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Confira o trailer de Caixa de Pássaros, nova adaptação da Netflix com Sandra Bullock

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Sarah Paulson, John Malkovich e Trevante Rhodes também estrelam a adaptação da Netflix para o livro ‘Caixa de Pássaros

Guilherme Cepeda, no Burn Book

Feche os olhos para sobreviver. Esse é o mantra de Caixa de Pássaros, novo drama original Netflix, que acaba de ganhar primeiro trailer legendado.
Uma força misteriosa dizimou a população mundial. Para os sobreviventes, uma coisa é certa: quem a vê, morre. Na busca do último refúgio existente, Malorie e os dois filhos terão de descer um rio traiçoeiro. E a única chance de escaparem da morte é encarar a perigosíssima jornada de olhos vendados. Ao enfrentar o desconhecido, Malorie encontra amor, esperança e um novo começo a ser descoberto.

Bird Box traz Sandra Bullock, vencedora do Oscar®, à frente do elenco reforçado por estrelas como John Malkovich, Trevante Rhodes e Sarah Paulson. A direção deste novo e envolvente thriller é de Susanne Bier, vencedora do Oscar®. Bird Box chega à Netflix em 21 de dezembro.

Confira o cartaz nacional:

Netflix vai adaptar Caixa de Pássaros estrelando Sandra Bullock

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(Imagem: Divulgação)

(Imagem: Divulgação)

Publicado no Literatura Policial

Via Bookriot – A Netflix anunciou a adaptação de “Caixa de Pássaros”, thriller psicológico de Josh Malerman lançado no Brasil pela Editora Intrínseca. Sandra Bullock será Malorie, mãe de duas crianças pequenas que sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas a viagem que tem pela frente é assustadora: uma decisão errada e eles morrerão.

Susanne Bier, dinamarquesa vencedora do Oscar (In a Better World, Brothers, Serena), vai dirigir o filme. Eric Heisserer, indicado para o Oscar (The Arrival) escreveu o roteiro. O produtor Scott Stuber estava desenvolvendo o filme na Universal, mas trouxe o projeto com ele quando migrou para a Netflix. A produção começará em agosto.

Prêmio Paraná de Literatura revela vencedores

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Vanessa Barbara foi uma das premiadas no concurso que reconhece trabalhos inéditos nas categorias romance, poesia e conto

O romance "Operação Impensável" foi o melhor entre os 180 inscritos

O romance “Operação Impensável” foi o melhor entre os 180 inscritos

Maria Fernanda Rodrigues, em O Estado de S. Paulo

O Prêmio Paraná de Literatura anuncia nesta segunda-feira, dia 24, os vencedores de sua terceira edição. Este ano, concorreram 630 obras inéditas de autores de todo o País, inscritas sob pseudônimo. Operação Impensável, de Vanessa Barbara, cronista do Caderno 2 e do New York Times, ganhou na categoria romance. Sônia Barros, escritora conhecida por suas obras infantojuvenis, venceu em poesia com Fios. E a professora de inglês Adriana Griner ficou em primeiro lugar em contos com No Início. Elas ganharam R$ 40 mil cada uma e terão o livro editado pela Biblioteca Pública do Paraná, que promove o lançamento no dia 12 de dezembro.

Autora de O Livro Amarelo do Terminal (Prêmio Jabuti) e de Noites de Alface, entre outras obras, Vanessa diz que sua intenção foi, desde o início, mandar o original do romance em que estava trabalhando para o prêmio – porque com um objetivo e prazo ela se motivaria a tocar o projeto e por causa da valor dele. “Um prêmio em dinheiro desses é algo muito raro no Brasil. É uma quantia improvável de se obter com a simples publicação de um livro, mesmo que ele obtenha reconhecimento. É um incentivo tremendo para a produção literária.” Um concurso como esse, para originais não publicados, ela diz, é importante para descobrir novos autores que ainda não tiveram uma chance e também para que os já publicados submetam seus trabalhos por outros caminhos.

Vanessa emprestou o título de seu romance do plano de invasão cogitado pelos britânicos durante a Segunda Guerra Mundial – período em que a protagonista, uma historiadora, é especialista. O livro conta a história de amor entre ela e um programador de computadores que esconde segredos.

"No Início" concorreu com outros 181 projetos e foi considerado o melhor livro de contos

“No Início” concorreu com outros 181 projetos e foi considerado o melhor livro de contos

A carioca Adriana Griner nunca publicou um livro. No Início, sua estreia premiada, é, em suas palavras, uma leitura feminina do primeiro livro do Antigo Testamento. “Parece algo meio ambicioso, e talvez prepotente, tentar fazer isso. Mas eu apenas pego algumas histórias e reconto, dando voz a personagens que não têm voz. Para mim, o livro é, antes de tudo, sobre o amor. Em termos de linguagem, brinco com o primeiro capítulo do Mimesis, de Auerbach, quando ele compara a linguagem da Bíblia com a da Odisseia”, explica.

Poesia foi a categoria mais concorrida, com 269 inscrições; "Fios" foi o melhor livro

Poesia foi a categoria mais concorrida, com 269 inscrições; “Fios” foi o melhor livro

Sônia Barros, autora de 17 volumes infantojuvenis – muitos deles em verso ou prosa poética – e de um de poesia (Mezzo Voo), para adultos, aceitou a sugestão do poeta Donizete Galvão, morto este ano, e inscreveu Fios no prêmio antes de procurar uma editora. Foi ele também que a ajudou a ver a ligação entre os poemas. “O título acabou se impondo depois que percebi os muitos poemas retratando fios aparentemente distintos, mas, de certa forma, entrelaçados: do ofício, da infância, da velhice, da maternidade, do amor, da memória, da solidão, da morte, da própria poesia, da arte. Enfim, os caminhos internos e externos da existência humana.”

Confira trechos das obras premiadas aqui.

Marina Colasanti vence pela segunda vez o Prêmio Jabuti na categoria literatura infantil

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O livro escolhido, Breve História de Um Pequeno Amor, foi ilustrado pela argentina Rebeca Luciani

Naíma Saleh, na Crescer
Marina Colasanti vence pela segunda vez o Prêmio Jabuti na categoria literatura infantilNesta quinta (16) foram divulgados os vencedores da 56ª edição do Prêmio Jabuti, um dos mais respeitados da literatura nacional, que elege os melhores escritores e ilustradores em 27 categorias diferentes. O grande campeão no gênero infantil é o livro Breve História de Um Pequeno Amor, da escritora Marina Colasanti, publicado em 2013 pela Editora FTD. A autora já havia ganhado o Jabuti de 2010 com o livro Passagem em trânsito. Este ano, a obra vencedora também recebeu o prêmio da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) na categoria Criança Hors-Concours, além do selo Altamente Recomendável.

A narrativa é contada em primeira pessoa, em prosa poética. A história começa com um fato aparentemente banal: um problema de infiltração em um escritório. Quando a narradora-personagem recorre a um profissional para resolver a situação, a solução encontrada é a retirada das telhas. Eis que surge uma grande surpresa: embaixo delas, havia um ninho com uma pomba que escondia dois filhotes. “Eu os amei imediatamente”, narra a protagonista. A partir daí, a personagem passa a cuidar dos pequenos passarinhos – que tinham a cabeça grande demais para o corpo e nem sinal de pena. Ela os alimenta, mas um deles não resiste e morre. A protagonista continua então a cuidar de Tom, o pombinho que sobrou. É uma história que fala sobretudo de sentimentos: o ciúme ao ver seu pombinho crescer e interagir com uma passarinha, o medo de perdê-lo para a natureza, o desejo de que ele seja feliz e o amor. Acima de tudo, sempre o amor.

Na categoria infantil, os livros Da Guerra dos Mares e das Areias: fábula sobre as marés, do autor Pedro Veludo pela Editora Quatro Cantos, e Poemas que escolhi para crianças, de Ruth Rocha pela Editora Moderna, ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente.
Sobre a autora

Marina Colasanti nasceu em 1937 na Eritreia, um país situado no chifre da África, que na época ainda era uma colônia italiana. Passou sua infância na Líbia e, antes de vir ao Brasil, em 1948, morou 11 anos na Itália. Aqui, formou-se em Belas Artes, mas trabalhou como jornalista, escrevendo para jornais como Manchete e Jornal do Brasil. Como escritora e artista plástica, é ela quem ilustra a maior parte de suas obras.

Austera e falante, professora Marina dispensava lousa

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Ex-alunas de Marina Silva relembram perfil da atual candidata à Presidência na época em que foi docente de colégio particular de Rio Branco

Registro profissional de Marina Silva como professora de História do Colégio Meta (AC) (Foto: Evaristo de Lucca/Arquivo pessoal/VEJA)

Registro profissional de Marina Silva como professora de História do Colégio Meta (AC) (Foto: Evaristo de Lucca/Arquivo pessoal/VEJA)

Luís Lima, na Veja on-line

A professora Marina Silva chegava sempre no horário. Não costumava usar a lousa, já que se garantia no gogó: tinha muita propriedade sobre o que falava, e falava e falava – não muito diferente de hoje em dia. “Dava uma aula cheia”, afirmou uma aluna. No look, marcas registradas como as saias compridas e colares já se faziam presentes. Também já era “magrinha” e cheia de ideais que inspiravam os estudantes. De 1985 para cá, talvez a principal diferença seja o salário da ex-professora de história e atual candidata à Presidência pelo PSB. Se antes ela ganhava cerca de 1 milhão de cruzeiros por mês (cerca de 1.080 reais, corrigidos pela inflação), atualmente, só com palestras, esta cifra saltou para 41.000 reais mensais nos últimos três anos.

A postura séria e comprometida como professora é o que marcou a ex-aluna do Colégio Meta e analista judiciária Mauricília Rodrigues. “Ela tinha muita segurança no que falava e transmitia o saber com muita tranquilidade”, afirmou ao site de VEJA. “Desde essa época ela já tinha o poder de convencimento. A presença dela em sala de aula aspirava a muito respeito”, disse.

O dono da instituição de ensino particular de Rio Branco (AC) em que Marina lecionou por apenas um ano, Evaristo de Lucca, diz que ela era uma docente exemplar. Ele já havia sido professor dela na Universidade Federal do Acre (Ufac), onde Marina se formou em história, e foi o primeiro empregador dela após a conclusão do curso. Ele conta que Marina o procurou porque tinha dois filhos e precisava trabalhar. “Marina era do tipo de professora que falava mais do que escrevia na lousa, porque tinha boa oratória e empolgava os alunos por aí”, definiu. No ano seguinte, 1986, Marina deixou o colégio Meta para se dedicar à vida política. “Quando ela me perguntou o que achava de sair da instituição, respondi que o futuro dela era promissor e que as portas estariam sempre abertas”, disse.

A médica e também ex-aluna Sirleide Uchoa disse que se identificava com Marina porque sempre gostou de história. Segundo ela, Marina era uma excelente professora, “competente, segura e preparada”. “A grande lição que ela deixou foi a história de humildade e superação. Já sabíamos que ela era uma pessoa vinda da floresta, batalhadora. Nós, como alunos, já víamos nela a figura de uma vencedora”, complementou Mauricília.

A chance de ter tido como professora uma possível futura presidente do Brasil emociona as ex-alunas. “Eu fico lisonjeada e muito orgulhosa. O Acre é uma terra que só agora está aparecendo na mídia. Lá não tem só onça, e índio não”, exaltou Sirleide. “É um misto de orgulho e alegria”, disse Mauricília. “Foi a mão da providência divina que fez ela passar de coadjuvante a protagonista do cenário eleitoral. A vida dela deu uma volta muito grande de uma forma que ninguém esperava”, complementou.

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