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Posts tagged University College London

Professor de matemática bonitão faz sucesso nas redes sociais

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Pietro Boselli, de 26 anos Reprodução

Pietro Boselli, de 26 anos Reprodução

Pietro Boselli, de 26 anos, foi ‘descoberto’ pelo mundo acadêmico na University College London

Publicado em O Globo

RIO – Imagine chegar numa sala de aula da University College London e se deparar com esse professor dando aulas de matemática no curso de engenharia mecânica? Qual seria sua reação? Talvez a mesma que dos alunos de Pietro Boselli, que, ao se depararem com o docente, pesquisaram o nome dele no Google e descobriram que ele também é modelo e tem várias fãs na internet.

Se Pietro já era um sucesso, depois disso brilhou mais ainda. Italiano, de 26 anos, agora ele ganhou o título de “professor de matemática mais gato do mundo”. A partir do post do aluno Arief Azli no Twitter (“Aquele momento em que você descobre que o seu professor de matemática é um top modelo”), as imagens de Pietro viralizaram.

“É por isso que eu nunca mato aula”, escreveu outra aluna.

“Injusto. Por que nunca tive um professor como ele? Assim teria passado”, postou outra.

PhD em engenharia mecânica, ele foi descoberto na moda por Giorgio Armani e também coleciona o título de campeão num concurso de modelo fitness na Europa em 2014. Segundo sua página no LinkedIn, ele deixou de lecionar na University College London em 2014.

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Agatha Christie sofria de Alzheimer?

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Publicado no Ípsilon

 

Estudo da Universidade de Toronto analisa textos da autora e conclui que a diminuição nas capacidades de escrita foi causada pela doença de Alzheimer

 

Um estudo realizado por Ian Lancashire e Graeme Hirst da Universidade de Toronto concluiu que Agatha Christie (1890-1976) sofria de Alzheimer. A investigação analisou 16 romances (15 policiais e um thriller), escritos entre os 28 e 82 anos, e observou uma diminuição no número de palavras diferentes utilizadas, e um aumento na utilização de substantivos ou pronomes indefinidos e no número de frases repetidas.

Apesar de à escritora não ter sido diagnosticada a doença, os investigadores concluem que as mudanças verificadas na linguagem eram “sintomas de dificuldade de memória associada com a doença de Alzheimer”, dizem num comunicado colocado no site da universidade, e que não se tratava apenas da perda de memória típica de um envelhecimento normal.

A análise destes parâmetros mostrou que a capacidade de escrita de Christie é afectada ao longo dos anos, mas a diminuição é notória entre “Destino Desconhecido”, escrito aos 63 anos, e “Os Elefantes têm Memória”, escrito aos 81.

Em 2004, um estudo semelhante liderado por Peter Garrard, da University College London, analisou as obras da irlandesa Iris Murdoch (1919-1999), a quem foi diagnosticado Alzheimer em 1996. Tal como em relação a Agatha Christie, foi verificada uma diminuição do vocabulário utilizado e uma perda na capacidade de escrita que seriam sintomas da doença. O estudo concluía ainda que uma análise da escrita poderia detectar a doença antes de outros meios, recorda o “Guardian”.

Os investigadores de Toronto vão continuar a estudar a obra de Agatha Christie e pretendem também começar a estudar a de H.G. Wells (1866-1946).

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