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Contra tédio nas aulas, estudante faz desenhos realistas na perna

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Publicado por UOL

A estudante Jody Steel, 19, encontrou um jeito diferente de combater o tédio durante as aulas em uma faculdade de Boston. A garota faz desenhos realistas nas próprias pernas.

Os desenhos ficaram famosos na internet e chamaram a atenção da mídia nacional. Segundo o site da Emerson College, onde Jody faz o curso de produção de cinema, ela passou a receber propostas de emprego após a divulgação dos desenhos.

A garota contou que começou a desenhar nas próprias pernas por achar o papel “limitado”. O primeiro desenho feito por ela dessa maneira foi o personagem Walter White, da série americana Breaking Bad – o desenho recebeu mais de 530.000 visualizações no imgur.com e foi parar no topo de buscas do Google.

De acordo com o Huffington Post, um professor viu o desenho que Jody fazia durante uma palestra e, ao invés de repreendê-la, o docente pediu que ilustrasse uma antologia editada por ele.

Jody contou ao Huffington Post que leva de 45 minutos a uma hora para terminar os desenhos. Ela se forma no próximo ano e pretende seguir carreira como tatuadora. Os trabalhos da garota podem ser vistos no site www.jodysteel.com.

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas. O primeiro desenho feito por ela dessa maneira foi o personagem Walter White, da série americana Breaking Bad / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Aqui, ela desenhou o ator Aaron Johnson / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Entre os desenhos, está o ator Joseph Gordan Levitt / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Nesse desenho ela retratou Thom Yorke, da banda Radiohead / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Os desenhos ficaram famosos na internet e chamaram a atenção da mídia nacional / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Segundo o site da Emerson College, onde Jody faz o curso de produção de cinema, ela passou a receber propostas de emprego após a divulgação dos desenhos / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. A garota contou que começou a desenhar nas próprias pernas por achar o papel “limitado” / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Ela contou ao Huffington Post que leva de 45 minutos a uma hora para terminar os desenhos / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston / Reprodução/www.jodysteel.com

A história de quem acreditou no sonho

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Esaú é ex-aluno de escola pública e foi aprovado em 1º entre os cotistas

Esaú é ex-aluno de escola pública e foi aprovado em 1º entre os cotistas

Excelente aluno e filho de pais dedicados, Esaú venceu todas as dificuldades e conseguiu se formar em medicina. Ele recebeu homenagem dos colegas de turma

Margarida Azevedo, no JC Online

Entre os 78 alunos que colaram grau em medicina, na quarta-feira (12), pela Universidade de Pernambuco (UPE) estava Esaú da Silva Santos, 22 anos. Tornar-se médico, para ele, é a realização de um sonho. Seu e de sua família. De origem humilde, morador da zona rural de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, sua formatura é também uma história de superação. E exemplo para tantos jovens que desistem de encarar um vestibular com medo da concorrência.

No final de 2006 Esaú foi aprovado em primeiro lugar na UPE no grupo de candidatos cotistas. Ingressou na faculdade no primeiro semestre de 2007. Aluno de escola pública a vida inteira, escondeu dos amigos do 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Marechal Eurico Gaspar Dutra, na UR-11, que prestaria vestibular para medicina. “Preferi não contar. Dizia que faria para biologia. Só minha família sabia a verdade. Se falasse para outras pessoas poderia não ter apoio”, relata.

Nos primeiros períodos do curso pensou em desistir. Para chegar à UPE, em Santo Amaro, ele caminhava meia hora. Depois, uma hora de ônibus. Em seguida, outra meia hora no segundo ônibus. “Não tinha condições de pagar as passagens para ir à faculdade. Havia também a incompatibilidade de arcar com livros, xerox, lanches. Minha turma sempre foi acolhedora, os colegas muito simpáticos. Comecei a receber ajuda de várias pessoas. Minha família também sempre me apoiou. Consegui continuar”, diz Esaú.

Esaú e o irmão mais velho, Jacó, hoje com 24 anos e formado em ciências sociais, aprenderam a ler em casa, com a mãe, Quitéria da Silva, que ajuda no sustento da casa vendendo produtos de beleza. O pai, Severino dos Santos, é agricultor. Cursou até a 4ª série, mas sempre estimulou os dois filhos a ler e estudar. “Minha mãe fez dois períodos de letras numa faculdade particular, mas teve que parar. Deixou para mim e meu irmão o sonho de concluir um curso superior”, conta Esaú.

A história do rapaz ficou conhecida nacionalmente em abril de 2008, contada pelo apresentador Fausto Silva em seu programa dominical da Rede Globo. Depois da exibição, muita gente ajudou Esaú. Ele ganhou livros, xerox, alimentos, roupas, sapatos e até móveis. Também dinheiro para reformar a casa.

Segunda-feira passada, na aula da saudade, a turma de Esaú o homenageou. O vídeo com a reportagem do Faustão foi mostrado e deixou o futuro médico surpreso e emocionado. “Todos da turma decidiram homenagear Esaú. Ele sempre foi muito estudioso, dedicado ao curso. É um exemplo que quando se quer é possível realizar um sonho”, afirma Bruno de Moura, 29 anos, da comissão de formatura.

Para o futuro, Esaú planeja concluir a residência em cirurgia geral e se dedicar aos pacientes. Quer também retribuir à família o que recebeu até agora. “Nada é impossível, apesar das dificuldades. Tentarei ser um bom profissional. E espero melhorar a vida dos meus pais e do meu irmão, pessoas tão importantes na minha vida.”

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Estudantes se encontram na internet para tarefa escolar

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A estudante Bruna Fernandes em sua casa e a amiga Luísa Diani (na tela), em Ribeirão Preto

Juliana Coissi, na Folha de S.Paulo

O engenheiro-agrônomo Luis Antonio Schmidt, 48, já perdeu quase uma hora no trânsito paulistano entre sua casa, nos Jardins, até a Lapa para levar a filha Ingrid, 16, à residência de um amigo para um trabalho de escola.

Uma tarefa típica de pai, pensava ele, até ver Ingrid usar o computador não só para bater papo com as amigas. Por meio de chats do Facebook ou vídeo do Skype, hoje elas fazem trabalho escolar em grupo e até estudam juntas para provas –cada uma no conforto de sua casa.

“Eu já usava o Skype para me comunicar, mas jamais pensei que ele pudesse propiciar que os alunos fizessem reunião de grupo”, diz o engenheiro. “Achei muita inteligência e esperteza.”

Assim como no caso de Ingrid, outras escolas particulares da capital e do interior do país identificaram um novo comportamento dos alunos com a internet.

Os estudantes –principalmente adolescentes acima de 15 anos– marcam horário para se encontrar virtualmente em grupos do Facebook, Skype e de outros comunicadores para debater trabalhos e tirar dúvidas para provas.

Essa videoconferência caseira para atividades escolares é rotineira entre estudantes de pelo menos 11 colégios particulares na capital consultados pela Folha e outros três no interior do país.

A distância entre os bairros, o trânsito, sobretudo na capital, e a agenda atribulada dos pais que trabalham fora estão entre os motivos apontados por famílias e diretores de escola para o fenômeno. Em alguns casos, segundo as escolas, a interação não fica só entre os alunos.

Há situações, como em vésperas de prova, que eles convidam o professor para participar de um grupo fechado no Facebook para tirar dúvidas da disciplina.

Ingrid e a amiga Juliana Gigliotti, 16, estudam no colégio São Luís, da capital, e têm uma rotina de quatro a cinco trabalhos de escola por mês. Desses, já realizam a maioria se “encontrando” na internet.

Mesmo em cidades do interior paulista, com trânsito menos caótico, o trabalho escolar também vem sendo mediado pelo mundo virtual.

Se tivesse de ir à casa de Luísa Diani, 16, sua amiga no colégio Faap de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), Bruna Sousa Fernandes, 16, gastaria de carro no máximo 15 minutos.

Ainda assim, elas optam por fazer alguns trabalhos de grupo a distância, com intermédio do Facebook. Mãe de Luísa, a médica Marta Helena Saraiva Diani apoia o encontro virtual, mas com ressalvas. “O recurso tecnológico sozinho fica muito frio.”

Foto: Edson Silva/Folhapress

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