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Grifar é forma de estudo pouco eficiente; confira realmente as melhores técnicas de estudo

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grifar

Publicado no Amo Direito

Um estudo realizado por pesquisadores de quatro universidades dos Estados Unidos indica que resumir e grifar textos são técnicas com baixa utilidade para o aprendizado dos estudantes. Das dez práticas avaliadas pelo trabalho científico, outras três compõem a lista com pior avaliação: criação de palavras-chaves, uso de imagens para fixação de conceitos e releitura.

Fazer exercícios práticos e estudar aos poucos ao longo de todo o curso foram apontados como as melhores formas de aprendizagem por beneficiar diretamente alunos de diferentes idades e habilidades.

De acordo com a pesquisa — divulgada pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica do país, o resumo e as marcações nos textos como ferramentas de aprendizagem possuem benefícios limitados. A primeira técnica não é considerada tão eficiente, pois é necessário um treinamento extensivo para seu sucesso. Quanto à segunda prática, foi observado pouco aumento no desempenho dos estudantes.

O uso de perguntas elaboradas, de auto-explicação e de uma prática intercalada de estudo recebeu utilidade moderada dentro dos parâmetros da pesquisa.

Parâmetros
O trabalho avaliou os benefícios gerais levando em consideração quatro categorias de comparação: condições de aprendizagem, características do estudante, materiais e critérios das tarefas. As 10 técnicas analisadas foram selecionadas de acordo com a facilidade de utilização e preferência dos estudantes.

Condições de aprendizado:
inclui aspectos do ambiente de aprendizagem em que a técnica é implementada, sendo o estudo em grupo ou individual.

Características dos alunos:
incluem variáveis como idade, capacidade e nível de conhecimento prévio.

Materiais:
variam de conceitos simples para problemas matemáticos até textos científicos complicados.

Critério de tarefas:
incluem diferentes medidas de resultados que são relevantes para o desempenho do aluno, como os de memória, resolução de problemas e compreensão.

Técnicas de utilidade alta
O teste prático foi considerado uma das técnicas com maior utilidade no processo de aprendizado dos estudantes, uma vez que ele pode ser implementado com um mínimo de treinamento e ainda requer um tempo razoável para sua prática. Além disso, os testes possuem ampla aplicabilidade em relação aos tipos de materiais, idade dos alunos e intervalos de retenção do conteúdo. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos

A prática distribuída de estudo também foi apontada como uma das melhores técnica para o aprendizado. Ela consiste na implementação de um cronograma que divide as atividades ao longo do tempo, ou seja, o aluno pode optar por estudar uma matéria por dia, por exemplo. Segundo o estudo, divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos, a técnica funciona com estudantes de diferentes idades e com uma ampla variedade de conteúdos. É de fácil de implementação – embora possa exigir alguma formação – e tem sido utilizada com sucesso numa série de estudos de sala de aula.

Técnicas de utilidade moderada
Com o objetivo de estimular o encontro de uma explicação sobre um conceito ou um fato explícito, a técnica de perguntas elaboradas foi classificada com utilidade moderada. O problema com ela é que alguns estudos mostraram que a prática possui menor eficiência entre os alunos mais jovens (jardim de infância ou primeira série). Outro fator é que o nível do conhecimento prévio interfere em sua utilidade. O conhecimento é um moderador na elaboração das perguntas. Sendo assim, os alunos com baixos níveis de conhecimento podem ter limitações ao utilizá-la. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos.

Na técnica da auto-explicação o aluno deve refletir sobre como uma nova informação está relacionada com a informação conhecida ou explicar as medidas tomadas durante a resolução de determinados problemas. A estratégia foi classificada como de utilidade moderada. De acordo com o levantamento, divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos, é necessário um maior trabalho para explorar a extensão em que os efeitos da técnica dependem do conhecimento dos alunos ou nível de habilidade. Embora a maioria das pesquisas mostre que é necessário um mínimo de treino, alguns resultados sugerem que os efeitos podem ser reforçados se os alunos treinados para usar a técnica.

Na prática intercalada o estudante deve utilizar um cronograma de estudo, no qual, pode misturar diferentes tipos de conteúdos dentro de uma sessão de estudo, ou seja, ele não se limita a absorver o conteúdo de uma matéria específica naquele determinado período. No lado positivo, a prática intercalada tem demonstrado ter bons efeitos sobre a aprendizagem dos alunos em relação às habilidades matemáticas, mas não tem os mesmos efeitos com o conteúdo de literatura. O resultado está na pesquisa divulgada recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos.

Técnicas de utilidade baixa
A prática do resumo como ferramenta de estudo foi considerada uma das técnicas com menor utilidade, em comparação com as outras práticas citadas. O estudo, divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos, aponta que ele é uma estratégia eficaz de aprendizagem para os alunos que já estão qualificados na prática do resumo, No entanto, muitos precisam de treinamento extensivo para adotar a técnica adequadamente. Para a técnica ser eficaz é preciso que o resumo tenha qualidade. O fato do aluno não enfatizar os pontos principais de um texto ou incluir uma informação incorreta não beneficia o aprendizado e nem a retenção das informações apresentadas.

Grifar texto foi classificada como técnica de baixa utilidade. De acordo com a tese, na maioria das situações em que a técnica foi aplicada, foi observado pouco aumento no desempenho dos estudantes. Ela pode até ajudar quando os alunos têm o conhecimento necessário para destacar as informações de forma eficaz, mas não é um indicativo de alto nível de utilidade. A marcação no texto chama a atenção do leitor, mas este precisa refletir sobre o significado e como suas peças diferentes se relacionam entre si. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos.

A técnica de palavra-chave mnemônica envolve a criação de imagens mentais associadas aos conteúdos apresentados. Apesar de resultados positivos, alguns aspectos implicam limitações em relação à utilidade da prática. Um deles é que o uso da palavra-chave mnemônica pode não resultar em uma retenção durável de conteúdo, ou seja, em longo prazo ela pode não ser tão eficaz dificultando o desempenho dos estudantes. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos.

O uso de imagens como técnica de estudo implica na formação de imagens mentais de partes do texto durante a leitura ou escuta. De acordo com o levantamento, a técnica pode ser bastante limitada e não é sólida. Além disso, não há definição consistente em relação à quantidade de treinamento necessária para garantir que os alunos utilizem a técnica corretamente. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos.

A releitura de um material após uma primeira leitura não foi considerada uma técnica de estudo eficaz. A relação do nível do conhecimento com os efeitos da técnica ainda é pouco explorada. Além disso, o estudo indica que quase nenhuma pesquisa sobre releitura envolveu alunos mais jovens que estudantes em idade universitária. Há uma insuficiente quantidade de pesquisas que examinaram a extensão em que os efeitos da técnica dependem de outras características do aluno, como o conhecimento ou habilidade. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos .

Fonte: colegiogenoma

Planejamento de estudos: veja, estudar bem não quer dizer que você deve estudar muito

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pensando

Publicado no Amo Direito

Atualmente o que mais vemos hoje em dia é o problema das pessoas não conseguirem estudar tudo que deveriam pelo fato do assunto da prova ser extremamente grande e por muitas das vezes chato. Entretanto, esse problema pode ser facilmente resolvido através de um bom planejamento de estudos. Vou passar o meu e espero que seja útil para você e para seu desenvolvimento a partir de agora.

Estudar horas a fio prejudica mais do que ajuda
Quem nunca chegou em uma situação na qual tinha que deixar pra estudar absolutamente tudo em cima da hora, por ter acumulado o que poderia ter sido estudado durante os meses antecedentes à prova? E o pior, esses estudos arrasadores pouco nos ajudam, só aumentam nossa ansiedade e o medo de sair mal na bendita prova.

Os fatores para se acumular assuntos são diversos, nem sempre quem faz isso é por falta de responsabilidade. No curso de direito, principalmente nas turmas de direito noturno, a maioria dos estudantes trabalham e por conta disso não possuem tempo para estudar como deveria. A dica é: Leia resumos, não caia na besteira de pegar a doutrina bem no dia da prova. A internet está cheia de resumos muito bons, com certeza você vai entender e fazer bem sua prova, ou seja, doutrina no dia da prova NÃO!

Memória fotográfica? Abuse dos mapas mentais!
Muitas pessoas possuem uma memória fotográfica excelente. Essas pessoas aprendem mais um assunto vendo um esquema dele do que ter lido 100 páginas. Se você tem desse estilo pesquise na internet sites que produzem mapas mentais sobre seu assunto e seja feliz! Você vai gostar muito, afinal essa é sua forma mais simples de aprender. É claro que nenhum mapa substitui uma boa doutrina, mas na hora do desespero a melhor coisa a se fazer é estudar tudo resumido.

Isso serve tanto pra quem acumulou o assunto quanto para quem anda com seus estudos em dia. Nesse último caso, é muito bom fazer uso desses mapas na questão de fixar o assunto que você está estudando, até porque você não perderá muito tempo lendo ele, afinal o seu tempo maior será estudando doutrina.

Quantas horas estudar por dia?
Não adianta eu dizer quantas horas você deve estudar, isso é muito relativo e depende de diversas variantes. A disponibilidade de tempo é o maior problema para o estudante de direito, principalmente quando você participa de grupos de estudos, estágios ou até mesmo já exerce algum trabalho e concilia ele com seus estudos.

Não fique com a consciência pesada pelo fato de não ter o dia todo para estudar. lembre-se que qualidade é infinitamente mais importante do que quantidade. Se preocupe em valorizar o tempinho que você tem, estude com foco, se livre das distrações pelo menos nessa hora. É muito melhor você estudar uma ou duas horas focado do que 4 horas sem prestar atenção no que está estudando pelo fato de se distrair com tudo que passa pela frente (Pc, celular, amigos, familiares etc).

Como planejar adequadamente
Se tiver tempo, é a melhor coisa a se fazer. Se você tiver tempo, faça resumos das aulas que seus professores passaram ou até mesmo leia elas e parta para sua doutrina. Depois disso, resuma o que você leu para que não seja necessário você voltar à doutrina novamente para ler a mesma coisa, isso é muito bom para economizar nosso precioso tempinho.

Porém, tem gente que consegue estudar somente pelo caderno com as anotações que são feitas em aula. Se você for assim, é interessante fazer uso de mapas mentais e de doutrina (Se tiver tempo) apenas para ver o assunto de cima em seu conteúdo. Assim, você dominará o assunto muito bem!

O que eu faço
Depende da situação. Se eu estiver acompanhando o assunto certinho, eu leio a doutrina assim que chego em casa mesmo cansado, às vezes não dá mas faço assim sempre que posso. Depois, assisto uma vídeo aula sobre o assunto do dia no youtube, e o melhor de tudo é que isso é de graça! Os melhores são o saber direito e o prova final

Se eu não tiver estudado certinho a disciplina, eu faço uso de apostilas resumidas para pelo menos ter uma noção básica do assunto e decoro pequenos conceitos importantes sobre a disciplina para não zerar na prova. Quando dá eu vejo uns mapas mentais, mas não faço isso sempre e faço resumos do que os professores falam em sala de aula. Eu prefiro ler doutrina mesmo, só recorro aos mapas quando não tem mais jeito, rs. Independentemente de estar ou não com o assunto eu vejo os vídeos! São os melhores professores do Brasil e duram no máximo uma hora, show de bola.

Conclusão
Muitas vezes não conseguimos fazer um bom planejamento de estudos por vários motivos, mas isso não é desculpa para não estudar. Sempre há um jeitinho de você dar uma lidinha no assunto, seja por resumo, anotação, mapa mental ou leitura de doutrina. O mais aconselhável é que nós leiamos todos os dias nem que seja um pouquinho. É com esse trabalho de formiguinha, juntando pedrinha por pedrinha, que um dia iremos conseguir construir nosso castelo!

O que não podemos é deixar de estudar, se o tempo for extremamente curto a internet está para ser usada, cabe a você fazer um bom proveito dela e filtrar os bons conteúdos. Abraços e bons estudos!

Fonte: diariojurista

7 técnicas de estudo infalíveis para qualquer prova

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Jovem estudando: a preparação será mais rápida e eficiente se você se servir de certas estratégias

Jovem estudando: a preparação será mais rápida e eficiente se você se servir de certas estratégias

 

Claudia Gasparini, na Exame

São Paulo — Na escola, tirar boas notas era relativamente fácil: bastava prestar atenção às aulas, ler atentamente as apostilas e resolver alguns exercícios na véspera da prova. Na vida adulta, porém, tudo vai ficando mais complicado.

Não adianta ligar o piloto-automático diante de concursos públicos, exames de proficiência em línguas ou provas de admissão em programas de pós-graduação, por exemplo. A preparação precisa ser mais estratégica, com base em métodos para garantir a fixação e acelerar o processo de aprendizado.

Na visão de Paulo Estrella, diretor pedagógico da Academia do Concurso, é possível estudar sem aplicar nenhuma metodologia — mas você gastará muito mais tempo do que quem aprende com o auxílio de alguma técnica.

“Sem perceber, vamos experimentando e consolidando nossas próprias táticas, mas é interessante conhecer e testar alguns métodos já comprovados”, afirma.

Para Nestor Távora, professor da LFG Concursos, adotar procedimentos de estudo de forma consciente é essencial para garantir a melhor administração do tempo. Certas estratégias tornarão o seu trabalho mais rápido e, portanto, menos pesado e cansativo.

Com a ajuda dos dois professores, listamos a seguir 7 técnicas de estudo que podem ser úteis na preparação para as complicadas provas da vida adulta:

1. Mapa mental

Quer visualizar um conteúdo complexo e todo intrincado em ramificações? Experimente representá-lo num “mapa mental” — nome bonito para um diagrama composto por palavras, ícones e flechas. A principal vantagem de elaborar esses esquemas é a possibilidade de criar uma ordem lógica entre as informações, com destaque para interconexões e relações de hierarquia.

“Não é um método para fixar a disciplina, mas sim visualizá-la de forma sistêmica, isto é, compreender como os conceitos se distribuem dentro daquele campo de conhecimento”, explica Estrella. “É importante para saber que o conceito X aparece quando o tema Y é discutido, o que facilita a associação de ideias”.

Imagine que você está estudando ligações químicas por meio de um mapa mental, e uma das flechas aponta para a expressão “ponte de hidrogênio”. A organização visual das informações ajuda a fixar o fato de que, quando se fala em ponte de hidrogênio, o que se discute são ligações químicas.

2. Fichamento ou resumo

Ler atentamente o livro-texto é um passo obrigatório em qualquer preparação, mas o estudo não pode terminar por aí. Também é fundamental reorganizar as informações lidas com as suas próprias palavras.

Uma forma de fazer isso é elaborar fichamentos, isto é, sínteses esquemáticas de cada texto. “Um fichamento é uma cartela que contém as informações mais importantes sobre um livro ou capítulo de um livro, por exemplo”, diz Estrella. “É a melhor maneira de organizar a bibliografia”. A ideia é elaborar um índice das suas leituras de acordo com a sistematização já elaborada no mapa mental, descrito no item anterior.

Outra possibilidade é redigir um resumo, isto é, reescrever com as suas próprias palavras o conteúdo estudado. “Aja como se você fosse o autor da sua própria apostila sobre o assunto”, explica o professor. Pode ser um texto corrido ou por tópicos: o importante é traduzir as ideias para a sua linguagem, incluindo suas interpretações e comentários sobre o tema.

3. Construção e reconstrução de tabelas

Outro método recomendado por Estrella é representar informações no formato de quadros. É uma boa opção para fixar conteúdos que têm uma determinada sistemática bastante específica por trás.

Imagine que você está estudando Direito penal, por exemplo. Experimente elaborar uma tabela em que haja colunas dedicadas ao que tipifica cada crime, qual é o tamanho da pena e qual é o prazo de resposta para cada tribunal, entre outras informações.

Na primeira vez, desenhe o quadro consultando livros e apostilas. Depois de algumas cópias, tente reconstruí-lo de memória. Esse procedimento é uma excelente forma de gravar os conteúdos sem perder de vista as interconexões entre eles. “Assim como os mapas mentais, é uma técnica muito útil para quem tem memória visual”, diz o especialista.

4. Gravações de áudio

Nem todo mundo tem facilidade para se lembrar do que viu: muita gente fixa melhor aquilo que escutou. Se esse é o seu caso, tente estudar com a ajuda de um celular ou qualquer outro dispositivo que funcione como gravador.

“Grave a sua própria exposição oral sobre o tema, como se você fosse um professor”, recomenda Estrella. Falar, por si só, já é uma excelente forma de se apropriar de uma ideia. Ouvir depois as suas próprias “aulas” várias vezes é melhor ainda.

Também é interessante escutar podcasts e aulas online sobre o assunto, muitas vezes disponíveis gratuitamente na internet. Para quem tem pouco tempo, vale aproveitar os deslocamentos entre a casa e o trabalho para ouvir os áudios.

5. Apresentações para o espelho

Se você vai enfrentar uma prova oral, é imprescindível simular o encontro com a banca avaliadora. O primeiro passo é fazer isso sozinho, munido de um espelho e uma boa dose de senso crítico.

Feitos os primeiros ensaios solitários, diz Távora, experimente se apresentar para amigos, parentes e professores. “Esse tipo de exercício é fundamental para desenvolver a lógica do seu raciocínio e, principalmente, para estimular a sua capacidade de improviso”, explica.

De acordo com o professor, muitos candidatos vão muito bem nas provas escritas, mas acabam reprovados nos testes orais — tudo porque não desenvolveram jogo de cintura para a ocasião. Falar para o espelho ou para outras pessoas é o único meio de simular a apresentação para a banca e desenvolver métodos para controlar o seu nervosismo.

6. Táticas mneumônicas

Todo mundo já teve um professor do ensino médio que cantava músicas ou elaborava frases engraçadas para facilitar a memorização da tabela periódica. Técnicas mneumônicas, isto é, que facilitam a fixação de palavras ou expressões, são usadas desde a Antiguidade e podem ser uma mão na roda diante de assuntos que simplesmente precisam ser decorados.

Uma opção é o acróstico, uma frase formada por palavras cuja primeira letra é a dica para o que precisa ser lembrado. Se você quer gravar, por exemplo, os nomes dos bairros paulistanos Mooca, Penha, Belém e Carrão, por exemplo, pode usar a frase “Meu Pai Bebe Café”. Outro instrumento é o acrônimo, uma palavra formada por letras que representam outras palavras, como a ferramenta de gestão CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude).

Seja qual for, diz Estrella, a tática mneumônica deve ser usada quando existe a necessidade de gravar conteúdos sequenciais e sem qualquer relação lógica entre si. É uma opção interessante para gravar nomes ou números de leis, por exemplo. Veja aqui mais dicas de táticas mneumônicas.

7. Simulações cronometradas

Para Távora, colocar os seus conhecimentos à prova é uma etapa indesviável na preparação para qualquer exame. No caso de um concurso público, por exemplo, é preciso recuperar provas de anos anteriores e resolvê-las com o cronômetro ao lado.

“O exame deve ser resolvido exatamente como seria na situação real”, explica o professor. Quanto mais você se familiarizar com as condições da prova, inclusive a duração dela, maiores as suas chances de aprovação.

Os simulados também são essenciais para se acostumar ao estilo das questões. “É a melhor forma de aprimorar a sua técnica de interpretação e não ter surpresas diante da linguagem da banca examinadora”, afirma o professor da LFG.

7 jeitos de ajudar seu cérebro a estudar melhor

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Seja para estudar para o Enem, vestibular ou qualquer prova, essas dicas podem ajudar a revitalizar o seu cérebro e maximizar os resultados do seu estudo

Publicado no Universia Brasil

O cérebro é uma parte vital da rotina de estudos de qualquer um. Mantê-lo funcionando bem pode fazer uma grande diferença no rumo do sucesso. A seguir, veja sete dicas para impulsionar seus estudos na direção certa:

1 – Exercitar-se algumas vezes durante a semana

Na hora de se preparar para uma prova ou vestibular, nada melhor do que manter o cérebro em forma. Correr, andar de bicicleta, nadar ou qualquer outro esporte que desperte o seu interesse ajuda a fortalecer as conexões do cérebro. O resultado disso é a melhora de habilidades de aprendizado e memória, o que melhora o aproveitamento dos seus estudos. O recomendado é que o exercício dure pelo menos 30 minutos, cinco vezes por semana. Mas se você for novo aos esportes, talvez uma rotina mais leve nas primeiras semanas funcione melhor, ou você corre o risco de desistir da rotina antes de adquirir o hábito.

2 – Ser criativo

Desde livros de colorir até se aventurar a fazer um novo prato, o importante é fazer coisas novas para encorajar o cérebro a funcionar de maneira diferente.

3 – Capriche nas vitaminas e nutrientes

Tomar as vitaminas e nutrientes certos pode auxiliar seu cérebro de várias maneiras. Zinco e iodo contribuem para o trabalho cognitivo normal do cérebro. As vitaminas B6 e B12, assim como ácido fólico, ajudam a prevenir a famosa fadiga que leva o cérebro a querer procrastinar durante os estudos. Omega-3 e um dos seus ácidos graxos, o ácido docosahexaenoico, ajudam o cérebro a funcionar corretamente (o que é essencial para o aprendizado). O seu cérebro ganha muito a partir dos nutrientes encontrados nas seguintes comidas:

Adicionar todos esses nutrientes pode parecer difícil, mas existem suplementos nutricionais que podem ajudar na tarefa. Os benefícios podem demorar a aparecer, então é importante começar o mais rápido possível.

4 – Socialize

A socialização é uma parte importante da vida de um estudante, e ela também tem um grande papel no desempenho do seu cérebro. Pesquisas mostram que conversar, mesmo que por só 10 minutos por dia, ajuda a manter o cérebro otimizado, o que resulta em melhor memória e funcionamento do cérebro.

5 – Tire uma soneca

A “power nap”, ou soneca da força, deve durar até 30 minutos para ser efetiva, e deve ser tirada durante o dia, no momento do auge do cansaço. Junto a uma boa noite de sono, ela dá o tempo necessário para que o cérebro se repare para mais um dia de aprendizado.

6 – Saia da rotina

Tente ser surpreendido pelo menos uma vez por dia. Mude o caminho até a escola, trabalho ou faculdade, faça compras num lugar novo, qualquer pequena diferença na rotina já ajuda o cérebro a melhorar a sua eficiência e produtividade.

7 – Tente algo novo

Novas experiências ajudam o cérebro a crescer e guardar informações com mais facilidade. Que tal começar um novo esporte ou aprender uma língua? Viajar e participar de eventos culturais também podem ser a mudança necessária para estimular o seu cérebro.

4 técnicas inteligentes para aprender mais e mais rápido

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Fonte: Shutterstock

Fonte: Shutterstock

 

Aprender mais e mais rápido não é sinônimo de horas em frente aos livros; entenda

Publicado no Universia Brasil

Aprender mais e mais rápido não é somente uma questão de inteligência, mas de encontrar a melhor técnica de estudo. Ficar horas e horas com os olhos vidrados nos livros e cadernos também não é garantia de um bom aprendizado, principalmente se você não estiver absorvendo toda essa informação.

Ainda bem que os cientistas pesquisaram durante anos para descobrir e criar métodos eficientes para aproveitar melhor as horas de estudo. A seguir, confira algumas das técnicas mais aplicadas e veja qual delas funciona melhor para você:

1. Uma coisa de cada vez

Não adianta querer entender tudo sobre química orgânica ou trigonometria em um único dia de estudos. Segundo os cientistas, o aprendizado é mais eficaz quando acontece em partes, com pequenas conquistas isoladas, que quando somadas resultam em um conhecimento mais completo. Por isso, estabeleça pequenos objetivos diários e foque em um assunto por vez.

2. Não fragmente sua atenção

O cérebro humano é sim capaz de realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo. No entanto, principalmente quando se trata de estudar, ligar a função “multitarefa” pode não ser uma boa opção. Quando estudamos várias coisas ao mesmo tempo ou foleamos as páginas do caderno enquanto assistimos à televisão o conteúdo não é absorvido em sua totalidade, fazendo com que o conhecimento se torne raso e fragmentado. Por isso, foque em uma tarefa de cada vez!

3. Escrever para não esquecer

Você já deve ter ouvido diversas vezes de seus pais e professores que a melhor forma de estudar é reescrever tudo que foi dado em sala de aula. E eles estavam certos! Um estudo de 2004 da Universidade Princeton, nos Estados Unidos, concluiu que os estudantes que escrevem a matéria em seus cadernos aprendem mais do que aqueles que digitam o conteúdo em um documento no computador. O motivo, segundo os cientistas, é que o contato com o papel e a caneta criam uma maior ligação cognitiva do aluno com o tema estudado.

4. Use o que você sabe para aprender o que você não sabe

Imagine um estudante que adora futebol, mas simplesmente não consegue entender os conceitos da física. Segundo especialistas em aprendizagem, uma boa forma de aprender algo difícil ou conseguir memorizar um determinado assunto é tentar encontrar uma ligação com algo que você goste. No caso do aluno que adora futebol, a dica é usar situações do esporte, como um chute ou o movimento feito pela bola, para explicar algum tema complicado da matéria.

Fonte: Business Insider

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