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Posts tagged tecnologia

Lê livros no smartphone? Veja alguns aplicativos que podem melhorar a experiência

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Publicado no 33Giga

Nem sempre dá para carregar um monte de livros na mochila. A solução que muita gente têm encontrado é passar a ler por meio de smartphone e tablets com ajuda de aplicativos específicos. Com muitos desses apps disponíveis para Android, iOS e Windows Phone, eles também são uma boa alternativa para quem procura uma plataforma que proporcione uma leitura personalizada, agradável e gratuita. Abaixo, o 33Giga separou cinco boas opções de softwares dedicados aos leitores, confira.

Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, escreva para [email protected] e suas questões podem ser respondidas

Amazon Kindle
Versão para Android, iOS e Windows Phone de um dos eReaders mais populares do mundo, o aplicativo oferece os recursos do gadget para os usuários de tablet e smartphone. Com o software, na hora da leitura você pode personalizar a cor do plano de fundo da página, intensidade do brilho da tela e o contraste. Também é possível criar coleções de leitura, fazer pesquisas no dicionário e outros sites e ainda levar para seu aparelho os eBooks comprados na Amazon.

Aldiko
Exclusivo para Android, este aplicativo roda arquivos em vários formatos, incluindo os com proteção DRM da Abode. A ferramenta de leitura tem recursos como marcação de texto, compartilhamento, anotações e pesquisas no dicionário. Também é possível configurar brilho e contraste da tela para melhorar a experiência para os olhos e conforme a luminosidade do ambiente. Além de servir como leitor de textos, ele também ajuda o usuário a gerenciar sua biblioteca e organizar leituras de forma automática.

Google Play Livros
Disponível para Android e iOS, esta é a loja de eBooks do Google. Com uma infinidade de livros digitais pagos e gratuitos, o aplicativo também permite que o usuário utilize as funcionalidades disponíveis para ler documentos carregados por ele no smartphone ou tablet, como arquivos em PDF e ePUB. Com uma interface bastante intuitiva, o aplicativo já vem instalado nos dispositivos Android e precisa ser baixado nos aparelhos IOS.

Kobo Reader
Desenvolvido pela empresa que produz o eReader Kobo, esta também é a versão para Android, iOS e Windows Phone de um gadget muito popular no mundo. No Brasil, você pode usar o app para ler os eBooks que comprou na Livraria Cultura (parceira da Kobo Inc. no Brasil) ou adicionar documentos em PDF, por exemplo. É importante destacar que o aplicativo também é indicado para quem gosta de ler revistas e HQs pelo celular.

Ebook Reader
O aplicativo lê arquivos em vários formatos, comprados ou não na loja virtual ebook.com. Isso significa que o usuário pode transformar o app em um gerenciador de biblioteca, com a possibilidade de editar manualmente as tags referentes a cada título. Entre outros recursos, o leitor também pode fazer backup de toda a sua leitura, marcar partes do texto, personalizar o tamanho da fonte e usar o sistema de buscas para encontrar trechos específicos com mais rapidez. Disponível para Android, iOS e Windows Phone.

Professor usa Pokémon Go para ensinar geografia aos alunos

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Publicado no Hypeness

Enquanto muita gente está ocupada demais criticando o Pokémon Go, algumas pessoas preferem buscar o impacto positivo do jogo. É o caso deste professor de geografia de Rio Preto, que decidiu usar o aplicativo em suas aulas para envolver os alunos e ensiná-los a compreender mapas.

Leandro Ferreira é professor do 3º ano da Escola Municipal Professora Regina Mallouk e foi para a rua com os estudantes na segunda-feira, 8, para ensiná-los a compreender mapas através do game. O professor sempre jogou videogames e percebeu o potencial do Pokémon Go no ensino ao jogá-lo.

Ele contou em entrevista ao G1 que os alunos não podem levar celular para as aulas, mas os pais e a escola autorizaram o uso dos aparelhos no dia da atividade. Assim, os estudantes foram divididos em grupos para mapear o entorno escolar. No mapa foram incluídos pontos de ônibus, telefones públicos, casas de alunos, supermercados e pokestops (lugares mais comuns para encontrar Pokémons).

Durante as aulas, Leandro também ensinou dicas de segurança que os estudantes devem tomar ao jogar, como evitar lugares perigosos, não atravessar a rua jogando e andar sempre em grupo. A atividade envolveu ainda outras disciplinas: os estudantes criaram uma redação sobre os problemas do bairro após conhecer melhor o entorno e aprenderam a somar e subtrair o peso e a altura dos Pokémons.

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Todas as fotos: Divulgação

Crianças chinesas testam sala de aula de realidade virtual

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Estudantes chineses: as lições mudam quando o software percebe que o estudante está se distraindo, ao identificar uma pequena elevação da cabeça

Estudantes chineses: as lições mudam quando o software percebe que o estudante está se distraindo, ao identificar uma pequena elevação da cabeça – Kevin Frayer / Stringer/GettyImages

 

Publicado na Exame [via Blooomberg]

Em um edifício com forma da nave estelar Enterprise, uma empresa chinesa pouco conhecida está trabalhando no futuro da educação.

Enormes bancos de servidores gravam crianças na sala de aula e no recreio, monitorando toques na tela, encolhimentos de ombros e movimentos de cabeça — acumulando um banco de dados que será usado na construção de perfis particulares de milhões de crianças.

Esta é a NetDragon Websoft Holdings, localizada em Fuzhou, na China. A fabricante de videogames de combate é uma improvável candidata a revolucionar a aprendizagem com professores de realidade virtual em headsets.

Ela faz parte do grupo crescente de empresas, formado por nomes como IBM e Lenovo, que está estudando maneiras de usar tecnologias como a realidade virtual para captar a atenção de crianças instáveis (e talvez algum dia ganhar dinheiro com esses dados fazendo propagandas direcionadas a elas).

A China — onde os pais são famosos por tentar qualquer coisa para dar alguma vantagem aos filhos e tendem a ser menos obcecados com a privacidade — pode ser o lugar ideal para testar a sala de aula de realidade virtual do futuro. Do modo em que foi concebida, ninguém vai poder dormir na última fila.

As lições mudam quando o software percebe que o estudante está se distraindo, ao identificar uma pequena elevação da cabeça. Aulas chatas podem se tornar animadas instantaneamente com provas surpresa.

Até o gênero do professor pode mudar para se adequar ao público, por exemplo, optando por um educador virtual do sexo masculino em culturas onde geralmente os professores são homens.

“Este é o próximo grande acontecimento e vem sendo elaborado há algum tempo”, disse Jan-Martin Lowendahl, vice-presidente de pesquisa da Gartner. “Se existe um lugar onde isso poderia funcionar são países como a China, a Coreia, esse tipo de lugar”.

A noção de ensino adaptativo, baseado em computadores, vem circulando há mais de uma década. Corretamente implementado, tem o potencial de alterar os fundamentos da aprendizagem.

Educadores que recorrem a seus instintos e a indícios visuais poderiam ser substituídos, ou aperfeiçoados, por avatares digitais baseados em algoritmos que, por sua vez, podem ser replicados em todo o planeta.

Os defensores dessa tecnologia argumentam que os benefícios de usar máquinas para analisar as crianças e aprender a se adaptar aos pontos fracos delas vão pesar mais do que as questões de privacidade porque em breve não existirá um número suficiente de professores humanos.

É claro que o crescente envolvimento corporativo não é altruísta — é possível ganhar dinheiro com isso e, em alguns aspectos, as empresas chinesas estão assumindo a liderança na comercialização. A NetDragon quer ser uma das primeiras a colocar em prática essa tecnologia em grande escala.

No ano passado, ela pagou 77 milhões de libras (US$ 100 milhões) pela Promethean World, fornecedora britânica de educação online, e agora atende 2,2 milhões de professores com 40 milhões de alunos.

A empresa está fazendo testes de campo das aulas de realidade virtual, fornecendo headsets e tablets em escolas chinesas e incentivando os professores a experimentarem grades curriculares personalizadas com seus alunos.

Os pesquisadores monitoram a atividade dos alunos no ambiente de realidade virtual e, para complementar, os tablets têm câmeras que podem ser usadas para monitorar visualmente os estudantes.

“Não queremos monitorá-los apenas quando estão em sala de aula, mas também quando estão em movimento ou quando estão em casa, para ter uma visão de 360 graus da maneira em que as crianças aprendem”, disse Simon Leung, vice-presidente do conselho da NetDragon e ex-diretor da Microsoft, acrescentando que a tecnologia poderá ficar pronta em 2017.

“Quando pudermos monitorar o que elas gostam e o que não gostam, por exemplo, vai ser possível recomendar serviços específicos para elas, propagandas muito direcionadas a elas”.

Harry Potter Go está sendo desenvolvido e será uma realidade em breve

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Publicado no Super Tela

Definitivamente a era da tecnologia está atingindo seus limites absolutos, e desde o advento dos smartphones, as pessoas estão deixando de viver a vida real para viver em uma fantasia; Temos observado isto recentemente com o aparecimento de Pokémon Go.

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Como se isso não fosse o bastante o sucesso que Pokémon Go trouxe para a empresa Niantic, agora eles estariam propondo atender mais um dos nossos sonhos de infância tornando a saga Harry Potter em algo real e fantástico. Graças a uma petição criada um há alguns dias pelos fãs da série, onde eles sugeriram a possibilidade de lançar feitiços, duelos com os amigos e capturar bestas mágicas na vida real, a Niantic poderia criar o Harry Potter Go.

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A Niantic parece a ter escutado os seus utilizadores. Aparentemente, eles não perderam tempo em adquirir os direitos para criar a versão de Harry Potter Go. O desenvolvedor da Niantic Marcus Figueroa, revelou alguns detalhes durante uma entrevista em que ele disse:

“Nós adquirimos os direitos para essa aplicação. A demanda por este título é louca, então pensamos em experimentá-la. Queremos fazer algo com a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts semelhante a Pokémon Go. Com um sistema de missões para ser concluída, possivelmente, novos eventos totalmente interativos seriam criados, mas não prometemos nada ainda. Isso é tudo que podemos dizer”.

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Definitivamente o jogo de Harry Potter não seria completa se os jogadores não fossem classificados por casas e se eles tiveram a oportunidade de escolher suas varinhas. Assim, elas permaneceriam fiéis à sua casa já concedidas durante o jogo sem a opção de troca.

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No final, não importa a qual casa você pertence, o importante será viver está experiência de ser um bruxo de verdade.

Imagens Okchicas

Pokémon | Artista transforma Poké-bundinhas em marcadores de livros

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Marina Val, no Jovem Nerd

Pelo mundo viajarei tentando encontrar um Pokémon e com o seu poder a página marcar.

Pokémon é uma franquia extremamente popular desde o seu lançamento. Com inúmeros jogos lançados, animes, filmes e diversas linhas de produtos, é impossível não reconhecer pelo menos alguns dos principais monstrinhos.

Com a chegada de Pokémon Go, a febre ressurgiu e podemos esperar ainda mais itens inspirados por Pikachu, Bulbasaur, Charmander e Squirtle, como é o caso dos marcadores de páginas de Pokémon feitos pela artista ucraniana Olena Mysnyk.

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Cada um dos itens custa US$ 25 (+ frete) e está disponível na loja do Etsy.

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