Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged Tentando

Reino Unido impede cantora de deixar país com anel de Jane Austen

0

Publicado por Folha de S.Paulo

O governo britânico está tentando impedir a cantora pop norte-americana Kelly Clarkson de retirar do país um raro anel de ouro e turquesa que pertenceu à escritora Jane Austen (1775-1817), no século 19.

A cantora, primeira vencedora do programa de calouros “American Idol”, há mais de uma década, comprou a joia em um leilão no ano passado, por mais de US$ 227 mil (R$ 519 mil).

O ministro britânico da Cultura, Ed Vaizey, proibiu temporariamente a exportação do anel, e pediu a um comprador do próprio Reino Unido que se apresente e mantenha a peça no país.

A cantora Kelly Clarkson, dona de um anel que pertenceu à escritora britânica Jane Austen (1775-1817) / John Shearer - 10.fev.13/Associated Press

A cantora Kelly Clarkson, dona de um anel que pertenceu à escritora britânica Jane Austen (1775-1817) / John Shearer – 10.fev.13/Associated Press

“Ela (Austen) é uma das nossas maiores escritoras e dos nossos maiores tesouros nacionais, e acho que as pessoas vão lamentar muito se o anel deixar o Reino Unido”, disse Vaizy à rádio BBC na sexta-feira (2).

O anel é uma das três joias ainda existentes que sabidamente pertenceram à autora de “Orgulho e Preconceito” e “Razão e Sensibilidade”. Ele está acompanhado de documentos que descrevem sua história dentro da família.

Os compradores têm até 30 de setembro para cobrir o valor de 152 mil libras que Clarkson pagou pelo anel. Se nenhum comprador privado ou institucional aparecer até lá, a licença de exportação será concedida a Clarkson, que se diz uma “grande fã” de Austen.

Mas a decisão sobre a autorização pode ser adiada até 30 de dezembro caso haja provas de que algum comprador britânico tem a firme intenção de arrecadar a quantia necessária.

Nenhum porta-voz de Clarkson foi localizado para comentar.

Promoção: “Você tem sete mensagens”

12

1

Pode um coração dolorido conhecer um grande amor?

Luna é uma adolescente que perdeu a mãe em um acidente há cerca de um ano, atropelada por um táxi nas ruas de Nova York. Ela, o pai e o irmão ainda estão vivendo a dor e tentando superar o luto. Quando Luna vai ao estúdio em que sua mãe trabalhava para recolher seus pertences, surpreende-se ao encontrar o celular dela com sete mensagens de voz não ouvidas.

A jovem começa a ouvir as mensagens uma a uma. Depois de escutar a primeira, fica intrigada e decide investigar. Com a ajuda de seu vizinho Oliver – por quem sempre nutriu uma paixão secreta –, vai ouvindo as outras mensagens e descobre segredos chocantes e fatos inesperados, reconstruindo, assim, um quebra-cabeça que revelará algo que ela nunca sonhou existir.

Seu coração, porém, experimenta um turbilhão de sentimentos. Pode a dor de uma perda tão importante conviver com o nascimento do primeiro amor? As descobertas sobre seu passado, que mudam o que ela sabia em relação a si mesma, devem ser um obstáculo para a intensa paixão que ela ousa sentir?

Vamos sortear 3 exemplares de “Você tem sete mensagens“, outro lançamento legal da Gutenberg.

Para participar é muito fácil:

* Faça o login
* Preencha os requisitos do aplicativo.

O resultado será divulgado no dia 25/7 e os nomes dos ganhadores serão conhecidos aqui no post e no perfil @livrosepessoas.

Boa sorte! =)

a Rafflecopter giveaway

***
Atenção:

Os requisitos são:

– Tweet about the giveaway: é só clicar no botão “twitter” que será dado RT automaticamente em seu perfil. Quanto mais vezes clicar nesse botão, mais pontos vai fazer e aumentar as chances de ganhar o livro.
– Easy entry for all Ed. Gutenberg fan on Facebook: Clique no botão para curtir a fan page da Gutenberg
– Easy entry for all Livros e Pessoas fan on facebook: É só clicar no botão para curtir a fan page do Livros e Pessoas
– Follow @gutenberg_ed on twitter: É só clicar no botão para seguir o perfil da Gutenberg
– Follow @livrosepessoas on twitter: Basta clicar no botão para seguir o perfil do Livros e Pessoas

Helen Fielding lançará terceiro livro sobre Bridget Jones

0

“A autora inglesa disse que o livro irá explorar ”um etapa diferente da vida de Bridget”

Publicado na revista Exame

Filme O Diário de Bridget Jones

                                        Filme O Diário de Bridget Jones: A escritora não revelou o título que do novo livro

 

Londres – A escritora Helen Fielding anunciou nesta sexta-feira que publicará um novo romance sobre as peripécias da solteira favorita do Reino Unido, Bridget Jones, 13 anos após a publicação do segundo livro da saga.

A autora inglesa disse em entrevista para rádio ”BBC” que o livro irá explorar ”um etapa diferente da vida de Bridget” e que a história será desenvolvida em Londres, embora não tenha contado muito sobre seu conteúdo.

Helen assinalou, no entanto, que ”havia coisas que gostaria de contar”, como a nova obsessão da famosa solteira por seus seguidores no Twitter, embora o tabaco, o álcool e as calorias ingeridas continuam sendo as causas das maiores preocupações da protagonista.

”Minha vida continuou e a sua também. Ela seguirá tentando deixar a bebida, o tabaco e continua com a dieta. Ela estará melhor, mas nunca vai mudar realmente”, disse a autora.

Adquirido pelo editorial Jonathan Cape, a obra com as novas peripécias de Bridget deve sair à venda em outubro de 2013, segundo assegura nesta sexta-feira o site do ”The Telegraph”.

A escritora não revelou o título que do novo livro e nem ao menos comentou se os personagens Mark Darcy e Daniel Cleaver, os dois homens com os quais Bridget tentou encontrar o amor nos livros anteriores, aparecerão nessa nova fase da protagonista.

”Alguns personagens permanecem e outros desaparecem. Como acontece na nossa vida, há amigos que duram e permanecem a vida inteira, mas todo mundo segue adiante”, comentou a escritora de 54 anos, que começou a escrever sobre Bridget Jones em 1995, em uma coluna semanal do jornal britânico ”The Independent”.

Um ano depois, em 1996, o primeiro romance apareceu nas livrarias, e em 1999, foi lançado o segundo livro sobre a personagem.

Ambos os livros viraram best-sellers (venderam um total de 15 milhões de cópias, em mais de 40 países) e foram adaptados ao cinema em 2001 e 2004, com Renée Zellweger no papel de Bridget Jones, Hugh Grant como Daniel Cleaver e Colin Firth como Mark Darcy.

Atualmente, Helen trabalha no terceiro filme da saga Bridget Jones, que não se baseia em nenhuma romance, sendo um musical sobre as aventuras da solteira.

Quem é mesmo Mick Jagger?

0

REBOLADO NO AUGE
O cantor e compositor inglês Mick Jagger em 1969. Aos 26 anos, ele já era o ídolo do rock
(Foto: Michael Ochs Archives/Getty Images)

Luis Antonio Giron, na Revista Época

Quem assiste hoje aos shows de Mick Jagger não percebe que a figura selvagem do ídolo do rock dos anos 1960 não passa de um personagem de palco. Por trás do desempenho frenético do líder da banda inglesa The Rolling Stones, com seu ar de adolescente malcriado, está um senhor de 69 anos de hábitos aristocráticos, pai severo de sete filhos com quatro mulheres diferentes e avô de duas crianças – um bilionário que impõe o manual de etiqueta vitoriano para a criadagem em suas mansões.

O escritor inglês Philip Norman passou os últimos três anos tentando arrancar a máscara de Jagger, na tentativa de revelar o homem que não sobe ao palco. O resultado é a biografia Mick Jagger (Cia. das Letras, 624 páginas, R$ 49,50), lançada há um mês no Reino Unido e agora no Brasil.

“Mick Jagger é um grande ator, que faz o mesmo papel de ídolo do rock há 50 anos”, disse Norman a ÉPOCA. Com a mesma idade de Jagger, ele diz que passou a vida escrevendo sobre duas bandas de rock, partes da mesma história: Beatles e Rolling Stones. Como jornalista de música, conheceu os artistas no início de carreira. Em 1981, publicou um livro sobre a história dos Beatles. Em 2009, a consagrada biografia John Lennon: a vida. “Mick merecia um tratamento específico por ser a figura central da contracultura que explodiu em Londres nos anos 1960”, diz. “Esse ambiente de agito cultural não teria sido o mesmo sem o talento de Mick. Ele elaborou um paradoxo: o bom rapaz que lançou padrões de transgressão.”

Norman esperou por uma efeméride, o cinquentenário de carreira dos Rolling Stones, para publicar o livro, feito a partir de pesquisas e entrevistas. Jagger se recusou a falar. Ele e os Stones estarão de volta aos palcos em novembro, quando iniciam a turnê 50 and counting, e lançam a coletânea de sucessos Grrr! A comemoração está atrasada em relação à estreia dos Stones, em 12 de julho de 1962. Houve discussões penosas entre os quatro músicos remanescentes até chegar a um projeto viável de celebração. Jagger deu a palavra final: “Será um megaevento”. Era inevitável. Os Stones formam a maior empresa de rock do mundo. De 1989 a 2011, ganharam 2 bilhões de libras (R$ 12,8 bilhões) em valor bruto. “Os Stones são um fenômeno de longevidade graças a Mick”, diz Norman.

No início, era um conjunto instável, que sofreu com uma morte e a saída de dois integrantes, além do envolvimento com drogas e fugas do Fisco. “Não tinham nada para se manter. O gênio de organizador de Mick fez os Stones atravessar o século”, diz Norman.

O problema de lidar com uma personagem pública como Jagger é que ninguém sabe quem ele realmente é, apesar de pensar que sabe. Confrontando os presunçosos que imaginavam que tudo já fora contado, Norman fez pelo menos três descobertas. A primeira é que Mick e seu parceiro Keith Richards foram injustiçados pela polícia britânica. Em 1967, foram presos por porte de drogas. A evidência foi um pacote de tabletes de LSD “plantados” na casa de Keith por um tabloide. Eles ficaram presos em duas prisões diferentes, ambas reconhecidas pelas condições terríveis. “Eles sofreram violência lá dentro”, diz Norman. “Foi traumático, especialmente para Mick.” A segunda descoberta diz respeito à onda de violência durante o show no autódromo de Altamont, San Francisco, em 1969. Mick foi culpado de acobertar as agressões do bando Hell’s Angels, que culminaram no assassinato de um jovem negro, enquanto Jagger cantava. “Ele se portou com coragem, enfrentou os Angels e tentou conter a violência”, afirma Norman. Por fim, na terceira descoberta, o papel do produtor Andrew Oldham na definição da banda ganha nova luz. Ele criou o clima de rivalidade e oposição entre os Stones e os Beatles, embora os integrantes dos dois grupos fossem amigos. Jagger e Oldham eram tão íntimos, diz Norman, que as namoradas de ambos achavam que eram amantes. É certo que dormiam na mesma cama.

“Mick não ostenta só duas faces, mas um número incalculável delas”, afirma Norman. “São tantas as camadas que ele justapôs ao próprio rosto que vários candidatos a biógrafos dele se perderam na tentativa de desmascará-lo. Ele conseguiu manter intacto seu verdadeiro eu, bem mais complexo e interessante que seus disfarces.” A personalidade reservada de Mick resulta de uma educação tradicional. Ele contraria todos os estereótipos das celebridades da cultura pop, que construíram suas lendas pessoais a partir da pobreza, da rejeição e dos excessos. Michael Philip Jagger nasceu numa família convencional de classe média. Sua mãe, Eva, uma esteticista australiana, despertou nele o gosto pela boa aparência. O pai, Joe, era professor de educação física e orientou seus dois filhos, Mick e o caçula, Chris, a cultivar o corpo. Mick contou com o apoio deles quando entrou na prestigiosa London School of Economics. Os pais se resignaram quando ele trancou a matrícula para ser astro de rock.

Quando o estrelato chegou, Jagger sobreviveu às duas tentações de seu tempo: as drogas pesadas e a militância política. Enquanto sua namorada, a cantora Marianne Faithfull, entregava-se à heroína, e seus companheiros de banda Keith Richards e Brian Jones ao LSD, ele provava as duas, sem se perder em nenhuma delas. “Mick não gostava de drogas”, diz Norman. “Nunca se viciou.” No instante em que todos os artistas da era hippie participavam de passeatas pacifistas, ele assistia a tudo de óculos escuros… de uma distância segura. Seu fraco é sexo, afirma Norman. Hoje ele seria chamado de transtornado. Seus dois casamentos e centenas de casos com homens e mulheres parecem ter servido como elixir da juventude. “A carreira sexual dele é quase tão espantosa quanto a musical”, afirma Norman. “Ele se habituou a viver como um adolescente que não precisa tomar providências chatas da vida. Se acostumou também a tratar suas mulheres como lixo. Temia que muitas delas lhe roubassem o dinheiro, e não foram poucas que fizeram isso. Mesmo assim, mostrou ser um pai disciplinador e divertido. Seus filhos o adoram.” O livro de Norman tem obtido boas resenhas na Inglaterra e nos Estados Unidos, embora alguns críticos digam que ele produziu um retrato positivo demais de Jagger – fato que não pode ser atribuído a qualquer influência do biografado. “Mick não quis falar”, diz Norman. “Ele age como membro da família real. Não concede entrevistas de cunho pessoal, não se manifesta, finge não se lembrar do passado. Como disse o baterista dos Stones, Charlie Watts, Mick não pensa no presente nem no passado. Só no futuro.”

Go to Top