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5 livros que você precisa ler em 2018 para pensar fora da caixa

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Diversificar a leitura é segredo para pensar fora da caixa | Foto: Reprodução

Confira livros que você deve ler para liberar a criatividade e ser mais assertivo em seu desenvolvimento pessoal e profissional

Publicado no Em Tempo

Dizem que somos a média das 5 pessoas com quem passamos mais tempo, seja no sentido negativo ou positivo. Podemos dizer o mesmo dos livros, porque eles têm o poder de transformar. Isso é fato e talvez, você tenha vivido uma experiência desse tipo. O ano de 2018 está começando e que tal escolher 5 grandes livros para agregar valor à sua vida? Isso mesmo, os livros que você deverá ler esse ano para “pensar fora da caixa”.

 O escritor J.G. Brene, autor da trilogia “Johnny Bleas” (Editora Pandorga) selecionou os 5 livros que você precisa ler em 2018 para pensar fora da caixa. Segundo ele, para que isso aconteça, as pessoas precisam de livros instrutivos, de questionamento pessoal, e claro, livros de ficção. 

Brene explica que pensar fora da caixa está relacionado ao modo de pensar das pessoas. “Se lemos apenas livros de estratégias, finanças, empreendedorismo e crescimento pessoal ou de carreira, não conseguimos pensar fora da caixa, já que de certa maneira todos eles te mostram a mesma coisa sob perspectivas diferentes”, diz o escritor.

Ele acrescenta que quando diversificamos nossa leitura, com livros de ficção e de questionamentos, por exemplo, damos espaço para que nossa mente comece a pensar também fora da caixa. “Assim acontecerá conosco o mesmo que aconteceu com os grandes homens de sucesso!”

Veja abaixo a lista e a sinopse de alguns dos livros que o autor indica:


1. Libertando o Poder Criativo


Neste livro, Ken Robinson oferece uma visão sobre o que é criatividade no mundo educacional e dos negócios. Ele argumenta que pessoas e empresas no mundo todo lidam com problemas originados na escola e nas universidades, e que muitas pessoas param de estudar sem ter um conhecimento verdadeiro das suas capacidades criativas. “Libertando o Poder Criativo” tem como objetivo mostrar como e por que a maioria das pessoas perde a criatividade ao longo da vida escolar.

E ao discutir o que pode ser feito para resolver o problema, o livro aborda, entre outras coisas, questões como os problemas encontrados no sistema educacional, o tipo de inteligência necessária para o sucesso acadêmico e profissional e como as pessoas podem resgatar e desenvolver o potencial criativo e inovador.

2. Sete Leis Espirituais do Sucesso

Em “As Sete Leis Espirituais do Sucesso” Deepak Chopra expõe as leis naturais que, de acordo com a milenar sabedoria indiana, regem as relações entre homem e natureza, terra e cosmo, e explica detalhadamente cada um dos princípios que levam à satisfação do espírito e ao sucesso material, mostrando também como aplicá-los no dia a dia para alcançar uma verdadeira revolução interna e uma radical transformação da realidade exterior.

3. Inovação para o Crescimento

As novas e crescentes exigências e os inesperados desafios do mundo atual exigem que se pense de um jeito novo. Assim, a inovação é, hoje, um dos principais fatores que determina a competitividade de setores, países e empresas. Deve-se entender, porém, que inovação não é algo que ocorre apenas em países avançados e em indústrias de alta tecnologia.

O processo inovativo ocorre, principalmente, quando a empresa domina e implementa o design e a produção de bens e serviços que sejam novos para ela, independente do fato de serem novos ou não para seus concorrentes. Nesse contexto, grande parte das empresas reconhece que a inovação é fundamental para alcançar ou sustentar a competitividade em um mercado em acelerada transformação.

4. Uma Pergunta por Dia

Uma pergunta por dia convida você a registrar suas respostas a uma variedade de questões, das mais simples às mais complicadas, como “Para onde você quer fazer sua próxima viagem?” ou “Escreva a primeira linha da sua autobiografia”. Em cada página há espaço para cinco respostas, uma por ano, ao longo de cinco anos. Com o passar do tempo, quando voltar a um dia já anotado, o dono do diário encontrará seus pensamentos anteriores, num exercício divertido e construtivo de recordar e refletir. Depois das primeiras páginas fica impossível parar, e as possibilidades são infinitas: comece agora mesmo, não importa que dia é hoje; responda sozinho, com o melhor amigo ou com um grupo inteiro de amigos; um casal pode registrar junto suas respostas, cada um em seu livro ou num livro só. Respondendo, relendo, guardando para si ou compartilhando, a brincadeira funciona como uma verdadeira cápsula do tempo – termine um ano, inicie outro e redescubra a cada página um novo eu.

5. Trilogia de aventuras 

Órfão de pai e mãe, Johnny Bleas, tem uma vida confortável com seus tios, os Case, em uma fazenda no interior do estado. Até que ao acordar certa manhã e depara-se com a horrível cena de assassinato dentro de sua própria casa, a sincronia da sua vida se desfez e seu mundo começa a girar em meio a inesperadas desventuras. O triste som da morte abre as portas para algo que Johnny nunca poderia imaginar. Com o descuido de um passo em falso, ele é levado a uma nova dimensão, um novo mundo onde gnomos, castelos e piratas são apenas o começo. Um lugar mágico em que os enigmas do seu passado são revelados, onde o oculto que por tanto tempo dormiu, renasce e o assassino é descoberto em uma trama muito maior do que o esperado. Asterium, é o novo mundo, onde cada uma das peças do quebra cabeça se reconstitui, à medida que antigas peças se encaixam, novos mistérios nascem a partir de uma profecia que lhe defronta com o medo e a coragem de encarar um novo destino. 

Em novo livro, Mia Couto retoma sua trilogia sobre a memória

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O escritor. Primeiro livro da trilogia vendeu mais de 20 mil exemplares - Foto: Gabriela Biló/Estadão

O escritor. Primeiro livro da trilogia vendeu mais de 20 mil exemplares – Foto: Gabriela Biló/Estadão

 

Escritor comprova que o passado é quase sempre inventado

Ubiratan Brasil, no Estadão

Borboletas brilhantes tingiam de luz o rio durante a noite escura. “São as sombras da água”, diz um personagem do segundo livro da trilogia As Areias do Imperador, chamado justamente de Sombras da Água, em que o escritor moçambicano Mia Couto retoma a história de amor entre a jovem africana Imani e o sargento português Germano de Melo. A história se passa no fim do século 19, quando Moçambique está em guerra e o sul do país era governado por Ngungunyane, último líder do Estado de Gaza, o segundo maior império da África dirigido por um africano. Sobre a obra, Couto respondeu por e-mail às seguintes questões.

Sua escrita sempre é marcada pela poesia na prosa. Como funciona o efeito poético em uma obra polifônica como essa?

A poesia é um modo de abrir portas a essa multidão que foi sendo silenciada dentro de cada um de nós. Fomos perdendo o acesso a essa alteridade, mas a vida insiste em construir em cada um de nós uma identidade múltipla. O que quer dizer que o trabalho do escritor se cruza em duas direções aparentemente contraditórias: por um lado, é imperioso que ele encontre a sua própria voz (que deve ser única e singular). Por outro lado, essa voz deve dar vazão à multitude de vozes que moram dentro de nós. No meu caso, tenho o privilégio de ter nascido e viver em um país que é uma nação onde vivem muitas nações. Todas elas pedem para ser faladas, lembradas e cantadas. Em qualquer lugar do mundo, a obra de arte é sempre polifônica. Mas, no caso de Moçambique, essa pluralidade é uma marca claramente vincada.

O colonizador português é mostrado de formas diferentes neste segundo volume, com Germano e Ayres de Ornelas. Por quê?

Pareceu-me que era preciso sublinhar que não existiu uma categoria chamada “o colonizador” ou “os portugueses”. Neste segundo volume, criei um diálogo entre dois militares para mostrar que, do lado do colonizador, ocorriam visões díspares e em conflito. E não apenas distintas visões, mas olhares particulares. Por razões da sua paixão por uma mulher negra e africana, o personagem do sargento vai-se afirmando como uma figura singular e em confronto com o seu mandato de militar europeu.

A captura de Ngungunyane significa a fragilidade de um povo?

Foi uma vitória colonial e uma derrota para a soberania dos africanos. Mas, uma vez mais, esse imperador africano que tanto perturbava o domínio português era um peso fatal para algumas das etnias que ele subjugava. Existiam diversas fragilidades que aqui se conjugam: a de diferentes Áfricas, mas também ironicamente a dos próprios portugueses que derrotaram militarmente esse poderia militar que lhe fazia frente no sul de Moçambique. Mas eram vencedores com vitória hipotecada. Porque era uma vitória apressada, sujeita a uma enorme encenação midiática, para que os ingleses vissem que Portugal merecia um fatia desse apetitoso bolo que era o território africano.

A trilogia trata de uma figura que foi mitificada tanto pelos portugueses como pelos africanos. Como descrever essa figura sem privilegiar um dos lados?

Tive que contrariar a facilidade de ir buscar inspiração apenas nos documentos escritos, que foram todos eles deixados pelos portugueses. Visitei profusamente os territórios de Inhambane e Gaza, no sul de Moçambique, para recolher depoimentos orais que preservam a lembrança desse conturbado período. No ano passado, passei três semanas na ilha dos Açores, lugar onde foi exilado e acabou por morrer o imperador e três dignitários da sua corte. Ali, nessas terras lusas, esses quatro africanos penaram, mas também amaram e fizeram filhos. Hoje, há descendentes desses africanos em território português, gente mestiça, mas de nacionalidade portuguesa.

Nós somos muito aquilo que já fomos, você disse certa vez. Como saber disso a partir de versões provavelmente distorcidas?

As versões do passado não têm sempre que ser interrogadas do ponto de vista da veracidade. Quase sempre elas são reinventadas. Sucede o mesmo quando revisitamos um sonho. O seu relato nunca é fiel. Porque o relato de um sonho pedia um idioma inventado. A única solução é aceitarmos que cada um de nós somos muitos. E somos assim múltiplos no presente porque, no passado, fomos sempre vários. O poeta moçambicano dizia: eu não sou dividido; sou repartido.

J.K. Rowling confirma que Animais Fantásticos e Onde Habitam será uma trilogia

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Vai ter mais Newt Scamander vindo por aí.

Laysa Zanetti, no Adoro Cinema

J.K. Rowling confirmou: Animais Fantásticos e Onde Habitam, o filme estrelado por Eddie Redmayne que se baseia no livro homônimo ambientado no universo mágico, é apenas o primeiro de três. Isso mesmo! Este é o início de uma nova franquia de Harry Potter! Sem Harry Potter.

A autora divulgou a informação em seu Twitter na última segunda-feira (29) ao responder a pergunta de uma fã a respeito da peça teatral Harry Potter and the Cursed Child. “Você ouviu errado, temo eu”, escreveu Rowling sobre a história de que a peça seria transformada em um filme. “#CursedChild é uma peça. #FantasticBeasts, porém, serão 3 filmes!”

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Quando a adaptação foi anunciada em 2013, já havia o desejo de dar origem a uma nova franquia, mas até então nada havia sido dito oficialmente. Agora é comemorar e esperar! Dirigido por David Yates, Animais Fantásticos e Onde Habitam estreia no dia 17 de novembro.

BBC fará série para a TV das Fronteiras do Universo, trilogia de livros de Philip Pullman

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Publicado no Series do Momento

A trilogia composta por A Bússola de Ouro, A Faca Sutil e a Luneta Âmbar fizeram um enorme sucesso pelo mundo e agora se tornarão série pelo canal BBC, numa série de (inicialmente) 8 episódios, o próprio autor da série, Philip Pullman será um dos produtores executivos do show e diz que “Estou encantado com a ideia de uma versão televisiva de Fronteiras do Universo, estou especialmente satisfeito com o envolvimento de Jane Tranter, cuja experiência e imaginação são inigualáveis. E quanto à BBC, eles tem todo meu apoio, eu não poderia estar mais satisfeito com as notícias“.

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Para quem não conhece o universo literário de Pullman, ele traz Lyra, uma garotinha órfã que vive num universo paralelo em que a ciência, magia e teologia são interligados e cada pessoa possui um daemon, um animal que é parte da alma do humano que acompanha, até a puberdade os daemons tem forma variável e durante a adolescência esta se torna fixa. O melhor amigo, Roger, é sequestrado e a menina se envolve numa aventura que a leva conhecer mistérios do seu passado, novas pessoas, novos lugares, novos mundos e o grande mistério de uma partícula chamada Pó.

Já houve uma adaptação do primeiro livro da trilogia para um filme chamado A Bússola de Ouro, com Nicole Kidman e Daniel Craig.

Resenha: Sangue de Tinta

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Marcos Tavares, no PsychoBooks

Olá, Leitores!

O primeiro livro da trilogia Mundo de Tinta foi uma excelente leitura. A maneira como a autora guiou os personagens e construiu os cenários foi impressionante. Será que em Sangue de Tinta o nível de qualidade continuou?

1- Coração de Tinta | Resenha

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Sangue de Tinta

Cornelia Funke

Tradutor: Sonali Bertuol
Editora: Seguinte
Páginas: 559
ISBN: 9788535915761
Publicação: 2009

Sinopse:

Sangue de Tinta – “Sangue De Tinta” dá seguimento à aventura de Meggie e seu pai, Mo, um encadernador de livros que tem o estranho dom de dar vida às palavras dos livros que lê em voz alta, fazendo seres das histórias surgirem à sua frente como que por mágica. No primeiro volume da trilogia “Mundo De Tinta”, a língua encantada de Mo traz à vida alguns personagens de um livro chamado “Coração De Tinta”, e acaba mandando para dentro da trama a mãe da menina.
Agora, neste segundo episódio, Meggie dá um jeito de entrar ela mesma no mundo fictício de Coração de tinta, onde tem o prazer de encontrar fadas, príncipes e saltimbancos que dançam com o fogo; e o sofrimento de acompanhar as artimanhas de vilões cruéis e sem misericórdia. Uma jornada sombria, repleta de fantasia e aventura.

Comentários

Enredo
Em Coração de Tinta conhecemos Mo e Maggie, pai e filha que adoram livros mas escondem um dom relativo ao seu hábito de leitura. Enquanto no primeiro livro Mo usou o seu dom para trazer das páginas para o mundo real, personagens de uma aventura épica e fantástica, dessa vez teremos o oposto, com Meggie.

A jornada de Meggie começa quando ela resolve ir atrás de Dedo Empoeirado, que voltou ao universo mágico de onde se originou em busca de retornar à sua casa, à sua vila de origem. Porém, ao longo de sua jornada ela cruzará novamente com Cabeça de Víbora, o principal vilão do livro, que voltará a lhe atormentar em busca de poder. Junto com sua gangue, ele está disposto a fazer qualquer coisa para ter posse do livro mágico e finalmente deter todo o poder para si.

Enquanto isso, Dedo Empoeirado começa a rever parentes e amigos que deixou para trás. Quando cruza com um misterioso homem, ele descobre um segredo que pode colocar Meggie e Mo em risco e enfrenta o dilema de finalmente voltar para casa ou desistir disso e partir para ajudar seus amigos.

Narrativa
A narrativa é dividida em três pontos de vista: teremos inicialmente o de Meggie, que começa no mundo real e depois parte para coração de tinta; o de Dedo Empoeirado que está em busca de sua casa e a de Mo que se encontra em uma situação de perigo. Posteriormente, uma nova situação se forma e também é inserida na história.

Gostei da forma como a autora conduziu cada um dos personagens separadamente. Enquanto no primeiro livro tínhamos todos juntos em um núcleo compacto, neste podemos acompanhar a jornada e as motivações de cada um separadamente, ao mesmo tempo em que se evolui as relações entre eles.

Alguns personagens retornam para a história e novos surgem, sobretudo nos novos nichos abordados.

Manteve o mesmo nível que o primeiro livro?
Sem dúvidas, Sangue de Tinta mantém o mesmo padrão iniciado no primeiro livro da trilogia. As cenas de ação e fuga são quase constantes e se acentuam pelo fato de muitos dos personagens se encontrarem em situações de risco. A descrição dos cenários é um ponto a mais para a história. Em determinados momentos, sente-se realmente o clima do universo que a autora criou.

O final encaminha a narrativa para o seu desfecho no terceiro livro da trilogia, Morte de Tinta. Ainda há algumas perguntas pendentes na história, mas espero que a autora consiga responder todas elas no próximo volume.

Considerações
Se você gostou de Coração de Tinta, certamente irá adorar essa continuação. Mesmo tendo lido o primeiro livro há pouco, estava com saudades de revisitar os personagens e sobretudo o universo criado por Cornelia. Já estou ansioso para devorar o terceiro livro e saber quais os desfechos que a autora preparou.

Dedo Empoeirado ocultou por trás de um sorriso o medo que se espalhou em seu coração.
Página 272

4 Estrelas

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