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Posts tagged transformação

Professor faz da leitura novo meio de estudantes verem o mundo

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Os estudantes têm 30 minutos, antes da aula, de contato com os livros e debate sobre os escritos e a própria realidade FOTOS MARIANA PARENTE/ESPECIAL PARA O POVO

Os estudantes têm 30 minutos, antes da aula, de contato com os livros e debate sobre os escritos e a própria realidade FOTOS MARIANA PARENTE/ESPECIAL PARA O POVO

A rotina de 150 alunos da Escola Municipal Raimundo Moreira Sena, no bairro Bom Jardim, passou a contar com a literatura como instrumento de formação e transformação social

Publicado em O Povo

Livros nas mãos e olhares atentos. É assim que os alunos da Escola Municipal Raimundo Moreira Sena, no Bom Jardim, começam o dia de aula às quintas-feiras. Durante 30 minutos, as crianças leem livros, cordéis, revistas e jornais impressos. É o projeto Confraria da Leitura.

A leitura que a gente desenvolve é lúdica. O aluno pode escolher um livro ou não. Ele não é obrigado, a gente quer que ele sinta o prazer”, define o idealizador da ação, o professor de história e cordelista João Teles Aguiar, 52.

A ação foi idealizada pelo professor e cordelista João Teles Aguiar e, hoje, é realizada em sete escolas

A ação foi idealizada pelo professor e cordelista João Teles Aguiar e, hoje, é realizada em sete escolas

O objetivo é ampliar as perspectivas dos jovens. Por isso, depois da leitura, o educador direciona um debate abordando o tema da leitura e a rotina dos jovens na comunidade. “É o que a gente chama de leitura de mundo. Isso possibilita à criança ler o entorno que ela vive de outra forma, que não seja ligada à violência”, relata.

A ação de incentivo à leitura deu fôlego ao aprendizado de 150 estudantes, de 6 a 14 anos. O projeto alcança crianças e adolescentes da região há 21 anos. Consegue estreitar a relação entre as comunidades e a literatura por meio de rodas de conversa, programas para a rádio-escola e esquetes teatrais e musicais. “Para uma criança que vive numa região onde não tem biblioteca, não tem grandes centros culturais, a leitura acaba sendo um viés para ter novas perspectivas”, expõe João.

Aluno do 5º ano, Paulo Roberto Sousa, de 12 anos, comemora a iniciativa implantada há cerca de um mês nesta escola. “O professor já chegou dizendo que ler é tudo. Ele incentiva muito a gente. E eu adoro ler, acho muito importante”, reconhece.

O professor João leva a confraria para as instituições em que trabalha. A escola Moreira Sena está entre as sete escolas de cinco bairros alcançadas pela iniciativa. A mais recente foi a Escola Municipal Demócrito Dummar, no Canindezinho. Lá, o projeto resultou na implantação de uma gibiteca. (Bruna Damasceno/Especial para O POVO)

Escola prepara alunos para chamar professora transgênero de ‘senhor’

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Professora passará a ser reconhecida como homem a partir de segunda.
Direção de colégio nos EUA enviou carta aos pais pedindo apoio.

Carta enviada aos pais dos alunos explica a mudança de gênero da professora para professor (Foto: Divulgação/Joseph C Wilson Magnet High School)

Carta enviada aos pais dos alunos explica a mudança de gênero da professora para professor (Foto: Divulgação/Joseph C Wilson Magnet High School)

Publicado no G1

Uma escola do ensino médio dos Estados Unidos vai promover nesta segunda-feira (4) uma reunião com os alunos para explicar a transformação de uma professora transgênero. A docente, que se apresentava como mulher até a última quinta-feira (30), quando os alunos saíram para o feriado, será a partir de agora reconhecida como homem.

Para que a transição seja livre de preconceitos e bem esclarecida com os alunos, a direção da Joseph C. Wilson High School, que fica em Rochester, estado de Nova York, enviou uma carta aos pais, na quinta-feira (30), pedindo “apoio ao nosso trabalho diante desta situação sensível”.

“A Joseph C. Wilson Magnet High School é uma comunidade onde estudantes e funcionários devem tratar a todos com respeito e compreensão. Não estamos pedindo para seus filhos se comportar de uma maneira diferente disso. A única mudança para eles é que terão de se reportar ao docente como Senhor, e não mais como Senhora”, diz a carta assinada pela diretora Uma Mehta e pela coordenadora pedagógica Amy Schiavi.

Em março, na Chino High School, na Califórnia, um professor de química anunciou aos alunos que a partir de então deveria ser chamado de professora. Amanda Swager nasceu com órgãos femininos, mas até então era identificada como menino. Depois de manter aparência masculina na sala de aula, ela fez a transição.

 

Sensibilidade, um dom de poucos

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Por que Tolstoi foi Tolstoi? Ou melhor, como Tolstoi conseguiu escrever o que escreveu? Ou então Victor Hugo? Ou então Miguel Cervantes? Ou então Goethe? Ou então Machado de Assis? Ou então Kafka? Como esses sujeitinhos tiveram a capacidade de expressar tantos sentimentos, situações e pensamentos humanos e de maneira tão viva e transformadora?

Tolstoi, autor de Guerra e Paz e de Anna Karenina

Tolstoi, autor de Guerra e Paz e de Anna Karenina

Max Fritz, no Obvious

Victor Hugo, autor de Os Miseráveis

Victor Hugo, autor de Os Miseráveis

Nosso querido Machado de Assis

Nosso querido Machado de Assis

Já busquei a resposta inúmeras vezes. Teriam eles alguma capacidade especial, ou seria apenas fruto de muito trabalho? Um grande amigo certa vez me disse ser a sensibilidade a grande diferença entre os grandes escritores e as pessoas “meramente comuns”. Achei essa resposta bastante convincente.

Pouquíssimas pessoas teriam capacidade de escrever, por exemplo, Grandes Expectativas. Somente um espírito aguçado e extremamente sensível às relações humanas e às formas como as pessoas de realidades sociais distintas interagem como o de Dickens poderia, de forma tão realista, narrar a estória de Pip.

O grande Charles Dickens

O grande Charles Dickens

Há um certo senso comum impregnado em quase todo mundo (suspeito e já ouvi dizer ser decorrência de ideias de Nietzsche, outro com indubitável sensibilidade ao mundo) de que qualquer indivíduo, com empenho e esforço próprio suficiente, poderia chegar aonde quisesse e, por exemplo, escrever um grande clássico. Mas duvido, com todas as forças, que haja 5 vivalmas capazes de escrever um livro do porte e da profundidade sentimental de Crime e Castigo, de Dostoievski.

Dostoievski, cuja sensibilidade é inigualável

Dostoievski, cuja sensibilidade é inigualável

Trata-se de um dom: o dom da sensibilidade. Pouquíssimos o têm. Parte significativa dos autores destaca-se por uma sensibilidade um pouco maior que a média e por muito esforço. Não se pode negar ser o esforço importante, pois a sensibilidade, sozinha, não leva a lugar nenhum. Mas os grandes autores, os clássicos, aqueles que jamais serão esquecidos, além de esforço, podemos ter certeza de que tinham uma sensibilidade absurda. Pode até ser que muitos deles tenham sido infelizes por esse motivo.

Allan Poe, dono de uma sensibilidade que talvez tenha arruinado sua vida © obvious: http://lounge.obviousmag.org/aqui_e_acola/2014/11/sensibilidade-um-dom-de-poucos.html#ixzz3Kl4KInxM  Follow us: obviousmagazine on Facebook

Allan Poe, dono de uma sensibilidade que talvez tenha arruinado sua vida
© obvious: http://lounge.obviousmag.org/aqui_e_acola/2014/11/sensibilidade-um-dom-de-poucos.html#ixzz3Kl4KInxM
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Muito se diz que essa sensibilidade nasce de uma vida atribulada e cheia de sofrimentos. Salinger, outro com uma sensibilidade descomunal, discorda disso e menciona Walt Withman, talvez o maior poeta norte-americano, como exemplo de vida pacata e comum, mas cujos versos influenciaram e influenciam inúmeros poetas.

Walt Whithman, de Leaves of Grass

Walt Whithman, de Leaves of Grass

A nós, meras pessoas com sensibilidade comum, cabe desfrutar da leitura e dos dons dos grandes escritores.

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Família que ajudou a fundar Casa Ronald McDonald no Brasil lança livro

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“O amanhã existe. A história de quem transformou a luta contra o câncer infanto-juvenil no Brasil” chega às livrarias a partir do dia 26. Publicação fala sobre os 15 anos da casa

Roberta Moraes, no Mundo do Marketing

A história da família que contribuiu para a fundação da Casa Ronald McDonald no Brasil será contada no livro “O amanhã existe. A história de quem transformou a luta contra o câncer infanto-juvenil no Brasil”, que chega às livrarias de São Paulo a partir de 26 de novembro e do Rio de Janeiro a partir de 9 de dezembro. Escrito pelo jornalista Renato Lemos, a publicação retrata o drama vivido por Francisco Neves, o “Chico”, hoje superintendente da entidade. A família dele foi fundamental para que o Rio de Janeiro recebesse uma sede do projeto patrocinado pela rede de fast-food McDonald’s.

A Casa Ronald McDonald é referência no acolhimento de crianças e jovens com câncer e seus familiares e beneficia, anualmente, cerca de 30 mil pessoas de Norte ao Sul do país. A história da família Neves com a Instituição começou no final da década de 1980, quando o filho de Chico, Marquinhos, foi diagnosticado com câncer. Com a cotização de amigos, Francisco e a mulher Sônia seguiram para os Estados Unidos com o caçula, onde foram acolhidos pela Casa Ronald McDonald. O menino morreu em 1990 e a família decidiu transformar a dor em voluntariado, ajudando outras famílias na mesma situação.

Em 1994, foi fundada a filial da entidade no Rio de Janeiro, com o objetivo de abrigar moradores de outras cidades e estado em tratamento médico na capital fluminense. Em 15 anos de atuação no Brasil, com apoio do McDonald´s, o instituto desenvolve e apoia programas que viabilizam diagnóstico precoce, tratamento de qualidade e apoio psicossocial.

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Autora de ‘Se eu Ficar’ terá mais dois livros transformados em filme

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A Universal Pictures adquiriu os direitos de ‘Apenas um Dia’ e ‘Apenas um Ano’ da autora americana Gayle Forman

Os atores Chloë Grace Moretz e Jamie Blackley em cena do filme 'Se Eu Ficar', de R.J. Cutler - Divulgação/VEJA

Os atores Chloë Grace Moretz e Jamie Blackley em cena do filme ‘Se Eu Ficar’, de R.J. Cutler – Divulgação/VEJA

Publicado por Veja

Mais dois títulos da escritora americana Gayle Forman, do best-seller adolescente Se Eu Ficar, serão adaptados para o cinema. A Universal Pictures adquiriu os direitos dos livros Apenas Um Dia e Apenas Um Ano, com a intenção de unir as duas tramas e transformá-las em apenas um filme. As informações são do site da revista americana The Hollywood Reporter.

No Brasil, Apenas Um Dia foi lançado este mês pela editora Novo Conceito, e Apenas Um Ano está previsto para chegar às livrarias em fevereiro de 2015. A trama dos títulos conta a história de Allyson Healey e Willem, um jovem casal que se conhece em Paris e passam 24 horas juntos. O primeiro livro mostra o ponto de vista de Allyson, enquanto Apenas Um Ano conta a versão de Willem.

Com direção de R.J. Cutler e os atores Chloë Grace Moretz (Carrie, a Estranha) e Jamie Blackley (Branca de Neve e o Caçador) como protagonistas, a versão cinematográfica do livro Se Eu Ficar fez 75 milhões de dólares (192 milhões de reais) em bilheteria no mundo todo.

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