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Veja como escrever uma tese bem elaborada com essas 6 excelentes dicas práticas

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escrevendo

Publicado no Amo Direito

Quer escrever textos capazes de atrair a atenção dos professores? Conheça 6 dicas que podem te ajudar. Dentro do universo acadêmico, os estudantes precisam encontrar maneiras criativas de escrever, para atrair a atenção do professor que corrigirá o texto. O autor do trabalho deve sair do senso comum e explorar argumentos e questões de forma aprofundada.

Para aumentar o interesse do leitor, é essencial desenvolver uma tese bem elaborada, específica e complexa. Este início será a base para toda a narrativa e garantirá o sucesso ou fracasso do projeto. Confira dicas para escrever uma boa tese:

1 – Anime-se com seu tema
Quanto mais engajado você estiver, melhor será seu texto. Embora você não goste do assunto, tente encontrar uma solução para torná-lo criativo e interessante. Assim, sua atuação será mais prazerosa e a leitura do projeto final também.

2 – Desenvolva uma forte opinião
A opinião consolidada é importante para o sucesso da tese. Caso você encontre dificuldades com essa parte do processo, leia artigos de jornal específicos sobre o assunto. Além disso, procure teses prontas que tenham algum tipo de relação com a sua, para aumentar sua base argumentativa.

3 – Use bons adjetivos
Evite expressões vagas como “bom” e “ruim”. Explore adjetivos mais elaborados, a fim de enfatizar sua opinião e fortalecer os argumentos apresentados. “Opressivo” e “tirânico”, por exemplo, destacam o forte ponto de vista do escritor.

4 – Foque a tese em uma ideia principal
Como a tese é o que dá sentido a todos os conceitos do texto, você deve garantir que ela não aborde muitos conteúdos diferentes. Assim, você mantém o documento organizado e com uma linha de raciocínio relevante.

5 – Seja extremamente específico na tese
Um início genérico enfraquece o texto, porque o leitor não é capaz de detectar qual o assunto que será tratado com maior ênfase. Porém, se a tese apresentar detalhes característicos sobre os argumentos, o professor fica preparado para o resto do conteúdo. Durante o período de produção da redação, você consegue se manter focado no assunto principal.

6 – Elabore uma lista de teses interessantes
Adicione à relação os conteúdos disponíveis em livros ou na internet que podem te ajudar a criar sua própria tese. Quanto maior a quantidade de informações, o texto será desenvolvido com maior facilidade.

Aqui são alguns exemplos de teses:

• Fraca:
“O Norte e o Sul lutaram na Guerra Civil por várias razões, sendo algumas iguais e outras deferentes”.

• Média:
“Enquanto dois lados lutaram na Guerra Civil envolvendo a escravidão, o Norte encarou a disputa por questões morais e o Sul para manter as suas instituições”.

• Forte:
“Enquanto nortistas e sulistas acreditavam que lutavam contra a opressão e a tirania, os primeiros focaram no fim da escravidão e os outros defenderam o direito de governo autônomo”.

Fonte: noticias universia

Este estudante fez um ensaio fotográfico ‘romântico’ com sua tese

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Publicado no Catraca Livre

Você também está em um relacionamento sério com sua tese? Todo estudante de pós-graduação ou mestrado que passa por todos estes meses de convívio com a pesquisa cria um laço afetivo com ela.

Para mostrar o apego por sua tese, o estudante Morris Vanegas, de 26 anos, mestrando no curso de Engenharia Mecânica e Aeroespacial no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), decidiu protagonizar um divertido (e romântico) ensaio fotográfico com sua tese após a conclusão dos estudos.

A série de imagens ganhou o nome de Uma Carta de Amor à Minha Tese. Segundo Morris, o objetivo era de despedir de forma de romântica de seu projeto.

“Você me transformou em uma pessoa melhor, me apoiando quando eu quis desistir. Seu senso de humor é como o meu. É como se estivéssemos sempre na mesma página. Espero ver seu rosto novamente, nas referências dos futuros trabalhos sobre trajes espaciais”, declarou o estudante.

Confira abaixo este ensaio apaixonado:

Morris_Vanegas1

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Veja como escrever uma tese bem elaborada com essas 6 excelentes dicas práticas

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Escrevendo

Publicado no Amo Direito

Quer escrever textos capazes de atrair a atenção dos professores? Conheça 6 dicas que podem te ajudar. Dentro do universo acadêmico, os estudantes precisam encontrar maneiras criativas de escrever, para atrair a atenção do professor que corrigirá o texto. O autor do trabalho deve sair do senso comum e explorar argumentos e questões de forma aprofundada.

Para aumentar o interesse do leitor, é essencial desenvolver uma tese bem elaborada, específica e complexa. Este início será a base para toda a narrativa e garantirá o sucesso ou fracasso do projeto. Confira dicas para escrever uma boa tese:

1 – Anime-se com seu tema
Quanto mais engajado você estiver, melhor será seu texto. Embora você não goste do assunto, tente encontrar uma solução para torná-lo criativo e interessante. Assim, sua atuação será mais prazerosa e a leitura do projeto final também.

2 – Desenvolva uma forte opinião
A opinião consolidada é importante para o sucesso da tese. Caso você encontre dificuldades com essa parte do processo, leia artigos de jornal específicos sobre o assunto. Além disso, procure teses prontas que tenham algum tipo de relação com a sua, para aumentar sua base argumentativa.

3 – Use bons adjetivos
Evite expressões vagas como “bom” e “ruim”. Explore adjetivos mais elaborados, a fim de enfatizar sua opinião e fortalecer os argumentos apresentados. “Opressivo” e “tirânico”, por exemplo, destacam o forte ponto de vista do escritor.

4 – Foque a tese em uma ideia principal
Como a tese é o que dá sentido a todos os conceitos do texto, você deve garantir que ela não aborde muitos conteúdos diferentes. Assim, você mantém o documento organizado e com uma linha de raciocínio relevante.

5 – Seja extremamente específico na tese
Um início genérico enfraquece o texto, porque o leitor não é capaz de detectar qual o assunto que será tratado com maior ênfase. Porém, se a tese apresentar detalhes característicos sobre os argumentos, o professor fica preparado para o resto do conteúdo. Durante o período de produção da redação, você consegue se manter focado no assunto principal.

6 – Elabore uma lista de teses interessantes
Adicione à relação os conteúdos disponíveis em livros ou na internet que podem te ajudar a criar sua própria tese. Quanto maior a quantidade de informações, o texto será desenvolvido com maior facilidade.

Aqui são alguns exemplos de teses:

• Fraca:
“O Norte e o Sul lutaram na Guerra Civil por várias razões, sendo algumas iguais e outras deferentes”.

• Média:
“Enquanto dois lados lutaram na Guerra Civil envolvendo a escravidão, o Norte encarou a disputa por questões morais e o Sul para manter as suas instituições”.

• Forte:
“Enquanto nortistas e sulistas acreditavam que lutavam contra a opressão e a tirania, os primeiros focaram no fim da escravidão e os outros defenderam o direito de governo autônomo”.

Fonte: noticias universia

Professora é a 1ª surda a defender o doutorado no Estado de São Paulo

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Banca foi realizada na tarde desta quinta-feira na UFSCar, em São Carlos.
Apresentação contou com videoconferência e diversos intérpretes de Libras.

profs

Publicado no G1

A professora Mariana de Lima Isaac Leandro Campos se tornou nesta quinta-feira (27) a primeira pessoa surda a defender o doutorado no Estado de São Paulo, segundo a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), onde ocorreu a banca.

“Me sinto aliviada e também sinto a responsabilidade como representante do povo surdo”, contou por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras). “É um momento de mostrar a capacidade do surdo, me sinto um modelo mostrando que é possível estudar”.

Professora da disciplina “introdução à Língua Brasileira de Sinais” na universidade, Mariana defendeu a tese “O processo de ensino-aprendizagem de Libras por meio do Moodle da UAB-UFSCar” e contou com três bancas: uma de avaliadoras presenciais, uma virtual e outra de intérpretes. Ela foi aprovada.

As professoras Ana Cláudia Balieiro Lodi, Cláudia Raimundo Reyes, Isamara Alves Carvalhoa e a orientadora, Cristina Broglia Feitosa de Lacerda, compuseram a banca tradicional. Do outro lado da tela, por videoconferência com interpretação para o português, a docente Marianne Rossi Stumpf, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que também é surda, completou o quadro. E, responsáveis por fazer a ponte entre o português e a Libras, estavam os intérpretes Vinícius Nascimento, Samantha Daroque, Lara dos Santos, Diléia Martins, Sarah Diniz e Joyce Cristina Souza Almeida, integrantes do grupo de pesquisa Surdez e Abordagem Bilíngue e amigos de Mariana.

Pesquisa
No estudo, orientado pela pesquisadora Cristina Broglia Feitosa de Lacerda, foram analisadas as ferramentas disponibilizadas para o ensino de língua no ambiente virtual e como alunos, tutores e docentes dos cursos de pedagogia e educação musical a distância percebiam esse aprendizado.

Como conclusão, notou, entre outros pontos, que ferramentas como os chats precisam ser melhoradas, a necessidade de encontros presenciais dos alunos para o uso da Libras e também a importância de mais espaço para o ensino da língua junto aos futuros professores.

“Minha tese me deu muita segurança de entender esse aluno, agora posso voltar para o ambiente virtual e lutar para estender a carga horária da disciplina”.

Primeiros anos
Mãe de Mariana, a médica Myriam de Lima Isaac contou que teve rubéola quando estava no primeiro mês da gestação e que a filha foi diagnosticada com perda profunda da audição quando completou oito meses de vida.

Na época, as cirurgias e aparelhos não estavam tão desenvolvidos e, com orientação da fonoaudióloga Regina Sampaio e do professor Mauro Spinelli, Myriam começou a buscar recursos para que Mariana aprendesse a se comunicar. “Quando soube da perda, minha preocupação foi ‘o que vou fazer para que ela tenha um bom aprendizado?’”.

Ainda pequena, Mariana foi exposta à comunicação total, aprendeu português e Libras. “Ela é bilíngue”, resumiu Myriam, contando que, na família, nem todos usam a língua de sinais. “Nos comunicamos por leitura orofacial e pela fala, ela não é muda”.

Nascida em Ribeirão Preto, a pesquisadora sempre estudou em escolas regulares – era a única estudante surda do colégio – e contou com a receptividade da direção e do corpo docente. “A direção permitia que a fonoaudióloga fosse orientar os professores”, lembrou Myriam. “Isso é um fator muito importante, ela sempre foi incluída onde estudou e isso é fundamental”, completou a mãe, que não escondeu o orgulho do percurso percorrido.

“A defesa é o fechamento de uma jornada cheia de trabalho dela, de determinação, vontade, metas, disciplina. Tenho orgulho, é um avanço para a educação de outros surdos por mostrar que são capazes”.

Faculdade
Mariana é graduada em ciência da computação, mas optou por mudar de rumo. “Achava que ia ficar só no computador, mas estava enganada. Comecei a trabalhar e ter limitações, precisava falar, ficava muito tensa em reuniões. Pensava: ‘Como será? Como vou viver tensa?’. Aí comecei a migrar para a educação”, explicou.

Ela fez o mestrado em Santa Catarina, passou em um concurso em São Carlos e, desde então, viu o espaço para Libras na universidade crescer. “A língua foi reconhecida por lei em 2002”, explicou Diléia. Com isso, começaram a surgir cursos e oportunidades.

Mas ainda há muito a construir, segundo Mariana. “Estamos vivendo um momento político. Há grupos que apóiam o ensino bilíngue e grupos a favor da inclusão, são abordagens diferentes. É importante ter o bilíngue e depois, a partir do 5º ano do ensino fundamental, ter o ensino regular. Gostaria muito que fosse assim, a criança precisa aprender na sua língua”, defendeu.

Como escolas podem transformar alunos em bons leitores

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Pesquisadora investiga instituições que têm estudantes com maiores notas em leitura na avaliação internacional Pisa. Ela aponta cinco razões para o sucesso

Publicado na revista Veja

"Leitura o eixo de todas as disciplinas", afirma Suley Corradini

“Leitura é o eixo de todas as disciplinas”, afirma Suely Corradini (Thinkstock). Lecticia Maggi

Boa gestão, definição de metas e formação de professores são alguns dos fatores que influenciam a capacitação dos alunos para a leitura. A conclusão é da tese de doutoramento de Suely Nercessian Corradini, pesquisadora e diretora pedagógica do colégio Vital Brasil, em São Paulo.

O estudo, realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), analisou as práticas desenvolvidas por três instituições — duas particulares e uma pública — que estão entre as que obtiveram a melhor avaliação no exame internacional Pisa em 2009. Coordenado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Pisa é uma das avaliações educacionais mais respeitadas do mundo: realizada a cada três anos, pretende aferir a qualidade do ensino em nações que pertencem à OCDE, as mais desenvolvidas do planeta, além de países convidados, caso do Brasil.

A prova é aplicada a estudantes com 15 anos de idade, não importando a série escolar que eles frequentam. A prova avalia a competência dos alunos em leitura, matemática e ciências — havendo, a cada edição, ênfase em um dos componentes. Em 2009, edição analisada pela pesquisadora brasileira, o foco foi leitura.

“A capacidade de leitura não está atrelada apenas ao conhecimento de língua portuguesa. Ao contrário, é o eixo de todas as disciplinas”, diz Suely. “O jovem que não consegue ler e interpretar um texto, não consegue assimilar nenhum outro conteúdo curricular.” Confira a seguir cinco características comuns das escolas em que os alunos apresentaram bom desempenho em leitura.

Cinco características das escolas bem avaliadas no Pisa

Fonte: Suely Nercessian Corradini, pesquisadora e diretora pedagógica do colégio Vital Brasil

Diretor preparado

A importância do diretor escolar é inquestionável. Nas unidades de ensino analisadas, a pesquisadora encontrou gestores bem preparados e que acompanham de perto o plano de ensino dos professores e sua aplicação em sala de aula.

“Os diretores entrevistados possuem formação acadêmica sólida, com curso de mestrado ou de aperfeiçoamento, conhecem bem a escola e os alunos e são referência para os professores. Em uma das unidades chamou a atenção o fato de a diretora ter conversado com alunos, pais e docentes sobre a importância da avaliação Pisa. Ela explicou que, ainda que não conte pontos no boletim escolar, a prova deveria ser realizada com seriedade, já que seu resultado é importante para avaliar o ensino no Brasil.”

Metas de ensino definidas

Explicitar à equipe docente qual é a proposta pedagógica da escola e o que deve ser feito para atingi-la é um fator fundamental, segundo a pesquisadora.

“Todas as ações e decisões devem ser coerentes com a proposta pedagógica e a filosofia da instituição. Ter clareza de objetivos auxilia no trabalho do corpo docente. Uma das escolas que visitei, por exemplo, é totalmente focada no vestibular. Não vejo isso como um problema, desde que fique claro a alunos, pais e professores que fazer com que os estudantes ingressem no ensino superior é a meta principal.”

Estímulo ao aprendizado extracurricular

O bom desempenho dos alunos em leitura é determinado também, segundo a pesquisa, pela exposição dos estudantes a conteúdos que extrapolam o currículo escolar. A ideia é que o aluno se depare com situações que exigem pesquisa por conta própria.

“Ir além do currículo acadêmico é essencial. O professor deve lançar desafios intelectuais a seus alunos e estimulá-los a buscar conhecimento para, a partir deles, pensar de forma crítica. As escolas pesquisadas trabalham com projetos e possuem práticas de estímulo à leitura, além de nível de proficiência elevado em todo o grupo. Esta é prática mais recomendada: estabelecer metas altas para toda a classe.”

Investimento na capacitação de professores

Tanto na escola pública como nas particulares, a principal queixa dos professores está relacionada à indisciplina dos alunos. Nesse ponto, segundo a pesquisadora, quanto mais bem preparado e capacitado é o docente, mais controle ele tem sobre a turma. Capacitação, vale lembrar, não se resume a conhecimentos acadêmicos: a aprendizagem proveniente da experiência conta pontos importantes.

“O professor com boa formação tem condição de desafiar os alunos, bem como de perceber as principais dificuldades enfrentadas por eles. Um método frutífero é a aprendizagem colaborativa: por ela, um professor é convidado a assistir à aula de outro – mesmo que não tenha nenhuma relação com a matéria que leciona – para trocar experiência e aprender práticas pedagógicas eficientes.”

Reforço escolar

Tão importante quanto reconhecer as dificuldades dos alunos é organizar programas de apoio e recuperação que possam ajudá-los. Dessa forma, os estudantes são capazes de superar defasagens e acompanhar o restante do grupo.

“As escolas que tiveram bom desempenho em leitura têm programas de recuperação e, principalmente, gestão de resultados. Isso é muito importante: não adianta colocar o aluno em uma sala nas horas vagas e considerar que ele está aprendendo. É preciso verificar se a aula de reforço está, de fato, suprindo as carências daquele aluno. Se ele não está aprendendo, algo está falhando: metodologia, conteúdo, professor. A gestão de resultados deve ser contínua no processo de ensino e aprendizagem.”

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