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Senhor dos Anéis: Arquitetos lançam crowdfunding para arrecadar dinheiro e construir a cidade de Minas Tirith

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Larissa Baltazar, no Brasil Post

Um grupo de arquitetos pede ajuda da internet para para construir uma versão real da cidade de Minas Tirith, um dos principais cenários da saga O Senhor dos Anéis.

A ideia é erguer a cidade no sul da Inglaterra. Para isso, eles pedem míseros R$ 10 bilhões em menos de dois meses. No site de arrecadação, um dos arquitetos diz:

“Nós todos compartilhamos um amor pela obra de Tolkien [autor dos livros da saga], e um desejo de desafiar a percepção comum de comunidade e arquitetura. Acreditamos que, na realização de Minas Tirith, poderíamos criar não só a atração turística mais notável no planeta, mas também um lugar maravilhosamente único para viver e trabalhar.

Com doações a partir de 100 mil libras, os colaboradores podem se transformar em um Lord ou Lady em Minas Tirith. Segundo a descrição do crowdfunding, esse tipo de doação garante a você e sua família acesso exclusivo a todas as áreas da cidade e uma cadeira no comitê executivo.

É… Ser fã custa caro!

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Os 12 livros mais vendidos da história

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Carlos Willian Leite, na Revista Bula

Em 2012 a Revista Bula publicou o primeiro levantamento sobre os dez livros literários mais vendidos da história, em 2015 repetimos o levantamento utilizando os mesmos critérios do levantamento anterior — pouco se alterou em relação ao resultado de três anos antes: apenas a inversão na ordem de alguns dos livros mais vendidos e a inclusão de dois novos títulos à lista. A metodologia para se chegar ao resultado foi a mesma utilizada em 2012: consultamos reportagens, entidades editoriais, empresas de pesquisas de mercado e publicações especializadas. Livros religiosos, políticos, educacionais e de curiosidades como: “Bíblia Sagrada”, “Iluminatti: Sociedade Secreta”, “Corão”, “Dicionário Xinhua Zidian”, “A Arte da Guerra” e “Livro Guiness dos Recordes” não foram contabilizados, apenas livros literários.

Participaram do levantamento as publicações: “The Paris Review”, “Washington Post”, “Open Culture”, “The Guardian”, “Telegraph”, “Toronto Star”, “New York Times”, “Global Times”, “Financial Times”; as entidades editoriais International Publishers Association (IPA), European and International Booksellers Federation (EIBF) e International Federation of Library Associations and Institutions (IFLA); e as empresas de auditagem e pesquisas de mercado Nielsen e a GfK.

Os livros, “Cinquenta Tons de Cinza” e “O Senhor dos Anéis”, apesar de terem sido publicados em mais de um volume — foram considerados como um livro único — porque, originalmente, seus autores os conceberam como obra única, diferentemente da série Harry Potter.

Embora não exista concordância sobre os números exatos do mercado de livros ao longo dos séculos, os levantamentos das publicações, instituições e empresas mencionadas, parecem ser o que mais se aproximam do consenso editorial.

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1 — Harry Potter e a Pedra Filosofal
(J.K. Rowling)
Publicado em 1997, “Harry Potter e a Pedra Filosofal” é o primeiro volume da série Harry Potter, da britânica J. K. Rowling. O livro narra a história de um garoto órfão que vive infeliz com seus tios. Até que, repentinamente, ele recebe uma carta contendo um convite para ingressar em uma famosa escola especializada em formar jovens bruxos. Estima-se que tenha vendido entre 850 e 950 milhões de cópias.

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2 — Dom Quixote
(Miguel de Cervantes)

Publicado em Madrid em 1605, “Dom Quixote”, de Miguel de Cervantes, é composto de 126 capítulos, divididos em duas partes. O livro narra a história de Dom Quixote de La Mancha, um cavaleiro errante que perdeu a razão e, junto com seu fiel escudeiro Sancho Pança, vive lutas imaginárias. Estima-se que tenha vendido entre 600 e 630 milhões de cópias.

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3 — O Conde de Monte Cristo
(Alexandre Dumas)

Publicado em 1844, “O Conde de Monte Cristo é, juntamente com “Os Três Mosqueteiros”, a obra mais conhecida de Alexandre Dumas e uma das mais celebradas da literatura universal. O livro narra a história de um marinheiro que foi preso injustamente. Quando escapa da prisão, e toma posse de uma misteriosa fortuna e arma uma plano para vingar-se daqueles que o prenderam. Estima-se que tenha vendido entre 300 e 350 milhões de cópias.

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4 — Um Conto de Duas Cidades
(Charles Dickens)

Publicado em 1859, “Um Conto de Duas Cidades”, de Charles Dickens, é um romance histórico que trata de temas como culpa, vergonha e retribuição. O livro cobre o período entre 1775 e 1793, da independência americana até a Revolução Francesa. Dickens evita o posicionamento político, centrando a narrativa nas observações de cunho social. Estima-se que tenha vendido entre 280 e 300 milhões de cópias.

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5 — O Pequeno Príncipe
(Antoine de Saint-Exupéry)

Publicado em 1943, “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry, é uma das obras mais traduzidas da história. Por meio de uma narrativa poética, o livro busca apresentar uma visão diferente de mundo, levando o leitor a mergulhar no próprio inconsciente. Estima-se que tenha vendido entre 250 e 270 milhões de cópias. (mais…)

Que tal conhecer uma casa de Hobbit? Projeto do Kickstarter busca financiamento de um Condado

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Um complexo de tocas de hobbits será construído no interior da Inglaterra, sob a supervisão de um especialista em Tolkien. Quem contribuir, garante a visita.

Rodrigo Torres, no Adoro Cinema

 

Que tal tirar uma foto como essa de Peter Jackson?! Que tal tirar essas onda??? Um sonho de milhões de fãs de J.R.R. Tolkien que a empresa especializada em chalés temáticos West Stow Pods pretende realizar, com a ajuda desses mesmos fãs do autor e/ou das trilogias Senhor dos Anéis e O Hobbit.

A entrada externa e a entrada interna do Poddit.

A entrada externa e a entrada interna do Poddit.

Via Kickstarter, a empresa abriu um financiamento coletivo para levantar a grana necessária para reconstituir o Condado em Suffolk, interior da Inglaterra. O projeto promete a supervisão de Alan Baxter, membro da Sociedade Tolkien, para garantir a satisfação do cliente ao visitar o complexo de tocas, tal qual imaginamos nos livros e viemos a testemunhar, fielmente reproduzidas, nas telonas.

Os aconchegantes quarto e sala da casa de hobbit.

Os aconchegantes quarto e sala da casa de hobbit.

Escondido atrás de uma porta amarela redonda, e com dois quartos duplos, uma cozinha e um banheiro, além de uma acolhedora lareira, o local promete não só reconstituir com perfeição a mitologia de Tolkien, mas também muito conforto. Caso o crowdfunding dê certo, o projeto será construído por uma empresa especializada em construções sustentáveis, de baixo impacto ambiental

Imagens do projeto e das entradas das primeiras "tocas" construídas.

Imagens do projeto e das entradas das primeiras “tocas” construídas.

Apoiadores do Podditon podem doar de 2 a mil libras, e têm contrapartida, claro. Quem contribuir com £15, por exemplo, ganha apenas uma t-shirt, mas quem doar £80 ganhará estadia por uma noite na Toca Poddit. Aqueles que contribuirem com £250 ganharão um passaporte de duas noites e uma visita guiada por todo o vilarejo, que inclui uma vila anglo-saxônica vizinha, construída pelo mesmo West Stow Pods.

O objetivo são 50 mil libras. Mesmo de longe, fico na torcida. Quem sabe um dia…?!

O dia em que o mundo dedica um pouco de seu tempo para ler Tolkien

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Hoje, em diversos países, pessoas dedicam um pouco de seu tempo a ler a obra de um dos autores mais célebres da literatura mundial: J.R.R. Tolkien. Leia você também

Marcos  Nunes Carreiro, no Jornal Opção

J.R.R. Tolkien: o autor é celebrado neste 25 de março

J.R.R. Tolkien: o autor é celebrado neste 25 de março

“Num buraco no chão vivia um Hobbit”. Foi com esta frase que o mundo conheceu John Ronald Reuel Tolkien, o homem que não apenas colocou a escrita de fantasia de volta nas prateleiras de todo o mundo, como também criou as bases para que fosse considerado o “pai da fantasia moderna”.

Geralmente lembrado como o autor de “O Senhor dos Aneis”, Tolkien possui uma obra que abrange mais de 50 livros — grande parte deles publicados postumamente. Essa vasta obra contém a criação de um autor que formou uma mitologia completa para compor o mundo que mudou a forma de escrever sobre fantasia e, até os dias atuais, serve de guia para diversos autores, músicos, cineastas, pintores etc.

Por isso, Tolkien é o motivo que levou à formação de várias sociedades ao redor do mundo, como a Tolkien Brasil, que divulga o trabalho do autor no País e aglomera fãs e pesquisadores de sua obra. A principal dessas sociedades, como não poderia deixar de ser, é a internacional Tolkien Society, que tem sede na Inglaterra. Em 2003, essa organização deu início ao dia que motiva a escrita desta matéria: o Dia de Ler Tolkien.

O dia comemorativo foi escolhido pela Tolkien Society depois que um jornalista perguntou ao comitê: “Existe um dia dedicado informalmente para ler o autor, da mesma forma que o ‘bloomsday’ é dedicado a Joyce?”. Bloomsday é o único feriado no mundo dedicado à leitura de um livro não religioso, em que milhares de pessoas param o trabalho na Irlanda para ler James Joyce.

Por isso, o comitê da Tolkien Society, liderado à época por Chris Crawshaw, escolheu o dia 25 de março como o marco para ler a obra do autor britânico. Em homenagem a este dia, o Jornal Opção reproduz um dos trechos mais marcantes de “O Silmarillion”, obra central da mitologia tolkieniana, em que o autor descreve a criação das árvores que regem as histórias do mundo antigo, as Árvores de Valinor:

E enquanto olhavam, sobre a colina surgiram dois brotos esguios; e o silêncio envolveu todo o mundo naquela hora, nem havia nenhum outro som que não o canto de Yavanna. Em obediência a seu canto, as árvores jovens cresceram e ganharam beleza e altura; e vieram a florir; e assim, surgiram no mundo as Duas Árvores de Valinor. De tudo o que Yavanna criou, são as mais célebres, e em torno de seu destino são tecidas todas as histórias dos Dias Antigos.

Uma tinha folhas verde-escuras, que na parte de baixo eram como prata brilhante; e de cada uma de suas inúmeras flores caía sem cessar um orvalho de luz prateada; e a terra sob sua copa era manchada pelas sombras de suas folhas esvoaçantes. A outra apresentava folhas de um verde viçoso, como o da faia recém-aberta, orladas de um dourado cintilante. As flores balançavam nos galhos em cachos de um amarelo flamejante, cada um na forma de uma cornucópia brilhante, derramando no chão uma chuva dourada. E da flor daquela árvore, emanavam calor e uma luz esplêndida. Telperion, a primeira, era chamada em Valinor; mas Laurelin era a outra.

Suíça ganha museu dedicado ao universo de “O Hobbit”

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A entrada do Museu Greisinger tem portas de carvalho com apenas 1,5 metro de altura, janelas emolduradas com tijolos vermelhos e maçanetas de cobre

A entrada do Museu Greisinger tem portas de carvalho com apenas 1,5 metro de altura, janelas emolduradas com tijolos vermelhos e maçanetas de cobre

O Museu Greisinger, em Jenins, é o primeiro sobre o universo das famosas histórias do escritor J.R.R. Tolkien, autor de “O Senhor dos Anéis”

Publicado no Pure Viagem

Não é preciso ir a um parque de diversões para se entrar em cenários fora do comum e cheios de fantasia. Depois de a companhia aérea Air New Zeland ter criado vídeos de segurança baseados na trilogia de “O Hobbit”, um fã das histórias do escritor J.R.R. Tolkien criou um museu totalmente inspirado em seu universo: o Museu Greisinger, que fica em Jenins, na Suíça.

A uma hora de Zurique, a cidade é conhecida como um dos melhores destinos no país para conhecer vinícolas na região de Bündner Herrschaft. Porém, desde de outubro de 2013 o local ganhou mais um atrativo: o primeiro museu totalmente dedicado ao universo do escritor J.R.R. Tolkien. Ele é o criador das trilogias de “O Hobbit” e “Senhor dos Anéis”, que depois, pelas mãos do diretor Peter Jackson, se transformaram em alguns dos longas mais famosos dos últimos tempos.

Ao observar a porta redonda de carvalho com apenas 1,5 metro de altura, maçanetas de cobre e janelas emolduradas com tijolos vermelhos embaixo do nível do chão, não se tem dúvidas que se trata de uma casa típica dos hobbits. Entrando no local, o primeiro cômodo é uma sala com móveis de madeira, lareira e mapas da Terra Média espalhados por todos os lados. No total, são 11 salas e três quartos de hobbits e cada um deles é decorado como um dos locais das histórias.

O local funciona com visitas guiadas com guias fantasiados e explicações em alemão, italiano, inglês e francês

O local funciona com visitas guiadas com guias fantasiados e explicações em alemão, italiano, inglês e francês

O fundador, Bernd Greisinger é um gerente de banco aposentado que, há anos, coleciona objetos relacionados às histórias do escritor. Tempos depois, ele resolver abrir um espaço inspirado nessa temática, com um acervo de mais de 3,5 mil livros, 600 obras de arte e objetos raros. Algumas das peças mais importantes de sua coleção são o lustre que pertenceu ao bangalô de Tolkien, na Inglaterra, e um calendário ilustrado pelo artista Tim Kirk. Há também itens usados na trilogia de “O Senhor dos Anéis” como roupas, móveis e outros objetos da produção. Greisinger afirma, no entanto, que os longas não são o destaque do museu, e sim o universo do escritor.

A visita ao Museu Greisinger funciona com passeios guiados de duas horas com guias fantasiados e explicações em alemão, italiano, francês e inglês. O custo é de CHF 50 (cerca de R$ 154).

O interior do museu também remete às casas inspirados nas histórias do escritor

O interior do museu também remete às casas inspirados nas histórias do escritor

Essa não é a primeira vez que o universo do cinema invade o turismo. O filme “50 Tons de Cinza”, por exemplo, foi a inspiração de pacotes temáticos em diversos hotéis, assim como o Four Seasons Beverly Wilshire, em Los Angeles, que ofereceu um final de semana especial recriando cenas do famoso longa “Uma Linda Mulher”.

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