Contando e Cantando (Volume 2)

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Inscrições no Enem 2015 chegam a 5,1 milhões e vão até esta sexta-feira

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Taxa de inscrição é de R$ 63. Concluintes do ensino médio em 2015 matriculados em escolas da rede pública estão isentos

enem

Publicado em O Globo

O número de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 chegou a 5,1 milhões nesta quarta-feira, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). O prazo oficial para as inscrições no exame terminam nesta sexta-feira.

A inscrição pode ser feita no site do Enem, e o procedimento exige que os candidatos informem um número de telefone fixo ou celular válido, bem como cadastrar um e-mail que não pode ser usado por outro participante. O candidato deve ainda criar uma pergunta e uma resposta de segurança.

Na edição deste ano, estão isentos da taxa de inscrição os concluintes do ensino médio em 2015 matriculados em escolas da rede pública e as pessoas que se declararem carentes. Para os demais, o valor é de R$ 63. O pagamento deve ser feito até as 21h59m (de Brasília) de 10 de junho.

Já os candidatos que sejam travestis e transexuais podem usar o seu nome social para a realização do exame. Para isso, a inscrição deve ser feita normalmente, no prazo previsto no edital. Posteriormente, entre 15 e 26 de junho, eles devem encaminhar, por meio do sistema do participante, na página do Enem na internet, cópia de documento de identificação, uma foto recente e o formulário preenchido, disponível on-line.

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em 115 instituições públicas em todo o país, utiliza a nota do Enem como critério de acesso à educação superior. De forma semelhante, o Programa Universidade para Todos (ProUni) também tem a avaliação dos candidatos no exame como um seus parâmetros para a concessão de bolsas de estudos para os candidatos.

A participação na prova é ainda requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), participar do programa Ciência sem Fronteiras ou ingressar em vagas gratuitas dos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Estudantes maiores de 18 anos podem também obter a certificação do ensino médio por meio do Enem.

Começa no Brasil aluguel de livros eletrônicos

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Publicado por Catraca Livre

Já estamos habituados ao aluguel mensal de filmes. Mas agora, surge no Brasil o aluguel de livros eletrônico, muito semelhante ao mesmo sistema. A pessoa paga R$ 19 por mês e tem direito a 10 livros mensais. Ou seja, por o preço de um livro pode ler atá 10 exemplares.

Trata-se do Kindleunlimeted que ,assim como outros canais de locação, não inclui os lançamentos na plataforma. Se quiser testar, os primeiros 30 dias são gratuitos. Clique aqui

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Brasil ainda tem 13 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais

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Edvaldo dos Santos, 63, trabalha há 42 anos como pescador. Ele conta que sempre teve o sonho de aprender a ler e escrever (Foto: Beto Macário/UOL)

Edvaldo dos Santos, 63, trabalha há 42 anos como pescador. Ele conta que sempre teve o sonho de aprender a ler e escrever (Foto: Beto Macário/UOL)

Aliny Gama, no UOL

Em 2013, o Brasil registrou 13 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais – contingente de pessoas que supera a população de São Paulo (11,8 milhões) e representa 8,3% do total de habitantes do país.

A taxa volta a cair depois da primeira estagnação, em 2012, após 15 anos de declínio. O valor de 2013 (8,3%) é 0,4 ponto percentual menor que o registrado em 2012.

Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada, nesta quinta-feira (18), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas).

Aos 15 anos, um indivíduo deveria estar entre o final do ensino fundamental e o início do ensino médio, antigo colegial. É considerado analfabeto quem não é capaz de ler nem de escrever um bilhete simples.

Taxa é menor entre pessoas com menos de 30 anos

Entre as pessoas com menos de 30 anos, a taxa de analfabetismo ficou abaixo de 3% em 2013. Na faixa de idade entre 40 a 59 anos, a taxa é de 9,2%. O índice de idosos analfabetos, com 60 anos ou mais, alcançou 23,9%.

O IBGE explica que a taxa de analfabetismo vem caindo entre os jovens de até 25 anos. A partir da faixa etária de 40 anos, a taxa é alta, devido à falta de acesso à educação anteriormente.

Sempre é tempo

Edvaldo dos Santos, 63, sempre quis aprender a ler e escrever, mas começou a trabalhar cedo para sustentar a mãe e a irmã. “Vou morrer sem saber ler, pois já passei da idade de aprender”, afirma o pescador, que mora em Maceió, capital de Alagoas.

“Vivo cinco dias no mar e, quando volto, ainda trabalho na arrumação e limpeza do barco. Meu trabalho não dá para ter tempo para estudar, mal tenho tempo para descansar”, explica Santos, cuja história simboliza um dos maiores desafios para a erradicação do analfabetismo no país.

Quem não teve a oportunidade de aprender acha que passou do período para isso, ou, pior, que não é capaz de aprender. É um discurso comum dizer que empreender esforços para matricular jovens e adultos é “difícil e oneroso”.

O pescador conta que, apesar de ele ser analfabeto, incentivou os seis filhos a estudar. “Todos têm o segundo grau [ensino médio] e uma das filhas é pedagoga”, contou Santos, que não lê nem escreve o próprio nome.

Queda no Nordeste

A maior queda entre as regiões ocorreu no Nordeste, onde a taxa caiu de 17,4%, em 2012, para 16,6% em 2013. Mesmo assim, a região ainda é a que tem o maior índice e concentra 53% de todas pessoas que não sabem ler ou escrever do país.

A região Sul foi a que registrou a menor taxa de analfabetismo, com 4,2% em 2013. Já a região Sudeste concentra 24,2% do total de analfabetos.

Quanto à idade, a Pnad 2013 mostrou que o maior índice de analfabetos se concentra no grupo de pessoas com 40 anos ou mais, 37,6%.

O pedreiro Paulo Ferreira, 42, aprendeu em um canteiro de obras a escrever o nome e algumas palavras, mas conta que já esqueceu (Foto: Beto Macário/UOL)

O pedreiro Paulo Ferreira, 42, aprendeu em um canteiro de obras a escrever o nome e algumas palavras, mas conta que já esqueceu (Foto: Beto Macário/UOL)

O exemplo disso é pedreiro Paulo Ferreira, 42, que aprendeu em um canteiro de obras a escrever o nome e algumas palavras, “mas já esqueceu”. Ele foi de Correntes (PE) para Maceió (AL) para trabalhar na construção civil há sete anos. Já tentou por duas vezes retomar os estudos no programa EJA (Educação de Jovens e Adultos), mas diz que o cansaço o fez desistir.

“Se não pude estudar, nasci com a inteligência para ser pedreiro e não me falta emprego. Me viro decorando os números dos ônibus para não me perder aqui em Maceió. Parei de estudar no serviço, pois eu não vou ficar na sala de aula dormindo na cadeira”, afirma o pedreiro, que tem uma filha de três anos. Ele pretende colocá-la na escola com quatro anos.

“Vamos pagar uma escola particular, pois ela é inteligente e não queremos esperar para ela completar cinco anos para entrar na escola da rede pública.”

Por ser uma pesquisa por amostra, as variáveis divulgadas pela Pnad estão dentro de um intervalo numérico, que é o chamado “erro amostral”. Segundo o IBGE, não há uma margem de erro específica para toda a amostra. Para a Pnad 2013, foram ouvidas 362.555 pessoas em 148.697 domicílios pelo país.

Taxa fixa para baixar e-books pode ser solução para indústria dos livros

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Publicado por Folha de S.Paulo

Quando o Napster entrou no ar, em 1999, como maior plataforma de troca de arquivos musicais do mundo, não demorou muito para que milhões de aficionados por música o descobrissem. Naqueles bons tempos, mais de 10 milhões chegavam a acessar simultaneamente a plataforma, baixando e partilhando música gratuitamente.

Mais de dez anos se passaram até que o setor econômico revertesse essa tendência, proporcionando alternativas legais. No entanto, de início, o poder de mercado do MP3 não foi percebido pela indústria fonográfica. Empresas que não tinham a ver com o ramo, como a Apple ou a Amazon, foram mais rápidas e dividiram o bolo entre si.

Durante muito tempo, a indústria musical subestimou a internet. Muitos diretores do setor a viam apenas como um playground musical. Os executivos das gravadoras passaram tempo demais se sentindo seguros, ninguém nos setores de chefia acreditava que os MP3s e a internet iriam revolucionar de tal forma a distribuição de música.

Quando o problema foi identificado, já era tarde demais. O medo da expansão galopante da pirataria na internet se espalhou pela indústria, que registrou quedas de faturamento milionárias. Enquanto fora relativamente fácil dar fim ao Napster, há muito se perdeu todo o controle sobre as ofertas na zona cinzenta da internet.

INDÚSTRIA DO LIVRO MAIS RÁPIDA

Enquanto isso, a comercialização de cópias eletrônicas de livros ainda estava engatinhando. o interesse público era pouco, excetuado setor de literatura especializada, onde as publicações digitais eram cada vez mais numerosas. No entanto, as editoras estavam cientes de que teriam que enfrentar o problema mais cedo ou mais tarde. Logo elas compreenderam que teriam de oferecer e-books pela internet, para não perder a conexão com o mercado. E isso, a preços acessíveis e sem grandes obstáculos técnicos.

Em meados da década de 2000, fornecedores como a líder de mercado Amazon, mas também outras plataformas especializadas em literatura, tomaram a frente. Hoje, na área de prosa, praticamente não há livro impresso que também não esteja disponível como e-book. Mesmo assim, a parcela de mercado de e-books continua mínima, só passando de 0,8% em 2011 a 2,4% no ano passado.

As razões para a falta de interesse são várias. Muitos ainda preferem segurar um livro de papel nas mãos a olhar para um monitor. Alguns observadores criticam que os preços dos livros eletrônicos ainda seriam altos demais. Além disso, muitas vezes eles são oferecidos com uma proteção contra cópias digitais, o que impede o usuário de lê-los em diferentes dispositivos.

E justamente a tentativa da Amazon de dominar o mercado, adotando um formato exclusivo e um dispositivo de leitura próprio, o e-reader Kindle, afastou muitos usuários, em vez de
conquistá-los.

DAVID CONTRA GOLIAS

Não é de espantar que o mercado de e-books – mesmo se desenvolvendo lentamente – atraia outro tipo de concorrente: fornecedores ilegais tentam puxar o tapete das gigantes da internet.

Na Alemanha, o portal de download Torboox dispõe atualmente de mais de 42 mil títulos, incluindo todos os best-sellers, e, segundo informações próprias, registra mensalmente mais de 1,2 milhão de downloads.

O que alegra particularmente os usuários é que ali, ao contrário dos fornecedores legais, a proteção digital não é um problema. Assim, os livros podem ser copiados livremente e lidos em todos os e-readers, tablets e computadores comuns.

Em meados deste ano, a Torboox ameaçou se afogar no próprio sucesso. Graças à divulgação na mídia, o número de downloads aumentava sem parar. Servidores mais potentes tiveram de ser instalados, mas aí diminuiu a disposição dos usuários em fazer doações. Para contornar o dilema, o portal passou a adotar uma taxa fixa de 3 euros mensais, do tipo “all you can read”.

AMAZON CORRE ATRÁS

E em breve a gigante do setor Amazon poderá seguir o exemplo dos piratas da internet, só que por meios legais. Devido a seu enorme poder de mercado, a empresa tem como influenciar os preços, que ela deverá baixar o máximo possível, em prejuízo das editoras e autores.

Os piratas da TorBoox se veem um pouco como o lendário Robin Hood, que roubava dos ricos para dar para os pobres. Na luta contra os gigantes da internet, eles surpreenderam as editoras com a oferta de fechar o site de downloads. Em contrapartida, a Associação do Comércio Livreiro Alemão cuidaria para impor no país uma taxa fixa para e-books, evitando que Amazon e companhia dividam o mercado entre si.

EDUCAÇÃO EM VEZ DE CRIMINALIZAÇÃO

No entanto, esse acordo não foi realizado, em vez disso, a associação aposta no trabalho de esclarecimento. “Queremos alertar os usuários que tais plataformas se movem num campo ilegal. Ao mesmo tempo, pretendemos chamar a atenção deles para ofertas legais”, afirmou a porta-voz Claudia Paul. Como a plataforma Libreka.de, que oferece 270 mil títulos.

“Acreditamos que grande parte dos usuários irá se comportar, então, de forma legal. Não concordamos com sanções nessa área.” Por outro lado, é preciso proceder decididamente contra as plataformas ilegais. Para tal, a Associação do Comércio Livreiro Alemão aposta nas autoridades ou em organizações antipirataria.

Mas como o setor explica o avanço galopante da pirataria, embora o mercado de e-books esteja se desenvolvendo rapidamente na Alemanha? Claudia Paul aponta primeiramente os bons negócios para os ilegais. Afinal de contas, eles ganham com a publicidade em seus sites. Além disso, “até agora, o risco de os operadores das plataformas serem identificados não é tão grande”.

A indústria editorial ainda resiste à ideia da taxa fixa, embora ela pudesse matar dois coelhos de uma só cajadada: combater com sucesso a pirataria e competir com os gigantes da internet.

Autores e editoras teriam que contar com lucros menores, mas a indústria musical e os artistas também não foram prejudicados com a venda legal de MP3s. Após uma queda bilionária na receita, o mercado musical se recuperou. Atualmente, os MP3s respondem por um quinto da receita no setor , com tendência a aumentar.

Faculdade inglesa gera polêmica ao perguntar orientação sexual de alunos

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Formulário entregue para alunos da faculdade inglesa Barnsley (Reprodução/Daily Mail)

Formulário entregue para alunos da faculdade inglesa Barnsley (Reprodução/Daily Mail)

Publicado por UOL

A faculdade inglesa Barnsley gerou polêmica com um formulário de registro que perguntava a orientação sexual de alunos de 16 e 17 anos. O estudante devia indicar se era bissexual, gay, lésbica, heterossexual ou transexual – também existia a opção “prefiro não dizer”. As informações são do Daily Mail.

O questionamento foi feito ao lado de perguntas sobre dados pessoais como endereço, idade e detalhes de contato. Segundo a publicação, alguns estudantes caíram no choro e reclamaram de invasão de privacidade.

Ativistas do movimento gay criticaram a conduta da universidade e sugeriram que eles revissem o procedimento de inscrição.

Um representante da faculdade pediu desculpas a quem se sentiu ofendido, disse que iriam rever a forma de fazer as perguntas e afirmou que as respostas auxiliam no monitoramento da taxa de sucesso de grupos característicos.

Segundo a instituição, todas as faculdades são obrigadas, desde 2011, a recolher essas informações, a fim de cumprir deveres legais com o Setor de Igualdade.

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