Contando e Cantando (Volume 2)

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Bibliotecas usam tablets para aproximar crianças pequenas da leitura

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A atividade aproxima crianças com idade entre seis meses e quatro anos da leitura

A atividade aproxima crianças com idade entre seis meses e quatro anos da leitura

Adriano Vizoni, na Folha de S.Paulo

As bibliotecas São Paulo e Villa-Lobos, no parque homônimo, incluíram no começo deste mês o uso de tablets em atividades de iniciação à leitura, para crianças de seis meses a quatro anos.

Os aparelhos se juntam aos livros de papel, bonecos e outros itens usados nas sessões, gratuitas, chamadas de Lê no Ninho.

Nelas, os educadores apresentam as histórias de livros com apoio de fantoches, de canções e da interação com tablets, que podem ser usados para emitir sons de animais, por exemplo, ou apresentar a história em versão e-book.

“A criança vai interagir com a tela, mas junto com seu cuidador. Não convém largar um instrumento desse com uma criança pequena”, afirma Pierre Ruprecht, diretor da SP Leituras, entidade que administra as duas bibliotecas.

A presença de um familiar é importante para criar um momento acolhedor. “A formação de leitores se dá na pré-infância, por meio do envolvimento afetivo positivo durante a contação de histórias”, diz Ruprecht.

Os participantes ainda podem levar por empréstimo, de 15 dias, um kit com os livros e os brinquedos usados nas sessões, para repetir as atividades com os pequenos em casa.

Lê no Ninho

Biblioteca São Paulo. Av. Cruzeiro do Sul, 2.630, Carandiru. Sáb. 11h e 15h. Dom.: 11h30. Grátis.

Biblioteca Villa-Lobos. Av. Queirós Filho, 1.205, Alto de Pinheiros. Sáb. e dom.: 10h30. Grátis.

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+ ATIVIDADES

Bebê a Céu Aberto
Livros são distribuídos para serem lidos em uma piscina de bolinhas.

Sesc Interlagos. Av. Manoel Alves Santos, 1.100. Dom. (19): 13h. Grátis.

Encontro de Erês
O ator João Acaiabe conta lendas do folclore brasileiro.

Sesc Belenzinho. R. Padre Adelino, 1.000. Dom. (19): 16h. Grátis

O Que É ou Não É
Contação de histórias sobre amor e medo, entremeadas por canções.

Sesc Pompeia. R. Clélia, 93. Dom. (19): 11h. Grátis

10 dicas para utilizar o tablet de modo offline na educação

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Publicado no Canal do Ensino

A internet pode ser uma grande ajuda para os professores em sala de aula. Ela permite que o aluno visualize exemplos do que está sendo dito, procure referências e links externos na hora de estudar. Mas nem sempre existe uma rede wi-fi ou serviço de celular disponível para uso e mesmo assim dispositivos como o iPad não se tornam inúteis para a educação.

10 dicas de como utilizar o iPad de modo offline na educação, desde que você tenha baixado os aplicativos que serão utilizados. A seguir as dicas:

1. Use o Google Earth no modo offline para fazer uma viagem virtual
Seu professor de geografia está falando sobre a rota marítima utilizada por Colombo para chegar às Américas e você tem a oportunidade de acompanhar pelo iPad o caminho seguido graças ao Google Earth. E sem precisar da internet!

2. Use qualquer aplicativo de escrita offline para escrever uma história ou resenhar um livro
Existem diversos aplicativos que podem ser utilizados para escrever uma história ou resenhar um livro como o Evernote. Também é possível por meio da caixa de e-mail, que permite que os textos sejam salvos. Assim, você pode fazer o rascunho da resenha que o professor de literatura pediu bem mais rápido.

3. Use o aplicativo Spotify no modo offline para ter as suas músicas essenciais em qualquer lugar
Se o seu professor precisar de dicas para melhorar o desempenho e a pronúncia do inglês dos seus alunos, o Spotify estará repleto com as músicas daquela banda norte-americana que você adora para ajudar a aprender de uma maneira diferente.

4. Faça suas anotações de classe em um aplicativo de textos como o Workflowy
O Workflowy é um aplicativo que permite que você trabalhe no seu modo offline. Você pode fazer anotações, listas e utilizar marcadores para organizar o que precisa. É ideal para anotar as coisas importantes daquele professor que fala super rápido.

5. Use um aplicativo de tradução para aprender outra língua
Você pode aprender palavras novas e até tirar a dúvida do professor quando aquela palavra “foge da cabeça” com os aplicativos de tradução que funcionam sem precisar da conexão com a internet. Um bom exemplo é o Ultralingua.

6. Faça uma lista de todos os trabalhos e lições de casa que precisa fazer com o List Buddy
Organize todos os seus deveres por meio de listas e calendários. O aplicativo List Buddy ainda lembrará você das entregas um dia antes!

7. Aprenda a tocar guitarra com um aplicativo como o Songsterr Guitar Tabs
O aplicativo Songsterr Guitar Tabs disponibiliza cifras de mais de 4.000 músicas e ensina como tocá-las. Você pode aprender a tocar guitarra sem internet e sem um professor. Bem legal, certo?

8. Veja quem consegue adivinhar localidades no Google Earth mais rápido
O Google Earth desenvolveu um jogo chamado ”Onde no Google Earth?” (Where on Google Earth?, em inglês) que mostra localidades e pede para que você identifique onde está. É mais uma maneira de aprender geografia no modo offline.

9. Use o Instapaper para ler documentos e textos longos para os quais você normalmente não teria tempo na sala de aula
O Instapaper permite que você salve páginas e documentos interessantes para serem lidos de maneira confortável e rápida através do iPad. Se o professor passou uma referência que vale a pena ser conferida e não tem tempo para desenvolver durante a aula, você pode salvá-lo offline e aprender quando chegar em casa.

10. Viaje offline com um guia de viagem
Os guias de viagem permitem que rotas de trens e aviões sejam planejadas, assim como visualizar mapas e pontos turísticos de diversos países.

Fonte: Universia Brasil

Anotar à mão é melhor para memorizar do que usar o computador, aponta estudo de universidades

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Publicado no Amo Direito

Você costuma fazer suas anotações à mão, no bom e velho caderno, ou prefere usar o notebook ou tablet? Se você usa a segunda opção, é bom repensar a escolha. Um estudo publicado na revista “Psychological Science” indica que tomar notas no papel é melhor para a memorização de conceitos do que digitar.

O levantamento foi feito com alunos de Princeton e UCLA, duas universidades americanas, pelos pesquisadores Daniel Oppenheimer e Pam Mueller. Dois grupos foram colocados para assistir a uma palestra (sobre assuntos que não fossem de conhecimento comum), sendo instruídos a fazer notas da maneira que achassem melhor. Ao primeiro grupo foram dados blocos de anotações, e ao segundo, notebooks.

Após a palestra, os estudantes fizeram um exame com perguntas pontuais sobre assuntos da palestra. O resultado foi significativo: as pessoas que anotaram à mão obtiveram um bom número de acertos nas questões, enquanto as que usaram os notebooks demonstraram uma compreensão consideravelmente menor dos temas abordados.

O estudo indica, também, que os alunos que digitaram suas anotações escreveram mais palavras, no exame, do que os que usaram a caneta, mas que as respostas tinham menos profundidade e conteúdo.

Os pesquisadores apontam que uma explicação possível seja a de que pessoas que anotam à mão costumam prestar mais atenção às informações para selecionar melhor o que será passado para o papel, enquanto as que usam o computador acabam por tentar anotar literalmente tudo o que está sendo dito, sem se ater aos principais tópicos. Os estudiosos indicam que processar o conteúdo e fazer a anotação usando as próprias palavras é essencial para fixar bem o assunto.

Por Ana Lourenço
Fonte: guiadoestudante abril

Felipe, 9 anos, 18 livros em um bimestre: “Não resisto nem a rótulo de comida”

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Nada de tablet; amante da leitura em papel, Felipe ganhou no ano passado o certificado de leitor ano da biblioteca da escola

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Publicado em Último Segundo

O pequeno Felipe Ellero da Silva não se esquece do dia em que Claudia, sua mãe, lhe mostrou um livro e explicou: “As histórias todas que te conto estão aqui. Quando você começar a ler, vai poder fazer isso sozinho.”

Estava dada a autorização para que o menino, hoje com nove anos, se permitisse escolher o passeio favorito para os finais de semana: frequentar livrarias e bibliotecas. E não só a seção infantil. Leitor voraz desde os cinco anos, Felipe gosta de livros de arte, de música, biografias e o que mais lhe apetecer nos corredores.

Houve a época dos dinossauros, e então ele ganhou uma porção de enciclopédias sobre o assunto. Depois vieram os livros de mitologia. Nas aulas de música, quando começou a aprendeu sobre Luiz Gonzaga, ganhou uma sanfona antiga dos pais e aprender a tocar Asa Branca.

No ano passado, durante a Copa do Mundo, Felipe montou o álbum de figurinhas, como todos os amigos. Mas não parou por aí: ganhou dos pais um livro com os hinos de todos os países e um atlas para pesquisar as bandeiras. “Quando gosto de um tema, quero saber tudo sobre ele”, resume, com a frase curta e tímida típica da infância.

Tão tímido que responde apenas com um “ahã” quando a repórter pergunta se era mesmo verdade que ele ganhou, no fim do ano passado, o “certificado de leitor” da biblioteca do Colégio Santa Maria, onde cursa o 4º ano do fundamental. Neste ano, o certificado também deverá ir para sua coleção. Só no primeiro bimestre de 2015, Felipe emprestou 18 livros na biblioteca.

“Vou à biblioteca na hora do recreio e já começo ler o livro na fila, enquanto espero para fazer a retirada. Depois continuo no carro. Rapidinho termino”, conta ele, que também não resiste a um rótulo de alimento ou de xampu. “Quero ler tudo”

Ler livro antes de dormir é melhor que tablet, diz estudo

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Publicado no Terra

Leitores de tablets dormem uma hora mais tarde do que os outros e estão menos alertas no dia seguinte

Leitores de tablets dormem uma hora mais tarde do que os outros e estão menos alertas no dia seguinte. Foto: BBC Mundo / Copyright

Para dormir bem, é melhor ler um livro impresso do que um e-book, afirma um estudo divulgado nesta segunda-feira, explicando que a luz azul dos aparelhos eletrônicos afeta o sono.

Os pesquisadores do Brigham and Women’s Hospital de Boston compararam os efeitos biológicos de ambos os tipos de leitura antes de dormir. O estudo foi publicado no periódico “Proceedings”, da Academia Nacional de Ciências.

Durante duas semanas, 12 participantes fizeram suas leituras em tablets e em livros impressos quatro horas antes de dormir, durante períodos de cinco dias consecutivos.

“Aqueles que liam livros em tablets levaram mais tempo para dormir, tinham menos sono à noite, e sua produção de melatonina (que induz ao sono) se reduzia”, explica a autora do estudo e pesquisadora de Ciências do Sono do hospital de Boston Anne-Marie Chang, em uma nota.

“Seu ritmo circadiano (relógio biológico interno) se atrasava, e estavam menos despertos no dia seguinte do que aqueles que leram livros impressos”, acrescentou.

“Os ritmos circadianos naturais do corpo são interrompidos pela luz de ondas curtas, conhecida como luz azul, que provém desses aparelhos eletrônicos”, continuou Anne-Marie.
Saiba Mais

Os pesquisadores constataram ainda que os leitores de tablets dormem uma hora mais tarde do que os outros e estão menos alertas no dia seguinte – mesmo depois de oito horas de sono.
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Investigações anteriores haviam demonstrado o efeito da luz azul na secreção de melatonina, mas seus efeitos no sono ainda não haviam sido estudados, disseram os cientistas.

Eles acreditam também que o uso desses aparelhos, principalmente entre crianças e adolescentes, “desempenha um papel, ao perpetuar a falta de sono”, tendência que se agrava há meio século. Por esse motivo, os pesquisadores pedem investigações sobre as consequências, para a saúde, de seu uso em longo prazo.

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