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Best-seller juvenil vira minissérie na Globo com empurrão de Manoel Carlos

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Laura Neiva (esq.) vive personagem inspirada na 'narradora-conselheira' de Isabela Freitas

Laura Neiva (esq.) vive personagem inspirada na ‘narradora-conselheira’ de Isabela Freitas

Gabriela Sá Pessoa, na Folha de S.Paulo

Um dos 410 mil exemplares vendidos do best-seller “Não se Apega, Não”, da autora mineira Isabela Freitas, foi parar nas mãos de Manoel Carlos. O livro saiu em 2014, pela Intrínseca, e a sequência, “Não se Iluda, Não” foi publicada recentemente pela mesma editora.

Maneco, autor de novelas globais como “Mulheres Apaixonadas”, gostou do que leu: histórias confessionais sobre relacionamentos e conselhos para dar a volta por cima em términos (“em caso de dor, desapego por favor”, diz um deles).

Tanto que convidou a moça de 24 anos para um café no Rio. A proposta: adaptar o texto para a televisão.

O resultado estreia neste domingo (8) no “Fantástico”, da TV Globo. Serão seis episódios de dez minutos, em que as desventuras amorosas da garota viraram esquetes protagonizadas por Laura Neiva, José Loreto e Rafael Vitti, destaque da última temporada de “Malhação”.

Antes de chegar aos atores, porém, o texto passou pelas mãos das roteiristas Juliana Peres e Mariana Torres, colaboradoras de Maneco há dez e seis anos. A dupla assina, pela primeira vez, uma produção sozinha.

O que Manoel Carlos —criador de oito Helenas, um dos personagens femininos mais longevos da TV—, encontrou de novidade na maneira com que Isabela Freitas aborda o universo das mulheres?

“Talvez nada que já não tenha sido feito, até mesmo por mim”, diz ele. “Mas no caso da Isabela, oriunda de um universo que eu pouco conheço, o que me cativou foi a maneira direta de se expressar, com a convicção de estar falando às pessoas certas, capazes de entendê-la.”

Coisa que a jovem escritora diz ver pouco na televisão. “Outro dia vi uma reportagem, falando que a TV está muito velha, com programação para pessoas mais velhas”, comenta ela. “O jovem tem muita vontade de ter voz na TV, por isso recorre à internet, ao YouTube.”

MAIS RÁPIDO

O ambiente virtual ela domina como a palma da mão. Seu site diz contabilizar 100 mil visitas diárias e sua página no Facebook é seguida por 406 mil pessoas.

A maneira com que Isabela se comunica com seu público foi algo que as roteiristas tentaram desvendar.

Habituadas a escrever novelas, as roteiristas contam que precisaram adaptar suas técnicas de escrita para “Não se Apega, Não”.

O fluxo “muito mais rápido” da narrativa, diz Juliana Peres, exige que o gatilho de uma cena esteja “dentro” da que a antecedeu, sem tempo para passagens.

A agilidade do texto, para Mariana, é o “mistério do talento e do sucesso” de Isabela Freitas. “Ela encontrou uma maneira de se comunicar com o público jovem, que é muito difícil”, afirma.

Com quatro anos de experiência como blogueira e escritora, Isabela dá a letra: o segredo da fama em tempos de “youtubers” é manter a autenticidade, “sem forçar ser o que você não é”.

“Sendo autêntico, direto e sincero, sem ficar pensando no que vai falar, sem se prender muito a roteiros”, conta. “As pessoas vão gostar e se sentir próximas”, acredita.

Pontuação serve para organizar e dar fluidez a um texto

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Professor Vicente Santos explicou função dos sinais na escrita.
Vìrgula, exclamação, reticências e ponto e vírgula foram abordados.

Publicado por G1

1A pontuação na linguagem funciona como uma espécie de sinalização, guiando e organizando o texto a ser lido. Como num trânsito, os sinais apontam onde deve haver pausas ou o que chama a atenção. O assunto foi tema da reportagem de português do Projeto Educação desta quinta-feira (19), com o professor Vicente Santos.

Se, mesmo com toda a sinalização, o trânsito nas cidades já é complicado, imagine sem. Assim como no tráfego de veículos, no texto os sinais dão ritmo, fluidez e evitam confusão. “A pontuação é superimportante. O texto mal pontuado se torna ininteligível. Não é possível compreender as ideias do texto”, alertou o professor.

Duas exposições que estão sendo realizadas pelo Museu Murillo La Greca, no Recife, são marcadas pela letra, pelo texto e também pela pontuação. Um dos sinais mais importantes é a vírgula. “Ela indica uma pequena pausa, na fala e, naturalmente, na escrita. Como exemplo, temos: ‘um homem para ser respeitado tem que ser médico, advogado, engenheiro, sei lá mais o que’. Veja que há varias pausas ascendentes. É a hora exata de usar vírgula”, explicou Vicente. A vírgula ainda serve para separar o aposto explicativo, um vocativo ou adjunto adverbial deslocado.

Professor Vicente Gomes falou dos pontos em português (Foto: Reprodução / TV Globo)

Professor Vicente Gomes falou dos pontos em português
(Foto: Reprodução / TV Globo)

O ponto e vírgula, no português, funciona mais como ponto do que como vírgula, segundo Vicente Santos. “Na incerteza, na dúvida, o aluno opta pelo ponto. É muito normal o uso após algumas vírgulas ou quando percebo que há ideias compostas”. Ainda há outros sinais, como, por exemplo, o de exclamação. “Num texto escrito, é possível colocar a emoção, o entusiasmo, a surpresa. Essa é a hora da exclamação. ‘Felicidades!. Parabéns! Que horror!’”.

Na hora em que se vai citar alguém, é preciso usar dois pontos. “’Já afirmara Rui Barbosa: a pátria não é ninguém, são todos’. Outra situação é quando se quer criar uma expectativa ‘precisamos de duas coisas: da vida e da liberdade’”, exemplificou Vicente. Quando são três pontos seguidos, há as reticências, usadas para indicar que a frase não termina, que a pessoa hesita, está insegura.

Poesia de Drummond ajuda a entender assuntos de português

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Professor Nestor Accioly interpretou a poesia “Caso Pluvioso”.
Boa interpretação começa com a leitura do título do texto.

Publicado por G1

1A poesia de Carlos Drummond de Andrade, além de encantar quem a lê, pode servir para a explicação de conceitos de análise sintática, morfológica e interpretação de texto da língua portuguesa. Nesta quarta-feira (11), o professor Nestor Accioly mostrou detalhes do poema “Caso Pluvioso”, na reportagem do Projeto Educação.

Uma boa interpretação de texto começa com a leitura do título. Em “Caso Pluvioso”, já podemos notar a relação com a água. “A leitura do título é fundamental porque, se você entende bem o título, você vai começar a entrar no texto com muito mais cuidado. [O título é formado por] um substantivo e um adjetivo. São chamados de nomes e há uma concordância nominal”, destacou o professor.

Há muito mais nos versos que se seguem. “A chuva me irritava”. Nestor Accioly explica: “Eu tenho um sujeito, ‘chuva’, com um adjunto adnominal, ‘a’. Tenho um verbo transitivo direto, ‘irritar’, e tenho o pronome ‘me’, usado em próclise, que funciona como objeto direto”.

Professor Nestor Accioly ajudou na interpretação (Foto: Reprodução / TV Globo)

Professor Nestor Accioly ajudou na interpretação
(Foto: Reprodução / TV Globo)

O poema continua até uma de suas mais famosas frases: “Até que um dia descobri que maria é que chovia.” “’Até que um dia’ dá um elemento temporal. Em ‘descobri’, veja que o eu lírico está usando a primeira pessoa, então há a função emotiva da linguagem. E descobri o que? Que maria é que chovia. Observe que esse ‘é que’ não tem valor nenhum, a não ser o de embelezar a frase. O verbo ‘chover’ é intransitivo, não precisa de complemento, se basta, é completo. E é impessoal, não possui sujeito. Mas veja o que Drummond diz, ele pessoaliza o verbo: ‘maria é que chovia’. Mas o verbo ‘chover’, como indica fenômeno da natureza, é um verbo impessoal”, disse o professor.

No verso “A chuva era maria”, encontra-se uma estrutura de equivalência. E também é preciso perceber que a palavra ‘maria’ aparece escrita com letra minúscula. “Quando estou estudando poesia, estou estudando uma arte fonética. A poesia é para ser ouvida, como a música também. Mas a poesia, neste caso, está sendo lida. Então, “Maria”, para quem está ouvindo, é um substantivo próprio. Mas, quando eu vou ler, ou seja, partir de uma arte fonética para uma arte visual, vejo que ‘maria’ está com letra minúscula. ‘Maria’ é substantivo próprio, mas é um nome comum. Então, quando ele disse que ‘maria é que chovia’, posso entender que ‘maria’ representa qualquer mulher que machuca a vida do sujeito”, destacou Nestor Accioly.

O professor ainda revelou que essa passagem de Drummond não é machista, que pode ser aplicada aos homens também. Afinal, no poema em que o escritor diz: “E agora, José?”, a palavra “José” se refere à situação dos seres humanos em geral.

Bienal do Livro do Rio homenageia Ziraldo e cria espaço sobre futebol

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Publicado por UOL

Entre os dia 29 de agosto e 8 de setembro o Rio recebe a 16ª edição da Bienal Internacional do Livro. Para 2013, a programação cultural do evento traz novos espaços temáticos, diversos lançamentos de livros, mais de 100 sessões de debates e bate-papos, cerca de 950 expositores e homenagem à Alemanha.

Principais lançamentos na 16ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro

"CASAGRANDE E SEUS DEMÔNIOS", de CASAGRANDE e GILVAN RIBEIRO: A dez meses da Copa do Mundo no Brasil, nunca tantos livros sobre futebol foram editados no país e um deles é esse em que o ex-jogador do Corinthians e comentarista da TV Globo revela ao jornalista Gilvan Ribeiro todo o seu declínio por causa do vício em cocaína e heroína e seu restabelecimento Reprodução

“CASAGRANDE E SEUS DEMÔNIOS”, de CASAGRANDE e GILVAN RIBEIRO: A dez meses da Copa do Mundo no Brasil, nunca tantos livros sobre futebol foram editados no país e um deles é esse em que o ex-jogador do Corinthians e comentarista da TV Globo revela ao jornalista Gilvan Ribeiro todo o seu declínio por causa do vício em cocaína e heroína e seu restabelecimento Reprodução

"1889", de LAURENTINO GOMES: O jornalista e escritor fecha a trilogia sobre o século XIX no Brasil. Na nova obra, ele narra os eventos que antecederam e vieram logo em seguida à proclamação da república. "Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República" é o subtítulo do livro e que já diz um pouco o que o leitor encontrará Divulgação

“1889”, de LAURENTINO GOMES: O jornalista e escritor fecha a trilogia sobre o século XIX no Brasil. Na nova obra, ele narra os eventos que antecederam e vieram logo em seguida à proclamação da república. “Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da Monarquia e a Proclamação da República” é o subtítulo do livro e que já diz um pouco o que o leitor encontrará Divulgação

"O PODER DA PERSONALIDADE DE JESUS", de MARK W. BAKER: O terapeuta e autor do best-seller "Jesus, o maior psicólogo que já existiu", lança no Brasil nova obra em que pretende mostrar que o poder de Jesus não residia em sua capacidade de dominar as pessoas, mas em sua habilidade de transformá-las por meio da generosidade. Na Bienal do Rio, o escritor tem um encontro com o público no dia 8 de setembro, às 15h Divulgação

“O PODER DA PERSONALIDADE DE JESUS”, de MARK W. BAKER: O terapeuta e autor do best-seller “Jesus, o maior psicólogo que já existiu”, lança no Brasil nova obra em que pretende mostrar que o poder de Jesus não residia em sua capacidade de dominar as pessoas, mas em sua habilidade de transformá-las por meio da generosidade. Na Bienal do Rio, o escritor tem um encontro com o público no dia 8 de setembro, às 15h Divulgação

O Riocentro, na Barra da Tijuca, será o ponto de encontro entre público e escritores de diversas regiões do mundo, com 29 autores estrangeiros. Os espaços Café Literário, Mulher e Ponto, Encontro com Autores e Conexão Jovem, já conhecidos de outras edições, trazem para os visitantes a presença de nomes como Zuenir Ventura, Lya Luft, Thalita Rebouças, Marcelo Rubens Paiva, Nicholas Sparks, Mia Couto, entre tantos outros.

No clima de Copa do Mundo, a Bienal do Livro inaugura o espaço Placar Literário, com curadoria do jornalista João Máximo. Literatura e futebol serão os temas abordados nos debates e conversas com o público. Autores que tem o futebol como tema de sua ficção estarão presentes, além de jornalistas e personalidades do meio.

Para o público jovem, a novidade é o espaço Acampamento na Bienal, onde o visitante terá a oportunidade de conhecer grandes autores e personalidades em bate-papos sobre tecnologia e cultura de convergência (o livro que vira filme, que vira game, etc.).

O público infantil também é contemplado com um novo espaço dedicado aos pequenos leitores. O Planeta Ziraldo, em homenagem ao cartunista, apresenta diariamente espetáculos adaptados de textos do autor e apresentados pelo personagem Menino Maluquinho.

Veja os destaques da programação da Bienal do Livro do Rio.

Serviço
16º Bienal Internacional do Livro do Rio
Quando: De 29 de agosto a 8 de setembro de 2013. Dia 29 de agosto de 13h às 22h; dias de semana de 9h às 22h e fins de semana de 10h às 22h.
Onde: Riocentro – Av. Salvador Allende, 6555 – Barra da Tijuca.
Quanto: R$14 (inteira) e R$7 (meia).
Pontos de venda: www.ingressomais.com.br e no local do evento.
Mais informações: www.bienaldolivro.com.br

Livro sobre o tuiteiro Rene Silva esgota em cinco horas no Alemão

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Marcelo Sperandio, na Época

Rene Silva (Foto: Wagner Meier/Agência O Globo)

Rene Silva (Foto: Wagner Meier/Agência O Globo)

Depois de interpretar a si mesmo na novela Salve Jorge, no horário nobre da TV Globo, Rene Silva é o protagonista de “A Voz do Alemão”, livro que conta a sua trajetória. Em 2010, o jovem ficou conhecido em todo o Brasil por ter narrado pelo Twitter a ocupação policial do Complexo do Alemão, na capital fluminense.

Escrito pela jornalista Sabrina Abreu (editora nVersos), o livro foi lançado na semana passada no Rio de Janeiro. Houve um segundo lançamento no sábado, no Complexo do Alemão, onde Rene vive. Ele comemora o resultado: “Os 30 livros que colocamos para vender no Alemão esgotaram em cinco horas.

A procura é maior do que esperávamos”, diz. Na semana que vem, Rene vai colocar mais 200 livros para vender no complexo de favelas. “Vamos colocar 100 exemplares na barraca de souvenir da estação Palmeiras do teleférico e outros 100 no Bistrô de cervejas importadas da Nova Brasília”. Aos 19 anos, Rene publica notícias sobre favelas cariocas no site Voz das Comunidades.

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