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Portal oferece cursos grátis ligados a USP, Unesp e Unicamp

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Publicado no Canal do Ensino

A Univesp TV, televisão online da TV Cultura, disponibiliza gratuitamente cursos e palestras ligados a diversas áreas do conhecimento, como história, matemática, ciências sociais e música.

No site, é possível assistir a cursos de graduação e pós-graduação ministrados na USP, na Unesp e na Unicamp. Há também cursos de extensão, mesas redondas sobre atualidades e conteúdos ligados a universidades estrangeiras.

Para ter acesso ao conteúdo gratuito, basta acessar o site da Univesp TV.

Universidades incentivam denúncias de trotes violentos e criam até chat

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USP, Unesp e UFSCar mantêm canais para que alunos relatem abusos.
Constrangimento e agressões não são permitidos, afirmam instituições.

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Publicado no G1

Apesar de proibidos, os trotes violentos ainda são uma realidade e, para coibir esse tipo de prática, algumas universidades têm investido nos canais de denúncia. Na região, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp) mantêm ouvidorias e a Universidade de São Paulo (USP) chegou a criar um chat voltado aos novos alunos. Veja abaixo mais detalhes sobre essas formas de denúncia e a posição de cada instituição quanto às atividades de recepção.

UFSCar
A instituição afirma que as atividades de integração buscam promover o acolhimento, o compartilhamento de informações sobre a universidade, os cursos e as cidades, a prática de ações solidárias e a integração entre os estudantes, e que não tolera atos que ocasionem constrangimento e humilhação ou configurem qualquer tipo de violência.

Informou ainda que abusos durante a Calourada ou em qualquer outro momento da vida universitária devem ser comunicados à ouvidoria pelo formulário disponível na internet, pelo telefone (16) 3306-6571 ou pessoalmente. As denúncias podem ser feitas de forma anônima.

A ouvidoria apura os casos e os alunos envolvidos ficam sujeitos, pelo Regimento Geral da UFSCar, a penalidades que variam de advertência oral ou escrita – em casos de desrespeito e ofensa, por exemplo – à suspensão de sete a 30 dias por injúria ou agressão física. Em casos mais graves, os estudantes podem ser desligados.

Segundo a universidade, não houve nenhuma denúncia de constrangimento em 2015. Em 2014, foram registrados dois casos e foram criadas comissões para investigar os episódios, mas os dois processos foram encerrados sem a constatação da coação.

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USP
No dia da matrícula, a universidade distribuiu para os alunos um material especial que destaca o Código de Ética e reforça a ideia de que a USP não tolera nenhum tipo de violação aos direitos humanos.

Também desenvolveu um “Manual do Calouro” online, que explica o funcionamento do Disque Trote e oferece um chat para a realização de denúncias. O Disque Trote atende pelo número 0800-012-1090 e ficará ativo até o dia 25 de março, de segunda a sexta-feira, das 9h às 21h. Além desses canais, os alunos que se sentirem constrangidos ou forem vítimas de agressões físicas e morais também podem utilizar o e-mail [email protected]

De acordo com a universidade, as atividades de integração previstas para a 17ª Semana de Recepção aos Calouros, de 23 a 27 de fevereiro, incluem palestras, oficinas, campanhas educativas e ações sociais.

No campus de São Carlos, por exemplo, será realizada a Calourada Solidária, com arrecadação de alimentos, prestação de serviços, doação de cabelo e de sangue. Já em Pirassununga, serão montados quatro estandes para a recepção dos alunos, um para cada curso da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Também serão realizadas apresentações culturais.

Unesp
A universidade entende que qualquer forma de constrangimento, agressão física ou moral caracteriza trote, algo que é proibido na instituição e pode levar a punições como a expulsão – em outubro do ano passado, por exemplo, um aluno teve de deixar o curso de Medicina.

As denúncias podem ser realizadas junto à vice-direção das unidades, às ouvidorias locais ou à ouvidoria central ([email protected]). No campus de São João da Boa Vista, os contatos são: [email protected] ou (19) 3638-2420. Em Araraquara, os estudantes podem fazer as denuncias pelo telefone (16) 3334-6370 (FCLAR) ou pelos e-mails [email protected] (Faculdade de Odontologia), [email protected] (Instituto de Química).

Unesp oferece curso online grátis sobre História da Arte

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História da Arte online na Unesp

Publicado no Canal do Ensino

A Unesp está oferecendo através do site da Univesp TV, um curso gratuito online sobre História da Arte. Ele é voltado a graduandos e pós-graduandos interessados nas áreas de arte, história, pesquisa, cultura e assuntos correlatos. Também é aberto a todos com formação superior em qualquer área do saber.

Este curso de História da Arte é apresentado gratuitamente, em forma de videoaulas online, que você pode assistir a hora que quiser. Há ainda a possibilidade de fazer anotações sobre questionamentos, opiniões e dúvidas enquanto assiste o vídeo, e receberá tudo em seu e-mail.

A Univesp TV  é o canal de comunicação da Universidade Virtual do Estado de São Paulo, a quarta universidade pública paulista e visa ao incentivo à formação integral do cidadão.

O curso

São 09 aulas do curso regular de graduação, ministradas pelo docente José Leonardo do Nascimento do Instituto de Artes da Unesp (Universidade do Estado de São Paulo).

O objetivo do curso de História da Arte é apresentar movimentos artísticos locais dentro de uma perspectiva mais abrangente da história da arte. As aulas exploram a arte etrusca, o realismo da arte romana antiga e o diálogo com a Grécia, a arte cristã primitiva, a arte bizantina, as expressões artísticas medievais, como as Iluminuras, a arte Românica e o Gótico, até os primeiros momentos do Renascimento italiano. O professor José Leonardo do Nascimento também apresenta e analisa os principais monumentos artísticos de cada período histórico.

O curso não possui certificação. São apenas aulas online para complementação de estudos e pesquisas. É só acessar o site e começar a estudar.

Conteúdo programático

Escultura e pintura etruscas: vitalismo e arte tumular.
Roma antiga: realismo e diálogo com a Grécia.
Arte cristã primitiva: abstração e solenidade.
Iluminuras medievais: arte monástica.
Arte bizantina: espiritualidade e esplendor celestial.
Arte românica: arquitetura e relevo escultórico.
Arte gótica: verticalidade e luz.
Siena no século XIV: arte republicana e religião.
Florença no século XIV: da bidimensionalidade pictórica ao Renascimento.

O curso sobre História da Arte oferecido pela Unesp é mais uma dica gratuita que o Canal do Ensino traz para te ajudar a expandir a mente, pensar diferente e aumentar ainda mais seus conhecimentos.

Boas aulas!

Professor cego mostra em livro como ensinar física para quem não enxerga

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Eder Camargo pesquisa formas não visuais de ajudar no ensino da matéria.
Ele perdeu visão aos 9 anos e hoje tem pós-doutorado pela Unesp.

Com pedaços de plástico e diferentes tipos de barbante é possível criar modelos táteis para ensinar conceitos de óptica, explica o professor Eder Camargo, da Unesp (Foto: Arquivo pessoal/Paulo Maciel)

Com pedaços de plástico e diferentes tipos de barbante é possível criar modelos táteis para ensinar conceitos de óptica, explica o professor Eder Camargo, da Unesp (Foto: Arquivo pessoal/Paulo Maciel)

Ana Carolina Moreno, no G1

O professor de educação para a ciência Eder Pires de Camargo, que dá aulas na Universidade Estadual Paulista (Unesp), reuniu em um e-book ferramentas úteis para professores ensinarem física a alunos que não enxergam. Lançado neste ano pela Editora Unesp, o livro avalia os obstáculos para incluir os estudantes cegos no aprendizado de conhecimentos como óptica, eletromagnetismo, mecânica, termodinâmica e física moderna, e sugere formas de viabilizar a participação e o entendimento desses alunos. O livro pode ser acessado gratuitamente pela internet.

Em entrevista ao G1, Camargo explicou que este é o terceiro livro produzido por ele a respeito da educação inclusiva de conteúdos de física. Seu quarto livro, no qual ele pretende propor modelos teóricos para melhorar a formação dos professores nesta área, já está nos planos.

Desde 2007, ele dá aulas na Unesp para futuros professores de física e afirma que já tem obtido resultados interessantes. O professor explica que decidiu pesquisar o tema, entre outros motivos, porque perdeu a visão a partir dos 9 anos de idade. Além disso, “em ordem primeira de importância, este é tema de grande necessidade social”, disse o professor.

O professor da Unesp Eder Pires de Camargo (Foto: Arquivo pessoal)

O professor da Unesp Eder Pires de Camargo
(Foto: Arquivo pessoal)

“Pensei em estudar formas de ensinar física para um aluno com a mesma deficiência que a minha, para facilitar o acesso desse aluno a um tipo de conteúdo amplamente relacionado à visão, não que em sua natureza seja, mas por uma cultura de videntes esta área do conhecimento acabou sendo tornada dependente da visão”, afirmou Camargo. Hoje, aos 40 anos, ele tem pós-doutorado e dá aulas na graduação e pós-graduação da Unesp em Bauru e em Ilha Solteira.

O livro é resultado da pesquisa de pós-doutorado do professor, realizada a partir de 2005 sob a supervisão do professor Roberto Nardi, da Unesp de Bauru. Ele tenta driblar costumes que estão enraizados na dinâmica de uma sala de aula, onde o professor usa ao mesmo tempo sua fala e a informação visual para se comunicar com os alunos. “Se utiliza muito um tipo de linguagem que envolve o áudio e a visualização simultânea da informação. Por exemplo: ‘note as características desse gráfico’ (professor indica o gráfico na lousa), ‘isto mais isto dá isto’ (indica a equação)”, explicou ele.

Dessa forma, segundo Camargo, o estudante cego não consegue participar da aula e sequer tem condições para formular perguntas a respeito do que está sendo ensinado, porque só tem acesso parcial ao conteúdo. “Mais de 90% dos momentos de comunicação em sala de aula de física utilizam o perfil que descrevi. Nisto reside uma parte das dificuldades enfrentadas pelo aluno cego.”

Segundo ele, não há soluções definitivas para ensinar todos os conteúdos de física para quem não vê, mas é preciso dar mais atenção a outros canais de comunicação. “De um lado, não podemos comunicar coisas estritamente visuais a um cego total de nascimento. Contudo, de outro, nos faz pensar que as outras experiências (táteis, auditivas etc) são fundamentais para a construção de realidade, pois, pelo contrário, como estaria o cego no mundo? Ele é um individuo que está ai, pensa, vive e muito bem sem a visão.”

Camargo decidiu estudar a educação inclusive em física porque, além de ele não enxergar desde os 9 anos, ele afirma que, "em ordem primeira de importância, este é tema de grande necessidade social" (Foto: Arquivo pessoal/Paulo Maciel)

Camargo decidiu estudar a educação inclusive em
física porque, além de ele não enxergar desde os
9 anos, ele afirma que, “em ordem primeira de
importância, este é tema de grande necessidade
social” (Foto: Arquivo pessoal/Paulo Maciel)

Metodologia

Para entender como superar esse obstáculo, ele passou um ano coletando dados com a ajuda de estudantes de licenciatura em física e 35 alunos videntes e dois cegos. “Na primeira parte, desafiamos futuros professores de física da Unesp de Bauru a planejarem materiais e atividades de ensino de física adequadas para a participação de alunos com e sem deficiência visual. Na segunda parte da pesquisa, esses futuros professores aplicaram módulos de ensino de física sobre cinco temas. O curso todo levou 80 horas.”

As aulas foram gravadas em vídeo e, depois do curso, todos os participantes da pesquisa foram entrevistados. “A análise desses materiais foi realizada durante os outros anos da pesquisa, 2006 a 2009”, explicou Camargo.

Não sei por que, depois de um tempo, na escola tudo se torna enlatado em livros e lousa e giz, de tal forma que toda aquela criatividade do ensino infantil é esquecida”
Eder Pires de Camargo
professor da Unesp

Segundo ele, uma das formas pelas quais é possível driblar os hábitos de comunicação excludente na sala de aula é ensinando por meio de maquetes táteis. Ao transferir o conteúdo dos gráficos e esquemas da lousa para um modelo 3D, não só é possível incluir os alunos cegos, mas a ferramenta também pode facilitar o processo de aprendizado dos colegas videntes, além de incentivar a interação entres os alunos.

Outros materiais que podem ser usados são barbante, arame, massa de modelar, isopor e pregos, entre outros. “Não sei por que, depois de um tempo, na escola tudo se torna enlatado em livros e lousa e giz, de tal forma que toda aquela criatividade do ensino infantil é esquecida. Não estou dizendo contra livros e lousa, e sim criticando seus usos exclusivos”, afirmou Camargo.

Além disso, outra diferença nos hábitos do professor, na hora de pensar em como dar uma aula acessível para quem não consegue enxergar, é a necessidade de planejamento com maior antecedência. Isso permite a construção dos modelos adequados para o ensino do conteúdo específico da aula. Por isso, ele defende que, além do incentivo à formação qualificada do professor, é preciso que o governo dê, no caso das escolas públicas, a infraestrutura necessária para que o trabalho seja feito.

Na opinião do professor, essas condições ainda não são satisfatórias. Mas Camargo defende que de nada adianta constatar o estado das coisas hoje, principalmente considerando o sistema atual de ensino. “Eu diria que torna-se muito complexo e contraditório falar em inclusão no atual modelo de escola e sociedade, cujo ensinamento central é a competitividade e o acúmulo, valores divergentes aos apregoados pela inclusão.

Por isto, é preciso falar em inclusão em seu sentido prospectivo, porque a inclusão não está pronta, constituindo uma meta a ser atingida, uma meta de uma nova sociedade e de um novo modelo social.”

A coleta de dados da pesquisa do professor da Unesp foi feita durante um ano e contou com a participação de estudantes de licenciatura e alunos videntes e cegos (Foto: Arquivo pessoal/Paulo Maciel)

A coleta de dados da pesquisa do professor da Unesp foi feita durante um ano e contou com a participação de estudantes de licenciatura e alunos videntes e cegos (Foto: Arquivo pessoal/Paulo Maciel)

Livros invadem os cinemas

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Caroline Ropero no Diário do Grande ABC

 

Divulgação

Aventura, romance e magia são ingredientes de livros e filmes teens de grande sucesso. Talvez por ter essa receita, a saga Os Instrumentos Mortais  (Cassandra Clare, Galera Record, 462 págs., R$ 39,90) conquistou tantos leitores e, agora, ganhará as telas do cinema. O primeiro livro da série, Cidade dos Ossos, tem estreia prevista para 21 de agosto e já tem gente ansiosa por ele. Só o trailer original, em inglês, do longa-metragem tem mais de 3 milhões de acessos no YouTube.

Na trama, Clary (Lily Collins, na foto) descobre que faz parte de mundo sobrenatural e precisa juntar-se aos Caçadores de Sombras – guerreiros que protegem a Terra de demônios e outras criaturas – para salvar a mãe e descobrir quem realmente é. O tamanho do livro pode assustar (o D+ conferiu), mas a leitura é fácil e prende a atenção.

Para Maria Lúcia Outeiro Fernandes, professora de Literatura da Unesp-Araraquara, histórias como as de Clary, Harry Potter e Bella (Crepúsculo) seguem uma fórmula. “Satisfazem a fantasia e imaginação, trazem suspense, a luta entre bem e mal, a figura do herói e têm a mesma estrutura de texto, com personagens que têm o destino traçado e história previsível, trazendo certo conforto.” Além disso, possuem linguagem simples. “Investem mais no imaginário, dando respostas rápidas ao leitor, do que no literário, que leva à reflexão mais elaborada da vida.”

Fã de livros de aventura e sagas, Beatriz dos Santos Valentim, 13 anos, de São Caetano, acredita que a leitura faz esquecer os próprios problemas. “É legal imaginar como seria se tudo fosse diferente. Faz a gente ir para outro mundo. Claro que eu não gostaria de viver em Panem (de Jogos Vorazes), mas seria legal participar do Acampamento Meio-Sangue (de Percy Jackson).” A garota sabe que, em geral, o filme não é idêntico à obra original. “Não gosto quando o diretor joga o livro pela janela e refaz tudo. Mas se ele coloca o que tem de mais importante, fica bom.”

Como Beatriz, quem curte literatura e adaptações cinematográficas pode se preparar para a grande quantidade de lançamentos que vem por aí. O bom é que haverá cada vez mais mundos diferentes e emocionantes para conhecer. É só ficar de olho nas novidades e escolher em qual aventura embarcar.

Desde o início do cinema, literatura é inspiração para adaptações

A adaptação de livros para as telas ocorre desde o início do cinema. Obras do escritor Júlio Verne, por exemplo, estão entre as primeiras a ganhar vida na sétima arte. Da Terra à Lua inspirou o filme Viagem à Lua, feito em 1902 por Georges Méliès, um dos precursores do cinema. E até hoje livros do francês servem de influência para novas produções, como o longa em 3D Viagem ao Centro da Terra (2008).

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