Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged trás

9 livros incríveis para ler em dezembro

0

Dicas de livros para o fim do ano (Foto: Pixabay)

Isabela Moreira, na Galileu

Dezembro está chegando, mas isso ainda não significa que o ano acabou. Separamos alguns dos principais lançamentos literários para você incluir na sua lista de leitura ou de presentes. Boas festas — e boas leituras!

1 – Mary Poppins (edição de bolso), P.L. Travers (Zahar)
Não há momento melhor para ler Mary Poppins: além de ter um ar de nostalgia típico dessa época do ano, coincide com a estreia de O Retorno de Mary Poppins, filme da Disney que estreia nos cinemas no dia 20 de dezembro.

O livro conta a história de uma babá que é contratada para cuidar dos pequenos John, Barbara, Jane e Michael Banks. Com amizades e habilidades inusitadas, Mary Poppins conquista as crianças e muda suas vidas para sempre.

2 – As Horas Vermelhas, Leni Zumas (Planeta)
Um dos favoritos do ano: na onda de distopias como O Conto da Aia e O Poder, o livro se passa nos Estados Unidos, onde um presente eleito proíbe o aborto, a fertilização in vitro e a criação de filhos por pais solteiros.

A narrativa acompanha a perspectiva de diferentes mulheres — a Mãe, a Filha, a Reparadora, a Biógrafa — e mostra como as vidas de cada uma delas é afetada pela medida do governo.

3 – Fogo & Sangue, George R.R. Martin (Suma)
Enquanto George R.R. Martin não termina Os Ventos do Inverno, vale ler Fogo & Sangue, nova obra do autor que conta a origem e as principais lendas da família Targaryen. O livro é o primeiro de dois volumes e se passa 300 anos antes dos acontecimentos de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspiraram a série Game of Thrones.

4 – Breves Respostas para Grandes Questões, Stephen Hawking (Intrínseca)
O livro póstumo de Stephen Hawking, que faleceu no início deste ano, conta com as últimas reflexões do físico sobre temas como a formação do universo, a ideia de Deus e viagens no tempo.

A obra conta ainda com um prefácio escrito pelo ator Eddie Redmayne, que interpretou Hawking em A Teoria de Tudo, uma introdução do Nobel de Física Kip Thorne e um posfácio da filha do autor, Lucy Hawking.

5 – O Feminismo é para Todo Mundo, bell hooks (Rosa dos Tempos)
A feminista e ativista Gloria Jean Watkins, conhecida pelo pseudônimo bell hooks, escreve sobre como o feminismo pode mudar a vida de todos, abordando desde os recortes de gênero e raça até maternidade, paternidade e a masculinidade tóxica.

6 – Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta, Jennifer Mathieu (Verus Editora)
Considerado um dos melhores livros juvenis de 2017 pela revista Time, Moxie conta a história de Vivian, uma adolescente que, cansada do machismo e da desigualdade de gênero entre os estudantes de sua escola, começa uma zine feminista, aprendendo mais sobre si e seus colegas.

7 – A História do Universo para quem Tem Pressa, Colin Stuart (Valentina)
Dos primórdios da astronomia à formação das galáxias como as conhecemos em apenas 216 páginas: essa é a proposta de A História do Universo para quem Tem Pressa, que aborda o tema com uma linguagem leve e acessível, ideal para quem quer ter um primeiro contato com o assunto.

8 – O Rei das Sombras, Javier Cercas (Biblioteca Azul)
Em forma de romance, Cercas conta a história de seu tio-avô, Manuel Mena, que, em 1936, se juntou ao exército de Franco na Guerra Civil Espanhola e por muito tempo foi considerado o herói de sua família.

9 – A História de Joe Shuster – O Artista por trás do Superman, Julian Voloj e Thomas Campi (Aleph)
Nada como uma graphic novel para relembrar a trajetória de uma lenda dos quadrinhos. Trata-se da história de Joe Shuster, um dos criadores do Superman, personagem que completou 80 anos em 2018 e foi responsável pelo início da Era de Ouro dos Quadrinhos

HBO divulga as primeiras imagens da série ‘A amiga genial’, adaptação da obra de Elena Ferrante

0

A atrizes Elisa Gel Genio (à esquerda) e Ludovica Nasti, que interpretam respectivamente Elena Grego, a Lenu, e Raffaella Cerullo, a Lila, na série da HBO ‘A amiga genial’, adaptação do livro de Elena Ferrante (Foto: Eduardo Castaldo/HBO)

Produção com oito episódios é inspirada em um dos maiores fenômenos da literatura internacional contemporânea, a chamada ‘tetralogia napolitana’. Best-seller conta a história de duas amigas na Itália.

Publicado no G1

HBO divulgou, nesta quarta-feira (14), as primeiras imagens da série “A amiga genial”, adaptação do best-seller da italiana Elena Ferrante, um dos maiores – e mais misteriosos – fenômenos da literatura internacional contemporânea.

A produção tem o mesmo título da chamada “Tetralogia Napolitana” da autora.

Os quatro célebres romances de Elena Ferrante são:

“A amiga genial”
“A história do novo sobrenome”
“História de quem foge e de quem fica”
“História da menina perdida”

No Brasil, eles saíram pelo selo Biblioteca Azul, da Globo Livros.

Os quatro volumes contam a história de duas amigas ao longo de várias décadas, em Nápoles, na Itália, a partir da década de 1950.

Quem narra o primeiro é Elena Grego, a Lenu, que fala de sua infância e vai até a adolescência. A melhor amiga da narradora é Raffaella Cerullo, a Lila, que é considerada a mais inteligente da turma.

A série da HBO, que no original chama-se “My brilliant friend”, tem oito episódios e foi rodada em Caserta, na Itália.

Quem interpreta Lenu e Lila na infância são, respectivamente, Elisa Gel Genio e Ludovica Nasti, ambas estreantes. Já na adolescência, os papéis ficaram Gaia Girace é Lila e Margherita Mazzucco, Lenu.

A direção da produção é Saverio Costanzo, que coassina o roteiro com a própria Elena Ferrante em parceria com Francesco Piccolo e Laura Paolucci.

O site da HBO informa que o processo de seleção do elenco durou mais de oito meses e envolveu cerca de 9 mil crianças e 500 adultos. Foram chamados atores profissionais e não-profissionais, inclusive estudantes locais.

O elenco completo de “A amiga genial” tem mais de 150 atores e 5 mil figurantes.

A produção é da HBO, da RAI e da TIMVISION, com coprodução da Fandango e Umedia.

A atrizes Gaia Girace (à esquerda) e Margherita Mazzucco, que interpretam respectivamente Raffaella Cerullo, a Lila, e Elena Grego, a Lenu, na série da HBO ‘A amiga genial’, adaptação do livro de Elena Ferrante (Foto: Eduardo Castaldo/HBO)

O mistério por trás de Elena Ferrante

Em oututro de 2016, a suposta revelação da verdadeira identidade de Elena Ferrante causou polêmica e acusações de invasão de privacidade.

Embora dê entrevistas para falar de sua obra, Ferrante sempre se apresenta anoninamente e sem divulgar fotos – por isso o mistério. Não se sabia sequer se por trás do pseudônimo estava um homem ou uma mulher.

O que havia eram somente suspeitas, e é justamente uma delas que se comprova na reportagem “Elena Ferrante: Uma resposta?” publicada há um ano e meio na revista americana “The New York Review of Books”.

No artigo reproduzido por publicações na Itália, na França e na Alemanha, o jornalista italiano Claudio Gatti escreve que a autora da cultuada “Série Napolitana” é na verdade a tradutora Anita Raja.

Nos últimos anos, por conta do estilo das obras que costuma traduzir (ela é especializada em verter obras do alemão para o italiano), Anita Raja já vinha sendo apontada frequentemente como um dos possíveis autores por trás de Elena Ferrante.

O marido de Raja, o escritor Domenico Starnone, também é mencionado por aqueles que especulam sobre a identidade da célebre Elena Ferrante.

Nancy Drew | NBC está desenvolvendo série sobre detetive adolescente

0

nancycrop

Produtores de Grey’s Anatomy estão por trás da atração

Rafael Gonzaga, no Omelete

A NBC está desenvolvendo Nancy Drew, série sobre a famosa detetive adolescente da literatura infantojuvenil norte-americana. Tony Phelan e Joan Rater (Grey’s Anatomy) serão os produtores do novo projeto. (via ComingSoon)

Na série, o autor da série de livros da famosa detetive se envolve um mistério de assassinato na vida real e resolve recorrer a seus dois melhores amigos desde a infância – justamente os que foram a inspiração para todos os livros.

A notícia veio na esteira do cancelamento de outro projeto que adaptaria para televisão a série de livros pela CBS, focada na versão adulta da personagem e com casos de temática mais pesada – Sarah Shahi (Person of Interest) estrelaria a série. No caso da produção da NBC, não foram revelados nomes cogitados para o elenco.

Nancy Drew foi criado por Edward Stratemeyer. A personagem apareceu pela primeira vez em 1930 e evoluiu ao longo dos anos com a cultura. Ela é freqüentemente ajudada por suas melhores amigas, as primas Bess Marvin e George Fayne. Dá para imaginar que os amigos do autor na série são as pessoas em quem ele se inspirou para Bess e George.

Não há previsão de lançamento para Nancy Drew.

A segregação nas escolas da cidade de Nova York

0
Até os que apoiaram o atual sistema educacional, agora, reconhecem que ele promove a segregação racial (Foto: Pixabay)

Até os que apoiaram o atual sistema educacional, agora, reconhecem que ele promove a segregação racial (Foto: Pixabay)

 

Política educacional só tem reforçado a desigualdade nas escolas, deixando muitos jovens negros e hispânicos para trás

Mariana Mauro,no Opinião e Notícia

A cidade de Nova York tem um dos sistemas escolares mais segregacionistas dos Estados Unidos. O assunto foi abordado no editorial do New York Times desta segunda-feira, 15.

Na semana passada, o prefeito Bill de Blasio se esquivou do assunto, dizendo que as escolas refletem os padrões históricos de habitações e que “nós não podemos mudar a realidade básica de habitação na cidade de Nova York”.

As moradias têm sua influência no assunto, mas a política educacional em vigor tem reforçado a desigualdade no ambiente escolar, deixando muitos jovens negros e hispânicos de baixa renda para trás.

O antecessor de Bill de Blasio, Michael Bloomberg, estabeleceu um sistema educacional no qual alunos do oitavo ano poderiam se candidatar a qualquer escola de ensino médio da cidade, as chamadas high schools. Antes é preciso entender as diferenças na divisão de ensino nas escolas do Brasil e dos Estados Unidos. No padrão brasileiro, a ordem é ensino pré-escolar, ensino fundamental 1 (1° ao 6° ano), ensino fundamental 2 (7° ao 9° ano) e ensino médio (1° ao 3° ano). Já nos Estados Unidos, a ordem é pré-escola, elementary school (1°-5°), middle school (6° ao 8°), high school (9° ao 12°).

O problema é que as high schools de maior prestígio exigiam alta performance dos alunos em exames estaduais, provas ou portfólios de trabalhos da middle school. Como muitos negros e hispânicos de baixa renda passaram anos em escolas falidas, eles não conseguem entrar nas high schools de alto nível, que os prepararia para entrar na faculdade. E é por isso que a promessa de Bloomberg de dar uma real oportunidade para qualquer estudante frequentar uma boa escola falhou.

Segundo o New York Times, este sistema educacional não foi feito para os alunos de baixa renda, mas para manter os brancos de classe média nas escolas públicas. Até os que apoiaram o início deste sistema há 20 anos, agora reconhecem que ele promove a segregação racial. O isolamento que já acontece nas elementary schhols e nas middle schools acaba se perpetuando nas high schools.

Eric Nadelstern, que era o sub-secretário de Educação da cidade durante o mandato de Bloomberg, propôs recentemente que a cidade se livre do atual sistema para um em que as escolas decidam os alunos que vão entrar por sorteio. Outros defendem uma versão menos radical, aceitando jovens com uma bagagem escolar diferente da atual.

Os críticos também argumentam que Bill de Blasio deveria tomar atitudes urgentes em relação ao assunto. No entanto, o prefeito não deve tomar nenhuma medida agora, visto que está concorrendo à reeleição neste ano. No momento, o candidato não vai querer confusão com os professores e os eleitores de classe média.

Panfleto oficial do Ministério da Agricultura entregue na alfândega tem erro de português

0
Mensagem em panfleto trocou o verbo "traz" pela preposição "trás" e ficou sem sentido Foto: Divulgação

Mensagem em panfleto trocou o verbo “traz” pela preposição “trás” e ficou sem sentido Foto: Divulgação

Breno Boechat, no Extra

Um panfleto entregue pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na alfândega de aeroportos brasileiros contém um erro de português no texto. No informe, a mensagem alertando turistas e viajantes que desembarcam sobre os produtos cuja entrada é proibida no país apresenta, em vez de “traz”, do verbo “trazer”, a preposição “trás”, que tem significado totalmente diferente do desejado. “Cuidado com o que você trás para nosso país”, diz a mensagem. A gafe chamou atenção da professora Valéria Freitas de Figueiredo, do Instituto Federal do Rio de Janeiro, que recebeu o documento do filho, que voltava da Europa, na última segunda-feira, quando recebeu o aviso.

— Meu filho estava voltando de viagem e foi parado na alfândega porque estava trazendo patê de foie gras, sem saber que não era permitido. Foi quando entregaram pra ele esse aviso, com um erro crasso de português. É um erro que depõe contra o próprio país, já que é um documento oficial entregue na porta de entrada do país, onde chegam todas as pessoas que vêm de avião — comenta Valéria, que chegou a tentar contato com autoridades responsáveis, mas não teve sucesso.

O EXTRA entrou em contato com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para esclarecer a situação. A assessoria de imprensa do órgão federal, no entanto, não soube informar a procedência do informe e disse apenas que iria contactar o departamento de marketing. Até a publicação dessa reportagem, o ministério não se posicionou sobre o caso.

Go to Top