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Portal oferece cursos grátis ligados a USP, Unesp e Unicamp

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Publicado no Canal do Ensino

A Univesp TV, televisão online da TV Cultura, disponibiliza gratuitamente cursos e palestras ligados a diversas áreas do conhecimento, como história, matemática, ciências sociais e música.

No site, é possível assistir a cursos de graduação e pós-graduação ministrados na USP, na Unesp e na Unicamp. Há também cursos de extensão, mesas redondas sobre atualidades e conteúdos ligados a universidades estrangeiras.

Para ter acesso ao conteúdo gratuito, basta acessar o site da Univesp TV.

De ‘House’ a Portinari: grupo propõe guia para elevar empatia na medicina

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Docente da Unicamp promove práticas para combater cinismo no curso.
Produção será publicada pela Associação Brasileira de Educação Médica.

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Publicado no G1

O arquétipo sisudo e frio tornou-se alvo do professor Marco Antonio de Carvalho Filho, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Enquanto mostra o sofrimento na obra de Cândido Portinari e ironiza contradições do protagonista da série de TV “House”, ele não teme tornar-se vidraça dos colegas de jaleco. Para incentivar futuros médicos a desenvolverem empatia, capacidade de se colocar no lugar de outra pessoa, o carioca decidiu aplicar uma série de práticas atreladas à arte e psicologia para que sentimentos nobres não sejam trocados por cinismo no curso. Um guia sobre o assunto deve ser publicado pela Revista Brasileira de Educação Médica (RBEM).

“Este envolvimento emocional me ajuda a tomar as melhores decisões com os pacientes. Muitos médicos criticam, mas, acho que se você tiver consciência dos sentimentos, eles podem ajudar durante a aplicação técnica”, defende o médico, de 40 anos, que atua no setor de terapia intensiva do Hospital de Clínicas. Ele conta que novas metodologias começaram a ser inseridas na Faculdade de Ciências Médicas há seis anos, para tentar aprimorar a comunicação dos estudantes na relação médico-paciente. “O formato clássico não estava sendo eficiente. Ao fim do curso, o aluno não tinha competências que a gente gostaria.”

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Cinismo e sucesso

Carvalho Filho pondera que o afastamento é um mecanismo de defesa adotado pelos futuros médicos em virtude do pouco desenvolvimento da bagagem social e afetiva, ainda que a vida estudantil tenha sido intensa do ponto de vista cognitivo. “Ele teve poucas chances de refletir sobre questões mais dramáticas da vida como perda, fracasso, solidão e desespero. Se você somar isso a um curso médio que hoje quase não tem filosofia, a experiência também não é muita rica”, afirma ao mencionar que as faculdades também não oferecem espaço adequado para o tema.

Em linguagem que o aproxima dos alunos, o professor esmiúça a memória para trazer à tona o dissabor emblemático no curso. Ele lembra que superou a primeira experiência de morte no segundo ano da graduação e, à época, não houve apoio. “Quando terminou o plantão, peguei um ônibus para casa, desci numa praça e comecei a chorar. Ninguém virou para mim e perguntou ‘O que você sentiu?’. Então há uma fantasia que, para conseguir lidar com isso, é preciso se afastar. Talvez o segredo seja aprender a sentir isso, é o que a gente mais defende”, detalha o especialista.

Dinâmica social
Segundo o médico, o comportamento também é influenciado pela dinâmica social em que o aluno vive, incluindo o uso de novas tecnologias no trabalho, e considera que há necessidade de reflexões sobre o sucesso profissional. “Você passa por uma quantidade de frustrações e desafios emocionais muito grandes […] A gente se aproximou da doença e se afastou do paciente”, resume antes de mostrar, durante apresentação ao G1, uma foto do contraditório personagem Gregory House com fita adesiva sobre a boca. “Ele é cínico, se permite ser mau, é cheio de problemas emocionais e não consegue ter uma relação afetiva. Ele passa as três primeiras partes do episódio errando, depois acerta. Por que ele atrai tanta gente?”.

Outro ponto mencionado por Carvalho Filho, ao ponderar sobre o comportamento da classe, é a falta de grandes debates sobre a cultura do imediatismo. “A gente passa pelas coisas e não reflete. É preciso coerência entre o que propomos e fazemos.”

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Música e pintura
O docente explica que diversas atividades culturais foram integradas ao curso de medicina. Entre os recursos de destaque estão as apresentações de pinturas aos alunos do segundo ano, incluindo obras como “El Coloso” (Goya), “Une Scène de Déluge” (Joseph-Desiré Court) e “Udslidt” (Hans Andersen Brendekilde) para identificação de sentimentos e emoções. Além disso, também são reproduzidas músicas como “Sinal Fechado” (Paulinho da Viola) e “Tocando em Frente” (Renato Teixeira) durante debates sobre como ajudar o paciente a manter felicidade ou voltar a senti-la, apesar do novo contexto.

“A experiência tem mostrado que não é o tempo absoluto que conta para ocorrer uma boa consulta, mas como você vive esse tempo”, ressaltou Carvalho Filho. No primeiro ano, para discutir a impotência e fantasias de poder que o médico possui diante da doença e morte, os estudantes entrevistam pacientes e realizam narrações reflexivas, disponíveis ao grupo.

Quase de verdade
Outra atividade incorporada ao curso de medicina foi o contato de estudantes do quarto e sexto ano com pacientes simulados por atores profissionais. A experiência embasou pesquisa acadêmica do médico Marcelo Schweller orientada por Carvalho Filho, e o impacto verificado nos participantes foi de aumento da empatia, segundo escala internacional.

“O aluno que está em formação leva com ele muito dos professores e médicos que ele acompanha. O problema é que estes profissionais já fizeram uma reflexão, sabem que o problema da sobrecarga está em parte no sistema, mas às vezes não explicam isso ao aluno. Não tem problema se emocionar com o paciente. Talvez daqui dez anos de carreira, o médico preferira se afastar, mas o problema é decidir isso antes de começar a trabalhar”, falou Schweller sobre a importância do modelo médico enquanto influência aos estudantes.

Um dos atores que integram o projeto, Adilson Ledubino, de 35 anos, disse que o trabalho inédito na carreira serviu para desmistificar preconceitos sobre os médicos e tornou-se um grande laboratório para as artes cênicas. O ponto de partida nas simulações, segundo ele, é o relato sobre o quadro clínico do “paciente”, além de informações sobre questões sociais e culturais para calibrar a atuação no placo.

“São compartilhadas experiências muito pessoais. Há um acordo de ambiente realmente seguro. Às vezes, um grupo inteiro chora junto, é muito impactante.”

Estudos
Além de Marco Antonio Carvalho Filho e Marcelo Schweller, também participaram do estudo “Metodologias Ativas para o Ensino de Empatia na Graduação em Medicina – Uma Experiência da Unicamp” os médicos Jamiro Wanderley, Márcia Strazzacappa, Flavio Cesar Sá e Eloisa Helena Rubello Celeri.

Já a pesquisa acadêmica orientada por Carvalho Filho e realizada por Schweller, publicada em 2014, pode ser consultada na revista Academic Medicine.

Para professor da Unicamp, ensino superior deve se aproximar dos alunos

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Reginaldo Carmello Corrêa de Moraes, doutor em Filosofia pela USP e professor da Unicamp (Foto: Adriano Vizoni/Folhapress)

Reginaldo Carmello Corrêa de Moraes, doutor em Filosofia pela USP e professor da Unicamp (Foto: Adriano Vizoni/Folhapress)

Eleonora de Lucena, na Folha de S.Paulo

Massificar, descentralizar, popularizar. Esses devem ser os objetivos do ensino superior no Brasil, na visão de Reginaldo Carmello Corrêa de Moraes, 64, professor de ciência política da Unicamp.

Sua análise foi consolidada com a pesquisa sobre os modelos de educação em vários países. Parte dela está sendo lançada agora no livro “Educação Superior nos Estados Unidos: História e Estrutura” (Editora Unesp), que percorre as metamorfoses do sistema desde a colônia.

A obra mostra como os norte-americanos transformaram um modelo elitista e privado em outro flexível e majoritariamente público.

Doutor em filosofia e autor de “O Peso do Estado na Pátria do Mercado” (2013), Moraes afirma que o dinheiro público foi decisivo para essa evolução. “Em lugar nenhum do mundo o ensino superior se paga”, diz.
Leia a entrevista a seguir.

Folha – Como foi a evolução do ensino superior nos EUA e o que ela nos ensina?

Reginaldo Moraes – Os Estados Unidos foram muito pragmáticos e pouco ortodoxos na construção de instituições de ensino superior. Mesmo durante os tempos de colônia, quando hipoteticamente tinham o modelo inglês, fizeram adaptações no sentido de ter um sistema mais aberto. Até a Segunda Guerra Mundial, as escolas eram basicamente privadas e elitistas. Depois, isso mudou muito -hoje, 70% do ensino superior é público. Houve uma enorme expansão, com a chegada do ensino à classe média baixa. Mais importante, ocorreu uma capilarização. O acesso é mais democrático, não só pelo aumento do número de vagas, mas pelos pontos de acesso espalhados pelo território. O jovem tem, a 40 minutos de sua casa, um ponto de acesso para o ensino superior.

O sr. destaca a importância do Estado nessa evolução. Como isso ocorreu?

O Estado subsidiou e estimulou a educação desde o começo. Por exemplo, com doação de terras e prédios e com dotações, bolsas e financiamento de pesquisa. O dinheiro público foi decisivo. Em lugar nenhum do mundo o ensino superior se paga. É preciso uma parcela grande do dinheiro público para a expansão. Também no setor privado dos EUA o dinheiro público é decisivo.

Qual é a sua avaliação do ensino superior no Brasil?

Temos um debate viciado e provinciano. Ensino superior e universidade são coisas diferentes. Universidade não é só ensino superior, tem pesquisa. E ensino superior não se faz só em universidade em lugar nenhum do mundo. Aqui temos a ideia de expandir o ensino superior replicando uma Unicamp em cada aldeia. Os norte-americanos foram inteligentes em dividir e diversificar as instituições e os cursos para poder estabelecê-los próximos das pessoas e de suas necessidades. Fazem adaptações. Algumas que vão durar pouco tempo.

Pode dar exemplos?

Capilarizaram os “junior colleges”. Universidades criaram campi auxiliares fora de sua sede para oferecer os dois primeiros anos. Depois, se o estudante tiver pique, pode fazer curso em outro campus. Se não, fica com aquilo que fez e tem um diploma. Os franceses começaram a fazer isso nos anos 1970: diplomas de cursos de curta duração usando até a estrutura de liceus. Temos uma coisa parecida com as escolas técnicas federais, agora chamadas de IFs (institutos federais de educação), mas o ritmo é lento. É preciso multiplicar por quatro e capilarizar.

As federais não estão passando por ampliação?

O Reuni [programa federal de expansão criado em 2007] obrigou a uma expansão para fora da sede. Na Paraíba, há quatro campi fora de João Pessoa. No Maranhão, a universidade saiu de São Luís. Foi uma imposição, e é o único jeito que funciona. E expansão com curso noturno. Esse fato é importante, porque 85% dos alunos das escolas particulares estudam à noite. Nas públicas é o inverso, só 30% das vagas nas federais estão em cursos noturnos. É pouco. Mesmo que as federais aumentassem muito as suas vagas, na estrutura atual, nunca iriam acolher esse estudante.

Alguns dizem que o Prouni é uma forma de apoio a escolas privadas de qualidade duvidosa. O sr. concorda?

O Prouni [programa de bolsas em faculdades particulares] não criou isenções [fiscais]. Elas estão na Constituição. O Prouni regulou isenções. Estipulou que as bolsas tinham que ser oferecidas segundo critérios do MEC, como renda [do aluno]. As escolas privadas faziam coisas que não se acredita. Davam bolsas para filhos de funcionários e professores e incluíam isso em acordos coletivos como moeda de troca em negociação salarial. O Prouni tentou disciplinar isso. E se tornou uma coisa boa para os empresários.

Quais são suas críticas ao Fies?

O problema é que é uma dívida, o aluno pagando pela escola com o empréstimo do governo. É ruim também porque transforma a relação entre estudante e escola numa questão de mercado. Hoje, 40% dos estudantes das escolas privadas têm um dos dois [Fies ou Prouni]. Elas se transformaram num setor estatal, mas que não é controlado na qualidade. De cada dez intervenções do MEC, sete ou oito vão ser malsucedidas, porque o judiciário vai dar ganho de causa para as escolas.

O Fies deveria ser revisto?

Completamente. Deveria ser mais limitado e mais rigoroso. Se houvesse um setor público que crescesse de outro modo, ele poderia competir com o setor privado. O setor privado não tem pejo de se instalar em locais menos solenes. Universidade aqui quer ter um campus que é uma catedral. É preciso construir coisas mais acessíveis, fazer pequenos prédios, aproveitar os existentes.

Fuvest libera lista de livros obrigatórios em 2016

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Os aprovados no vestibular 2015 da USP serão divulgados no dia 31 / Divulgação

Os aprovados no vestibular 2015 da USP serão divulgados no dia 31 / Divulgação

Unicamp também divulgou os novos livros que pedirá na prova, já que não dividirá mais a lista da USP

Publicado no Diário de S.Paulo

A Fuvest divulgou nesta quinta-feira (22) a lista de livros obrigatórios para o vestibular 2016 da Universidade de São Paulo (USP).

O Conselho de Graduação (CoG) da USP se reuniu no último dia 20 e decidiram manter a lista de livros obrigatórios nos últimos dois vetibulares.
São nove obras:
– Viagens na minha terra, Almeida Garrett
– Tim, José de Alencar
– Memórias de um sargento de milícias, Manuel Antônio de Almeida
– Memórias póstumas de Brás Cubas, Machado de Assis
– O cortiço, Aluísio Azevedo
– A cidade e as serras, Eça de Queirós
– Vidas secas, Graciliano Ramos
– Capitão da areia, Jorge Amado
-Sentimento do mundo, Carlos Drummond de Andrade

Para quem ainda está esperando o resultado da segunda fase do vestibular 2015, basta esperar até o dia 31, quando a lista da primeira chamada será divulgada.

Unicamp/ Até o vestibular 2015, a USP e a Unicamp utilizavam a mesma lista para elaborar as provas. A lista do vestibular 2016 conta com 12 obras, sendo seis delas mantidas da lista antiga.

A cada ano, a organização promete divulgar a lista exclusiva de livros que serão exigidos na prova, que contará com diversos gêneros literários e extensões. As obras poderão ter textos grandes ou curtos, como contos, e também poderá variar entre coletâneas de poemas e romances.

Contos:
– “Amor”, do livro Laços de Família, Clarice Lispector
– “A hora e a vez de Augusto Matraga”, do livro Sagarana, Guimarães Rosa
– “Negrinha”, do livro Negrinha, Monteiro Lobato.

Poesia:
– Sentimento do mundo, Carlos Drummond de Andrade
– Sonetos, Luís de Camões

Romance:
– Viagens na minha terra, Almeida Garrett
– O cortiço, Aluísio Azevedo
– Til, José de Alencar
– Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado de Assis
– Terra Sonâmbula, Mia Couto

Teatro:
– Lisbela e o prisioneiro, Osman Lins

Tribunal rejeita contas da USP por reitor ganhar mais que governador

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Mario Cesar Carvalho e Fábio Takahashi, na Folha de S.Paulo

Fiscalizações do Tribunal de Contas do Estado identificaram ganhos de dirigentes da USP acima dos do governador de São Paulo. A situação, considerada ilegal pelo TCE, fez com que as contas da universidade fossem rejeitadas ontem, pela primeira vez.

A análise do tribunal se refere aos gastos de 2008 da universidade, sob a gestão da então reitora Suely Vilela.

Editoria de Arte/Folhapress

Editoria de Arte/Folhapress

A USP já informou que vai recorrer da decisão.

De acordo com o órgão de fiscalização estadual, a reitora, o vice-reitor, os pró-reitores e o chefe-de-gabinete ganhavam mais de R$ 17 mil, entre salários e benefícios.

A remuneração do governador de São Paulo -na época, o tucano José Serra- era de R$ 14.850.

A Constituição impõe que servidores públicos estaduais não podem ganhar mais que o governador.

A Folha apurou que foram identificados ganhos de dirigentes da cúpula da USP acima do teto até 2013, pelo menos. A universidade nega.

O conselheiro que cuidou do processo no tribunal, Antonio Roque Citadini, determinou ontem que a universidade precisa se adequar à regra da remuneração, sob risco de multas aos dirigentes.

Aqueles que têm contas julgadas irregulares podem também sofrer processo por improbidade administrativa.

A decisão de ontem foi tomada pelo relator. Eventual recurso será analisado pelo conjunto de conselheiros.

LIMITES

O tribunal criticou também, na decisão de ontem, as despesas da universidade com folha de pagamento.

Em 2008, ano analisado pelo relatório, a instituição gastava 87% dos seus recursos com salários e benefícios.

A situação se agravou e chegou a 100% no ano passado. Assim, a instituição tem usado reservas para cobrir as demais despesas. Em 2013, foram R$ 1 bilhão.

O tribunal recomenda que o governador estabeleça um teto para esse tipo de gasto.

A despesa com pessoal cresceu na USP tanto por conta de contratações (o número de funcionários cresceu 10% entre 2008 e 2012) quanto por aumentos acima da inflação aos servidores.

Em 2011 e 2012, por exemplo, o reajuste ficou dois pontos percentuais acima da inflação anual.

A gestão do reitor Marco Antonio Zago, que iniciou o mandato neste ano, não respondeu as questões enviadas pela Folha sobre a remuneração atual dos dirigentes.

DIVULGAÇÃO

Por ser autarquia especial, a USP não divulga publicamente as remunerações de seus servidores, ainda que sejam pagos com recursos do Estado, como fazem demais órgãos do governo.

A reitoria disse apenas que desde 2010 o teto do governador é respeitado nas universidades estaduais -informação questionada por técnicos com acesso à folha da USP.

Os dados disponíveis no site da instituição detalham como a remuneração dos dirigentes pode seguir acima do que ganha o governador.

Geraldo Alckmin (PSDB) recebe atualmente R$ 20.662.

A remuneração do reitor da universidade, por exemplo, é de pelo menos R$ 19 mil. Mas o servidor da USP tem direito a reajuste de 5% a cada cinco anos e aumento de 1/6 após 20 anos de trabalho.

Zago, por exemplo, está há 40 anos na USP.

No ano passado a Unicamp teve suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado, por diferentes conselheiros, pela mesma razão: salários acima do teto.

São esses mesmos conselheiros que analisarão os recursos tanto da USP como os da Unicamp.

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