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Escolas têm correção externa de redação

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Estratégia permite ampliar análise de texto para o Enem; há ainda aulas extras, análises estatísticas de desempenho e concursos

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Victor Vieira, em Estadão

De olho na importância da redação na nota final do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), escolas particulares usam estratégias diversas para deixar os alunos mais afiados na escrita. Entre as apostas estão correções feitas por especialistas de fora do colégio, aulas extras, análises estatísticas de desempenho e até concursos de textos. A correção das redações do Enem, segundo parte dos especialistas, tem ficado mais rígida ano a ano.

O Colégio Pentágono, em Perdizes, zona oeste da capital, é um dos que contrata corretores externos para tornar a análise mais próxima do que acontece no exame real. “Quando o próprio professor avalia, há um vínculo afetivo com o aluno. Se chamamos uma pessoa de fora, a correção fica mais isenta”, explica o diretor pedagógico, Cláudio Giardino.

No Enem 2014, o Pentágono conseguiu a maior média em redação da cidade, com 804,8 pontos, de mil possíveis.

Os corretores externos devolvem as provas comentadas aos professores da escola, que discutem os erros com os estudantes. “Faz a gente pensar bastante na maturidade do próprio texto”, comenta André Peron, de 16 anos, aluno que conclui o ensino médio em 2015.

“É diferente de Matemática, em que o resultado é o mesmo para todas as provas. Na redação, tem de ser com uma pegada nossa e também ser entendido pelo outro”, diz o adolescente. A correção externa de redações é feita na escola desde o 9.º ano do ensino fundamental. Cerca de 75% dos textos passam pela análise de especialistas de fora da escola.

Na preparação, a escola distribui materiais e dá dicas sobre as características de cada prova. Uma das principais diferenças do Enem em relação aos vestibulares mais tradicionais – como a Fuvest, da Universidade de São Paulo (USP) – é a exigência de uma proposta de intervenção social sobre o tema sugerido para o texto. Essa parte costuma ser a mais complicada para os alunos.

O sucesso na redação do Enem, para o colégio, reflete o forte trabalho com escrita bem antes da época do vestibular. “Nosso objetivo não é só preparar para a prova”, afirma Thais Viveiros, coordenadora de Redação. “O significado dessa proposta (de intervenção) é construído coletivamente. Acreditamos na autoria do aluno, na formação de repertório e no desenvolvimento do senso crítico.”

Revisão constante. A primeira versão do texto nunca é suficiente nas aulas do Colégio Santo Américo, no Morumbi, zona sul. Em uma semana, são sugeridos tema e formato para a redação e, na outra, o trabalho é devolvido com correções. “Sempre reescrevemos o texto. Essa parte é a mais importante para enxergarmos e pensarmos bem sobre nossos erros. Vemos se a ligação entre os parágrafos estava boa, se podíamos usar conectivos melhores e corrigir”, diz Felipe Manente, de 16 anos, do 2.º ano do ensino médio.

No Santo Américo, 7.º lugar na nota de redação no Enem 2014 na capital, os testes também passam por corretores externos. “Para os alunos mais novos, o número de versões do texto pode ser até maior”, afirma o coordenador pedagógico José Ruy Lozano. “A nota da versão corrigida compõe o resultado final.”

O colégio ainda aposta em concursos de redação. Os textos com melhor nota em cada turma são publicados em uma coletânea, com direito a noite de autógrafos. Além de engajar os alunos, a ideia é estimular a pesquisa e o debate sobre temas típicos de vestibulares. “É importante saber da realidade socioeconômica do País. Sempre dou uma lida nos jornais”, conta Felipe Manente, que pretende fazer o Enem como treineiro. Isso também é incentivado para que o jovem conheça melhor o ambiente e o formato da prova.

As belas coisas inúteis que nos salvam a vida

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Ou olhamos para a poesia como algo inútil, ou exigimos que nos salve a nós e ao mundo

José Eduardo Agualusa, em O Globo

A poeta portuguesa Matilde Campilho foi este ano uma das estrelas da Flip. “A poesia não salva o mundo, mas salva o minuto”, disse, a determinada altura. A frase foi muito citada em Paraty. Acho isto curioso: ou olhamos para a poesia como um exercício inútil, ou exigimos à poesia que nos salve a nós e ao mundo. Nunca ouvi ninguém fazer o mesmo tipo de pergunta a um gramático ou a um geólogo: “A gramática já lhe salvou a vida?” Ou: “Acha que é possível alcançar Deus através da geologia?”

Matilde tentou, de forma elegante, permanecer poeta sem parecer demasiado doida. Devia ter optado pela doidice. Se é para ser poeta, não há que temer a loucura. Se é para ser louco, que seja com poesia.

Na verdade, acho muito mais provável a poesia salvar vidas do que a gramática. Posso imaginar a história de um tipo desesperado, disposto a lançar-se da janela de um décimo andar, após ter perdido a fortuna, os filhos ou a mulher amada. É então que surge alguém que o faz mudar de opinião declamando versos de (cada leitor pode colocar aqui o nome do poeta que o impediria de saltar). Já no caso de uma criança prestes a afogar-se não me parece sensato atirar-lhe com versos. Mais vale atirar-lhe uma boia.

Vamos então pela loucura: sim, eu acredito que se não for a poesia a salvar o mundo, o mundo está perdido.

A poesia é uma intuição e na história da ciência a intuição tem um papel fundamental. Os ingleses chamam serendipity aquelas descobertas felizes, que parecem acontecer por acaso, mas que, na realidade, obedecem às mesmas leis misteriosas da poesia. Como acontece com a poesia, a serendipidade não resulta do acaso — implica um talento particular.

O termo serendipity foi criado pelo escritor britânico Horace Walpole em 1754, a partir de um conto tradicional cingalês, “Os três príncipes de Serendip”. Os príncipes do conto tendiam a fazer grandes descobertas por acidente. Serendip é o antigo nome dado pelos comerciantes árabes à ilha de Ceilão, a Taprobana a que se refere Camões nos “Lusíadas”.

Exemplos clássicos de serendipidade são a descoberta da penicilina, por Alexander Fleming, ou a elaboração da teoria da gravidade por Newton, depois que uma maçã lhe caiu na cabeça.

Cientistas propensos a esta particular forma de epifania tendem a orientar-se por uma lógica poética, revelando particular vocação para estabelecer relações entre objetos aparentemente distantes e desconexos. Retiro um livro ao acaso da estante de poesia: A “Nova antologia poética”, de Vinicius de Moraes. Abro-o e leio: “Pensem nas feridas/ como rosas cálidas”. Retiro outro: “O escriba acocorado”, do moçambicano Rui Knopfli. Leio: “Ao longe um latir de cães estilhaça o sereno/ espelho do horizonte em que trêmulas casuarinas/ perfilam a distância.” No primeiro exemplo, Vinicius aproxima as feridas resultantes das queimaduras por radiação de rosas cálidas. No segundo, onde a maioria das pessoas veria apenas a linha do horizonte, Rui Knopfli viu um espelho estilhaçado pelo súbito latir de cães.

A poesia pode, pois, salvar o mundo, ao estabelecer um outro tipo de pensamento no qual a intuição seja mais relevante do que a lógica linear.

Posto isto, parece-me que questionar a utilidade da poesia é tão absurdo quanto questionar a serventia da música, da beleza ou do amor. Certa noite, numa aldeia perdida no meio do mato, em Angola, ouvi um menino perguntar ao avô: “Para que servem as estrelas?” O velho encolheu os ombros, suspirou e disse: “Não são ocorrências de servir, meu neto. Estão lá só para fazer bonito.” A beleza é inútil e isso é tão lindo.

Uma outra excelente resposta à questão da utilidade da poesia escutei-a, há anos, na Livraria da Travessa, de Ipanema, durante um encontro de Ferreira Gullar com os seus leitores. Questionado por uma moça, sentada no chão, diante dele, Gullar contou que, nos tempos do exílio, no Chile, costumava almoçar todas as semanas com um grupo de outros expatriados latino-americanos. Havia nesse grupo um economista argentino, namorado de uma brasileira, que sempre se sentava junto de Gullar e ficava o almoço inteiro falando de economia. Um dia perdeu a namorada. Nesse dia sentou-se, como de costume, ao lado de Gullar mas não falou de economia. Falou apenas de poesia. Durante o almoço inteiro não falou senão de poesia. “Quando a morena vai embora”, concluiu Gullar, “a economia não tem serventia alguma. Quando a morena vai embora só a poesia nos pode ajudar.”

dica da Sonia Junqueira

Como ser um escritor de ‘literatura séria’

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Tenha barba. Use óculos. Organize antologias. Assine orelhas. Ganhe prêmios. Se foi traduzido, ponto extra

Texto de Raphael Montes

Antes de tudo, seja homem, branco, heterossexual, acima dos quarenta, professor universitário ou jornalista. Caso seja mulher, escreva sobre a questão da mulher. Caso seja negro, sobre a questão do negro. Caso seja gay, sobre a questão do gay. Enfim, você entendeu a ideia.

Quando perguntarem “por que você virou escritor?”, tenha um bom passado. Passados medíocres são brochantes. Há somente duas opções: (i) você veio de uma família muito culta, cresceu lendo Balzac, Pessoa e Proust; expressar suas ideias e aflições foi uma necessidade de toda sua bagagem cultural ou (ii) você tem origem humilde, pais analfabetos; a literatura era seu refúgio em uma infância difícil e solitária. Esta segunda funciona melhor.

Quando perguntarem suas referências, esqueça nomes como Agatha Christie, Stephen King, Sidney Sheldon e qualquer outro escritor que tenha feito sucesso ou que esteja na lista de mais vendidos do momento. Diga o que tem que ser dito: seu trabalho dialoga com Lispector, tem tons de Cortázar e nuances de Saramago, mas, no fim das contas, você acredita ter voz própria — então, lance o desafio: “Espero que a crítica consiga compreender meu trabalho melhor do que eu”.

Não basta fazer literatura, meu amigo. É preciso dançar conforme a música, corresponder às expectativas, preencher o modelo, ser cool,intelectual. Quando perguntarem seu livro de cabeceira, nem pense em citar qualquer exemplar que seja encontrado com facilidade nas livrarias. Opte por livros raros, com autores de nomes impronunciáveis. Decore uns trechos desses escritores e trate de citá-los em qualquer texto. Tenha um poema na manga. E duas frases de efeito. É o que diz Vladimir Maiakóvski: “A arte não é um espelho para refletir o mundo, mas um martelo para forjá-lo”.

É importante que algum ou todos os aspectos do seu trabalho tenham a ver com sociologia, filosofia, mitologia ou matemática, e é imprescindível falar sobre isso. Todos adoram quando você mistura literatura com matemática, mesmo que ninguém nesse ramo se importe muito com matemática. Sua proposta deve ser explorar os movimentos e os limites da linguagem. Repita “linguagem” ao menos quatro vezes em qualquer de suas entrevistas. E repita “retrato social” ao menos cinco vezes.

Conceitos como “arquitetura da trama”, “plot-twist” e “ganchos de capítulos” estão absolutamente vetados. O verdadeiro escritor de literatura séria não se preocupa em contar boas histórias. Esta arte menor e confortável deve ser deixada para os novelistas, para os dramaturgos e para os autores de “literatura” de entretenimento — sabe aqueles que escrevem livros de vampiros com câncer que curtem sexo sadomasoquista para colorir? Então.

Evite falar em gêneros literários. Sua literatura não se define. É desafiadora, incômoda e incompreensível. Publique um livro — curto — a cada três ou quatro anos. Publicar um livro por ano quebra a magia, mostra que você não é aquele escritor recluso em sua choupana, vitimado por intensas reflexões, que joga toneladas de páginas no lixo e sangra ao escrever cada palavra.

Quando perguntarem sobre os temas de sua obra, deixe fluir toda a sua complexidade. Os menos capazes o acusarão de vagueza pelos cantos, mas é só por não conseguirem enxergar o valor do seu trabalho. Leitores e críticos competentes não terão problemas.

Em qualquer entrevista, responda com três ou quatro dos conceitos destacados a seguir: você busca tratar da “realidade do indizível”, enxerga sua voz numa “zona cinzenta” entre a “reflexão do ser em si mesmo” e a “representação da experiência humana”. Com sua obra, você pretende “desnudar os limites da autoanálise” e a “prática formal da arte”, enquanto explora as “instâncias sociais” e a “barbárie em fragmentos”. Sua “fruição artística” é “difusa e dolorosa”, com “pensamentos que dissecam a alma” e enfrentam o “objeto estético”. Por fim, use aleatoriamente palavras como “hibridez”, “estilo”, “autoficção”, “ausência”, “dialética” e “fronteiriça”.

Imagem pessoal é indispensável. Tenha barba. Use óculos. Organize antologias. Assine orelhas. Ganhe prêmios. Se tiver sido traduzido, ponto extra. Se for do Sul, ponto extra. Se for judeu, ponto extra. Se for jovem e fizer sucesso, ponto extra. Se for da periferia, ponto extra. Colunista de jornal também costuma pegar bem.

A etiqueta exige falsa modéstia. Mas seja sério. Evite sorrir em fotos. Evite selfies. Evite entrevistas. Evite autopublicação. Evite elogiar entusiasticamente o livro do colega — elogie autores mortos, sempre de maneira vaga, digo, complexa: “A obra traz uma hibridez de estilo que demonstra que a dialética da ausência é fronteiriça à autoficção”. Evite redes sociais. Evite eventos populares. Evite vender mais do que dez mil exemplares. Evite leitores. Apenas evite.

Para que estudar?

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Mais crianças no Brasil e no mundo têm acesso à escola, mas a maioria não aprende o básico. Isso não significa que o esforço foi em vão

Antônio Góis, em O Globo

Mais de 100 ministros do mundo se reuniram na semana passada no Fórum Mundial de Educação, na Coreia do Sul, para acordar metas a serem atingidas por todos os países para os próximos 15 anos. O encontro, organizado pela Unesco, serviu também para analisar o cumprimento dos objetivos traçados 15 anos antes, na conferência de Dacar. Nesse período, o percentual de crianças com idade para frequentar o ensino fundamental, mas que estava fora da escola, caiu de 16% para 7%. Foi um avanço considerável, mas insuficiente para cumprir a meta de acesso universal. O total de crianças sem estudar chega hoje a 58 milhões no mundo.

A tarefa é garantir que toda criança esteja na escola segue, portanto, inconclusa. Mas as autoridades presentes na Coreia concordaram que, a essa agenda, era preciso agregar outra: não basta universalizar o acesso, é preciso também garantir o direito de aprendizagem. Tal desafio, como bem sabemos pelo caso brasileiro, é ainda mais complexo.

Uma semana antes do Fórum, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) divulgou um relatório com indicadores de aprendizagem em 76 países onde foi possível comparar o desempenho de alunos. O fato de só 76 nações — que representam apenas um terço da população do planeta — constarem do levantamento já sinaliza que será preciso um esforço monumental para ampliar o número de países com algum diagnóstico de qualidade do ensino. Há no mundo mais de 190 países, e a maioria daqueles onde não há indicadores de desempenho é formada justamente pelos mais pobres, onde os problemas são certamente mais graves.

O documento da OCDE revela que em 25 nações mais da metade dos jovens têm níveis de aprendizagem abaixo do que a organização considera o básico. O Brasil faz parte deste grupo, com 64% dos estudantes abaixo do nível mínimo. Nossas próprias avaliações indicam um quadro ainda mais grave ao final do ensino médio. Em 2013, 91% dos alunos terminavam este nível de ensino sem aprendizado adequado em matemática, percentual não muito diferente dos 88% registrados em 1995.

Esses dados podem dar a falsa impressão de que todo o esforço para colocar mais crianças na escola foi inútil. Primeiro, é preciso considerar que os testes de aprendizagem avaliam apenas uma dimensão — ainda que fundamental — do trabalho da escola, que é o ensino das disciplinas tradicionais.

Mesmo no caso do Brasil, onde sabemos que nossos indicadores de qualidade estão estagnados ao menos desde 1995, o maior acesso ao estudo está relacionado a inúmeras variáveis positivas.

A Pnad, pesquisa anual do IBGE, mostra que brasileiros com apenas o ensino médio completo entre 25 e 34 anos de idade (e que portanto frequentaram os bancos escolares já nesse período de péssimos indicadores de qualidade) recebem salários, em média, 40% maiores aos de quem parou no ensino fundamental.

Maior escolaridade está correlacionada também no Brasil a menores taxas de gravidez precoce ou indesejada, e de mortalidade infantil. Ter estudado mais, mesmo nesse sistema de baixa qualidade, significa também melhores condições de saúde, acesso a água e esgoto tratado, e maior expectativa de vida. Uma boa educação pode ainda impactar positivamente em valores que não são mensuráveis, como ética, cooperação ou criatividade, mas que ninguém discorda que são fundamentais para o sucesso de uma sociedade.

O esforço de colocar mais crianças na escola, portanto, não foi em vão. Isso só não serve de desculpa ou consolo para os péssimos resultados de aprendizagem. Há muito o que avançar.

Como melhorar a sua compreensão de textos

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Fonte: Shutterstock

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Leia mais rápido sem perder a interpretação dos conteúdos

Publicado no Universia Portugal

Um dos grandes problemas dos estudantes costuma ser o acumular de materiais de leitura. Muitas vezes, são necessários diversos livros para a realização de apenas um trabalho, o que acaba por gerar problemas para a administração do tempo em relação às restantes disciplinas.

No entanto, o sonho de ler mais rápido sem perder detalhes importantes do texto está a caminho. Para isso, basta seguir a lista de dicas que a Universia Portugal elaborou. A saber:

Vá do início ao fim sem escalas

Em geral, as principais ideias de um parágrafo estão contidas na primeira frase, enquanto que a última sintetiza o raciocínio e dá a deixa para a continuação do texto. Ler apenas as duas pode ser muito útil, principalmente em textos acadêmicos. No entanto, caso perceba que todos os parágrafos contêm informações muito importantes, leiam o texto na íntegra.

Passe a direito

Não perca tempo com palavras que servem como elementos de ligação, como a, em, para, o, e, de, isto, este. O cérebro é capaz de identificar o significado das expressões sem necessariamente ler tais palavras, o que economiza tempo.

Selecione

Procurar as palavras-chave durante a leitura é fundamental.A sua presença numa frase indica que ela provavelmente é relevante e que pode explicar conceitos fundamentais, ou seja, deve ser lida com prioridade.

Sublinhe e anote

Fazer anotações nas margens dos textos, sublinhar frases importantes ou destacar parágrafos com chaves são excelentes artifícios para melhorar a compreensão do texto. As marcações indicam a presença de pontos importantes, o que facilita na altura de rever algum conteúdo ou de retomar a leitura.

Tenha uma boa postura
Por mais que a compreensão seja um ato cognitivo, a leitura em si passa por processos mecânicos. Ao forçar os olhos para ler com pouca luz ou ler sentado de maneira desconfortável, o corpo passa a trabalhar mais lentamente, pois sente-se sobrecarregado, o que naturalmente irá diminuir o ritmo da sua leitura.

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