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Sem nunca ter ido à escola, empresário cria negócio bilionário em Cingapura

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Publicado por UOL

O empresário Goh Cheng Liang (Divulgação)

O empresário Goh Cheng Liang (Divulgação)

SÃO PAULO – Goh Cheng Liang é um dos magnatas de Cingapura. Apesar de não estar na lista dos mais ricos e não conversar muito com a imprensa, a fama do empresário se deve a sua trajetória de sucesso.

Segundo a Forbes, Liang nunca foi à escola, pois nasceu em uma família pobre. Ainda menino, ele vendeu redes de pesca e trabalhou em uma loja de ferragens.

Em 1949, quando os britânicos estavam leiloando estoques excedentes da Segunda Guerra Mundial, Liang comprou todos os barris de tinta e com um dicionário chinês de produtos químicos na mão, ele passou a preparar mistura de solventes, pigmentos e produtos químicos para fazer a sua própria marca de tintas, chamado Pigeon.

Guerra criou oportunidade
No ano seguinte, quando teve início a guerra das Coreias, uma proibição de importação gerou um enorme lucro para o empresário.

O negócio foi crescendo até que Liang teve a oportunidade de se unir com a Nippon Paint, do Japão, e depois conseguiu uma participação em uma joint venture chamada Nipsea Management.

Liang comanda 15 mil funcionários
Hoje, a Nippon está presente em 15 países e conta com 15 mil funcionários.

O faturamento anual das empresas de Goh Cheng Liang chegam a US$ 2,6 bilhões.

Ao longo dos anos, ele investiu um pouco do seu lucro com o negócio de pintura em construção de shopping centers, hotéis, residências, em uma empresa de distribuição de varejo, fábrica de eletrônicos, embalagens, logística e até mesmo em uma empresa de mineração na China.

Professor ‘rapper’ utiliza a música para ensinar história em Guarujá, SP

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Altair Peique, de 28 anos, dá aulas em uma escola estadual.
Alunos melhoraram o desempenho na escola com o método.

Professor Altair Peique usa até um boné para animar os alunos durante as aulas (Foto: Mariane Rossi/G1)

Professor Altair Peique usa até um boné para animar os alunos durante as aulas (Foto: Mariane Rossi/G1)

Mariane Rossi, no G1

Um professor criou letras de rap para ensinar história aos alunos de uma escola estadual de Guarujá, no litoral de São Paulo. Ele conseguiu estimular os jovens a estudar mais e os resultados apareceram dentro e fora de aula. Além disso, o ‘professor do rap’ usa a redes sociais e a conversa para se aproximar dos alunos e mostrar que a educação é capaz de garantir um futuro brilhante para eles.

O professor de História Altair Peique, de 28 anos e nascido em Vicente de Carvalho, teve o exemplo de educação em casa. O pai e a irmã professora foram a sua inspiração para seguir carreira em sala de aula. “Apesar de sermos de uma família simples, nós sempre demos muito enfoque para a educação”, conta ele. Por isso, enquanto lecionava na Escola Estadual Vicente de Carvalho, Altair percebia uma falta de interesse dos alunos nas suas aulas de História e ele tinha consciência que precisava mudar essa realidade. “Eu percebi que os alunos estavam tendo um pouco de dificuldade em absorver a disciplina. História é uma matéria que não é muito acessível para os alunos. Eu precisava dar uma apimentada na aula”, afirma Peique.

No começo do ano, ele tentou fazer uma experiência com a turma do Ensino Médio. Ele se inspirou nos professores de cursinhos para poder lidar com os alunos de uma forma diferente. “Eu via que tinha professores que davam aula com violão, que cantavam, ensinavam física assim. Além de professor, sou músico e, então, aproveitei minha experiência e comecei a inserir as músicas com eles”, lembra. O professor levou um tema para a classe e criou um refrão com rima. Ele também adicionou uma batida de rap ao texto e criou uma música com a matéria que estava sendo estudada na aula. Os alunos começaram a ler a letra na lousa e cantaram os refrões, que não saiam da cabeça dos jovens. Assim, ele conquistou a simpatia e a atenção dos alunos e, com isso, começou a ensinar história de uma forma descontraída.

A metodologia passou a ser usada frequentemente. “Eu trago os tópicos, por exemplo, sobre a Crise de 1929. Dou uma introdução, explico como uma aula normal, porque não dá para eu chegar só com a música. Depois da introdução, eu faço a música junto com eles, eles vão me ajudando a rimar e eles vão decorando os pontos principais para a matéria”, explica o professor. Os alunos ficam animados com o rap, fazem batidas diferentes e acompanham a letra batucando na carteira escolar enquanto, sem perceber, adquirem conhecimento. “Eu chego em casa cantando”, conta a aluna Gabriela Galdino de Lima, 17 anos.

Professor escrevendo a matéria e a letra da música na lousa (Foto: Mariane Rossi/G1)

Professor escrevendo a matéria e a letra da música
na lousa (Foto: Mariane Rossi/G1)

As músicas tiveram impacto na vida dos alunos. Segundo o professor, o interesse pela história aumentou e os jovens estão se dedicando mais e os resultados aparecem nas provas. “O primeiro resultado que eu vejo é a questão dos vestibulares, do interesse maior deles. Eu não crio minhas provas, eu pego perguntas dos principais vestibulares. O que eu acho da matéria eu incluo na prova e eles conseguem fazer. Eu preciso sempre estar estimulando eles”, afirma o professor.

O rap dentro da sala de aula também levou alguns alunos a mudarem de comportamento. “Antigamente eu só dormia nas aulas de história. Foi um modo legal de me despertar mais para os estudos”, acredita o aluno Lucas Cardoso dos Santos, 17 anos. O professor também diz que há alunos com deficiência intelectual na classe. Quando a música chegou, eles se aproximaram dos outros alunos. “Eles dois participam disso. Até é uma forma deles estarem interagindo. Eu me recordo no começo do ano que um desses meninos era meio introvertido e ele começou a participar também. As pessoas se sentem melhores participando, construindo juntas”, comemora.

Altair cantando rap durante as aulas de História (Foto: Mariane Rossi/G1)

Altair cantando rap durante as aulas de História
(Foto: Mariane Rossi/G1)

E, para se aproximar ainda mais, o professor que usa o rap como metodologia de ensino também passou a utilizar as redes sociais como meio de comunicação. Peique criou grupos nas redes sociais para discutir e tirar dúvidas das matérias. Além disso, ele disponibiliza conteúdo, filmes, documentários, exercícios e qualquer tipo de dica que possa ajudar o aluno a entender melhor alguns temas de História.

Dentro de sala de aula, os alunos obedecem e respeitam o professor porque o veem como um amigo. Peique diz que ouve os alunos, brinca e tenta entender os problemas pessoais de cada um. “Eu sempre tive muita afinidade com os meus alunos, nunca tive problema com a sala. A gente sempre fala a mesma língua. Às vezes você vê um aluno em um dia ruim e você como profissional deixa passar batido, mas eu não. Eu puxo eles em um canto e começo a desenvolver. Eu praticamente sou um amigo que ensina história. Eles me vêem como um irmão mais velho”, afirma. O professor diz que isso é mais uma forma de aproximá-lo do mundo em que vivem os alunos para que ele sempre tenha uma relação de amizade com eles.

O professor, que é apaixonado por história desde criança, fala ainda que a música é apenas um detalhe e é, na verdade, uma forma de estímulo. “Se cada professor encontrar um estímulo, na sua área, na sua limitação, na sua qualidade para trabalhar, você conseguir fazer com que eles absorvam a matéria é o principal”, diz. Ele diz que continuará incentivando e procurando formas para que seus alunos adquiram mais conhecimento, não importa como. “Eu gosto de desafiar eles a buscar novos conhecimentos e mostrar que eles podem ir além. Eu acho que é esse tipo de estímulo que eu quero passar para os meus alunos: acreditar na educação”, finaliza.

Professor e os alunos após uma aula de história (Foto: Mariane Rossi/G1)

Professor e os alunos após uma aula de história (Foto: Mariane Rossi/G1)

Conheça o homem que transformou uma livraria em um conglomerado de tecnologia

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(Foto: Reprodução)

Publicado no Olhar Digital

É difícil imaginar que uma simples livaria online se transformaria em um dos maiores conglomerados de tecnologia do mundo. Foi sob o comando de Jeff Bezos, o maior bilionário do mundo na faixa etária dos 40 aos 49, que a Amazon deixou de ser apenas uma das pioneiras do comércio eletrônico para se tornar uma empresa que desenvolve hardware e provê serviços em nuvem.

Bezos tem hoje um patrimônio estimado em US$ 28,8 bilhões, figurando na 15ª posição do ranking das pessoas mais ricas do mundo. Nascido em 1964, com o nome Jeffrey Preston Jorgensen, no entanto, embora nunca tenha sido pobre, teve uma infância simples e sempre estudou em escolas públicas. Sua família por parte de mãe era dona de um rancho de 100 km² no Texas, aonde Bezos ia durante as férias para visitar seu avô e “trabalhar” como veterinário, vacinando e até mesmo castrando gado e realizando outras tarefas rurais.

Mesmo com esta fascinação pelo campo, nunca deixou de mostrar interesse por tecnologia, tanto que seu diploma, conquistado na respeitada Universidade de Princeton, teve foco em engenharia elétrica e ciência da computação. Após graduar-se, em 1986, assumiu empregos em instituições financeiras, aproveitando a demanda crescente por profissionais de TI. Antes de fundar a Amazon, era vice-presidente de uma empresa de investimentos em Wall Street, a D. E. Shaw.

Vida na Amazon
ReproduçãoFoi apenas em 1994 que Jeff Bezos, percebendo a popularização da internet, decidiu aproveitar o mercado ainda inexplorado e as previsões de crescimento do comércio eletrônico em até 2.300%, e lançou o site Amazon.com. A escolha por livros em vez de quaisquer outros produtos se devia à demanda global por literatura, e pelo baixo custo. O nome foi decidido por representar algo exótico e lembrar a quase infinitude das águas do rio Amazonas, além do fato de que a letra “A” o colocaria no topo dos sites de busca por causa dos resultados em ordem alfabética. Antes, porém, Bezos havia pensado no nome “Cadabra.com”, descartado após o fundador perceber a semelhança da palavra com “cadáver”.

A implantação de sua ideia foi impecável. Após dois meses, o site já arrecadava US$ 20 mil por semana, mas, mesmo assim, o plano de negócios era de longo prazo. Bezos não previa lucros nos primeiros anos da empresa, o que gerava desconfiança por parte de possíveis investidores. O site só avançaria no último trimestre fiscal de 2001, acumulando receita de US$ 1 bilhão, mas com lucro de apenas US$ 5 milhões.

Mesmo com a lentidão na apresentação de resultados positivos, o otimismo em torno do negócio era grande, tanto que em 1999 o criador da Amazon foi escolhido como o homem do ano pela revista Time. Após a oferta pública inicial, o valor das ações da empresa rapidamente aumentou 40 vezes, aproveitando o embalo da bolha “pontocom”, elevando a fortuna de Bezos para a casa dos US$ 12 bilhões. Após o estouro da bolha, no início dos anos 2000, e falência de inúmeras empresas de internet, houve uma desvalorização brusca e o patrimônio do CEO caiu para US$ 2 bilhões.

ReproduçãoDesde então, Bezos investiu na diversificação das atividades de sua empresa. Desde 2000 não são vendidos apenas livros. A Amazon se tornou uma plataforma para outros lojistas e vendedores individuais anunciarem seus produtos, aproveitando seus serviços de gerenciamento de dados. Em 2006, a companhia passou a apostar no oferecimento de serviços de computação em nuvem por meio da Amazon Web Services (AWS).

Em 2007, a Amazon criou o produto que hoje é o mais vendido de seu site: o leitor de e-books Kindle, inovação que marca a primeira empreitada da companhia no ramo de hardware. Já em 2011, a empresa decidiu entrar de vez na briga de dispositivos ao lançar o tablet Kindle Fire e se colocou em disputa com gigantes como a Apple.

Bezos possui atualmente 19% das ações da Amazon, que são sua principal fonte de dinheiro. Desde sua fundação, já vendeu cerca de US$ 2 bilhões em papéis da companhia.

Outras atividades
Como Sergey Brin, cofundador do Google, Jeff Bezos também é um entusiasta da exploração espacial. Tanto é que, em 2000, fundou a Blue Origin, que tenta promover o turismo espacial com um custo relativamente baixo.

O fundador da Amazon também observa o mercado para novas oportunidades de investimento. Ele foi um dos primeiros investidores do Google, quando o negócio ainda não tinha a proporção atual, e também colocou seu dinheiro na Airbnb, rede social criada em 2008 para facilitar o aluguel de apartamentos ou quartos para viajantes.

Ele ainda é um apoiador da liberação do casamento de homossexuais, mesmo não sendo gay. Junto com sua esposa, Mackenzie Bezos, doou cerca de US$ 2,5 milhões para a realização de um referendo para a legalização do casamento gay no estado de Washington, nos EUA, onde mora com seus quatro filhos.

Sasha Grey vem ao Brasil em agosto lançar seu primeiro livro

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Em “Juliette Society”, Sasha narra a história de uma jovem estudante que se envolve com um clube secreto cujo objetivo é simplesmente o sexo

Publicado no Portal O Dia

Se um romancista precisa conhecer bem um tema para convencer um leitor de que aquela história é real, a estrela americana Sasha Grey (foto abaixo) pode ficar tranquila quanto a seu primeiro livro.

Em “Juliette Society”, romance erótico que será lançado no Brasil em agosto pela editora Leya, Sasha narra a história de uma jovem estudante que se envolve com um clube secreto cujo objetivo é simplesmente o sexo. Ela dedica, por exemplo, uma página inteira para descrever uma felação, inclusive com direito a um sugestivo “aahh” na última linha.

“Juliette Society” é o primeiro livro de Sasha, uma bela jovem que ficou famosa na indústria pornô por ter estrelado 271 filmes entre seus 18 e 23 anos, sem pudores, em papéis que lhe renderam prêmios como a de melhor cena de sexo grupal (troféu dividido com mais 17 atores e atrizes), a de melhor cena de sexo oral e outros cuja descrição é inapropriada para um jornal sem restrição de idade. Aos 25 anos, Sasha certamente já teve relações com um número maior de pessoas do que a quantidade de amigos que a maioria de nós tem no Facebook.

Mas, aos poucos, ela passou a atuar em outras frentes: atuando em filmes em Hollywood, como “Confissões de uma garota de programa” (2009), de Steven Soderbergh, lançando a banda experimental aTelecine e, agora, enveredando pela literatura. O romance, sobre o qual ela falou em entrevista por telefone, trará Sasha ao Brasil, entre 19 e 25 de agosto.

Em sua carreira, você parece sempre estar perseguindo novos projetos. Você só tem 25 anos, mas já se tornou uma conhecidíssima atriz pornô, fez filmes em Hollywood, lançou uma banda e agora está publicando um livro. Existe um limite?

Eu acho engraçado pensar nisso. Pouco antes de deixar a indústria pornô, lancei minha própria produtora, para dirigir e produzir meus próprios filmes pornô. Mas foi o maior fracasso da minha carreira. Então aprendi que existe uma separação entre projetos criativos e projetos comerciais. Quando há muito dinheiro envolvido, as coisas são mais difíceis, você nunca sabe o que pode acontecer. Mas, pensando em trabalhos artísticos, sim, eu acho que posso fazer qualquer coisa. Nada me faz parar.

O quanto de “Juliette Society” é baseado em suas próprias experiências?

Alguns dos cenários sexuais que eu descrevo vieram de experiências que eu tive, e tenho certeza de que os fãs mais fiéis vão identificar esses cenários. Mas também há muita coisa no livro que é baseado em histórias que ouvi e li. É uma combinação.

(mais…)

Likebook transforma a vida social num livro para a vida

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A ideia teve origem em 2010 em França e agora já chega a todo o mundo. Se tem um gosto especial pela vida social que desenvolve, peça a impressão de um livro com todas as suas atividades.

Publicado no Sapo

Likebook

A vida social é para muitas pessoas uma das partes fundamentais do dia a dia. A evolução dos tempos trouxe novas formas de socialização, mas nem por isso a importância da convivência e da partilha com os outros perdeu força. Antes pelo contrário, como comprovam os mais de mil milhões de utilizadores do Facebook.

A pensar no sucesso e nas interações que se desenrolam na rede social existe o Likebook, uma empresa que transforma o perfil de uma pessoa na rede social num livro personalizado. A ideia partiu de um empreendedor francês que decidiu exportar estes livros pessoais para todo o mundo.

Atualmente a empresa tem seis funcionários e três centros de impressão que permitem entregar estes livros em qualquer parte do mundo. Aos utilizadores basta associar a conta de Facebook à aplicação da Likebook e personalizar os elementos que vão ser a fronte do livro.

Os internautas podem criar um Likebook próprio ou criar um para um amigo. O preço começa nos dez euros e a empresa garante que a entrega é gratuita.

 

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