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Escritor Silviano Santiago é o vencedor do prêmio Machado de Assis, da ABL

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Publicado por Folha de S.Paulo

O romancista, contista e crítico literário mineiro Silviano Santiago foi o vencedor do Prêmio Machado de Assis.

O prêmio da ABL (Academia Brasileira de Letras) é dado a um autor pelo conjunto da obra desde 1941.

A cerimônia de premiação será no dia 18, quinta-feira, na sede da ABL. Além de Santiago, que receberá R$ 100 mil, serão entre entregues prêmios no valor de R$ 50 mil aos vencedores em outras categorias.

O escritor Silviano Santiago na Flip de 2012 - Adriano Vizoni/Folhapress

O escritor Silviano Santiago na Flip de 2012 – Adriano Vizoni/Folhapress

O premiado em poesia foi Antônio Cícero, com o livro “Porventura”; Lya Luft ganhou o prêmio na categoria ficção, romance, teatro e conto por “O Tigre na Sombra”; o prêmio para ensaio, crítica e história literária foi dividido entre Pedro Meira Monteiro (autor de “Correspondência entre Mário de Andrade e Sérgio Buarque de Holanda”) e Lúcia Bettencourt, por “O Banquete”; Luis Raul Machado venceu a categoria literatura infantojuvenil com “As 17 Cores do Branco”, e Caetano Waldrigues Galindo a de tradução, por “Ulysses”; em história e ciências sociais venceu Sidney Chalhoub, por “A Força da Escravidão”; com o roteiro do filme “Corações Sujos” David França Mendes ganhou a categoria cinema.

Cena do filme "Corações Sujos"; o escritor David França Mendes ganhou o prêmio da ABL na categoria cinema pelo roteiro do filme (Divulgação)

Cena do filme “Corações Sujos”; o escritor David França Mendes ganhou o prêmio da ABL na categoria cinema pelo roteiro do filme (Divulgação)

O prêmio Francisco Alves, dado a cada cinco anos ao autor da melhor monografia sobre o ensino fundamental no Brasil e sobre a língua portuguesa, foi para ” José Rogério Fontenele Bessa, autor de “Atlas Linguístico do Estado do Ceará.

Após gastar fortuna com aulas, “mãe-tigre” desiste de ser durona

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Britânica abandonou o método chinês de educação após perceber que a filha estava se afastando / Foto: Reprodução

Publicado por Terra

O relato de uma mãe que seguia o criticado método de educação chinês conhecido como “mãe-tigre” ganhou destaque nesta semana no jornal britânico Daily Mail. A jornalista Tanith Carey afirma que gastou uma pequena fortuna com aulas de mandarim, matemática, violino e até com um tutor que cobrava 75 libras por hora para orientar os estudos da menina de apenas 11 anos. Segundo Carey, depois de alguns anos incentivando a filha a se tornar uma “pessoa brilhante” ela percebeu que acontecia o contrário: a pequena Lily havia se tornado uma garota introspectiva e distante da mãe.
A britânica, que mora em Londres, conta que teve uma infância “negligenciada”, já que não era estimulada pelos pais a estudar. Então, quando a filha nasceu, em 2001, decidiu fazer diferente: “Eu achava que era meu dever estimular a Lily com brinquedos educativos, jogos e vídeos”, disse ao confessar que tinha se convencido, a partir de “descobertas da neurociência”, que precisava estimular o conhecimento. Na estante da jornalista estavam livros que mostrariam como “fazer dos filhos pessoas brilhantes”.

Ela conta que na creche particular onde matriculou Lily aos 3 anos, via outras mães também ansiosas para tornar seus filhos os melhores. Com o tempo, percebeu que a “disputa” pela superioridade havia se tornado algo estressante. “Se uma das mães via uma criança com a pasta das aulas de matemática do Kumon (método de ensino que estimula o raciocínio), todas corriam para fazer a matrícula porque havia medo de deixar os nossos filhos para trás (…) Mas pouco a pouco, essa viagem que tinha começado tão emocionante e gratificante foi se transformando em um jogo estressante de superioridade”.

A mãe conta que o “alarme” começou a tocar quando Lily tinha 9 anos e venceu um prêmio de ciências na escola. Enquanto ela vibrava com a conquista, a filha não parava de chorar. Nos anos seguintes a situação piorou, já que a menina não queria mais fazer as lições, pois tinha medo de errar. Os pais decidiram levar a menina a um psicólogo, que constatou o quanto a autoestima de Lily havia sido afetada. “Ela sentia que precisava ser melhor em tudo e quando sabia que não conseguiria ser, ela achava melhor se fechar e não fazer nada”. A mãe ainda conta que a filha estava se afastando dela. “Foi doloroso, mas precisei matar a mãe-tigre que existia dentro de mim”.

A decisão veio recentemente, depois de fazer a inscrição em cinco das melhores escolas de Londres. “Apesar de gastar uma pequena fortuna na inscrição para as melhores escolas de Londres, eu decidi que a minha filha pdoeria escolher a escola onde estudar. Um colégio do Estado onde ela pode não brilhar como estrelas, mas vai crescer como uma pessoa inteira, ser pressão por resultados”. A mãe ainda completa o relato afirmando que quando a filha chega em casa da escola, não pergunta mais sobre qual foi o desempenho no dia, e sim como ela está.

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