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Com 800 mil livros vendidos no Brasil, Sheila Walsh lança nova obra

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Publicado na Veja

Escrito pela best-seller americana Sheila Walsh, o livro Tudo bem não estar bem chega às livrarias nacionais em junho pelo selo Thomas Nelson.

Na obra, Walsh utiliza preceitos cristãos para abordar temas pesados como depressão e suicídio.

Tudo bem não estar bem

A americana já vendeu 5 milhões de livros no mundo, sendo 800 mil só no Brasil.

Livro best-seller do padre Fábio de Melo vai virar filme

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© AgNews (Arquivo)

Elenco da produção ainda não foi divulgado; longa-metragem deve ser laçado em 2019

Publicado no Notícias ao Minuto

O livro ‘Tempo de esperas’, lançado pelo padre Fábio de Melo em 2011, será adaptado para o cinema pela produtora carioca A Fábrica, que comprou os direitos de publicação da obra.

De acordo com informações do UOL, os nomes que vão compor o elenco ainda não foram divulgados. A previsão é de as filmagens comecem em 2019. “Em princípio o padre não participa do filme, apesar de estar acompanhando o desenvolvimento do roteiro”, revela Luiz Noronha, sócio da produtora.

O best-seller conta a história dos personagens Alfredo e Abner, um aluno e um professor que, à procura da felicidade, passam a trocar cartas sobre temas como amor, amizade e filosofia.

Enem: bullying e obesidade são temas prováveis para redação

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Estudantes ansiosos na reta final para realização do Enem 2017 (Foto: Adailson Calheiros)

Estudantes ansiosos na reta final para realização do Enem 2017 (Foto: Adailson Calheiros)

 

Assuntos ligados às minorias e à saúde são apostas para edição deste ano do exame

Evellyn Pimentel, na Tribuna Hoje

Bullying, obesidade, deficiência física, índios e público LGBT são temas apontados num ‘Top 5’ entre os mais cotados para a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano. É o que analisa o professor Thalles Barros, que atua há oito anos em cursos preparatórios.

E justamente a redação é o motivo de maior preocupação para os participantes, de acordo com o professor.

“Tem alguns temas que estão em alta há algum tempo. Por exemplo, Bullying é um bom tema para esse ano, temas relacionados a minorias também, já que o Enem acaba abordando sempre nessa área. As minorias que ainda não foram contempladas que podem aparecer esse ano são deficientes físicos, índios, homossexuais. E um tema que corre por fora já que mudaram a banca é obesidade, porque nunca caiu no Enem temas relacionados à saúde. No entanto, mais importante que saber o tema é saber escrever. É o caminho construído ao longo do ano para que o aluno tenha a segurança de que sabe escrever sobre qualquer tema”, explica.

Para Barros, a preocupação em torno de uma boa redação é atribuída não só pelo peso na nota final do exame, mas também pelas dificuldades que grande parte dos participantes tem de produzirem bons textos.

“O jovem hoje tem pouquíssima prática de leitura. Essa dificuldade em ler acaba prejudicando na hora de produzir um texto, de escrever, já que a proposta do Enem é produzir um texto dissertativo argumentativo. A maioria não está preparada para um debate, muitas vezes eles acabam se esquivando de temas importantes para a discussão social”.

Coordenadora de um cursinho preparatório em Maceió, Rosemée Gomes de Lima também aponta a produção textual como o ‘bicho de sete cabeças’ dos alunos.

“Falta de leitura acontece muito, por isso eles têm tanta dificuldade, porque não têm mais hábito ou paciência. Quando fala no livro, eles perguntam quando vai sair o filme… o resumo… Eles não querem mais abrir o livro, ler, marcar no livro, pesquisar, é tudo na internet, é tudo muito rápido e as coisas que demoram muito para surtir efeitos eles não querem. Querem coisas rápido. E isso precisa ser corrigido agora”, destaca.

Rosemée explica ainda que a preparação para as provas começa em janeiro e segue até setembro num ritmo acelerado. A partir daí começa a parte de revisão, principalmente para os temas da redação.

“Temos as aulas de redação desde janeiro, as oficinas e duas vezes na semana a correção das redações feitas pelos alunos. O professor chega a corrigir 39 redações por período. Alguns alunos chegam às 6h da manhã para garantir que o nome vai entrar na lista e seu texto vai ser corrigido, eles se preocupam muito com isso”, detalha.

CONTANDO OS DIAS

Há 19 anos atuando com turmas em preparatórios, o professor de História Gilberto Rodrigues explica que nos dias que antecedem as provas os candidatos ficam em uma situação máxima de estresse.

“Neste momento existem dois sentimentos conflitantes. O primeiro é a tensão de estar se aproximando do Enem. O segundo é a ansiedade. Por incrível que pareça, muitos alunos estão ansiosos para que chegue logo. Chega o momento que você se prepara tanto que quanto mais distante, mais ansioso fica. Tem muita gente realmente que quer que o Enem seja amanhã, até para aliviar essa carga de adrenalina, a pressão”, expõe.

Até ano passado as provas ocorriam no mesmo fim de semana (sábado e domingo). Este ano o Ministério da Educação (MEC) fez algumas reformulações. As provas serão aplicadas em dois domingos consecutivos, 5 e 12 de novembro. A ordem das áreas de conhecimento também mudou: O primeiro domingo terá linguagens, ciências humanas e redação, com cinco horas e meia de prova; e o segundo, matemática e ciências da natureza, com duração máxima de quatro horas e meia. A novidade é avaliada como positiva, segundo o professor.

“Ajuda demais. A principal mudança, a mais significativa é que a redação é uma prova que pesa muito, pela necessidade de produção intelectual e escrita, boa e legível. Mas o nervosismo pesa na hora de escrever. É necessário ter um momento especial. Quando você pega a prova e divide, você diminui a carga da prova na hora da redação. Outro benefício é trabalhar melhor os conteúdos específicos na semana que antecede a prova”, reforça.

Para a estudante Vitória Fidelis, de 16 anos, fazer o Enem este ano servirá como treino para o ano que vem, quando a prova ‘vale’ o ingresso no curso desejado: Medicina.

“Vou testar este ano. Quero fazer Medicina. Mas acho que estou preparada para o que vier. Estou treinando diversos temas para redação, por exemplo. Estudo nos três horários, escola pela manhã, cursinho à tarde e à noite, em casa também. É bem pesado”, explica a moça.

Já para Vivian Couto de 17 anos, a preparação é intensa e segue um cronograma definido pela própria estudante.

“Terminei ano passado e este ano estou tentando realmente entrar. Quero Medicina. Basicamente fico o dia todo estudando. Acordo às 6h da manhã e às 7h já começo a estudar. À tarde estou no cursinho e à noite, estudando em casa. Para mim o segredo é estar sempre praticando, pedir sempre para o professor corrigir meus erros, treinar bastante”, diz.

Redação no Enem: Dicas para um texto nota 1000

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 Divulgação Uma redação nota 1000 pode carimbar o passaporte para uma boa faculdade.

Divulgação
Uma redação nota 1000 pode carimbar o passaporte para uma boa faculdade.

 

HuffPost Brasil e Descomplica ajudam você a se preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio.

Vivian Jordão, no HuffpostBrasil

O HuffPost Brasil está publicando uma seção com dicas e informações em parceria com o Descomplica, canal especializado em conteúdos para vestibulandos.

Nesta semana, a disciplina em debate é Redação.

Conversamos com o professor Rafael Cunha e discutimos os pontos principais para uma redação nota 1000.
Como deve ser a estrutura do texto? O título é obrigatório?

A redação tem limite de 30 linhas. O ideal é que o texto seja construído em quatro ou cinco parágrafos. Normalmente, os alunos que escrevem quatro parágrafos conseguem notas maiores. O título não é obrigatório e conta como uma linha. Os candidatos devem utilizar os três componentes: Introdução, desenvolvimento e conclusão.

É importante se posicionar sobre o tema?

O posicionamento é uma necessidade. Trata-se de um texto dissertativo-argumentativo. O objetivo maior é convencer o leitor a partir de um ponto de vista e uma tese, que deve ser defendida com argumentos. É possível se posicionar completamente contra ou completamente a favor da proposta, porém, uma pessoa crítica é aquela que consegue fazer observações sob diversos ângulos, e não somente sob uma perspectiva. Por exemplo, o tema de 2015 foi violência contra a mulher. Não cabe discutir se você é a favor ou contra. Todos são contra a violência. O importante é discutir e tentar entender os motivos ou razões de, em pleno século 21, esse tipo de comportamento ou realidade ainda existir.

O que os alunos devem ler para fazer um bom texto?

A própria banca fornece textos de apoio. Não se deve copiar os textos, mas usá-los como referência para o tema. Além disso, quanto mais antenado o aluno estiver, melhor. É sempre bom ler notícias dos principais veículos, sempre com perspectiva crítica.

É permitido fazer perguntas na redação?

Sim, desde que sejam perguntas retóricas, ou seja, perguntas que servem para afirmar algo. Perguntas que trazem dúvidas do autor do texto não devem aparecer no texto.

A criatividade é um critério de avaliação?

Não é um critério de avaliação, mas, sem dúvida alguma, pode causar uma boa impressão para o corretor. Entre milhões de redações que serão produzidas, aquela que for mais criativa vai chamar atenção positivamente. É uma maneira de diferenciar-se.

Como prender o leitor e deixar o texto mais interessante?

O aluno deve utilizar um repertório sócio-cultural produtivo. Se o candidato conseguir fazer referências históricas, geográficas, filosóficas e citar pensadores, obras literárias e filmes, isso torna sua redação diferenciada, reforça sua capacidade argumentativa e aumenta sua nota.

O que não pode ter no texto de jeito nenhum?

Desrespeito aos direitos humanos é proibido. O aluno que não respeitar essa regra terá sua nota anulada. Não pode haver citações que não correspondam ao tema, como por exemplo receitas de bolo ou hinos de futebol, que escreveram no ano passado. Por se tratar de um texto dissertativo-argumentativo, a linguagem deve ser impessoal, ou seja, não deve aparecer “eu acho”, “eu penso”, “eu acredito” ou qualquer outra expressão na primeira pessoa do singular. A linguagem deve ser adequada à norma culta da língua, portanto, registros de oralidade e informalidade, como gírias e abreviações coloquiais, não devem aparecer.

Não oferecer uma proposta de solução para o tema proposto faz o candidato perder pontos?

Sim. Se o aluno não discutir propostas de intervenção, pode perder até 200 pontos.
O que fazer na reta final de preparação?

1. Verificar os temas dos anos anteriores e se acostumar com a linguagem utilizada pela bancada;

2. Conhecer muito bem os critérios de correção. São cinco competências, cada uma valendo 200 pontos;

3. Fazer muitas redações pelas próximas semanas. Pelo menos 3 redações por semana para ir treinando;

4. Buscar textos de anos anteriores que obtiveram nota máxima para servir como fonte de inspiração.

Este é o segredo para estudar algo chato com (algum) prazer

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Estudante entediado (Tomwang112/Thinkstock)

Estudante entediado (Tomwang112/Thinkstock)

Como encontrar motivação para explorar um tema difícil ou desinteressante? Veja dicas para vencer a preguiça e descobrir novas paixões acadêmicas

Claudia Gasparini, na Exame

São Paulo — Estudar assuntos desinteressantes é uma obrigação que começa logo nos primeiros anos da formação escolar. O aluno apaixonado por matérias de exatas precisa encontrar motivação para assistir às aulas de história e literatura; já o estudante com típico perfil de humanas não tem outra opção senão mergulhar nos livros de física e matemática para passar de ano.

Isso se repete pelo resto da vida adulta, ainda que você se especialize na profissão que escolheu. Seja ao longo de uma pós-graduação, seja na preparação para um concurso público, por exemplo, sempre será necessário se debruçar sobre temas desvinculados dos seus interesses e aptidões para ter sucesso profissional.

Felizmente, é possível aprender a gostar de uma área do conhecimento que você sempre achou que detestava. O esforço vale a pena: ao expandir os seus temas de interesse, você ampliará os seus horizontes e poderá ir mais longe na carreira.

Esse foi o caso da professora norte-americana Barbara Oakley, autora do livro “Mindshift: Break through obstacles to learning and discover your hidden potential” (em tradução livre, “Mudança de mentalidade: Supere obstáculos para aprender e descobrir o seu potencial oculto), publicado em 2017 pela editora Tarcher-Perigee.

Em artigo para o site da Harvard Business Review, ela conta que detestava as aulas de matemática durante toda a sua vida escolar. Hoje, é professora de engenharia na Oakland University.

“Uma versão mais jovem de mim teria ficado chocada ao descobrir que, no futuro, eu seria professora de engenharia, encantada com números e confortável com o mundo da tecnologia”, escreve Oakley.

Com base em sua própria experiência pessoal e em diversos estudos sobre o assunto, a professora tem um método para aprender a desenvolver inesperadas paixões acadêmicas — ou, pelo menos, ser capaz de estudar algo desinteressante com algum prazer.

Ela propõe 4 passos, que você verá a seguir:

1. Busque um gatilho de motivação

Você morria de tédio na escola durante as aulas de geografia? Sofria para decorar fórmulas de química? Um motivo provável para todo esse sofrimento é que você considerava esses assuntos inúteis. Aí está o segredo para gostar (ou odiar) qualquer tema: o uso que você pode fazer dele na sua vida.

Para descobrir graça em um tema aparentemente desinteressante, o primeiro passo é tentar encontrar um motivo para aprendê-lo. Segundo Oakley, um dos melhores gatilhos de motivação é a busca por uma vida mais feliz e confortável.

Foi o que a fez voltar aos livros da sua tão detestada matemática, aos 26 anos de idade: a possibilidade de conseguir um emprego melhor no Exército, onde até então trabalhava numa função de pouco prestígio.

“Desejar uma mudança faz com que, mentalmente, você compare a sua situação atual (por exemplo, empregado como assistente administrativo) com o lugar em que poderia estar (como um funcionário público de alto gabarito certificado em contabilidade)”, explica ela. Ao serem encarados como chave para um horizonte melhor, até os livros mais tediosos podem parecer atraentes.

2. Drible a dor

Acredite se quiser: estudar aquilo de que você não gosta é literalmente doloroso. Pesquisadores da Universidade de Chicago perceberam que até pensar num assunto que você detesta ativa uma parte do cérebro envolvida com a experiência da dor.

A reação natural do corpo é a fuga. Ao começar a estudar aquele assunto, você ficará muito mais suscetível a distrações e provavelmente começará a adiar a tarefa. Das muitas técnicas para vencer a famosa procrastinação, a favorita de Oakley é a Pomodoro.

Funciona assim: desligue todas as possíveis distrações, como celulares ou computadores, e trabalhe por 25 minutos ininterruptos, contados no relógio. Passado esse tempo, levante e busque uma recompensa para si mesmo, como uma xícara de café ou uma boa música. Volte em seguida para mais 25 minutos de atividade sem pausas, e assim por diante.

Com blocos de estudo altamente produtivos, você tem a chance de finalmente entender aquela matéria que sempre pareceu misteriosa para você. Ao ganhar essa familiaridade com o assunto, você pode descobrir alguma dose prazer ao se aprofundar nele.

3. Tenha paciência consigo mesmo

Certas disciplinas se tornam insuportáveis porque temos dificuldade em aprendê-las. Compreender que é perfeitamente normal não entender algo de primeira ajuda a melhorar a sua relação com o estudo.

Quando era criança, Oakley achava que a sua dificuldade para assimilar um novo conceito matemático era resultado de uma completa inaptidão para os números. Essa certeza a afastou cada vez mais do assunto.

Só depois, quando já estudava para se tornar engenheira, ela percebeu que não precisava compreender todos os conceitos de cálculo instantaneamente. Foi uma epifania: livre da ideia de que não tinha “jeito” para aquele assunto, ela persistiu pacientemente nos estudos e acabou descobrindo seu talento.

4. Quebre o estudo em pedaços

Ao estudar um assunto com o qual tem pouca afinidade, a maioria das pessoas tenta estudar tudo de uma vez, para fazer o tormento passar mais rápido. Não funciona. “Ninguém consegue cantar uma música depois de ouvi-la uma única vez”, diz Oakley.

Segundo a professora, a melhor forma de aprender algo difícil é quebrar o assunto em vários “pedaços”. Imagine-se diante de um exercício aparentemente impossível de química, por exemplo. O conselho de Oakley é tentar resolvê-lo sem olhar a resposta. Não conseguiu? Tente de novo amanhã, e novamente nos dias seguintes, até conseguir.

A prática diária e insistente de uma nova habilidade é essencial para assimilá-la. Não é diferente com aprendizados práticos, como dirigir um carro.

“Cada dia de estudo com foco, seguido por uma boa noite de sono, vai fortalecer novos padrões neurais”, explica ela. Esse trabalho de pavimentação de conhecimentos eventualmente fará você aprender. “E, quanto maior o seu domínio do assunto, mais você vai gostar do que está estudando”, conclui Oakley.

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