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Postar no Twitter sobre tema da aula ajuda no aprendizado, diz pesquisa

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Pesquisa da Universidade de Miami ouviu 145 universitários.
G1 ouviu estudantes sobre o tema: maioria acha difícil manter o foco.

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Publicado no G1

Mandar mensagens de texto e tuitar durante a aula podem ajudar os estudantes a se concentrarem e a entenderem melhor o conteúdo das disciplinas, segundo conclusão de pesquisa feita pelo professores Jeffrey H. Kuznekoff e Scott Titsworth, da Universidade de Miami-Middletown.

O estudo foi feito com 145 universitários americanos concluiu que usar o celular durante a aula pode ser benéfico se tiver relação com o conteúdo da disciplina. Entretanto, o levantamento aponta que alunos que usaram o celular fora desse propósito tiraram notas mais baixas do que aqueles que se mantiveram focados no tema.

Em entrevista ao G1, o autor Jeffrey H. Kuznekoff, professor de Comunicação, explica que a pesquisa surgiu da dúvida de como as notas finais dos estudantes são influenciadas pelo uso dos celulares na sala de aula.

“Se eu fosse um estudante universitário e me mostrassem que mandar mensagens de texto no celular durante a aula pudesse me prejudicar, isso me ajudaria a evitar o telefone na sala de aula”, explica o professor.

Os pesquisadores testaram os estudantes pedindo para que eles respondessem a mensagens de texto sobre o conteúdo dado na sala de aula. Também foi pedido para que os universitários variassem a forma das mensagens, podendo ser uma resposta a outra mensagem ou a composição de uma nova.

A partir da pesquisa foi estabelecida uma relação direta entre fazer anotações durante a aula e o engajamento nas mídias sociais.

Isso porque, segundo os pesquisadores, ao escreverem sobre o conteúdo da aula em mensagens de texto ou no Twitter, os alunos têm um comportamento semelhante ao de tomarem notas no caderno: estão focados no que estão fazendo, processam palavras-chaves e memorizam o que é mais relevante.

BUSCA POR INTERAÇÃO IDEAL NO CELULAR

Para Kuznekoff, a interação online dos estudantes com o conteúdo da aula ainda não é a ideal e será necessária muita experimentação dos professores para ver o que realmente funciona de maneira significativa.

Ainda assim, o especialista enxerga algumas atitudes que já podem ser adotadas em salas de aula, como postar dúvidas ou comentários no Twitter para o professor responder.

“Outra maneira dos estudantes interagirem com a disciplina é postando questões antes da aula ou, em alguns casos, usando aplicativos específicos durante a aula para ajudá-los a interagirem com o conteúdo”, completa Kuznekoff.

Mas enquanto os alunos parecem mais abertos às novas inovações nas salas de aula, muitos professores ainda são contra o uso de celulares enquanto explicam a matéria – inclusive o autor da pesquisa.

“Eu também não gosto quando meus estudantes usam seus celulares durante a aula, mas não posso impedir que eles os levem”, admitiu.

Kuznekoff acredita que os professores devem usar a tecnologia para complementarem suas aulas. “Em uma das minhas aulas, por exemplo, eu poderia pedir aos meus alunos procurarem material extra em seus telefones e usar essas informações para nossa discussão”, aponta o professor.

PESQUISA APONTA PREJUÍZOS DO CELULAR NA SALA DE AULA

Entretanto, a pesquisa de Kuznekoff e Titsworth aponta que mandar mensagens sem relação com o conteúdo da aula ou com muita frequência pode interromper o aprendizado.

O estudo também indicou que aqueles que tuitam com frequência sobre assuntos não relacionados a aula tiram notas mais baixas do que aqueles que postam o que estão absorvendo na rede social.

Editoras mais populares do Twitter (44)

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Sérgio Pavarini

O relatório de lucros trimestrais do Twitter revelou a quantia paga pela empresa no início do ano na aquisição do Periscope e da Niche: US$ 86 milhões. E pra que raios serve isso?

Basicamente, o Periscope é um aplicativo que permite fazer transmissões ao vivo em vídeo. Ontem (11) o app recebeu uma nova atualização, tornando-o acessível para quem não está no Twitter. Basta fornecer o número de telefone para entrar no Periscope, sem necessidade de ter conta na microrrede.

Sim, na hora que conseguimos descobrir possibilidades de uma rede social, outra já vem com algo novo para nos envolver de formas inimagináveis há alguns anos. Com disposição e paciência, logo a gente se acostuma. 🙂

E vamos ao nosso ranking de popularidade no Twitter. Esta edição não trouxe nenhuma alteração. Algumas editoras cresceram mais que outras, porém todas estão na mesma posição do mês passado. Em junho a gente confere novamente.

Ranking Maio

1.  109.000 Intrínseca @intrinseca

2.  103.000 Mundo Cristão @mundocristao

3.    86.500 Editora Rocco @editorarocco

4.    82.600 Companhia das Letras @cialetras

5.    59.900 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

6.    57.700 Novo Conceito @Novo_Conceito

7.    56.200 Editora Saraiva @editorasaraiva

8.    52.500 Editora CPAD @EditoraCPAD

9.    50.500 Galera Record @galerarecord

10.  48.000 Editora Autêntica @Autentica_Ed

11.  47.800 Editora Record @editorarecord

12.  47.200 Editoria Arqueiro @editoraarqueiro

13.  43.900 Sextante @sextante

14.  38.500 Editora Leya @EditoraLeya

15.  36.200 Cosac Naify @cosacnaify

16.  35.500 Suma de Letras @Suma_BR

17.  32.400 Editora Nemo @editoranemo

18.  32.200 Casa Publicadora @casapublicadora

19.  29.000 L&PM Editores @LePM_Editores

20.  29.000 Editora RT @revtribunais

Ranking atualizado em 11/5

Autora de Harry Potter faz post motivador e fala o que acha dos brasileiros

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j k rowling

J.K. Rowling é ou não é uma diva?

Publicado no Adoro Cinema

Os livros de Harry Potter chegaram ao fim e Animais Fantásticos e Onde Habitam (trilogia baseada no livro didático usado em Hogwarts) ainda nem estreou, mas J.K. Rowling não para de surpreender seus fãs.

Recentemente, a autora de Harry Potter voltou a responder seus leitores no Twitter e mostrou, mais uma vez, que é humilde e uma pessoa digna de ser admirada.

Todo mundo que já passou por uma situação complicada, sabe como é difícil seguir em frente. Na última segunda-feira, um fã angustiado escreveu para J.K. Rowling, esperando, provavelmente, ser ignorado.

“Pode ser que isso se perca no limbo… mas o que você diria a alguém que não conseguiu encontrar significado e quer finalmente desistir?”. Ao contrário do que muitos podem ter pensado, Rowling tirou um tempo para dar atenção a uma pessoa necessitada e ofereceu conforto, enviando algumas imagens inspiradoras:

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“Eu diria: olhe para isso, e isso, e até mesmo para isso”, escreveu a escritora, e continuou:

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“E eu diria, o mundo é cheio de coisas maravilhosas que você ainda não viu. Não desista da chance de vê-los”.

Ela é ou não é uma diva? Rowling já havia falado abertamente sobre sua própria batalha com a depressão, que foi particularmente ruim quando tinha vinte anos, era uma mãe solteira vivendo na pobreza e tentando fazer com que Harry Potter fosse publicado.

Além de oferecer consolo para este e para muitos outros fãs na mesma situação, a criadora de Harry ainda respondeu a mais uma mensagem:

“Eu sei que você recebe toneladas de tweets, mas uma pergunta rápida: por que você tem tantos brasileiros gritando coisas aleatórias para você?”.

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Ao que Rowling, respondeu: “Porque brasileiros são maravilhosos”.

Quem aí ficou emocionado? Depois dessa, só falta a autora aparecer por aqui na nossa terrinha, né? Vem, J.K., estamos te esperando!

 

Escritores revelam novidades sobre livros e vida pessoal em contas do Twitter

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twitter

Posts falam sobre personagens de best-sellers, confissões sobre a ansiedade de ser pai, discussão com internautas e citações sem crédito

Bossuet Alvim, no Divirta-se

Em 140 caracteres, autores consagrados podem sintetizar suas obras ou compartilhar com admiradores o que há de peculiar, curioso e bem-humorado por trás de um best-seller. Essa última opção contribui para o inesgotável estoque de piadas da internet. A primeira amplia as possibilidades de interpretação de um livro e revive, via timeline, a noção de história em aberto na produção literária. Em variações do que aplicam ao papel ou e-book, escritores podem usar o Twitter para divulgar discursos políticos da vida real que complementam ficções incabíveis ou para revelar o fim de personagens secundários. Afinal, o destino do cão de três cabeças que apareceu em poucas páginas não é relevante para a franquia Harry Potter, mas, quando revelado pela autora no Twitter, torna-se aperitivo de sabor inestimável para milhões de fãs da série. Criada em 2006 e transformada em ferramenta global pelos três anos seguintes, a rede de microblog funciona como exercício para os que mantêm o hábito de manusear palavras – e interesse do público – sob o desafio da restrição de espaço. Seguimos algumas contas de escritores que merecem seu follow, e o resultado está resumido ao lado.

(JEFFREY DEANNOY /REUTERS)

(JEFFREY DEANNOY /REUTERS)

Irvine Welsh (@IrvineWelsh)
Autor de Trainspotting (1993), que deu origem ao cultuado filme homônimo de Danny Boyle, o escocês comenta com leitores suas viagens e sua produção literária e também para teatro, cinema e TV. As referências ao livro de estreia do autor são tão recorrentes que a conta de Welsh na rede de microblog serve como compilação das inúmeras formas bem-humoradas com que ele tenta se livrar do título. “Jornalistas italianos: ‘Quando teremos Trainspotting 2’? Eu: ‘Não sei. Talvez em breve, talvez nunca’. Jornalistas italianos: ‘Então talvez em breve!’ Eu: ‘Aaaaagh!’”.

(VINCENT KESSLER/REUTERS)

(VINCENT KESSLER/REUTERS)

Joyce Carol Oates (@joycecaroloates)
Aos 77 anos, Oates é usuária prolífica que parece encontrar tempo para escrever em qualquer plataforma. A marca de ao menos um tuíte diário é surpreendente para quem se encarrega de lançar no mínimo um livro por ano desde 1964. Mais de 60 romances publicados em meio século tornaram a norte-americana conhecida pela visão crítica com que destrincha o cotidiano de seu país. Na internet, não é diferente: os comentários mais recentes vão da análise sobre protestos antirracismo em Baltimore ao embate entre escritores de ficção e autores de biografias. Indicada ao Pulitzer por Blonde (2000), em torno de Marilyn Monroe, ela tuitou: “Escritores de ficção esperam que a ‘não-ficção’ seja apenas isso: não ficção! O coração murcha quando alguém lê uma versão obviamente ficcional de um fato”.

(ALFREDO ESTRELLA/AFP)

(ALFREDO ESTRELLA/AFP)

Salman Rushdie (@salmanrushdie)
Sem temer a polêmica, o britânico de origem indiana usa o perfil para debater de política a literatura. Costuma replicar mensagens que julga relevantes e comenta aquelas das quais discorda. Recentemente, Rushdie apoiou a controversa indicação do jornal satírico Charlie Hebdo ao prêmio máximo da organização não governamental Poetas, Ensaístas e Novelistas (PEN International). Defende a publicação francesa, acusada de xenofobia e racismo, com a propriedade de quem foi condenado à morte pelo regime iraniano após a publicação de Os versos satânicos (1988). “Você já leu um exemplar do Charlie Hebdo? Todas as religiões são satirizadas”, diz a um seguidor. Diante de um tuíte que mandava o escritor “se f…”, responde: “Obrigado, mande uma foto sua e nós veremos se podemos combinar”.

(RENATO PARADA/DIVULGAÇÃO)

(RENATO PARADA/DIVULGAÇÃO)

Daniel Galera (@ranchocarne)
De carreira literária nascida e criada na internet, o paulistano finalista do Prêmio Jabuti usa a ferramenta de microblog com a amplitude que cabe aos que acompanharam de perto o avanço das redes sociais. Games, música, cinema, política: o Twitter de Galera é espaço multimídia em que se propagam links para conteúdo recém-descoberto por ele, recomendações de obras conhecidas e outras nem tanto, além de comentários imediatos sobre o noticiário. Na timeline do autor de Mãos de cavalo cabem reflexões sobre atualidades (“Transplante de cabeça. Se não é 1º de abril atrasado, é a coisa mais demente e fascinante que ocorrerá em muito tempo”), divagações sobre a cena pop (“Também adorei o Boyhood do Linklater, mas abrir filme com música do Coldplay, plmdds, isso não se faz, bota aviso, meu amigo”) e acenos bem encaixados à produção cultural fora do mainstream (“Bom artista: Tristan Hone. Assisti ao vivo ontem e ainda estou me recuperando”).

(GLYN KIRK /AFP)

(GLYN KIRK /AFP)

Neil Gaiman (@neilhimself)
O inglês é tão intenso no Twitter quanto tem se mostrado nos últimos 30 anos como autor de HQs, romances ou roteiros para cinema e TV. Aos 2,22 milhões de seguidores do pai de Sandman, o Twitter revela uma persona pública tão intrigante quanto sua própria obra. Sabe-se que o autor de Coisas frágeis está “não apenas excitado”, mas de fato (mais…)

Professor: 10 maneiras de usar o Twitter na sala de aula

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Incentivar o debate de ideias e acompanhar as dúvidas dos alunos são duas funções que esta plataforma pode te ajudar a executar. Entenda como

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Publicado em Universia Brasil

Em meio a tantas inovações tecnológicas, é compreensível que os docentes tenham vontade de usar as novas ferramentas para aprimorar seus métodos de ensino e aproximar-se dos alunos, com o objetivo de garantir que estão estimulando o desenvolvimento intelectual da sua classe. No entanto, justamente por existirem tantas novidades, é comum que eles se sintam perdidos, sem saber muito bem como, por exemplo, as redes sociais podem se transformar em plataformas educativas.

Para te ajudar a perceber novos usos das ferramentas online, a Universia Brasil reuniu 10 maneiras que você pode usar o Twitter na sala de aula, separando-as em três atividades diferentes. Confira a seguir e reflita sobre os modos como você pode aplicar a tecnologia e as mídias digitais nas suas aulas:

Discussão sobre livros e produção textual

1 – Imagine que vocês estão lendo, em conjunto, o livro “Apanhador no Campo de Centeio”. Para que eles anotem suas impressões e criem um ambiente para discutir, por exemplo, se Holden Caulfield é um narrador em quem podem confiar, por que não pedir que eles façam registros na rede social usando uma hashtag específica? Outra possibilidade ainda é tweetar o que eles imaginam que suas personagens preferidas diriam em determinadas situações, se elas tivessem acesso a internet. Deste modo, você estimula a leitura e a colaboração entre os estudantes.

2 – Para incentivar a comunicação, a produção textual e o trabalho em equipe de uma maneira divertida, você pode pedir para que a classe escreva uma história de modo cooperativo. Cada um compartilha um pedaço da narrativa e, ao final, vocês poderão ler e discutir as contribuições de cada um na sala de aula.

3 – Quer treinar a clareza e a concisão dos textos dos alunos? Peça então que eles escrevam um microconto nos 140 caracteres disponíveis no Twitter. Este será um grande desafio que obrigará seus estudantes a pensar sobre cada palavra que acrescentará na história, assim como a planejar bem sua trama.

Debate de ideias

4 – Para discutir uma notícia recente ou um tema que apareceu na última aula, faça perguntas provocativas e solicite que eles compartilhem suas opiniões usando uma hashtag ou marcando o perfil da sala. Criando este fluxo de postagem, você permite que os alunos leiam os tweets um dos outros, engajando-os nas discussões e fazendo com que construam juntos um parecer sobre a situação em questão.

5 – Caso você queria observer a opinião individual dos alunos, evitando que eles se sintam expostos diante do restante da sala, você pode propor uma pergunta para a classe no seu perfil no Twitter e peça para que respondam via direct message. Desse modo, você poderá observar a articulação das ideias dos estudantes sem que haja a interrupção de algum colega, por exemplo.

6 – Você discutirá alguma notícia recente na próxima aula? Aproveite o Twitter como uma ferramenta para que eles criem um resumo dos aspectos que consideram mais importantes, de modo que poderão usá-lo não apenas para contribuir durante o debate na sala de aula, mas também para estudar para uma prova mais tarde.

7 – Tem algum tema em alta que você queira discutir a partir das postagens nas redes sociais? Abra na sala de aula uma pesquisa de uma hashtag ou palavra específica na plataforma e peça a opinião da classe. Mais tarde, eles mesmos poderão contribuir para as discussões com os consensos e dúvidas da turma.


Acompanhamento do progresso dos alunos

8 – Divulgue as tarefas, projetos e prazos para a entrega de trabalhos no seu perfil para que eles possam acompanhar o calendário da sua disciplina e ainda ter ao que consultar em caso de dúvidas. Para organizar cada uma das suas postagens, o uso de hashtags é recomendado.

9 – Permita que eles enviem para sua caixa de entrada de direct messages questões que surgiram enquanto faziam as lições de casa. Esta é uma maneira de evitar que os alunos mais tímidos fiquem calados durante as aulas, apesar das suas dificuldades na realização de exercícios, por exemplo.

10 – Para saber como está o aprendizado de cada estudante, peça que eles compartilhem seu progresso e o que consideram desafios na sua disciplina. Assim, eles podem se sentir menos acanhados diante do próprio processo de estudos e tendo maior liberdade para pedir conselhos a você. Além disso, esta é uma ótima maneira para que você aprenda a personalizar seus métodos de ensino para conseguir solucionar as dúvidas dos estudantes.

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