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Posts tagged vencedor do Oscar

Histórias Assustadoras | Terror de Del Toro ganha trailer

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Lucien Gilbert, no Reserva Cinéfila

Histórias Assustadoras para contar no Escuro ganhou um trailer legendado hoje (6). O filme é baseado em contos de terror e lendas urbanas presentes em livros escritos por Alvin Schwartz. Confira abaixo:

A história se passa em 1968, na cidade de Mill Valley. O lugar é assombrado por estranhos acontecimentos envolvendo a mansão Bellows. Além disso, no porão desta casa, Sarah Bellows, jovem com segredos e rejeitada pelos pais, escreve um livro com histórias medonhas. Assim sendo, após um intervalo de anos as histórias do livro começam a se fazer presentes na vida de um grupo de adolescentes que devem lidar com o passado de Sarah.

No elenco temos Zoe Colletti (Annie), Dean Norris (Breaking Bad), Michael Garza (Jogo Vorazes: A Esperança – Parte 1), Austin Abrams (Cidades de Papel) e Gabriel Rush (O Grande Hotel Budapeste). A direção fica por conta de André Øvredal (A Autópsia). Já na produção temos Guillermo Del Toro, vencedor do Oscar por A Forma da Água.

Vale lembrar que este novo trabalho, sem dúvida, não é novidade para Del Toro: ele já teve contato com o terror, tendo algumas obras com elementos do gênero. A mais proeminente e lembrada delas é o filme O Labirinto do Fauno.

Desse modo, Histórias Assustadoras para contar no Escuro será distribuído pela Diamond Films e estreia em agosto.

Escritora processa Disney e Pixar por suposto plágio em “Divertida Mente”

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Cena da animação “Divertida Mente”, da Pixar Imagem: Divulgação

Publicado no UOL

A escritora norte-americana Carla J. Masterson entrou na corte federal dos Estados Unidos contra a Disney e a Pixar alegando que os estúdios teriam se baseado em dois de seus livros para o filme “Divertida Mente”, vencedor do Oscar de melhor animação em 2016.

Masterson diz que a história é muita parecida com os seus livros infantis “What’s  on  the  Other  Side of the  Rainbow?” (“O que tem do outro lado do arco-íris?”, em tradução literal) e “The Secret of the Golden Mirror” (“O segredo do espelho dourado”, em tradução literal).

Ambas as obras “são histórias originais, criativas e artísticas sobre como as crianças se identificam, entendem as razões e gerenciam os efeitos de suas emoções”, diz o processo.

“A ideia original, artística e criativa e de Carla J. Masterson em ‘What’s on  the  Other  Side of the  Rainbow?’ e ”The Secret of the  Golden  Mirror’ é descrever as emoções infantis de alegria, medo, tristeza, raiva, diversão, amizade, amor e timidez como personagens que aparecem em todo o livro em diferentes formas e cores”, continua o processo.

Em “Divertida Mente”, os protagonistas são as emoções da menina Riley: Medo, Tristeza, Alegria, Nojinho e Raiva. Elas comandam o comportamento e as reações da garotinha de dentro de um centro de controle na mente. As emoções são demonstradas com personagens diferentes e bolinhas coloridas.

Ainda de acordo com o documento que está na Justiça, uma versão ilustrada do livro “What’s on  the  Other  Side of the Rainbow?” foi distribuída como brinde para participantes das cerimônias do Emmy, em 2010, e do Oscar, em 2011, festas frequentadas por executivos da Disney e Pixar.

A escritora calcula que deixou de ganhar, no mínimo, US$ 75 mil. Já os acusados ganharam mais de US$ 1 bilhão em receita bruta e mais centenas de milhões de dólares em lucro líquido de uma combinação de vendas de ingressos de bilheteria, mídia doméstica, mercadorias e licenciamento. “Divertida Mente” arrecadou US$ 857 milhões nas bilheterias mundiais em 2015, tornando-se o sexto filme de maior bilheteria daquele ano.

A inspiração para “Divertida Mente”, segundo o diretor e roteirista Pete Docter, teria sido sua própria filha, que teve uma mudança brusca no comportamento quando completou 11 anos, em 2009.

Autor de “O Segredo dos Seus Olhos” vai falar de futebol e cinema na Bienal do Rio

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Publicado no Boa Informação

Capa do livro “O Segredo dos Seus Olhos”, do argentino Eduardo Sacheri

Capa do livro “O Segredo dos Seus Olhos”, do argentino Eduardo Sacheri

Vencedor do Oscar 2010 de melhor filme estrangeiro, “O Segredo dos Seus Olhos” (2009), estrelado por Ricardo Darín e dirigido por Juan José Campanella, é uma adaptação do livro “La Pregunta de Sus Ojos” (2005), escrito por Eduardo Sacheri. E foi o longa também que passou a servir como uma locomotiva para puxar toda a obra do autor argentino. “Fez muito sucesso na Argentina e me deu grande visibilidade em todo o país. O cinema tem uma massividade enorme se comparado aos livros. Depois que ganhou o Oscar, veio outro grande impacto, e dessa vez fora da Argentina”, disse Sacheri ao UOL.

Se o escritor passou a ser conhecido sobretudo por conta dessa adaptação, a presença do futebol, por outro lado, é constante em sua produção. Tanto que no dia 11 de setembro ele estará na 17ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro como convidado da delegação argentina –país homenageado desta edição do evento– para conversar sobre o esporte com os escritores Claudia Piñeiro, Eduardo Moutinho e Flávio Izhaki na mesa “As Pátrias de Chuteiras: Literatura e Futebol”. Antes disso, Sacheri participa nesta quarta-feira (9) de outro papo, sobre cinema e literatura.

“O futebol é muito importante tanto na minha obra quanto na minha vida. É meu jogo favorito, como de quase todos argentinos, e que me permite estabelecer um vínculo com coisas mais importantes. Eu gosto de jogar, assistir, seguir o meu time. Fazia isso com meu pai, agora faço com meus filhos. O futebol em si é só um jogo, mas possibilita que eu ascenda a coisas muito mais profundas e definitivas”, afirma Sacheri.

Essas ascensões estão presentes em seus romances e livros de contos, como “Esperándolo a Tito”, “Te Conozco, Mendizábal”, “Lo Raro Empezó Después”, “Un Viejo que se Pone de Pie”, “Los Dueños del Mundo” e “Papeles em el Viento”. Outro, intitulado “La Vida que Pensamos”, é dedicado ao seu clube de coração, o Independiente, maior vencedor de Libertadores da América com sete títulos, mas que vive um momento de poucas glórias.

Sacheri afirma que gosta muito de ver a seleção brasileira jogar, mas que não assisti a muitos jogos de times brasileiros porque os campeonatos não são transmitidos na Argentina, mas revela seu carinho pelo Grêmio. “Ganhamos nossa última Libertadores em cima deles, que tinham uma grande equipe. Essa é uma boa lembrança”, justifica, evocando a final de 1984.

Cansado de fanatismo

O argentino recorda que, quando esteve no Brasil em outras ocasiões, muitos leitores pediam autógrafos em versões em espanhol de seus livros de contos sobre futebol. E diz que acha uma pena essas obras não estarem editadas em português –por aqui, há traduções apenas de “O Segredo dos Seus Olhos” e o infantil “Um Time Show de Bola”, que também virou filme nas mãos de Campanella. “Lamento porque parece que há um universo cultural compatível com o que o esporte significa para nós”, diz ele, que tem trabalhos vertidos para mais de 20 idiomas.

Por outro lado, admite que conhece pouco da literatura brasileira contemporânea. “O que falei dos times daí poderia também falar da literatura. Não sei se é por conta da barreira idiomática, mas é praticamente impossível encontrar livros de novos autores brasileiros traduzidos para o espanhol. E parece que as pessoas que têm o espanhol como idioma natal sentem muito mais dificuldade de compreender o português do que o contrário”.

Sacheri diz que, caso tivesse mais acesso a nossos autores, pudesse levá-los para o rádio. É que o escritor tem uma coluna no programa “Perro de la Calle”, bastante conhecido na Argentina, na qual compartilha suas impressões sobre o que anda lendo com os ouvintes. Formado em história, ele também leciona a matéria duas vezes por semana para alunos entre 15 e 17 anos, atividade que diz servir, sobretudo, para que se “enriqueça como pessoa”.

É esse enriquecimento, ao seu ver, que falta a muita gente. Em sua descrição no Twitter, Sacheri diz estar “cansado dos fanáticos”. Ao explicar a frase citando seus compatriotas, parece atingir o universal tão almejado por escritores. “Isso tem mais a ver com o mundo da política na Argentina, mas também poderia ser aplicado ao futebol. Nasce da falta de habilidade aqui para viver sem nos agredirmos. Os fanáticos me atormentam porque são pessoas muito agressivas, incapazes de ver a humanidade do outro”.

Fonte: Bol.com.br

Adaptações de livros de Harlan Coben podem ter Liam Neeson e Hugh Jackman

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Diego Santos, no Literatortura

Os fãs de Harlan Coben têm muito pra comemorar!

De acordo com as últimas notícias, chegou a hora das histórias do escritor policial emplacarem também nos cinemas.

A Universal Pictures, está preparando a adaptação Hollywoodiana da obra “Não Conte a Ninguém” e, segundo informações, pretende incluir ninguém menos que Liam Neeson no elenco.

A adaptação já foi escrita, sob a responsabilidade de Chris Terrio, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por Argo. Porém, algumas alterações ainda devem ser feitas, antes que Neeson confirme ou não sua participação no longa.

O livro já foi adaptado em 2006, na França, com direção de Guillaume Canet.

Confira abaixo o trailer:

Além de “Não conte a Ninguém”, uma adaptação do livro Seis Anos Depois será produzido pela Paramount Pictures e conta com Hugh Jackman no elenco.

Os direitos do livro mais recente de Coben, Missing You, também já foram vendidos para o cinema e a adaptação será produzida pela Warner Bros. e RatPac Entertainment.

O escritor Harlan Coben esteve recentemente no Brasil, na Bienal do Livro de São Paulo no mês de agosto, no qual participou de uma divertida entrevista e demonstrou todo o seu carisma atendendo aos fãs, respondendo perguntas e até autografando livros.

Confira no Indique um livro a resenha da obra (fantástica, por sinal) Seis Anos Depois.

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