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Crianças aprendem melhor com personagens humanos, diz estudo

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(monkeybusinessimages/Thinkstock/Getty Images)

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Segundo o trabalho, histórias com humanos seriam mais eficazes em ensinar valores aos pequenos. Entenda por que e qual a importância da ficção na infância!

Chloé Pinheiro, no Bebe

A lebre e a tartaruga? O patinho feio? Nada disso! Segundo uma nova pesquisa, contos com protagonistas humanos transmitem melhor valores morais aos pequenos.

O trabalho da Universidade de Toronto, no Canadá, comparou como cerca de cem crianças se comportavam após ouvirem a lenda de uma raposa que aprendia a importância de dividir ou a mesma narrativa, só que com humanos no lugar dos animais.

Para ter certeza de que a moral da história faria diferença, um terceiro grupo leu um livro sobre sementes. Ao fim da leitura, os voluntários, com idades entre 4 e 6 anos, receberam 10 adesivos como recompensa e foram comunicados que os outros participantes não ganhariam nenhum adesivo. Depois, se quisessem, poderiam doar o que receberam às outras crianças sem que o pesquisador estivesse olhando.

Como resultado, quem tinha escutado a versão humana foi mais generoso do que quem ouviu a fábula com animais. “No geral, as crianças agiram mais de acordo com a moral da história com pessoas”, comentou Patricia Ganea, professora de desenvolvimento cognitivo da instituição canadense e autora do estudo, em comunicado para a imprensa.

A ideia do grupo de cientistas é chamar a atenção dos autores de livros infantis para o tema, para que desenvolvam contos mais realistas, o que melhoraria a capacidade de absorção das crianças.

O papel da ficção no caráter do filho

Por volta dos 2 anos, a criança começa a construir seu próprio mundo de faz-de-conta, processo importante para o desenvolvimento cognitivo do pequeno. E, mesmo antes desse período, os pais podem já começar a ler para os bebês, pois o fato da imaginação ganhar asas tem grande valor para a criação dos baixinhos.

“Histórias são lúdicas e apresentam conceitos em uma linguagem acessível para eles, que é a do imaginário”, comenta Deborah Moss, neuropsicóloga mestre em desenvolvimento infantil pela Universidade de São Paulo.

Na hora de escolher os títulos que serão apresentados, não precisa fugir dos contos com animais, apesar do achado do novo trabalho. “A criança tem capacidade de projetar situações e entender o simbolismo até mais do que o adulto, o importante é que os pais expliquem o que está acontecendo e transmita a história aos filhos”, completa a neuropsicóloga.

A dica é oferecer um cardápio variado de contos aos pequenos, sem se esquecer de ressaltar as características humanas e os sentimentos dos personagens, sejam eles animais, objetos ou pessoas.

Como o Canadá se tornou uma superpotência em educação

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O Canadá subiu ao topo do rankings de educação internacionais

O Canadá subiu ao topo do rankings de educação internacionais

 

Em debates sobre os melhores sistemas educacionais do mundo, os nomes mais citados costumam ser de países nórdicos, como a Noruega e a Finlândia, ou de potências como Cingapura e Coreia do Sul.

Sean Coughlan, na BBC Brasil

Embora seja muito menos lembrado, o Canadá subiu ao topo dos rankings internacionais.

Na mais recente rodada de exames do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, entidade que reúne países desenvolvidos), o Canadá ficou entre os dez melhores países em matemática, ciências e interpretação de texto.

As provas são o maior estudo internacional de desempenho escolar e mostram que os jovens do Canadá estão entre os mais bem educados do mundo.

Eles estão muito à frente de vizinhos como os Estados Unidos e de países europeus com quem têm laços culturais, como o Reino Unido e a França.

O Canadá também tem a maior proporção de adultos em idade produtiva com educação superior – 55%, em comparação com uma média de 35% de países da OCDE.

Alunos imigrantes

O sucesso do Canadá em testes escolares é incomum ao ser comparado com tendências internacionais.

Os países com melhor desempenho costumam ser pequenos, com sociedades homogêneas e coesas e com cada pedaço do sistema educacional integrado a uma estratégia nacional – como em Cingapura, que tem sido usado como exemplo de progresso sistemático.

O Canadá nem sequer tem um sistema educacional nacional, pois a organização é baseada em províncias autônomas. E é difícil imaginar um contraste maior entre uma cidade-Estado como Cingapura e um país de dimensões continentais como o Canadá.

Em uma tentativa de entender o sucesso do Canadá na educação, a OCDE descreveu o papel do governo federal no setor como “limitado e às vezes inexistente”.

Também é bem conhecido o fato de que o Canadá tem um alto número de imigrantes em suas escolas. Mais de um terço dos jovens no Canadá têm ambos os pais oriundos de outro país.

Os filhos das famílias de imigrantes recém-chegados se integram em um ritmo rápido o suficiente para ter o mesmo desempenho de seus colegas de classe.

Quando o último ranking da OCDE é analisado em detalhe, os resultados regionais do Canadá são ainda mais impressionantes.

Se as províncias se inscrevessem no teste como países separados, três delas (Alberta, Quebec e British Columbia) estariam entre os cinco primeiros lugares em ciências, junto com Cingapura e Japão e à frente de lugares como Finlândia e Hong Kong.

Afinal, como o Canadá superou tantos outros países na área de educação?

Andreas Schleicher, o diretor de educação da OCDE, diz a característica que une os diversos sistemas educacionais do país é a igualdade.

Apesar de diversas diferenças nas políticas educacionais, um traço em comum entre todas as regiões do país é o comprometimento em oferecer igualdade de oportunidades na escola.

Schleicher diz que existe um forte senso de equilíbrio e igualdade de acesso – o que pode ser observado na alta performance acadêmica de filhos de imigrantes.

Até três anos depois de chegar ao país, os alunos imigrantes alcançam notas tão altas quanto as de seus colegas. Isso torna o Canadá um dos poucos países em que crianças imigrantes atingem um patamar similar aos das não-imigrantes.

Outra característica distinta é que os professores são muito bem pagos em comparação com os padrões internacionais – e o ingresso na profissão é altamente seletivo.

Getty Images Image caption O Canadá paga altos salários aos professores comparado com a média internacional

Getty Images
O Canadá paga altos salários aos professores comparado com a média internacional

Oportunidades iguais

David Booth, professor do Instituto para Estudos em Educação da Universidade de Toronto, destaca um forte investimento de base em alfabetização.

Existiram esforços sistemáticos para melhorar a alfabetização, com a contratação de educadores bem treinados, investimento em recursos como bibliotecas nas escolas e avaliações para identificar escolas ou alunos que possam estar tendo dificuldades.

John Jerrim, do Instituto UCL de Educação de Londres, diz que o ótimo desempenho do Canadá nos rankings internacionais reflete a homogeneidade socioeconômica do país.

O país não é uma nação de extremos. Pelo contrário, seus resultados mostram uma média alta, com pouca diferença entre os estudantes mais e menos favorecidos.

No mais recente Pisa, o exame da OCDE, a variação de notas causada por diferenças socioeconômicas entre os estudantes canadenses foi de 9%, em comparação com 20% na França e 17% em Cingapura, por exemplo.

Os resultados mais igualitários explicam porque o Canadá está indo tão bem em exames internacionais. O país não tem nem uma fatia residual de estudantes com desempenho ruim, o que normalmente é algo relacionado à pobreza.

É um sistema consistente. Além da pouca diferença entre estudantes ricos e pobres, também há uma variação muito pequena entre diferentes escolas, em comparação com a média de países desenvolvidos.

Segundo o professor Jerrim, o alto número de imigrantes não é visto com um potencial entrave ao sucesso nos exames – o fato é provavelmente um dos ingredientes dos bons resultados.

Os imigrantes que vivem no Canadá, muitos de países como a China, a Índia e o Paquistão, têm educação relativamente alta, e a ambição de ver seus filhos se tornarem profissionais bem sucedidos.

O especialista afirma que essas famílias têm “fome de sucesso”, e que suas altas expectativas provavelmente influenciam o desempenho escolar de seus filhos.

O professor Booth, da Universidade de Toronto, também cita esse fato. “Muitas famílias recém-chegadas ao Canadá querem que seus filhos tenham sucesso, e os alunos têm motivação para aprender”, diz.

Este ano tem sido excepcional para a educação no Canadá. As universidades estão aproveitando o “efeito Donald Trump”, com um número recorde de inscrições de estudantes que enxergam o Canadá como uma alternativa aos Estados Unidos após a eleição do atual presidente.

A vencedora do Prêmio Global de Professores também é canadense – Maggie MacDonnel está usando a condecoração para fazer campanha pelo direitos dos estudantes indígenas.

No ano em que celebra seu aniversário de 150 anos, o Canadá reivindica o status de uma superpotência em educação.

Quem lê livros é mais popular em aplicativos de namoro

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Publicado no Curiosamente

Um site de namoro descobriu quais são os tipos de leitura preferidas para tornar a pessoa mais atraente para potenciais parceiros. De acordo com o aplicativo eHarmony, as mulheres que listaram Jogos Vorazes como um de seus livros preferido tiveram maior popularidade. Já os homens que adicionaram os livros de negócios de Richard Branson aos favoritos também foram procurados mais vezes.

Os Homens que Não Amavam as Mulheres se mostrou como uma boa opção para os dois gêneros, mas ler qualquer coisa é algo positivo nessa área de conquista. A pesquisa realizada apontou que homens que adicionam leituras ao perfil recebem 19% mais mensagens, enquanto mulheres recebem 3% a mais.

Estudos já haviam mostrado anteriormente que pessoas que leem tem mais empatia, de acordo com o jornal britânico The Guardian. Uma pesquisa da Universidade de Toronto mostrou que leitores ávidos tiveram uma pontuação melhor no teste de empatia e no teste de leitura mental a partir dos olhos. No geral, acredita-se que ficção literária melhora a personalidade.

Uma análise da Reading Agency feita em 51 artigos e relatórios mostrou que leitura também melhora o relacionamento com os outros, reduz os sintomas de depressão e os riscos de demência, além de melhorar o bem-estar ao longo da vida.

Por que ler ficção pode beneficiar sua carreira?

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(Foto: Reprodução/Facebook)

(Foto: Reprodução/Facebook)

A atividade não é apenas uma distração: ajuda a solucionar problemas complexos

Publicado na Época Negócios

Não é segredo e nem novidade que pessoas bem-sucedidas são ávidas leitoras. Ler ajuda a se manter conectado com as novas tendências e a aprender técnicas que podem ser usadas em sua carreira. Todo ano, Bill Gates e Warren Buffett publicam as listas dos melhores livros que leram nos últimos 12 meses – e as listas sempre estão cheias de títulos de não-ficção.

Mas e a ficção, ela é puramente entretenimento? Michel Morvan, fundador e CEO da empresa de tecnologia CoSMo, lê alguns capítulos de um romance policial toda noite e diz que não é apenas por diversão. À Fast company, ele disse que “para tocar um negócio, você precisa estar profundamente envolvido em todos os detalhes, desde a estratégia, produto e contratações. Mergulhar em uma história, identificando os personagens e tentando resolver os mistérios, tem dois efeitos em mim. Em primeiro lugar, é uma forma eficiente de me desconectar dos problemas que enfrento no trabalho. Além disso, imediatamente libera minha criatividade, minha mente não tem limites enquanto estou lendo, e não deveria ter enquanto estou conduzindo meus negócios.”

De fato, pesquisas mostram que ler ficção pode ajudar a aumentar habilidades que são tão importantes para o trabalho quanto conhecimentos técnicos que você adquire lendo não-ficção. Veja cinco maneiras como ler romances mexe com seu cérebro.

1. Melhor raciocínio
Ler ficção pode desencadear insights que podem ajudar o trabalho além da lógica, diz Michael Benveniste, professor de inglês na University of Puget Sound. Em situações que podem estar impregnadas com emoções ou experiências passadas, ler pode ajudar a cultivar outro tipo de raciocínio. “A ficção oferece um espaço para especular sobre o papel de valores difusos como crenças, normas e experiências em contextos sociais”, diz ele.

2. Maior entendimento de problemas complexos
Pessoas que leem ficção ampliam seu entendimento sobre os outros, de acordo com um estudo da Universidade de Toronto. “Esse efeito se deve em parte ao processo de engajamento nas histórias, que incluem fazer inferências e se envolver emocionalmente, e parte aos elementos da ficção, que incluem personagens complexos e circunstâncias que talvez não encontremos no dia a dia”, escreveu Keith Oatley, professor de psicologia cognitiva da Universidade de Toronto.

Oatley compara a ficção a simulações de computador para seu cérebro. “Assim como simulações podem nos ajudar a lidar com problemas complexos como pilotar um avião ou prever o tempo, os romances e histórias podem nos ajudar a entender as complexidades da vida em sociedade”, disse ele ao The New York Times.

3. Empatia
Imaginar a situação pela que passa um personagem pode fazer de você alguém mais empático em relação às pessoas na vida real. Isso acontece porque, quando você lê uma história, se conecta com experiências pessoais, de acordo com uma pesquisa realizada por Raymond Mar, psicólogo da Universidade de York.

Em um discurso durante a convenção anual da Associação Americana de Psicólogos, Mar disse que nós temos pensamentos e emoções que são consistentes com uma narrativa. Ao refletir sobre interações sociais passadas ou imaginar interações futuras, podemos ter algum insight sobre algo que aconteceu no passado que se relacione com um personagem em uma história.

“As experiências que tivemos em nossas vidas moldam nosso entendimento sobre o mundo, e imaginar experiências por meio de histórias fictícias provavelmente nos muda também”, afirmou. “Ainda que a ficção seja fabricada, ela pode comunicar verdades sobre a psicologia humana e sobre as relações humanas.”

4. Alívio do estresse
Ler um romance é um método mais eficaz de aliviar o estresse do que ouvir música, caminhar ou tomar uma xícara de chá, de acordo com um estudo da Universidade de Sussex. Ler reduz o estresse em 68%, de acordo com o neuropsicólogo cognitivo David Lewis. Apenas seis minutos de leitura diminuía o ritmo cardíaco e reduzia a tensão muscular das pessoas que participaram do estudo.

“Perder a noção do tempo ao ler um livro é a melhor forma de relaxar”, disse Lewis em uma entrevista ao Telegraph. “Não importa qual tipo de livro você lê, ao se envolver na narrativa, você pode escapar das preocupações e do estresse do dia a dia e passar um tempo explorando a imaginação do autor. É mais do que uma simples distração.”

5. Modelos fortes
Livros de ficção costumam ter personagens cujos traços são descritos em detalhes. Juliette Wells, professora da Goucher College, dá aula sobre ficção do século XIX e diz que ela consegue se aproveitar da força dos personagens de romances de Jane Austen.

“Muitas dessas dinâmicas mapeiam de forma útil o mundo do trabalho”, diz ela. “Às vezes me vejo silenciosamente citando Elizabeth Bennet, de Orgulho e Preconceito, quando ela diz: minha coragem aumenta sempre que tentam me intimidar.”

5 maneiras de elevar seu QI

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publicado na Exame

Muita gente pensa que a inteligência é uma característica puramente genética, que não pode ser alterada. Mas esse mito vem sendo seguidamente derrubado pelas pesquisas científicas. Estudos com pessoas de todas as idades mostram que o QI – a principal medida da inteligência – pode aumentar ou diminuir ao longo dos anos em função do estilo de vida.

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Imagens obtidas por ressonância magnética comprovam que atividades que estimulam o cérebro provocam modificações anatômicas nele, elevando o QI. A falta dessas atividades, ao contrário, pode levar à redução da inteligência. Como os músculos, que se atrofiam ou se desenvolvem dependendo do nível de atividade física, o cérebro reage ao exercício mental.

Ainda que os testes de QI sejam questionados, eles continuam sendo a maneira mais aceita de medir a inteligência de uma pessoa. Em geral, um QI entre 90 e 110 é considerado normal. Um gênio pode passar de 150 e uma pessoa com menos de 70 é classificada como deficiente.

Sabe-se que o QI médio é mais alto nos países ricos do que nos pobres. E, na maior parte do mundo, o QI médio da população vem subindo alguns pontos por década desde o início do século XX (esse fenômeno é conhecido como Efeito Flynn, nome do cientista neozelandês que o estudou). Confira, a seguir, cinco maneiras de estimular o cérebro e desenvolver a inteligência.

1 Avance o máximo possível nos estudos

Uma pesquisa da universidade de Cornell, no estado americano de Nova York, mostrou que cada ano de estudo regular acrescenta vários pontos ao QI. Assim, se você puder chegar ao pós-doutorado, não pare na graduação.

2 Escolha uma atividade profissional desafiadora

Um estudo realizado durante 30 anos pelo National Institute of Mental Health americano (citado pelo Wall Street Journal) concluiu que profissionais que desempenham atividades complexas, resolvem problemas difíceis no dia-a-dia ou lidam com pessoas de forma elaborada tendem a ter melhores resultados nos testes de QI. Aqueles que, ao contrário, realizam um trabalho simples, que não exige raciocínio, tendem a piorar com o tempo.

3 Explore novos assuntos

As atividades que mais contribuem para elevar o QI são aquelas com a qual a pessoa não está habituada. Ou seja, encarar algum assunto totalmente novo de vez em quando traz benefícios à mente. Numa pesquisa da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, 20 jovens treinaram malabarismo durante um mês. Os neurocientistas observaram um rápido aumento na massa cinzenta do cérebro desses voluntários. Quando o treinamento terminou, o cérebro foi lentamente voltando ao estado anterior, mas as pessoas conservaram a habilidade desenvolvida com os malabares. Experimentos similares em outros países confirmaram as observações dos alemães.

4 Estude e pratique música

A música é um excelente estimulo para o cérebro. Uma pesquisa da Universidade de Toronto em Mississauga, no Canadá, apontou que seis anos de estudo de música na infância provocam um aumento médio de 7,5 pontos no QI. Outro estudo, da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, observou que músicos que permanecem ativos por pelo menos uma década conservam um QI elevado até depois dos 60 anos.

5 Prefira o lazer inteligente

Há uma variedade de jogos que prometem desenvolver a inteligência. E as pesquisas mostram que eles funcionam. Um dos mais conhecidos é o N-back, disponível, inclusive, na forma de aplicativo para iPhone e Android. Mas qualquer jogo que envolva desafios mentais traz bons resultados.

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