Elbow Lake. Ainda de acordo com a publicação, ele pagou 10.100 dólares pela construção, e planejava demoli-la para construir um estacionamento.

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