Posts tagged Teste

Alunos “tiram nota boa” e 50 professores fazem clipe completo do Gangnam Style

0

Escola britânica fez promessa a alunos que atingissem meta

Veja abaixo o clipe completo da promessa paga aos alunos

Veja abaixo o clipe completo da promessa paga aos alunos

Publicado por R7

A escola Penketh High School, na cidade de Warrington, noroeste do Reino Unido, teve que pagar uma promessa feita a seus alunos.

Uma vez que os estudantes atingiram a meta de nota a ser alcançada no GCSE – teste aplicado a estudantes do ginásio em colégios do País de Gales, da Inglaterra e Irlanda do Norte -, o diretor Jeff Hughes teve que gravar o clipe da música Gangnam Style, do cantor sul-coreano Psy.

Para a megaprodução, o diretor teve que contar com a ajuda de 50 professores da escola. Veja abaixo como ficou o clipe.

 

Bacharéis consideram exame da OAB mais fácil que o anterior

0

Segundo OAB, mais de 124 mil pessoas estavam inscritas para o teste.
Questões de ética foram consideradas fáceis pela maioria dos candidatos.

Após a prova, Fernanda Wakim encontra o namorado, Felipe Grecco (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Após a prova, Fernanda Wakim encontra o namorado, Felipe Grecco (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Rodrigo Ortega, no G1

Bacharéis que prestaram a 1ª fase do 10º Exame de Ordem Unificado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), neste domingo (28), disseram que a prova estava mais fácil do que a edição anterior. O teste, que teve duração de cinco horas, foi encerrado às 18h. No entanto, alguns candidatos reclamaram que havia enunciados difíceis de serem entendidos.

As questões sobre ética foram consideradas fáceis pela maioria dos bacharéis. Direito do Trabalho, Direito Penal e Direito Constitucional foram citados pelos candidatos como os conteúdos mais difíceis.

Fernanda Wakim, 23 anos, estudou até 12 horas por dia para o exame e diz que teve “muito apoio psicológico” do namorado, Felipe Grecco, 24 anos que foi buscá-la após a prova. “Achei mais fácil do que a última, em que saí desolada e teve pouca aprovação. Ética foi o tema mais fácil. Em Direito Penal, a prova estava mal escrita, com questões difíceis de entender. Em três que não entendi só deixei uma interrogação e desisti”, afirma.

Luciana Nunes, 24 anos, fez o exame da OAB neste domingo (28) em SP (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Luciana Nunes, 24 anos, fez o exame da OAB neste
domingo (28) em SP (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

“O exame estava mais fácil que a última prova, que eu prestei e foi bem mais complicada. Direito Constitucional estava mais difícil, em minha opinião. Ética foi mais fácil, apesar de eu ter achado algumas questões com esse tema um pouco complicadas. Eu fiz cursinho, estudei durante quatro horas por dia nos últimos meses para esta primeira fase e por isso estou saindo mais confiante”, diz Luciana Nunes, de 24 anos. Ela faz o exame pela terceira vez e saiu quase uma hora antes do horário marcado para o encerramento da prova, às 18h.

Priscila (esq) e Rosângela (dir.) fizeram a prova neste domingo (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Priscila (esq) e Rosângela (dir.) fizeram a prova
neste domingo (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

A jovem Priscila do Rosário, 23 anos, prestou o exame pela segunda vez. “Não estava difícil o exame, mas Direito do Trabalho estava confuso, as questões tinham várias interpretações, dava dúvida.” A reclamação dela também foi feita por outras pessoas que prestaram a prova. A amiga Rosângela Hafez, 40 anos, concorda que a prova não estava difícil. “Foi mais fácil do que a do ano passado. Estou confiante.”

Daniel Barbosa e a amiga, Raíssa Freitas (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Daniel Barbosa e a amiga, Raíssa Freitas
(Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Daniel Barbosa, 23 anos, tenta pela segunda vez e diz que o exame “não foi dos mais difíceis.” Ele cita ética como um tema fácil e Direito Tributário e do Trabalho como difíceis. Amiga de Daniel, Raíssa Freitas, de 23 anos, tenta pela terceira vez passar no exame. “Em Direito do Trabalho, esperava que caíssem coisas atuais, como a PEC das domésticas, mas não caiu”.

Olga Keller, de 47 anos, faz o exame pela quarta vez, mas não tentou a prova anterior. “Direito Tributário foi a parte mais difícil, mas confesso que estudei pouco. Mas Direito Civil achei fácil. Saí de casa confiante e vou voltar um pouco menos. Em geral, foi difícil”, diz.

Olga Keller, 47 anos, após exame da OAB (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Olga Keller, 47 anos, após exame da OAB (Foto:
Rodrigo Ortega/G1)

A turma de amigos Karina Marcato, Marcelo Lima, Thiago Cratão e Natália Rente diz com unanimidade que a prova estava mais fácil que a anterior. “Em relação à outra, essa prova estava mais interpretativa, às vezes difícil de entender”, diz Karina. No ranking deles, as questões mais fáceis eram de Direito Tributário e ética, e as mais difíceis de Direito Constitucional e do Trabalho.

Após prova, grupo de amigos diz que teste foi mais fácil que o anterior (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Após prova, grupo de amigos diz que teste foi mais
fácil que o anterior (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Primeira fase

De acordo com a OAB, mais de 124 mil candidados estavam inscritos para o teste. A prova teve 80 questões de múltipla escolha. Os candidatos precisam acertar 40 questões para passar para a segunda fase, que está marcada para o dia 16 de junho.

O Exame de Ordem é obrigatório para obter a carteira da OAB, necessária ao exercício da profissão de advogado.

O gabarito preliminar do exame foi divulgado na noite deste domingo. O resultado preliminar com os nomes de quem passou para a segunda fase será divulgado no dia 8 de maio. De 8 a 11 de maio, os candidatos que não foram aprovados para a segunda fase podem entrar com recurso no site da OAB.

O resultado final, que inclui a análise dos recursos, será divulgado no dia 28 de maio.

A prova prático-profissional (segunda fase) será realizada no dia 16 de junho, das 13h às 18h (horário de Brasília). O resultado preliminar dos aprovados sairá no dia 9 de julho. O resultado final, após análise de recursos, será divulgado no dia 26 de julho.

Amazon começa a vender Kindle Paperwhite com “3G ilimitado” no Brasil por R$ 699

0

Guilherme Tagiaroli, no UOL

Leitor de livros eletrônicos Kindle Paperwhite começa a ser vendido no Brasil nesta terça-feira; companhia diz que tecnologia do aparelho não cansa a visão ao ler livros eletrônicos em ambientes pouco iluminados (Divulgação)

Leitor de livros eletrônicos Kindle Paperwhite começa a ser vendido no Brasil nesta terça-feira; companhia diz que tecnologia do aparelho não cansa a visão ao ler livros eletrônicos em ambientes pouco iluminados (Divulgação)

A Amazon, empresa de comércio eletrônico, começa a vender nesta terça-feira (19) o leitor de livros eletrônicos Kindle Paperwhite no mercado brasileiro. Ele será vendido em duas versões: uma com conexão à internet Wi-Fi (R$ 479) e outra com Wi-Fi e “3G ilimitado” (R$ 699) – esta última versão permite acessar, sem taxas adicionais, a loja online da companhia e alguns poucos sites. Os aparelhos estarão disponíveis na loja da Amazon brasileira e em alguns varejistas.

Uma peculiaridade da versão com 3G é que não é necessário comprar o chip de uma operadora para que ele funcione ou pagar uma mensalidade para a Amazon. Ao comprar o aparelho, o usuário poderá navegar gratuitamente pela loja de livros da companhia em mais de cem países sem ter de pagar nada por essa conexão. “Temos um contrato com operadoras globais que nos permite vender aparelhos 3G que funcionam em diversos lugares do mundo”, explicou Alex Szapiro, diretor da Amazon do Brasil.

Não são todos os sites que o dispositivo acessa com a conexão 3G. Durante o teste, foi possível acessar, por exemplo, a versão em português da Wikipedia. Ao conectar-se em uma rede Wi-Fi, é possível acessar outras páginas. No entanto, por não ser um dispositivo feito para navegar na internet (trata-se de um leitor digital), a experiência é bem limitada comparada a um tablet ou a um smartphone.

TABLET X LEITOR DIGITAL: QUAL O MELHOR PARA LER E-BOOKS?

 

Paperwhite
Além da conexão 3G, o Paperwhite tem uma tela diferente daquela disponível no Kindle já vendido no Brasil: com ela, é possível ler em ambientes escuros ou mesmo em locais muito claros, como uma praia. Isso ocorre em função de uma tecnologia patenteada pela Amazon. Em vez de a luz do aparelho refletir no rosto do usuário (como ocorre em tablets e telas LCD, em geral), diz a empresa, a luz irradia na própria tela sensível ao toque de seis polegadas do dispositivo.

Jeff Bezos, diretor-executivo da Amazon, mostra o Paperwhite em evento realizado em 2012 nos EUA

Jeff Bezos, diretor-executivo da Amazon, mostra o Paperwhite em evento realizado em 2012 nos EUA

De acordo com a Amazon, o leitor digital também conta com uma bateria maior que a do modelo que começou a ser comercializado no Brasil em dezembro de 2012. Lendo em um ritmo de 30 minutos por dia, a bateria do aparelho dura até oito semanas.

O e-reader conta com 2 GB para armazenamento de arquivos. Isso faz com que o usuário possa colocar até 1.100 livros no leitor eletrônico.

“Com o lançamento do Paperwhite, completamos o portfólio de leitores digitais no Brasil”, disse Szapiro. Questionado sobre os outros aparelhos da marca, o executivo disse que há planos para trazer os tablets Kindle Fire, porém não há uma previsão de data.

Amazon no Brasil
A loja eletrônica de livros da Amazon estreou no Brasil no início de dezembro de 2012. A empresa diz que agora já disponibiliza mais de 16 mil títulos em português, sendo 2.500 gratuitos. Além disso, há na loja brasileira 1.600 livros digitais em outras línguas.

O Kindle Paperwhite chega ao mercado brasileiro para concorrer diretamente os dispositivos da canadense Kobo, comercializados pela Livraria Cultura. O leitor digital Glo (que também conta com tecnologia que permite ler em locais pouco iluminados) tem preço sugerido de R$ 449 e só é vendido com a versão Wi-Fi.

Mercado de leitores eletrônicos
De acordo com recente levantamento da consultoria IDC, leitores digitais poderão ser canibalizados por tablets comercializados a preços competitivos. A categoria, diz a companhia, vendeu 26,4 milhões de unidades em 2011. Houve um declínio em 2012, atingindo 18,2 milhões de unidades comercializadas. Em 2013 e 2014, o número deve crescer “modestamente”, antes de começar um declínio permanente e gradual em 2015.

Go to Top