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‘A Culpa É das Estrelas’ é banido de biblioteca escolar

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Os atores Shailene Woodley e Ansel Elgort em cena do filme 'A Culpa É das Estrelas' - Divulgação/VEJA

Os atores Shailene Woodley e Ansel Elgort em cena do filme ‘A Culpa É das Estrelas’ – Divulgação/VEJA

O livro foi proibido para crianças de 11 a 13 anos de uma escola da Califórnia

Publicado na Veja

O livro A Culpa É das Estrelas, do escritor americano John Green, foi banido das bibliotecas de uma escola pública da cidade de Riverside, na Califórnia. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, a proibição do romance que retrata o relacionamento de dois adolescentes com câncer e que foi adaptado para o cinema aconteceu após a reclamação da mãe de um aluno da Frank Augustus Miller Middle School. Karen Krueger afirmou que estava “chocada” com o fato de um livro que trata de morte e sexo estar disponível para crianças de 11 a 13 anos da unidade.

A escola reuniu um comitê e, por seis votos a um, decidiu remover as três cópias do romance de Green da biblioteca. Desde 1988, a unidade já recebeu 37 reclamações de pais que pediam que outros volumes fossem proibidos, mas só havia banido um livro até agora, The Chocolate War, de Robert Cormier, em 1996. De acordo com o site The Press Enterprise, que entrou em contato com a Frank Augustus Miller, A Culpa É das Estrelas ainda estará disponível nas bibliotecas de escolas de ensino médio da mesma rede.

Em sua página no Tumblr, John Green comentou a proibição. “Estou feliz porque, aparentemente, essas crianças de Riverside nunca vão ser testemunhas da morte já que elas não vão ler meu livro”, escreveu, em tom irônico. “Mas também estou triste porque eu esperava poder introduzir a ideia de que pessoas podem morrer a essas crianças e acabar com suas esperanças de imortalidade.”

50 tattoos incríveis inspiradas em livros

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Publicado por O Blog Voador

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Courtney Nagy / Via courtannenagy.tumblr.com
From The Little Prince.

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bellasugar.com
From Harry Potter.

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mightygirl.com
From Where the Wild Things Are.

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instagram.com
From Extremely Loud and Incredibly Close.

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tumblr.com
The eyes of Dr. T.J. Eckleburg from The Great Gatsby.

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weheartit.com
From Peter Pan.
(mais…)

Fã de Mia Couto expõe projeto que une fotografia e poesia em SP

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Tatiana Mendonça, na Folha de S.Paulo

A experiência começou com papel, tesoura e cola. Há cerca de dois anos, a jornalista e fotógrafa Mariana Caldas, 24, escreveu à mão o trecho de uma música que não saía de sua cabeça –“Graças a Deus, um passarinho /Vem me acompanhar/ Cantando bem baixinho/ E eu já não me sinto só/ Tão só, tão só”– e colou a declaração numa das fotos que tinha feito, para dar de presente.

Gostou tanto do resultado que resolveu explorar a ideia, mas de uma maneira mais simples, com a ajudinha do computador. Despretensiosamente, nascia, em julho de 2011, o Tumblr “Poeme-se“, que reúne cerca de 200 fotos de Mariana acompanhadas por trechos de poemas e letras de música.

Algumas das imagens voltaram à origem analógica para integrar a primeira exposição individual do projeto, que fica em cartaz até quinta-feira (6) no bar Kabul, na Consolação (centro de São Paulo). Os vinte e cinco quadros com fotos ampliadas estão à venda por R$ 80.

Criada em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, Mariana mora em São Paulo desde os 17 anos. Ela também faz quadrinhos e cartões postais com as fotos que estão no site. O e-mail para encomendas é [email protected] Os quadros custam R$ 35 (pequeno -15×23), R$ 45 (médio – 17×25) e R$ 65 (grande – 20×30) e os postais saem por R$ 7 cada um.

ABAIXO, LEIA ENTREVISTA COM A FOTÓGRAFA MARIANA CALDAS:

sãopaulo – Quando você fez o blog, já pensava numa exposição?
Mariana Caldas
– Não, tudo aconteceu meio do nada. Uma amiga com quem já trabalhei está fazendo a produção para o Kabul e aí me mandou um e-mail propondo a exposição, há cerca de um mês. Foi uma surpresa. Eu mesma selecionei as fotos. São cerca de 25 imagens, ampliadas no formato A3.

E o projeto, como nasceu?
Também foi de repente. Comecei a fotografar em 2010 e foi algo a que eu me entreguei totalmente. Foi uma coisa muito forte. Fiquei pensando em um jeito de mostrar isso. Um dia fiz uma colagem à mão mesmo, peguei uma foto minha e escrevi uma frase, depois colei na imagem e dei de presente. Ficou lindo, amei. Depois de duas semanas, estava em casa no domingo, sozinha, já eram 11h da noite e aí pensei: por que eu não faço isso no computador? Por que nunca tentei? Desde sempre anoto frases e já tinha muitas, fui resgatando umas coisas antigas… Aí fiz vários de uma vez.

Qual foi o primeiro?
Esse que eu dei de presente era: “Graças a Deus, um passarinho /Vem me acompanhar/ Cantando bem baixinho/ E eu já não me sinto só/ Tão só, tão só” [da música “Universo Ao Meu Redor”, de Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes]. E o primeiro que eu fiz digitalmente ainda está lá no site: “O silêncio não é a ausência da fala, é o dizer-se tudo sem nenhuma palavra”, de Mia Couto.

Como você costuma unir as fotos aos poemas?
Cada um é de um jeito. Às vezes fico anos sem fazer nada com uma foto e de repente vejo uma frase e lembro dela, sabe? E tem frases que tento colocar em várias fotos e não funciona… Aí revelo um filme novo e acabo achando a foto [para a frase]. É uma coisa muito doida. Elas se escolhem, também… Mas é principalmente essa coisa de lembrar. Anoto as frases em caderninhos espalhados pela vida e aquilo fica na minha cabeça.

Existe poesia em São Paulo?
Existe muita poesia. As pessoas estão cada vez mais querendo dar amor a São Paulo e assim as coisas vão ficando mais possíveis. A gente é muito castigada aqui, é muito difícil para todo mundo, mas, ao mesmo tempo, tem muita gente incrível fazendo um monte de coisa. Essa energia está no ar de alguma forma. Isso é o mais louco.

A cidade te inspira?
Acho que sim, por tudo que a gente pode viver aqui… É um lugar onde você consegue ter experiências muito fortes. A inspiração é correr atrás do que você quer. Minhas fotos têm um pouco da coisa da cidade, mas também estão meio fora disso. Muitas são ligadas à natureza, como se fosse uma fuga desse turbilhão. É um portal que leva para outro lugar por alguns segundos.

Quais são seus autores favoritos?
Meu autor preferido é Mia Couto, sem dúvida. Ele mudou minha vida, tem o antes e o depois. Mas têm outros autores muito importantes, como Paulinho da Viola. E daqui de São Paulo gosto muito de Paulo Vanzolini.

Literatura na pele

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Um tumblr bem bacana para quem é fã de literatura e tatuagens é o The Word Made Flesh (em tradução livre, “Carne feita de palavras”). Ele traz uma coleção de tattoos com temáticas literárias, como trechos de livros e referências a autores.

 

Esta é de As aventuras de Huckleberry Finn, de Mark Twain. Ela diz:

NOTICE: Persons attempting to find a motive in this narrative will be prosecuted; persons attempting to find a moral in it will be banished; persons attempting to find a plot in will be shot.

By Order of the Author, per G.G., Chief of Ordnance

 

Já esta é de On the road, de Jack Kerouac. Ela diz:

the was nowhere to go
but everywhere

"I hope you care to be recalled to life?"
And the old answer:
"I can't say."
A Tale of Two Cities by Charles Dickens
Done by Steve at Providence Tattoo, Providence, RI
"I hope you care to be recalled to life?" 
And the old answer: 
"I can't say."
A Tale of Two Cities by Charles Dickens
“It was a bright cold day in April, and the clocks were striking thirteen.” -George Orwell (1984)This book changed my view of the world. 

“It was a bright cold day in April, and the clocks were striking thirteen.” -George Orwell (1984)

This book changed my view of the world.

Confira mais tattoos no tumblr tattoolit.com.

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