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2 ótimos canais no YouTube para aprender inglês

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publicado no YouTube

Melhorar o nível de inglês deve ser uma das metas para qualquer pessoa que esteja no mercado de trabalho e, mais ainda, para quem está em transição de carreira(“between jobs”) ou, usando uma expressão mais objetiva, desempregado (“unemployed”).

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Quem já atingiu um nível avançado de fluência também deve se preocupar em mantê-lo.

Mas não basta ter um ótimo domínio do inglês: também é fundamental ter repertório e autoconhecimento para cuidar de seu comportamento no ambiente de trabalho.

A seguir, conheça dois canais no YouTube que conciliam essas duas propostas: prática da língua inglesa e conteúdo útil para a vida:

The School of Life

A “Escola da Vida” foi fundada em 2008 pelo escritor suíço-britânico Alain De Botton e por seus colegas do mundo das artes, educação e cultura. “The School of Life” trata de diversos temas ligados a filosofia, trabalho, comportamento, relacionamentos etc.

Os vídeos são curtos, com duração média de 2 minutos, narrados em inglês britânico. As falas são pausadas, acompanhadas por imagens ilustrativas. O nível mínimo para uma boa compreensão sem legendas é o intermediário. Além do canal no YouTube, a Escola também mantém um site, “The Book of Life”, com 6 capítulos excelentes.

Veja os vídeos do canal

Crash Course

Este é o canal do escritor norte-americano John Green e seu irmão. Green é o nome por trás de vários best-sellers, como “A culpa é das estrelas” (The fault in our stars) e “Cidades de papel” (Paper Towns), que viraram filme. Atenção: ele fala super rápido. Trata-se de um ótimo exercício de compreensão auditiva (“listening comprehension”) para alunos de nível avançado ou professores de inglês.

Se tiver dificuldades, recorra à legenda, desde que seja em inglês. Green aborda temas de História, além de trazer informações relevantes para entender como chegamos ao cenário político e econômico atual. As aulas têm duração média de 15 minutos. Duas das aulas mais vistas são “Money & Debt” e “Obamanation”.

Veja os vídeos do canal

Ensinar filosofia para crianças fez com que elas aprendessem matemática e leitura mais rápido

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publicado no NEXO

A Filosofia tem um impacto positivo no aprendizado dos estudantes – e não apenas em conceitos da própria disciplina. Uma pesquisa conduzida no Reino Unido pela Education Endowment Foundation, ONG dedicada à educação para famílias de baixa renda, mostrou que crianças que tiveram Filosofia na escola aprenderam matemática, leitura e escrita (de inglês) mais rapidamente.

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O estudo contemplou 3 mil crianças entre nove e dez anos em 48 escolas espalhadas pela Inglaterra que tiveram aulas de Filosofia por um ano.

Os resultados indicam que os alunos avançaram o equivalente a dois meses de aulas no aprendizado. Crianças que tinham dificuldades de aprendizado evoluíram ainda mais: quatro meses em leituras, três meses em matemática e dois meses em escrita.

Segundo os professores, as crianças também se mostraram mais abertas a ouvirem os colegas e ficaram mais confiantes. Além disso, dois anos após a conclusão do experimento, os alunos continuaram a mostrar mais facilidade nos estudos.

Alguns dos impactos não são mensuráveis diretamente. Um professor, por exemplo, disse que após o programa, as crianças se sentiram mais à vontade para fazer questionamentos – transformando a sala em “um ambiente de aprendizagem mais colaborativo”.

Os professores também se sentiram diferentes após o programa. “Agora vejo uma mudança em como respondo às discussões dos meus alunos. Além disso, minha aula envolve muito mais conversas e ouvir mais, além de eu encorajar as opiniões dos estudantes”, disse um tutor aos pesquisadores.

Como o estudo foi feito#

O programa usado pelos estudantes britânicos se chama P4C (sigla para Philosophy for Children, ou Filosofia para crianças em português) e foi criado pelo professor Matthew Lippman em Nova Jersey, nos EUA, na década de 1970.

Os estudantes não tiveram que ler textos de Marx ou de Kant, mas foram apresentados a livros, poemas e filmes que trazem discussões sobre temas filosóficos como verdade, justiça e conhecimento.

Nas aulas, os alunos sentavam em círculo com o professor e discutiam os temas. Após os temas serem apresentados e todos discutirem juntos, eles tinham um tempo dedicado à reflexão individual.

Depois, eles deveriam fazer questionamentos sobre o tema e apresentar as perguntas a todos. Por último, passavam a discutir juntos e a procurar respostas para os questionamentos filosóficos.

Educação financeira é tema sugerido para nova base nacional curricular

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publicado no G1

O Ministério da Educação (MEC) afirma que a educação financeira está entre os temas da atualidade sugeridos para compor a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Segundo o MEC, o tema ganhou destaque desde a crise econômica mundial, em 2008.

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No Brasil, a educação financeira é considerada política de Estado desde a publicação do Decreto nº 7.397, de 22 dezembro de 2010, que instituiu a Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef).

O Brasil é o único país cujo ministério da educação tem papel predominante na estratégia nacional de educação financeira”, afirma Sueli Teixeira Mello, assessora da Diretoria de Currículos e Educação Integral (Dicei) da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC.

Segundo ela explica que a educação financeira está incluída no documento preliminar da BNCC como tema integrador denominado consumo e educação financeira, ou seja, é trabalhado de forma transversal nas disciplinas curriculares da educação básica.

Segundo o MEC, entre 2011 e 2012, cerca de 900 escolas públicas de ensino médio das redes estaduais do Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Tocantins e do Distrito Federal participaram de projeto-piloto voltado sobre educação financeira. Em 2015, escolas públicas do ensino fundamental das redes municipais de ensino de Joinville (SC) e de Manaus deram sequência à experiência.
O material didático utilizado pelos estudantes e professores do ensino médio, durante a experiência piloto, está disponível para download gratuito no Portal do MEC e em formato e-book.
Documento e contribuições
A pasta já divulgou o primeiro balanço das contribuições para revisão do documento da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Alvo das maiores polêmicas, a disciplina de história deve sofrer mudanças para ter maior equilíbrio e mais espaço para “processos históricos globais”.

O processo de revisão continua em andamento e até 15 de março é possível enviar contribuições pelo site http://basenacionalcomum.mec.gov.br/.

O futuro do ensino de história no Brasil é a principal polêmica na atual fase de elaboração da BNCC.
A primeira versão das propostas para a disciplina de história foi questionada, com falhas admitidas até mesmo pelo MEC. Alguns professores e especialistas viram problemas de organização e de falta de conteúdos, como por exemplo História Antiga e Medieval.

Ministro da Educação dá bronca em aluno no Facebook

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Renato Janine respondeu a estudante que perguntou tema da redação do Enem: ‘Estude ética. Muita ética! E pratique’

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Publicado em O Globo

O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, deu uma bronca via Facebook em um estudante que perguntou sobre o tema da redação do Enem deste ano: “Estude ética. Muita ética! E pratique”, respondeu o ministro.

Em um post publicado em sua página na rede social, Janine afirma que recebe inúmeras mensagens diariamente, a maioria delas “boa, embora não tenha tempo de responder”. Mas, diante do pedido do garoto, ele disse que fez questão de se posicionar. Sem identificar o remetente, Janine reproduziu a mensagem que recebeu.

“Boa noite ministro!

Eu já estou estudando a (sic) algum tempo para o Enem, e estou pensando em alguns temas que podem cair na redação. O excelentíssimo não poderia me informar algo sobre? Ficarei muito agradecido.”

Após dar a “dica” sobre ser ético, precavido, Janine retornou aos comentários da publicação e escreveu:

“Antes que alguém entenda (!?) que ética será o tema da redação, informo: eu não tenho a menor ideia. Não passou por mim.”

Autor do livro “Ética na política”, o ministro da Educação tem demonstrado preocupação com a questão. Em entrevista ao Programa do Jô no mês passado, Janine afirmou inclusive que pretende implementar nas escolas iniciativas relacionadas à ética e ao combate à corrupção.

Cinco temas para treinar a redação do Enem 2014

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Crise hídrica e protestos de junho estão entre sugestões de professores

Redação Enem (Foto: Thinkstock/VEJA)

Redação Enem (Foto: Thinkstock/VEJA)

Luana Massuella, na Veja on-line

A redação do Enem difere das provas de outros vestibulares porque cobra explicitamente uma “intervenção”. Em outras palavras, os examinadores querem que o participante apresente uma solução inovadora ao problema apresentado.

“Os temas propostos para redação no Enem sempre têm caráter social”, diz Francisco Platão Savioli, supervisor de português do Anglo Vestibulares. “Na maioria das vezes, o Enem propõe um tema que aborda a relação do homem com a sociedade, com o meio biofísico ou consigo mesmo, sendo o último menos recorrente.”

VEJA.com ouviu professores especialisas na prova. Eles apresentam cinco temas que servem como preparação para a prova marcada para os dias 8 e 9 de outubro. Confira as orientações e boa preparação!

Crise hídrica

Segundo agências das Nações Unidas, cerca de 1,8 bilhão de pessoas em todo o mundo vão ficar sem água até 2025. Atualmente, o problema já afeta mais de 1 bilhão, castigando especialmente regiões do Oriente Médio e do norte da África.

O Brasil possui 16% das reservas de água doce do planeta e também o maior aquífero subterrâneo do mundo. Contudo, não está livre do problema. A região da Grande São Paulo, por exemplo, enfrenta neste ano a mais severa crise hídrica já registrada, fruto da escassez de chuvas.

O Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de 6,5 milhões de habitantes da região, vem perdendo capacidade dia a dia. O complexo de represas já atingiu seu pior nível em toda histórica, por volta dos 5% da capacidade.

Desde fevereiro, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) tem adotado ações para reduzir a retirada de água dos reservatórios. É o caso do desconto na conta para residências que reduzam o consumo, o remanejo dos recursos hídricos de outros sistemas e a redução da pressão da água no fornecimento noturno. Além disso, a companhia passou a utilizar a água do chamado “volume morto”, reserva que fica abaixo das comportas da Sabesp e que antes não era utilizado.

Quem vai participar do Enem deve estar atento a alguns conhecimentos adquiridos no ensino médio relacionados ao assunto. “É o caso de conceitos geográficos como clima, índice pluviométrico e relevo, que podem enriquecer a discussão da questão da crise hídrica”, diz Sérgio Paganim, professor de redação, gramática e língua portuguesa do Anglo Vestibulares. “Outras informações ligadas ao gerenciamento dos recursos hídricos, como investimentos no sistema, também são úteis para reflexão e elaboração da redação.” (mais…)

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