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Acesse bibliotecas online da USP e da Unesp de graça

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Adriana Nakamura, no Quero Bolsa

Você sabia que a USP (Universidade de São Paulo) e a Unesp (Universidade Estadual Paulista) disponibilizam acervos de documentos, jornais, revistas e livros em uma biblioteca online e gratuita?

Pois é, gente! Não precisa ser aluno dessas universidades. É totalmente liberado a todos o acesso à Biblioteca Digital de Obras Raras, Especiais e Documentação Histórica da USP, por meio do SIBiUSP (Sistema Integrado de Biblioteca da USP), e à Biblioteca Digital da Unesp.

Nelas você pode encontrar milhares de títulos, entre jornais, revistas, mapas e livros sobre Química, Educação Física, Agricultura, Direito, Educação, Filosofia, Letras, Medicina, Medicina Veterinária, Zootecnia, Odontologia, Engenharia de Alimentos, Biociências, Oceanografia, História de São Paulo, Música, entre outros assuntos.

Então, antes de sair gastando rios de dinheiro nas livrarias e sebos comprando livros ou de encher os bolsos do tio da xerox da sua faculdade, que tal dar uma pesquisada no SIBi e na Biblioteca Digital da Unesp para ver se você encontra o que precisa para fazer seu trabalho de faculdade? 😉

Clique aqui para acessar o acervo da USP.

Clique aqui para acessar o acervo da Unesp.

Escolha o seu livro e bons estudos!

Sete coisas que você precisa saber sobre o vestibular da Unesp

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Campus de Ilha Solteira da Unesp (Divulgação)

Campus de Ilha Solteira da Unesp (Divulgação)

 

Professores falam sobre o formato da prova e dão dicas para mandar bem

Paulo Montoia, no Guia do Estudante

Há quem diga que a primeira fase do vestibular da Unesp, que acontece neste domingo (13), é a que mais favorece os candidatos entre os três maiores vestibulares da universidades estaduais paulistas. Um deles é Fernando Nascimbeni, o Fefoso, professor de física e coordenador pedagógico dos cursinhos Anglo da zona oeste da região metropolitana de São Paulo. Ele e Célio Tasinafo, diretor pedagógico do Colégio e do Curso Pré-Vestibular Oficina do Estudante, de Campinas (SP), listaram as características mais importantes da prova e deram dicas valiosas para o candidato se sair bem.

Se vira nos 3 – A prova da primeira fase tem 90 questões de múltipla escolha e duração de 4 horas e meia. “São 3 minutos para responder cada questão. É mais corrido que as provas da Fuvest e Unicamp”, lembra Fefoso.

Todas as questões têm o mesmo peso – Diferentemente do Enem, a Unesp não calcula a nota segundo a TRI. Todas as questões têm o mesmo valor. Assim, a estratégia de responder primeiro as mais fáceis e deixar para depois as difíceis é muito importante. “É melhor garantir ponto logo no começo da prova. O candidato que perde tempo nas difíceis vai se prejudicar”, diz Célio Tasinafo.

Todas as provas têm o mesmo peso – A prova da primeira fase e as duas da segunda fase (que acontecerão em 18 e 19 de dezembro) valem 100 pontos cada uma e têm o mesmo impacto na nota do candidato. “Por isso, quem se sai bem e acima da nota de corte na primeira prova tem mais chances na segunda fase, em que as questões são discursivas e cálculos têm de ser feitos e entregues”, lembra Tasinafo.

A Unesp é mais tranquila para quem não curte muito exatas – Das 90 questões desta primeira fase, 30 são de linguagens, 30 são de ciências humanas e as últimas 30 concentram matemática e as três matérias de ciências da natureza. “A prova procura avaliar a formação geral do candidato e em ciências da natureza e matemática o grau de dificuldade das questões é um pouco menor que a prova da primeira fase da Fuvest”, diz Fefoso. “Os alunos de cursinho costumam considerar esta a mais tranquila entre as três provas de classificação das universidades estaduais de São Paulo. Mas é importante aproveitar porque as questões da segunda fase terão grau de dificuldade maior”, completa.

A prova de exatas traz uma composição ampla de conteúdos – “Em física, por exemplo, ela abrange quase todas as áreas: ao menos uma questão de óptica, uma de térmica, uma de ondulatória, de cinemática e assim por diante, com uma concentração maior em mecânica e eletricidade, e o grau não é dificílimo”, explica Fefoso. Ou seja, mesmo o candidato que não disputa para engenharias sempre poderá resolver algumas e garantir pontos.

Em Linguagens e Códigos, predomina a interpretação de textos – “A prova não cobra muito de literatura. É muito raro que traga perguntas sobre a história literária ou obras específicas, pois não há uma lista de livros obrigatórios. E eles aproveitam textos maiores para fazer duas ou três perguntas”, detalha Tasinafo.

Onde o bicho pega – Segundo os professores, a prova da Unesp sempre cobra filosofia e sociologia de forma mais aprofundada que a prova do Enem (e vale lembrar que Usp e Unicamp não cobram essas matérias).

Criança que começa a ir para a escola mais cedo fica mais esperta?

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Cintia Baio, no UOL

Mandar ou não os filhos ainda pequenos para a escola é uma das decisões que podem tirar o sono de muitos pais. Por lei, a criança precisa estar matriculada na escola a partir dos 4 anos.

Entre as principais argumentações favoráveis à matrícula “prematura”, está a ideia de que ir mais cedo para a escola deixa crianças mais espertas e facilitam a vida escola no futuro. Será que isso é verdade?

De acordo com os especialistas ouvidos pelo UOL, não há grandes diferenças de aprendizado entre uma criança que entra na escola com um ano de idade e outra que chega aos quatro.

Ou pelo menos, não há ganhos diretos. O que acontece, segundo eles, é um estímulo maior do ponto de vista de sociabilização e autonomia da criança — ou seja, os ganhos são nas competências socioemocionais.

Bem estimulada e segura, a criança melhora sua capacidade de entender a lógica nos processos de aprendizado futuros. No entanto, vale ressaltar que esses estímulos podem acontecer tanto em casa quanto na escola.

Não tem ‘conteúdo’ para crianças pequenas

“A relação do aprender e ensinar como estamos acostumados, é algo que deve ser priorizado muito mais no ensino fundamental”, diz Maristela Angotti, professora do curso de pedagogia da Unesp (Universidade Estadual Paulista).

“A proposta da escola nessa fase precisa priorizar a noção de sociabilização, de descentralização e de coletividade na criança. O conteúdo, como o português e a matemática, ainda é algo secundário e sempre deve ser apresentado como uma brincadeira”, explica Angotti.

As creches devem funcionar com espaço lúdico, para Márcia Malavasi, professora da Faculdade de Educação da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

“Hoje, dificilmente as crianças brincam na rua, ou seja, conseguem interagir com muitas pessoas da mesma idade que elas. Com essa recomposição histórica e com os pais trabalhando fora, a escola assume esse papel”, explica Malavas.

Se a criança tiver essas condições de desenvolvimento entre a família ou na vizinhança, a matrícula na escola pode ficar para a idade obrigatória. Malavas explica: “Uma criança que consegue começar uma brincadeira, gosta de interagir, demonstra respeito e carinho em casa, também está se desenvolvendo e ganhando repertório”.

Esses são os filhos de Roberta Berrondo, cada um entrou na escola em uma idade diferente

Esses são os filhos de Roberta Berrondo, cada um entrou na escola em uma idade diferente

Depende da criança

Mãe de cinco filhos, com idades entre 25 e dois anos, a dona de casa Roberta Berrondo decidiu colocar cada um deles com uma idade diferente na escola.

O mais velho, hoje com 25 anos, entrou na escola aos 3. Camila (21) e Hugo (10) foram matriculados com pouco mais de 1 ano de idade, mas não se adaptaram e só voltaram aos 4. Aline, hoje com 8 anos, entrou com um ano e lá permaneceu. Os planos para Maria, de 2 anos, é começar aos 4.

Com toda essa experiência, Roberta acredita que o que determina o momento ideal da criança ir para a escola é a personalidade do pequeno e a necessidade dos pais.

“Em alguns casos, não acredito que fiz uma boa escolha, como é o caso do Hugo. Acho que ele se sentiu inseguro e abandonado indo para a escola tão cedo. Já para a Aline, a escola a fez desabrochar e em poucos dias ela era mais sociável”, diz Berrondo.

Nem na escola, nem em casa

Para alguns pais, a resposta para a socialização dos filhos antes dos 4 anos não precisa passar, necessariamente, pela escola tradicional.

Quando sua primeira filha, Maryeva, completou 3 anos, a advogada Fabiana de Barros optou por, no lugar de colocá-la em uma creche, matriculá-la em cursos que chamavam a atenção da menina.

“Para ajudar na socialização, a coloquei no balé, natação e inglês”, conta Barros.

Outro ponto que pesou na escolha por diversos cursos foi a incompatibilidade de horários das escolas tradicionais. Barros explica: “Não tinha necessidade de colocá-la no integral, nem de acordá-la tão cedo para o horário matutino. O que sobrava era o período vespertino, mas não queria comprometer seu soninho da tarde”.

“A interação social é a maior habilidade que a criança pode aprender desde cedo, pois irá determinar como ele se comporta com outras pessoas para o resto de sua vida. E a interação com os outros, que lhe ajudará a ser forte para superar desafios e resolver conflitos”, diz a psicopedagoga Monica.

Ganhos pedagógicos

Embora os especialistas acreditem que o grande ganho para a criança que começa já cedo na escola é o avanço do ponto de vista emocional, alguns estudos demonstram que essa escolha também pode ter consequências positivas no aprendizado a longo prazo.

Um estudo patrocinado pelo governo americano e conduzido pelo National Institute of Health Study, por exemplo, monitorou o desempenho escolar de 1.300 crianças entre os 0 e 12 anos. Metade deles ficou em casa até os cinco anos, enquanto a outra parte frequentou a escola.

Até os 12 anos, o grupo foi submetido a provas para avaliar o desempenho escolar. De acordo com a pesquisa, as crianças que frequentaram a escola mais cedo se saíram melhor que todas as disciplinas testadas.

Outro fato que chamou a atenção dos pesquisadores é que as crianças matriculadas antes dos cinco anos eram mais agressivas em sala de aula do que outros colegas. De acordo com a avaliação, isso pode ter ocorrido porque, na escola, eles precisaram disputar a atenção mais cedo do que aquelas que ficaram sob os cuidados maternos. Mas o resultado não foi conclusivo.

O mesmo estudo, aponta que é a partir dos três anos que a criança começa a aproveitar melhor os benefícios da escola. Antes disso, o que contribui a favor do desenvolvimento é a atenção e o afeto, não importando de onde vem.

No entanto, para a psicopedagoga e psicanalista Monica Pessanha, “não há nada que estabeleça uma relação entre a idade ideal e o ingresso na escola. O que vai determinar é a necessidade dos pais”, explica.

Segundo os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), entre 2007 e 2014, o número de crianças que frequentam creches ou “escolinhas” antes dos quatro anos —idade em que a escolarização se torna obrigatória no Brasil— aumentou 38,5% na faixa dos zero a três anos.

Unesp lança 36 novos livros digitais gratuitos

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Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

 

Programa é pioneiro na publicação de livros em formato digital

Publicado no Paraiba Total

No próximo dia 3 de maio, às 9h, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Unesp e a Fundação Editora da Unesp lançam 36 livros digitais nas áreas de Ciências Humanas, Ciências Sociais e Aplicadas e Linguística, Letras e Artes, com acesso totalmente gratuito.

O Programa de Publicações Digitais foi criado em 2009, com trabalhos de docentes, pós-graduandos e pós-graduados sendo selecionados pelos Conselhos de Programas de Pós-Graduação da Unesp. As obras escolhidas são editadas pelo selo Cultura Acadêmica da Fundação Editora da Unesp.

Os novos 36 títulos estarão disponíveis a partir de 3 de maio na internet no formato Creative Commons (licença para uso não comercial, vedada a criação de obras derivadas) no site www.culturaacademica.com.br.

O Programa de Publicações Digitais da Unesp é o maior projeto de difusão de publicações de uma universidade brasileira e único no sentido de conceber a publicação original de obras em formato digital. Com os novos títulos, a coleção totaliza 322 títulos. Já foram realizados mais de 20 milhões de downloads.

A apresentação da coleção terá transmissão ao vivo no endereço: www.transmitirnaweb.com.br/propg_digital_2016

Unesp oferece 70 cursos gratuitos à distância

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Alunos podem fazer quantos cursos quiser

Alunos podem fazer quantos cursos quiser

 

Publicado no Consumo Social

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) oferece cursos online gratuitos para as áreas de Exatas, Humanas e Biológicas. As aulas são abertas para qualquer pessoa interessada.

O objetivo da iniciativa de ensino à distância é auxiliar na atualização profissional e acadêmica dos participantes. Todo o processo de inscrição e aulas é feito pela internet, sem restrição de números de cursos.

Entre as opções, há cursos de Direito Administrativo, Ética e Cidadania, Conteúdos e Didática de Educação Física, Educação Infantil: Abordagens Curriculares e Educação Inclusiva e Especial.

Para ter acesso à área de estudo, o interessado deve fazer o cadastro pelo site Unesp Aberta, informando nome e e-mail. Depois, é só esperar por uma mensagem de confirmação e, a partir disso, poderá acessar e participar de qualquer curso disponível.

Se pintar alguma dúvida, os alunos ainda podem tirá-las por e-mail com os professores e trocar mensagens com outros participantes. Ainda existem exercícios de múltipla escolha que dão a noção exata de quanto o aluno aprendeu durante a aula.

É importante dizer que a Unesp não fornece nenhum tipo de certificado para esses cursos, pois eles estão aplicados na modalidade de curso livre. Apesar disso, eles podem ser citados quando o aluno for atualizar o currículo.

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