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Aprovado na Unesp, USP e UFRJ recomenda: não ultrapasse seu limite

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Bruna Souza, em UOL

Se está pensando em aumentar o ritmo de estudos por causa da maratona de vestibulares que começou, você pode parar por aí! Trocar boas horas de sono para se dedicar somente aos livros pode prejudicar muito o seu desempenho durante as provas.

Reconhecer o limite do próprio corpo e saber respeitá-lo são práticas que não se resumem apenas às atividades físicas. O corpo e a mente também precisam de equilíbrio durante os estudos. Por isso, o mantra que todo vestibulando precisa internalizar agora é “vou estudar dentro do meu limite”.

Essa é uma das grandes dicas de Igor Majeau de Queiroz, 21, para os estudantes de plantão. Ele passou em psicologia na Unesp (Universidade Estadual Paulista – 1ª colocação), USP (Universidade de São Paulo – 4º lugar), UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e PUC- SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

“Se a questão é a dificuldade com as provas, isso é normal. Ultrapassá-los [os próprios limites] não é uma boa ideia. Tenha paciência. Vestibular nunca foi um modo justo de seleção. Tudo o que resta é manter a calma e conseguir estudar o máximo que der”, sugere o jovem.

Outra sugestão para essa fase de grande ansiedade é fazer uma atividade prazerosa, mesmo que ela esteja ligada aos estudos. Por que não separar algumas horinhas para assistir a filmes que possam distrair e ainda ampliar o conhecimento?!

“É uma época muito sensível e exceder os níveis de estresse não é uma boa. Por isso, relaxar um pouco é essencial. Eu procurei expandir meu repertório cultural principalmente através de filmes – cinema sempre foi uma grande paixão – e livros. Isso para mim era uma forma de relaxar e ainda expandir meu repertório”, afirma Igor.

Preparação

Igor fez o ensino médio em Poços de Caldas, interior de Minas Gerais, porém se mudou para São Paulo para fazer cursinho no Anglo Tamandaré. Ao todo foram dois anos de preparação e, como queria estudar na USP, direcionou seus esforços para ser aprovado no vestibular da Fuvest. “[Dei] atenção para todas as matérias, porém foquei um pouco mais em matemática e história, que eram matérias da prova específica e que eu tinha um pouco de dificuldade”, relembra.

Chegando perto do final do ano (antes de as provas começarem) o jovem deu um gás nas revisões e na resolução de exercícios. “[Eu também] Me esforcei bastante para a redação, pois é um diferencial bem grande para a Fuvest e para o Enem. Fazia redações semanais, sempre pedindo ajuda quando necessário”, acrescenta.

“Eu realmente acreditei que não conseguiria passar na USP e quando vi meu nome na lista de aprovados foi a sensação de liberar um peso enorme das costas. Eu estava muito tenso e ansioso. Me senti aliviado. É uma enorme satisfação poder estudar o que eu queria na universidade que eu queria. Estou amando o curso. Realmente encontrei o que quero fazer da vida”, conclui.

USP volta a liderar ranking de melhores universidades da América Latina

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Universidade de São Paulo - USP (Foto: Marcos Santos/USP Imagens/Fotos Públicas)

Universidade de São Paulo – USP (Foto: Marcos Santos/USP Imagens/Fotos Públicas)

No ano passado, a USP havia perdido a liderança para a Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Chile, que agora aparece em terceiro

Publicado na Época Negócios

A Universidade de São Paulo (USP) voltou ao topo do ranking de melhores instituições de ensino superior da América Latina da Quacquarelli Symonds (QS), uma das principais referências internacionais em avaliações de universidades. No ano passado, a USP havia perdido a liderança para a Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Chile, que agora aparece em terceiro.

Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (09/06). O ranking avalia 300 instituições por sete critérios, como reputação acadêmica e de mercado, citações científica e quantidade de professores com doutorado. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) surge na segunda colocação, depois do terceiro lugar em 2014.

As outras instituições brasileiras com melhor desempenho foram a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em quinto, a Universidade Estadual Paulista (Unesp), em oitavo, e a Universidade de Brasília, em décimo. Mais 18 brasileiras estão entre as 100 melhores, na maioria federais. Nesta lista, o segundo país com mais representantes é a Argentina, com 15, seguida do Chile, com 14.

Em nota, o reitor da USP, Marco Antonio Zago, celebrou o resultado. “Apesar de oscilações anuais que são comuns com essas abordagens semiquantitativas, há uma tendência geral a progresso, confirmado mutuamente por diferentes rankings”, diz. Ele ainda ressaltou que a maioria das universidades que lideram essas listas têm tamanho muito inferior ao da USP, com mais de 90 mil alunos.

Unesp disponibiliza livros para download gratuito

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Fonte: Shutterstock

Fonte: Shutterstock

Coleção digital é lançada e abrange diversas áreas do conhecimento; confira

Publicado no Universia Brasil

A Unesp lançou a Prope Digital, coleção de livros online disponíveis para download gratuito. O lançamento é uma parceria entre o selo Cultura Acadêmica, da Editora Unesp, e a Pró-reitoria de Pesquisa (Prope). Ao todo, são oito livros que contemplam assuntos ligados à bioenergia, nanotecnologia, ciências humanas, comunicação, arte, educação, cultura, entre outros temas.

Segundo a pró-reitora de Pesquisa, Maria José Soares Mendes Giannini, o lançamento da coleção é “uma parceria frutífera que tem como principal objetivo levar para a sociedade o conhecimento gerado na universidade de maneira livre e acessível”. Confira abaixo quais são as obras disponibilizadas pela universidade:

1 – Bioenergia

2 – Nanotecnologia

3 – Ciências humanas em debate

4 – Comunicação, cultura e linguagem

5 – Identidades brasileiras: composições e recomposições

6 – Arte, ciência, processos criativos

7 – Desafios contemporâneos da educação

8 – Representações culturais da América indígena

Pedreiros e serventes aprendem a ler e a escrever em canteiro de obras

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Trabalhadores de Araraquara têm aulas diárias com professores da Unesp. Período na sala de aula não é descontado dos salários, segundo construtora.

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Publicado no G1

Um canteiro de obras de Araraquara (SP) se transformou em escola. Durante parte do dia, pedreiros e serventes se reúnem para assistir a aulas de professores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e, aos poucos, estão aprendendo os sons e contornos, a ler e escrever.

Pai de família, o servente José Sebastião nunca teve a oportunidade de estudar e agora desvenda as primeiras palavras. “Nunca estudei, né? É a primeira vez. Devagarzinho a gente chega lá”.

Aos 56 anos, José de Lima Araújo também está aproveitando a oportunidade e se surpreendendo com as descobertas. “A gente trabalha com uma régua de dois metros, três, três metros e meio, vem uma régua com 30 centímetros e a gente fica perdido. Não sabe nem como é que vai fazer com ela”.

Eles não precisam ir muito longe para aprender. Estudam com outros 15 funcionários da obra, em uma sala ao lado do prédio que estão erguendo. Durante duas horas por dia, aprendem com professores da Unesp e com o material feito especialmente com palavras e fotos que remetem ao cotidiano da construção.

captura_de_tela_inteira_27042015_160525“É mais do dia a dia, de ferramentas, de coisas do trabalho ou coisas que eles conhecem da casa, um carro, uma moto para que eles tenham mais facilidade de memorização”, explicou o professor Mazzeu Neto.

A ideia surgiu quando a construtora resolveu trabalhar apenas com pessoas alfabetizadas. Para não demitir quem não sabia ler e escrever, a empresa resolveu investir em cada um. As horas que os funcionários passam estudando contam como jornada de trabalho e são remuneradas. “Seria ‘prejuízo’, mas em contrapartida a gente está oferecendo uma instrução para eles”, afirmou Maria de Lourdes Lourenço, administradora de recursos humanos da empresa.

Planos
A Prefeitura, que doou livros, cadernos, lápis e réguas, pretende expandir o projeto. “Nós estamos correndo com outras construtoras para localizar onde estão essas pessoas que não sabem ler e escrever e estender essa parceria”, contou a secretária de Educação, Arary Ferreira.

E, para quem já integra o programa, não faltam planos para o futuro. “Quero aprender para tirar minha carta”, disse o servente Amaro Batista Gouvea. “Vou dar o máximo para aprender alguma coisa, pelo menos saber ler alguma coisa”, completou o pedreiro Vilmar Pereira da Silva. “Nunca é tarde para aprender alguma coisa, né?”, ensinou Oscar Ribeiro Diniz.

Alunos de Medicina da Unesp fazem trote com roupas do Ku Klux Klan

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(Foto de capa: Reprodução/Facebook)

(Foto de capa: Reprodução/Facebook)

Páginas no Facebook denunciaram o episódio: “O racismo não é brincadeira. Se você acha isso engraçado, se você não vê problema nisso, você precisa seriamente rever sua inteligência”, diz uma das postagens

Publicado na Revista Forum

Em festa realizada no último dia 5, calouros do curso de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu (SP), foram recebidos por veteranos fantasiados com trajes semelhantes aos do grupo norte-americano Ku Klux Klan (KKK), que defendia a supremacia da raça branca e perseguia negros.

O “Batizado de Medicina” – nome dado ao evento –, organizado por alunos do sexto ano, foi denunciado pelo grupo “Opressão da Medicina”, do Facebook. “Com a morte de centenas de milhares de pessoas não se brinca. O racismo não é brincadeira. Se você acha isso engraçado, se você não vê problema nisso, você precisa seriamente rever sua inteligência”, diz a postagem da página.

Outra fanpage que condenou o episódio foi a “Rede de proteção às vítimas de violência na universidade”. “Não é possível tolerar ‘brincadeiras’ como a de vestir-se à la Ku Klux Klan, acender tochas e colocar calouros ajoelhados para serem batizados, conforme está na foto anexa. A KKK é exemplo de ódio, de eugenia, intolerância e morte. O que pensar de médicos que se predispõem a emular coisas que existiram de pior na história da humanidade?”, contesta.

Em nota, a turma do sexto ano de Medicina da Unesp afirmou que as fantasias foram escolhidas no intuito de representar “carrascos”. “Em nenhum momento houve qualquer prática preconceituosa, que estimulasse o racismo, homofobia, preconceito religioso ou corroborasse ideias de qualquer seita de caráter opressor. A conclusão de que estávamos fantasiados de ‘Ku Klux Klan’ foi inferida pela forma como foram divulgada as imagens, descontextualizando totalmente a fantasia e inserindo imagens que fizessem com que os leitores chegassem a essa conclusão.”

Por meio do comunicado, os alunos ainda se desculparam pelo fato. “Abominamos qualquer prática de preconceito, seja ele devido a etnia, credo ou opção sexual e estamos dispostos a dar mais informações quando tivermos todas as condutas acertadas”, diz o informe.

Com a repercussão do caso, os estudantes prometeram se reunir com a diretoria da unidade nesta segunda-feira (30) para relatarem sua versão do episódio.

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