Posts tagged universitários

27 coisas que você deveria saber antes de entrar na faculdade

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Publicado no Amo Direito

Dicas para quem vai iniciar um novo momento da vida é sempre importante. E para quem está iniciando a faculdade melhor ainda, independente do curso que se pretende adentrar. Confira algumas dicas para esse momento novo e cheio de surpresas:

1 – Não importa o quão tarde é a sua primeira aula, você vai dormir durante ela.

2 – Você vai mudar completamente e nem vai notar.

3 – Você pode amar várias pessoas de maneiras diferentes.

4 – Alunos de faculdade também jogam aviões de papel durante as aulas.

5 – Se você assistir às aulas calçado, todo mundo vai perguntar por que você foi tão chique para a faculdade.

6 – Cada relógio no prédio mostra um horário diferente.

7 – Se você era inteligente no colegial… azar o seu!

8 – Não importa tudo o que você prometeu quando passou no vestibular, você vai às festas da faculdade, mesmo que sejam na noite anterior à prova final.

9 – Você pode saber toda a matéria e ir mal na prova.

10 – Você pode saber nada da matéria e tirar dez na prova.

11 – A sua casa é um ótimo lugar para se visitar.

12 – A maior parte da educação é adquirida fora das aulas.

13 – Se você nunca bebeu, vai beber.

14 – Se você nunca fumou, vai fumar.

15 – Se você nunca transou, vai transar.

16 – Se você não fizer nada disto durante a faculdade, não fará nunca mais na vida, a não ser que você faça uma nova faculdade.

17 – Você vai se tornar uma daquelas pessoas que seus pais falaram para você não se meter com elas.

18 – Psicologia é, na verdade, biologia.

19 – Biologia é, na verdade química.

20 – Química é, na verdade física.

21 – Física é na verdade matemática.

22 – Ou seja, que mesmo depois de estudar anos, você não vai saber nada.

23 – Que sentir depressão, solidão e tristeza, não são frescuras de quem não tem o que fazer.

24 – Que você sempre vai prometer que no próximo bimestre você vai estudar mais, festejar menos, mas sempre acontecerá o contrário.

25 – As únicas coisas que compensam na faculdade são os amigos que você fará lá.

26 – Não verá a hora de terminar a faculdade.

27 – E quando terminar, perceberá que foi a melhor época de toda a sua vida.

Fonte: virgula.uol.com.br

25 livros que todo universitário deve ler

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Alguns livros são eternizados por seus ensinamentos e histórias. Confira 25 títulos que todo estudante na universidade deve ler

Publicado na Universia Brasil

O hábito de leitura está novamente sendo difundido em meio aos universitários. Além de aumentar vocabulário, mostrar uma realidade diferente ao leitor, melhorar sua escrita e ajudar na compreensão de matérias acadêmicas e do mundo, os livros também se tornaram um meio de interação social. Preparamos uma lista com 25 livros que todo aluno na faculdade deveria ler para abrir um novo mundo de oportunidades. Confira:

1. Liberdade de Jonathan Franzen
O livro fala sobre o triangulo amoroso vivido por três alunos, que se vêem diante da questão: seguir o coração ou a razão? Quando colocados diante da decisão de preservar uma amizade duradoura ou arriscar tudo em nome do amor, os amigos não sabem qual rumo devem seguir. O dilema é enfrentado por muitos jovens, que podem se sentir inspirado pela leitura .

2. Este Lado do Paraíso de F. Scott Fitzgerald
Após sua formatura, o ex-universitário se vê perdido e não sabe exatamente o rumo que sua vida esta tomando, nem o que deve fazer daquele momento em diante. Este conflito também e vivido por ex- alunos de faculdades, que depois de formados não sabem quais trilhas devem seguir.

3. Norwegian Wood de Haruki Murakami
O significado e importância da amizade e amor verdadeiro são os principais temas deste livro emocionante, que ensina a valorizar os bens mais preciosos que temos: as pessoas que estão ao nosso redor e nos apóiam.

4.1984 de George Orwell
Em uma sociedade de grandes e fortes relações de poder, onde o estado tem controle sobre tudo, alguns jovens questionam e enfrentam influentes a fim de expor suas opiniões. Você arriscaria sua liberdade para isso?

5. Crime e Castigo de Fyodor Dostoyevsky
Após matar um penhorista, o jovem Raskolnikov tenta encontrar sua verdadeira essência e busca incessantemente justificar sua atitude e seu lugar na vida. O livro faz refletir sobre os valores que cada um traz dentro de si e mostra que toda ação tem uma reação.

6. Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley
Considerada uma “utopia negativa” pelo próprio autor, o livro narra a história de um mundo futuro, onde a felicidade é valorizada e a individualidade não. Assim, as personagens seguem um padrão de vida e é estabelecido o questionamento: É possível ser feliz sendo como os outros?

7. Cem anos de solidão de Gabriel Garcia Marquez
O livro mostra o quão importante é ter apoio externo para viver uma vida de maneira otimista. Além disso, é possível ver como a solidão é capaz de destruir e dominar tudo ao nosso redor.

8. O Grande Gatsby de F. Scott Fitzgerald
O romance, que acontece durante a primeira Guerra Mundial, mostra como jovens devem acreditar em sua própria capacidade, expondo que eles podem realizar grandes feitos. Além disso, o livro mostra a impossibilidade de refazer algo errado do passado e expõe a importância de amigos verdadeiros.

9. Lolita de Vladamir Nobokov
Compreensão, amor, perdão e sacrifício são algumas das lições passadas pelo livro polêmico, que narra a história do amor proibido entre um homem de meia idade e Lolita, uma ninfeta de 12 anos.

10. Adeus as armas de Ernest Hemingway
O desgaste emocional e físico vivido por jovens rapazes durante a primeira guerra mundial é ainda maior devido ao pouco contato deles com o amor, além da pouca fé no futuro. O romance faz refletir sobre importância do afeto para construção pessoal.

11. As Vinhas da Ira de John Steinbeck
Durante a crise nos Estados Unidos, uma família muda-se para Califórnia a fim de encontrar uma vida melhor. A importância do amor, das amizades, da família e do apoio são destacadas no texto.

12. O Mestre e a Margarida de Mikhail Bulgakov
A trama narra a chegada do diabo a Moscou na década de 20, e trata da luta entre o bem e o mal entro outros temas paradoxos, fazendo refletir como o lado ruim podem ser mais honesto do que a sociedade e regimes políticos.

13. A Cabana do Tio Tom de Harriet Beecher Stowe
Entre elogios e críticas, o romance de Stowe acontece em um período controverso na sociedade norte-americana e, por isso, ensina a compreender valores e princípios da nação estaduniense.

14. O Estrangeiro de Albert Camus
As indiferenças do universo unidas ao livre arbítrio e a intuição podem gerar uma grande mudança na vida dos jovens. A história narra a vida de um assassino que não se sente culpado pelo crime que comete até o momento em que observa os absurdos do mundo que o cerca.

15. A Arte da Felicidade de Dalai Lama
As respostas de Dalai Lama durante entrevistas podem ajudar as pessoas a entenderem o verdadeiro significado do amor e como buscar a felicidade na vida.

16. Fausto de Johann von Goethe
A aposta entre Deus e Mefistófeles pela conquista da alma de Fausto torna-se uma jornada de desafios por sua liberdade. A narrativa mostra a diferença entre mal e o bem, ambos presentes do dia a dia de qualquer universitário – e pessoa – diariamente.

(mais…)

Postar no Twitter sobre tema da aula ajuda no aprendizado, diz pesquisa

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Pesquisa da Universidade de Miami ouviu 145 universitários.
G1 ouviu estudantes sobre o tema: maioria acha difícil manter o foco.

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Publicado no G1

Mandar mensagens de texto e tuitar durante a aula podem ajudar os estudantes a se concentrarem e a entenderem melhor o conteúdo das disciplinas, segundo conclusão de pesquisa feita pelo professores Jeffrey H. Kuznekoff e Scott Titsworth, da Universidade de Miami-Middletown.

O estudo foi feito com 145 universitários americanos concluiu que usar o celular durante a aula pode ser benéfico se tiver relação com o conteúdo da disciplina. Entretanto, o levantamento aponta que alunos que usaram o celular fora desse propósito tiraram notas mais baixas do que aqueles que se mantiveram focados no tema.

Em entrevista ao G1, o autor Jeffrey H. Kuznekoff, professor de Comunicação, explica que a pesquisa surgiu da dúvida de como as notas finais dos estudantes são influenciadas pelo uso dos celulares na sala de aula.

“Se eu fosse um estudante universitário e me mostrassem que mandar mensagens de texto no celular durante a aula pudesse me prejudicar, isso me ajudaria a evitar o telefone na sala de aula”, explica o professor.

Os pesquisadores testaram os estudantes pedindo para que eles respondessem a mensagens de texto sobre o conteúdo dado na sala de aula. Também foi pedido para que os universitários variassem a forma das mensagens, podendo ser uma resposta a outra mensagem ou a composição de uma nova.

A partir da pesquisa foi estabelecida uma relação direta entre fazer anotações durante a aula e o engajamento nas mídias sociais.

Isso porque, segundo os pesquisadores, ao escreverem sobre o conteúdo da aula em mensagens de texto ou no Twitter, os alunos têm um comportamento semelhante ao de tomarem notas no caderno: estão focados no que estão fazendo, processam palavras-chaves e memorizam o que é mais relevante.

BUSCA POR INTERAÇÃO IDEAL NO CELULAR

Para Kuznekoff, a interação online dos estudantes com o conteúdo da aula ainda não é a ideal e será necessária muita experimentação dos professores para ver o que realmente funciona de maneira significativa.

Ainda assim, o especialista enxerga algumas atitudes que já podem ser adotadas em salas de aula, como postar dúvidas ou comentários no Twitter para o professor responder.

“Outra maneira dos estudantes interagirem com a disciplina é postando questões antes da aula ou, em alguns casos, usando aplicativos específicos durante a aula para ajudá-los a interagirem com o conteúdo”, completa Kuznekoff.

Mas enquanto os alunos parecem mais abertos às novas inovações nas salas de aula, muitos professores ainda são contra o uso de celulares enquanto explicam a matéria – inclusive o autor da pesquisa.

“Eu também não gosto quando meus estudantes usam seus celulares durante a aula, mas não posso impedir que eles os levem”, admitiu.

Kuznekoff acredita que os professores devem usar a tecnologia para complementarem suas aulas. “Em uma das minhas aulas, por exemplo, eu poderia pedir aos meus alunos procurarem material extra em seus telefones e usar essas informações para nossa discussão”, aponta o professor.

PESQUISA APONTA PREJUÍZOS DO CELULAR NA SALA DE AULA

Entretanto, a pesquisa de Kuznekoff e Titsworth aponta que mandar mensagens sem relação com o conteúdo da aula ou com muita frequência pode interromper o aprendizado.

O estudo também indicou que aqueles que tuitam com frequência sobre assuntos não relacionados a aula tiram notas mais baixas do que aqueles que postam o que estão absorvendo na rede social.

54% dos universitários não confiam no ensino superior, diz pesquisa

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Estudo divulgado neste mês foi feito com 7 mil brasileiros.
Jovens ainda acreditam que universidade dá habilidades específicas.

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Publicado no G1

Mais da metade dos universitários brasileiros (54%) não confia no sistema de ensino superior atual, segundo pesquisa da Laureate International Universities. A análise é uma das conclusões de um levantamento da empresa com quase sete mil alunos brasileiros. A pesquisa também aponta que dois terços dos estudantes não estão satisfeitos com o investimento de tempo e dinheiro no ensino superior.

Apesar disso, mais de 85% dos universitários acreditam que seu curso é imprescindível para lhes proporcionar habilidades profissionais específicas. Os jovens também esperam que o ensino superior lhes dê um futuro melhor, de acordo com o levantamento.

Os estudantes afirmam que inovações no ensino superior são necessárias para que eles alcancem seus objetivos profissionais, de acordo com a pesquisa. Educação orientada para a carreira, estágios remunerados e cursos ministrados pelos empregadores são algumas das mudanças apontadas pelos entrevistados que deveriam ser implantadas pelas universidades.

Na pesquisa como um todo, os entrevistados demonstraram otimismo em relação ao futuro após concluírem a universidade. Os estudantes também estão mais interessados em empreendedorismo e 96% acreditam que suas instituições deveriam dar mais incentivos nesta área.

Metodologia
A pesquisa ouviu 6289 estudantes de onze instituições Laureate. Além deles, também foram entrevistados 506 estudantes brasileiros de outras universidades. O levantamento foi conduzido em parceria com a Zogby Analytics.

Passei Direto

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Passei Direto, a startup que quer ser o Linkedin dos estudantes

Joaquim Amaral, no Projeto Draft

André Simões e Rodrigo Salvador, da Passei Direto

André Simões e Rodrigo Salvador, da Passei Direto

Trilhar um caminho parecido com o de empresas como Facebook e LinkedIn é um objetivo bem ambicioso. Mas os empreendedores André Simões, 28, e Rodrigo Salvador, 25, não escondem que querem chegar ao mesmo patamar das companhias de Mark Zuckemberg e Reid Hoofman. Os jovens são fundadores da Passei Direto, rede social destinada a estudantes universitários. “Queremos revolucionar a maneira como os jovens estudam e compartilham material acadêmico”, diz Simões. “Vamos ser a rede social global e consolidada dos estudantes.”

De acordo com o último Censo da Educação Superior, divulgado pelo Ministério da Educação em setembro do ano passado, o Brasil tem 7,3 milhões de universitários. Nos últimos dez anos, o número de estudantes matriculados em cursos de graduação aumentou 75%. “Queremos chegar a todos esses estudantes”, afirma André Simões.

O site da Passei Direto tem um funcionamento bastante simples. O estudante se cadastra primeiro com um e-mail e uma senha. Depois, informa o nome do curso e da universidade em que estuda. A partir daí, o próprio sistema da Passei Direto começa a recomendar grupos de estudos, amigos e materiais acadêmicos.

A plataforma é alimentada pelos próprios usuários com artigos acadêmicos, e-books, vídeos-aulas, documentários e outros materiais – num sistema parecido com o do YouTube, em que o usuário é responsável pela postagem de conteúdo. Os estudantes também fazem a curadoria dos materiais classificando-os como negativos ou positivos. Os mais bem aceitos ganham mais destaque no site. Eles também podem divulgar os arquivos mais interessantes com seus amigos. André fala sobre o esquema:

“O compartilhamento de conteúdo entre os próprios usuários permite que a rede seja altamente escalável e mantenha uma constante atualização”

Atualmente, a Passei Direto tem mais de 3,5 milhões de usuários espalhados por centenas de universidades e redes de ensino públicas e privadas do país. As campeãs em números de alunos são a Universidade de São Paulo, Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Estácio e Anhanguera. “Não investimos em marketing. Nosso crescimento é orgânico”, afirma o empreendedor.

O QUE FAZER QUANDO A IDEIA BOA MAS NÃO DÁ DINHEIRO?
Embora seja um negócio promissor, a Passei Direto ainda não gera faturamento e seus sócios não têm previsão de quando poderão chegar a um possível break-even. “O Facebook também não gerou receitas em seus anos iniciais. Não ter faturamento é comum nessa fase do negócio”, diz André.

Os sócios em vista ao Vale do Sílicio, onde foram participar de negocições com fundos de investimento

Os sócios em vista ao Vale do Sílicio, onde foram participar de negocições com fundos de investimento

Em um artigo publicado no site de economia e negócios Business Insider, Mark Zuckerberg diz que recusou oferta de 1 bilhão de dólares para vender o Facebook em 2006. Entre os motivos alegados está que a empresa não se preocupava com lucro naquela época. “O melhor jeito de você poder atrair boas pessoas e incentiva-las é construir (uma empresa) ótima”, disse Zuckerberg. Os sócios da Passei Direto pensam da mesma forma. “O importante agora é desenvolver uma empresa sustentável e captar usuários”, afirma André.

Mesmo sem gerar receita, a Passei Direto acumula cerca de 15 milhões de reais em investimentos, segundo estimativas. Eles receberam três aportes. O primeiro aconteceu em 2012 e ajudou os sócios a estruturar e fazer a prova do conceito do negócio. O investimento de 500 000 foi aplicado pela empresa de tecnologia carioca Grupo Xangô. O aporte foi feito após os donos da empresa gostarem da ideia de negócio de Simões, que até então era funcionário deles.

No ano seguinte, a empresa receberia mais 4 milhões de reais do fundo de venture capital americano Redpoint, que já investiu em empresas como Netflix e My Space e nos últimos anos levantou 130 milhões de dólares para aplicar em startups brasileiras. “O engajamento dos brasileiros na internet é um dos maiores do mundo. Há uma enorme oportunidade para novas marcas e empresas online”, disse Jeff Brody, sócio da Redpoint ao explicar o interesse pelo Brasil em uma entrevista para a Forbes.

O último investimento na Passei Direto aconteceu no final de 2014, feito pela Bozano Investimentos, Valor Capital e Redpoint e. Ventures. O valor do aporte é confidencial. Mas os sócios dizem que a quantia é mais que o dobro do investimento captado até momento. “A partir de agora, o desafio será monetizar a empresa”, diz André.

Também no final do ano passado, a Passei Direto lançou um serviço para conectar empresas que querem contratar profissionais a jovens talentos universitários. O sistema funciona de maneira parecida com o Linkedin, em que as companhias fazem anúncios e os usuários da rede se candidatam as vagas. Até hoje, cerca de 90 empresas já publicaram anúncios de emprego na plataforma, entre elas IBM, P&G, L’Oréal, KPMG e Hotel Urbano.

“O estudante não tem tanto espaço no Linkedin, pois muitos nunca tiveram experiência profissional relevante. Na Passei Direto a empresa busca o candidato de acordo com suas competências e habilidades acadêmicas”, conta o jovem.

Os sócios ainda estão testando formas de interação entre os estudantes e as empresas. O foco, agora, será atender pequenas e médias empresas. “Essas empresas não recebem tantos currículos, não precisam aplicar provas prévias de seleção e podem analisar cada candidato dentro da nossa plataforma”, diz André. Embora ainda não seja definido, o custo para a empresa publicar uma vaga é de aproximadamente 90 reais.

Layout do aplicativo móvel do Passei Direto.

Layout do aplicativo móvel do Passei Direto.

Outra novidade da Passei Direto é o aplicativo móvel para iOS e Android. “O sistema tem um serviço de chat similar ao Whatsapp, que facilita bem a comunicação e compartilhamento de arquivos entre os usuários”, conta André. O aplicativo foi lançado em dezembro de 2014 numa versão lean. A segunda versão, com mais funcionalidades, foi lançada em março. “Tivemos mais de 500 000 downloads.”

Para entender os interesses dos estudantes, os sócios ainda mantêm o espírito universitário. Rodrigo Salvador, por exemplo, ainda estuda no curso de graduação em administração na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. André se formou em 2013 no curso de engenharia da computação.

UM SÓCIO ENCONTRADO POR 100 REAIS
Os dois se conheceram na faculdade. Na época, Rodrigo estava concorrendo a uma vaga numa aceleradora com um projeto de rede social estudantil. Porém, ainda faltava um sócio técnico para ajudá-lo na empreitada. Ele, então, pediu para um amigo uma indicação. Caso esse amigo encontrasse uma pessoa, ganharia 100 reais. “Esse nosso amigo em comum me indicou, entrei no projeto e reformulei o sistema, pois já tinha um projeto parecido”, diz André. “Foi um baixíssimo investimento para encontrar um sócio”, brinca ele.

Juntos, os empreendedores foram selecionados pela aceleradora. Porém, foi nessa época que o chefe de André, Marco de Mello, que trabalhou na Microsoft, gostou da ideia do negócio e investiu na Passei Direto. “Não fomos para a aceleradora e começamos a tocar a empresa junto com o Marco”, conta André.

Agora, fundadores e investidores esperam que a Passei Direto continue sua ascensão no mundo das redes sociais. O que ninguém deseja é um final como o do Orkut, que chegou a ter 30 milhões de usuários, a maioria no Brasil e na Índia, mas que perdeu espaço pelo Facebook e foi descontinuado em setembro de 2014. A ideia é passar, direto, dessa fase.

DRAFT CARD

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  • Projeto: Passei Direto
  • O que faz: Rede social colaborativa para estudantes universitários
  • Sócio(s): André Simões, Rodrigo Salvador e investidores
  • Funcionários: 28
  • Sede: Rio de Janeiro
  • Início das atividades: 2013
  • Investimento inicial: R$ 500 mil
  • Faturamento: ainda não tem
  • Contato: [email protected]
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