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O preço de uma educação ‘top’: Quanto custa estudar nas melhores faculdades dos EUA em 2015

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Publicado no Amo Direito

Menos importância para critérios de seleção de estudantes e mais peso para o retorno sobre o investimento na educação superior. Assim, a Forbes define a parte central da sua metodologia de classificação das melhores faculdades dos Estados Unidos.

Entram na análise da revista para o ranqueamento das instituições em 2015 o índice de satisfação dos alunos, fatores ligados a financiamento e dívida estudantil, o tempo médio até a graduação, além do percentual de alunos que conquistam bolsas de estudo concedidas por instituição prestigiadas no país.

No topo do ranking, a Pomona College, na cidade de Claremont. A universidade desbanca instituições tradicionais como Princeton, Yale e Harvard. Confira, nas fotos, a lista e veja qual o custo anual de cada de uma delas:

1. Pomona College

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Instituição Pomona College
Posição no ranking 1º
Custo anual 62.632 dólares
Localização Claremont

2. Williams College

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Instituição Williams College
Posição no ranking 2º
Custo anual 64.020 dólares
Localização Williamstown

3. Stanford University

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Instituição Stanford University
Posição no ranking 3º
Custo anual 62.801 dólares
Localização Stanford

4. Princeton University

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Instituição Princeton University
Posição no ranking 4º (mais…)

Universidade de Columbia oferece pela primeira vez curso de pós-graduação no Brasil: mestrado executivo em Gestão Pública

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Universidade de Columbia é uma das mais conceituadas dos EUA e do mundo | Getty Images

Universidade de Columbia é uma das mais conceituadas dos EUA e do mundo | Getty Images

Gabriela Bazzo, no Brasil Post

A Universidade de Columbia vai oferecer, a partir de janeiro do ano que vem, um programa de pós-graduação no Brasil.

O curso, com duração de 18 meses, tem foco em Gestão Pública e será ministrado em formato híbrido, mesclando videoconferências e aulas presenciais.

O programa também inclui dois meses intensivos de aula no campus da Universidade, em Nova York, em julho de 2015 e 2016 – os estudantes cursarão seis disciplinas nos EUA. O trabalho final também será apresentado presencialmente na universidade.

No total, os alunos vão cursar 18 matérias.

A estrutura do curso, que foi criado em 1977 nos EUA, foi adaptada ao Brasil e inclui aulas de reforço – no Global Center Columbia, no Rio de Janeiro e via internet também.

Futuramente, o programa deve ser oferecido na China e na Índia.

De acordo com a Columbia, o curso é voltado para “profissionais competentes e dedicados à administração pública”. Entre os documentos exigidos para a inscrição no curso estão diploma em um curso superior com tradução juramentada para o inglês, prova de proficiência em inglês, e o exame GRE ou GMAT, além de cartas de recomendação e intenção.

As inscrições são feitas até o dia 30 de novembro no site da Columbia. O resultado será divulgado no dia 15 de dezembro.

A turma de 2015 vai contar com 30 alunos, e a de 2016 – e de anos futuros – 35 pessoas. Serão oferecidas entre 20 a 30 bolsas parciais e integrais. Segundo a Columbia, os detalhes das bolsas serão divulgados posteriormente.

O curso custa US$ 68 mil por aluno, incluindo as viagens aos EUA e a acomodação durante os dois meses de residência em Nova York.

Nesta semana, serão promovidas palestras no Rio, em São Paulo e em Brasília sobre o curso. As inscrições para as sessões informativas podem ser feitas no site do programa.

SÃO PAULO
22 de outubro – 12h às 14h
Fundação iFHC – Instituto Fernando Henrique Cardoso
Rua Formosa, 367 – 6º andar, Centro

BRASÍLIA
23 de outubro – 12h às 14h
CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica
SEPN 515 Conjunto D, Lote 4 – Edifício Carlos Taurisano

RIO DE JANEIRO
24 de outubro – 12h às 14h
Global Center Rio de Janeiro
Rua Candelária, 9 – 3º andar, Centro

Valesca Popozuda vai pagar viagem de professora que a citou em trabalho acadêmico a congresso nos EUA

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Jaqueline foi convidada para um congresso sobre trabalhos relacionadas a Hernert Marcuse (Foto: Reprodução/Facebook)

Jaqueline foi convidada para um congresso sobre trabalhos relacionadas a Hernert Marcuse (Foto: Reprodução/Facebook)

Ana Carolina Pinto, no Extra

“Quando ouvi a Valesca Popozuda cantar ‘My Pussy é o poder’ pela primeira vez, pensei: uau! isso é mais profundo que Simone de Beauvoir”. A interpretação é da pedagoga Jaqueline Conceição da Silva, de 28 anos. Com mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), ela foi convidada pela prestigiada Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, para apresentar seu trabalho sobre o funk e a juventude brasileira, “Só Mina Cruel – Algumas Reflexões Sobre Gênero e Cultura Afirmativa no Universo Juvenil do Funk”, em um congresso que acontece em setembro deste ano.

Moradora de Jardim Celeste, no bairro Campo Limpo, em São Paulo, Jaqueline comemorou a oportunidade de levar a cultura da periferia para outro país. Mas por não ter vínculo atual com nenhum programa de pós-graduação, a concretização do sonho da educadora tinha esbarrado na questão financeira. Até agora. Depois de saber da vaquinha online organizada por Jaqueline para levantar o dinheiro, Valesca contou ao EXTRA que quer ajudar.

– Quero arcar com metade do valor, se ela concordar. Fico muito feliz com o carinho dela e vou torcer pra ela conseguir. O trabalho deve ter ficado magnífico, pois o funk é bem amplo. Já peço uma cópia, pois depois eu quero ver e ler ele todinho.

Valesca ainda mostrou-se orgulhosa em ver o gênero ser representado nos Estados Unidos e mandou um recado para Jaqueline.

– Boa sorte na apresentação e representa lá o Brasil e o Funk que daqui estaremos torcendo orgulhosos pela força e coragem dela.

Ao saber da ajuda inesperada, Jaqueline ficou ainda mais animada. Fã da cantora, ela já tinha recebido um conselho para pedir ajuda a Valesca, mas tinha optado pelo financiamento. Agora, ela torce para conhecer a musa do hit “Beijinho no Ombro” pessoalmente e falar sobre o artigo.

– Espero conhecê-la, porque sou muito fã! Não sei o que me deixou mais bege, se foi o fato de ela contribuir ou de poder conhecê-la. Não sei o que me impactou mais. ‘Tô’ passada – brincou Jaqueline, que credita a história de Valesca como uma inspiração para outras mulheres.

– Acho que a trajetória dela, pensando num país como o Brasil, é uma trajetória que me inspira. São mulheres que vão buscando seu espaço em cima daquilo que acreditam. Estou muito feliz, apesar de não ser um trabalho em que defendo o funk enquanto música, de poder pegar um trabalho que elas construíram e poder discutir em cima dele, para podermos nos emancipar.

Libertação feminina

O artigo de Jaqueline não pretende analisar o funk como gênero musical, mas como produto cultural gerado pela juventude da periferia. Em sala de aula, seus alunos analisam as letras das músicas e debatem sobre a realidade retratada nas canções, sob a ótica dos autores de Teoria Crítica, Theodor W. Adorno e Hernert Marcuse. Para a pedagoga, que concluiu o mestrado no curso “Educação: História, Política, Sociedade”, apesar das críticas, é preciso avançar e entender como o fenômeno do funk está impactando a juventude, especialmente a das favelas.

– A ideia do trabalho é pensar sobre a sociedade em que vivemos. Neste contexto, o gênero femino é uma oposição ao que é ‘ser homem’. Assim, o nosso desejo enquanto mulher, de fazer isso ou não, também é relacionado através do que é o desejo para os homens. Então até que ponto dentro do funk, mesmo as mulheres podendo ter a liberdade de dizer que a ‘b* dela’, significa de verdade uma liberdade sexual, inclusive sobre o próprio corpo e o que ele representa? – questionou.

“As considerações apontam no sentido de que tais jovens (produtores e consumidores do funk enquanto produto cultural da sociedade de massas) reproduzem em seu discurso as mesmas relações de opressão e submissão em que a mulher é submetida ao longo do processo civilizatório, mesmo que revestido de uma pseudoliberdade aparente na exacerbação da sexualidade feminina e do “direito” das jovens em usufruir do prazer que seu corpo pode lhes proporcionar”, destaca uma parte do resumo do artigo.

– Para mim, a Valesca é uma das mulheres que lida mais com essa dupla realidade nas músicas dela. Para uma mulher negra e pobre da periferia poder afirmar que “dá para quem quiser”, ou que hoje vai bancar e pode ostentar dinheiro, por exemplo, é um fato libertário, não podemos negar. A questão é até que ponto, na sociedade em que vivemos, isso pode ser realmente libertador, ou é só mais uma reprodução de como a mulher é vista. Me interessa pensar o funk como uma manifestação cultural legítima desses meninos e meninas. O que tem de imediato para a juventude? A sexualidade. E o funk fala sobre isso. Fui começar a entender as letras para entender este discurso, entender a realidade desses jovens para pensar os caminhos para os quais estamos levando eles, que tipo de formação estamos dando a estes jovens e quais as perspectivas que eles tem e podem vir a ter a partir disso.

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