Posts tagged Veja

Veja o que uma loja em Veneza fez para salvar seus livros das enchentes

0

AcquaAlta9

Rhaisa Gaz, no BurnBook

Durante o inverno em Veneza, as marés altas do Mar Adriático fazem com que, muitas vezes, as águas invadam casas e estabelecimentos à beira dos canais. Suas construções antigas rodeadas de água por todos os lados podem ser lindos e inspiradores, mas se transformam em um enorme problema nessa época. Isso fez com que a cidade tenha também uma das mais belas livrarias do mundo, a Libreria Acqua Alta.Para proteger seus livros, a livraria fez uma decoração que não só salvou seus produtos como a tornou um local exótico e estonteante: os livros ficam dispostos em gôndolas, banheiras, barcos e outras peças, que os protegem e, ao mesmo tempo, embelezam o local.

AcquaAlta1

Alguns livros já destruídos são utilizados como barricadas e até escadas na Acqua Alta, tornando o cenário ainda mais fantástico.

AcquaAlta5

Acqua Alta conta com mais de 100.000 livros, mapas, quadros e outros objetos espalhados por todo o ambiente.

A livraria foi fundada em 2004 por LuigiFrizzo, e rapidamente se tornou um sucesso, um ponto turístico bastante incomum, mas que carrega todo o charme e excentricidade dessa cidade sustentado por ripas de madeira há séculos.

AcquaAlta8

Fonte Hypeness

Veja dicas para incentivar a leitura em crianças pequenas

0
Letícia de Oliveira Nogueira lê para o filho Cayke, de dois anos,  por uma hora todas as tardes Foto: Luiz Armando Vaz / Agencia RBS

Letícia de Oliveira Nogueira lê para o filho Cayke, de dois anos, por uma hora todas as tardes Foto: Luiz Armando Vaz / Agencia RBS

 

Estabelecer um momento do dia para ler ajuda na criação de novos leitores

Roberta Schuler,  no Diario Gaúcho

Mesmo as crianças que ainda não são alfabetizadas podem e devem ser estimuladas a entrar no mundo da fantasia por meio do contato com os livros infantis. Há pesquisas que recomendam o manuseio de livros já na primeira infância, no período entre os 15 meses e três anos de vida. Uma criança que convive com os livros desde pequena tem mais facilidade no decorrer do processo de alfabetização, entre outras competências que vão sendo desenvolvidas. O Diário Gaúcho traz dicas para os pais tornarem os livros itens de destaque na rotina da criançada.

Um momento de aconchego

— A narrativa faz parte da vida da criança desde a voz da mãe, das canções de ninar — explica Maria Aparecida Laginestra, pedagoga da equipe do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) e coordenadora da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro.

Nesta faixa etária, é importante os pais disponibilizarem os conhecidos livros de brincar: livros de tecido, emborrachados, de plástico, que possam ser usados no banho, com muitas imagens, texturas. Esta é a fase do toque, na qual a criança precisa sentir o livro nas mãos. Portanto, os pais precisam permitir o manuseio do livro, sem a preocupação com o risco de estragá-lo. O contato com os livros é uma experiência. Outra dica importante aos pais é tornar o contato com os livros um momento de aconchego, de contato afetivo com a criança, mostrar o livro, ler o título, o nome dos autores.

Dicas para os pais
— Os livros para crianças na faixa a partir dos 15 meses geralmente são coloridos, só têm ilustrações, sem texto. Alguns têm texturas, emitem sons, outros têm recursos como pop-up (dobraduras que parecem saltar das páginas quando abrimos o livro). Os materiais podem ser tecido, emborrachado, plástico — devem ser macios, para evitar que a criança se machuque. É importante que fiquem numa estante baixa, ao alcance da criança.

— É bacana escolher um momento do dia para explorar os livros. Há famílias que fazem isso antes do horário da criança dormir. Os pais devem entrar na fantasia e conversar com os filhos sobre as histórias.

— Para familiarizar a criança com o mundo da literatura, uma boa dica é começar a frequentar livrarias. A maioria realiza eventos infantis, oficinas e contações de histórias. Os pais também podem apresentar as bibliotecas públicas da cidade.

— A criança terá a curiosidade pelos livros despertada se tiver leitores em casa. Vendo os pais manusearem livros e jornais, a criança se sentirá instigada. Essa aproximação que começa com os livros é continuada posteriormente na escola.

— Para crianças a partir dos três anos, os livros já podem ter frases simples — o texto em caixa-alta é mais apropriado para quem está para ser alfabetizado.

— Entre os três e quatro anos, as crianças costumam querer repetir as histórias de que mais gostam. Isso é comum, porém é importante os pais oferecerem outras histórias para diversificar.

— Livros de poesia são interessantes porque a sonoridade vai ajudar posteriormente na alfabetização.

— Os pais devem observar os interesses da criança na hora de escolher a temática dos livros para identificar aquilo que desperta a curiosidade.

— Independentemente da idade, é possível contar histórias para todas as crianças. Os pais devem optar por histórias curtas, nas quais os pequenos prendam a atenção. O gosto é algo que pode ser educado, lapidado, por isso é importante proporcionar a experiência à criança.

Apaixonado pelo livro
Cayke, de dois anos, não solta o livro nem na hora do banho. A mãe, a dona de casa Letícia de Oliveira Nogueira, 22 anos, do Bairro Restinga, na Capital, separa uma hora todas as tardes para que ele e o irmão mais novo, Lucas, de dois meses, tenham contato com as figuras e palavras. Com a demora no desenvolvimento da fala do filho mais velho, que não formava sílabas até um ano e meio, uma tia lhe recomendou que lesse para eles e improvisou um livro, com colagens de figuras de bebês e animais, para que Cayke fizesse associações entre o que era familiar do cotidiano dele. Logo, surgiram os primeiros “nenê” e “au-au”, reconhecendo a si mesmo e aos cachorros da família nas páginas.

— Ele começou a ler do jeito dele. Por mais que não entenda, ele lê pra mim todo dia, aponta as figuras, interage. Percebi que ele começou a diferenciar fotos de animais e vi que o livro fez muita diferença no início da fala — relembra Letícia.

Onde vão, carregam consigo a sacola cheia de livrinhos. Ao ver o livro “Papai!”, de Philippe Corentin (Cosac Naify), não tinha espaço para mais ninguém. “Sauro, sauro!” apontava para a mãe, reconhecendo o dinossauro no exemplar que carregava. Outro livro, emborrachado e colorido, também é o xodó do menino. Aperta, passa a mão, vira de cabeça pra baixo, sente o livro mesmo sem saber as palavras. Lê do jeito que sabe por enquanto, com as mãos.

* colaborou Camilla Pereira

Veja quais são as profissões ideais para quem ama a leitura

0

livros

Confira as 10 carreiras ideais para quem gosta de ler!

Publicado no Terra

Ler é a melhor maneira de exercitar o cérebro. Quem lê muito escreve bem , consegue se expressar melhor e tem mais agilidade de pensamento. É uma atividade que deve ser feita e incentivada por pessoas de todas as idades, sem qualquer restrição.

Se você faz parte da turma que adora devorar livros , saiba que existem inúmeras profissões nas quais é possível unir o útil ao agradável, com a leitura ocupando um lugar de destaque nas suas atividades diárias.

São carreiras que, na maioria dos casos, exigem muita dedicação à pesquisa, à especialização contínua e à leitura em diferentes idiomas! A maioria está na área de Humanas, mas o hábito de ler favorece pessoas de todas as profissões.

Confira a seguir a 10 carreiras ideais para quem gosta de ler!

1. Bacharel ou licenciado em Letras

O curso de Letras e suas diversas habilitações (Inglês, Espanhol, Alemão, Literatura, Português, etc.) é feito, essencialmente, de leitura. E não se trata de uma leitura qualquer: aqui é preciso entender o uso e o significado de cada palavra, cada oração, cada vírgula.

Como um médico que procura entender todos os mecanismos do corpo humano, o letrólogo – como é chamado o profissional de Letras – precisa desvendar todos os detalhes do idioma. Podemos observar essa dedicação num bom professor de Língua Portuguesa, por exemplo. Ele conhece cada ponto da nossa gramática em todos os aspectos: sintaxe, semântica, morfologia. Quem se especializa em Literatura, então, precisa ler ainda mais!

2. Jornalista

O jornalista precisa escrever um bocado no seu dia a dia. E a gente sabe que para escrever bem é preciso ler muito. É uma atividade que exige grande dedicação diária a notícias, artigos, livros, resenhas e similares. Os olhos desse profissional não param: quando não estão grudados em algum texto, estão pesquisando materiais para sua reportagem ou revisando o material produzido.

3. Tradutor

O trabalho principal do tradutor é ler, interpretar e traduzir para o idioma local ou estrangeiro qualquer tipo de texto (livros, documentos, trabalhos acadêmicos, cartas, etc.) com a máxima fidelidade possível. Para ser um bom tradutor, é preciso ser um exímio conhecedor de, no mínimo, duas línguas. A profissão exige o exercício diário da leitura, tanto para entender o material a ser traduzido quanto para pesquisar sua correspondência na língua estrangeira.

4. Professores de todas as disciplinas

Embora tenha um cotidiano bastante corrido, com aulas em diversas turmas, provas e trabalhos para corrigir, o professor sempre arranja tempo para ficar em dia com a leitura. É que essa prática é fundamental para seu desempenho profissional, especialmente porque precisam ficar atentos às novas pesquisas e métodos que podem influenciar sua área de ensino. Isso é muito comum em História, Geografia, Língua Portuguesa e Sociologia, por exemplo, mas é válido para todas as disciplinas.

5. Historiador

O historiador é um pesquisador nato, que tem a leitura como uma das principais atividades do seu dia a dia. Seu trabalho é buscar, catalogar e desenvolver pesquisas de valor histórico e cultural. Suas fontes de informação são textos, documentos antigos, cartas, registros diversos, etc. Há ainda a necessidade de manter-se atualizado com outras produções científicas que possam impactar de alguma forma o seu trabalho.

6. Filósofo

Filosofia é uma das profissões que mais exigem leitura. Primeiro porque há uma extensa literatura sobre o tema que vem sendo produzida desde os tempos antigos e continua a se expandir em ritmo acelerado nos dias de hoje. Segundo, porque se trata de uma área essencialmente reflexiva, que envolve muito trabalho de pesquisa, desenvolvimento de trabalhos, teses e dissertações.

7. Advogados e bacharéis em Direito

Quem se aventura na área do Direito já chega sabendo que vai ser um leitor voraz durante toda a vida profissional. Além de precisar se atualizar constantemente sobre as mudanças que ocorrem na área, é preciso visitar aqueles livros imensos com códigos e leis quase diariamente. O exercício da profissão também exige muita dedicação à leitura de processos, relatórios e afins.

8. Sociólogos

Assim como a Filosofia, a Sociologia é uma profissão que exige muita leitura, desde o primeiro dia do curso. Os alunos precisam aprender as principais linhas de pensamento existentes, explorar conteúdos de ciências políticas, antropologia, pensamento contemporâneo, etc. É uma área na qual boa parte dos seus profissionais se dedica às atividades de pesquisa, o que envolve um alto volume de leitura diária.

9. Médicos

Você acha que médico não lê? Engano seu! Medicina é uma profissão muito complexa, que exige dedicação integral dos seus profissionais e, dependendo da especialidade, um ritmo intenso voltado aos livros. Imagine o volume de leitura necessário para entender como funciona o nosso sistema nervoso, por exemplo. Ou para estar a par de novas técnicas, medicamentos, pesquisas, descobertas da ciência…

10. Profissionais de Marketing

Há quem pense que o profissional de Marketing se ocupa apenas de pensar novos produtos ou posicionar uma empresa no mercado. Mas não é bem assim. Há uma grande exigência diária de leitura para esses profissionais, porque eles precisam ficar por dentro de tudo de novo que acontece na área – um “marqueteiro” desatualizado não é muito valorizado. Também é preciso entender bem o mercado, o público-alvo e todos os detalhes do produto oferecido pela empresa. Isso exige pesquisa, dedicação e, claro, apego à leitura.

Veja como absorver os conteúdos sem precisar decorar: 5 técnicas para aprender de verdade

0

estudando

Publicado no Amo Direito

Durante o ano letivo, os estudantes têm que lidar com uma série de conteúdos, seja na escola ou no cursinho. Nem sempre o grau de afinidade com todas as matérias é o mesmo: alguns alunos dão preferência à área de Exatas, já outros a de Humanas, por exemplo. Contudo, é preciso estar por dentro de todos os assuntos, principalmente durante o ano de vestibular. Para isso, apenas decorar fórmulas prontas não é o suficiente: o aluno deve compreender de fato o que está estudando, sabendo aplicar o conhecimento em qualquer situação.

Sabendo disso, separamos 5 técnicas de estudo para aprender de verdade. Confira abaixo:

1 – Questione
Uma boa estratégia para ver se entendeu realmente um assunto é questioná-lo, construindo a sua própria opinião sobre o conteúdo em questão. Em disciplinas da área de Humanas ou em Atualidades, isso pode ser bastante eficiente.

2 – Faça gravações
Gravar os conteúdos, seja a voz do professor durante a aula ou com a sua própria voz, pode ajudar bastante durante os estudos. Isso porque, ao retomar o assunto na gravação, você pode identificar quais foram os tópicos que não ficaram claros, para depois tirar as suas dúvidas. Uma outra dica é gravar as suas próprias observações pessoais a respeito da matéria.

3 – Proponha desafios
Na hora de estudar, experimente desafiar a si mesmo ou aos colegas. Você pode propor a resolução de um exercício diferente, com um maior grau de dificuldade, para que vocês treinem a capacidade de raciocínio e de trabalhar sob pressão, por exemplo. Essa pode ser uma atividade bastante divertida e motivadora.

4 – Explique e interprete os conteúdos
Não basta apenas memorizar o significado dos conteúdos. Procure explicar a um colega ou ao professor a sua própria interpretação sobre determinado assunto. Explique o que o levou a chegar nessa conclusão.


5 – Compare conteúdos diferentes

É interessante ter o hábito de estabelecer relações entre diferentes assuntos. Afinal, algumas vezes, eles podem apresentar muitas ligações entre si, facilitando o seu aprendizado.

Fonte: Universia Brasil

Fuvest divulga lista de livros obrigatórios para 2017, 2018 e 2019

0

nIa0i9g

Publicado no UOL

A Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) que seleciona alunos para a USP (Universidade de São Paulo) acaba de divulgar a nova lista de livros obrigatórios para as seleções de 2017, 2018 e 2019. A Fuvest tem mudado a lista a cada três anos.

Confira a lista para os vestibular 2017:

Para o vestibular 2018, sai a obra “Capitães da Areia”, de Jorge Amado, e entra “Minha vida de menina”, de Helena Morley. Veja a lista:

Já no processo seletivo de 2019, a Fuvest mudou a obra de Eça de Queirós: sai “A cidade e as serras” e entra “A relíquia”. Os demais livros são mantidos. Confira a lista completa:

Autor angolano

Praticamente todos os títulos da lista são de consagrados autores da literatura brasileira ou portuguesa — ou seja, fazem parte do conteúdo esperado para o ensino médio. A surpresa deste ano é a inclusão de uma obra do angolano Pepetela (Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos), que foi guerrilheiro do MPLA, político e governante.

Seu livro Mayombe é “uma narrativa que mergulha fundo na organização dos combatentes do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), trazendo à tona as suas dúvidas, contradições, medos e convicções”, segundo sua descrição no site da Leya, que o edita no Brasil.
Mudanças neste processo seletivo

Em relação à lista anterior (que vigorou nos últimos três anos) foram mantidas para o processo seletivo de 2017 as seguintes obras: Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis; O cortiço, de Aluísio Azevedo; A cidade e as serras, de Eça de Queirós; Vidas secas, de Graciliano Ramos e Capitães da areia, de Jorge Amado.

Os livros que entraram na lista de 2017 foram: Iracema, de José de Alencar; Claro enigma, de Carlos Drummond de Andrade; Sagarana, de João Guimarães Rosa e Mayombe, de Pepetela.

Os título que saíram foram: Viagens na minha terra, de Almeida Garrett; Til, de José de Alencar; Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida e Sentimento do mundo, de Carlos Drummond de Andrade.

Go to Top