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Confira sete livros de negócios e ficção indicados por Abilio Diniz

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Publicado no Giro Business

O empresário Abilio Diniz é o 14º homem mais rico do Brasil e, segundo a Forbes, é o 477º pessoa mais rica de todo o mundo. Aos 80 anos, é presidente do Conselho de Administração da BRF, presidente do Conselho de Administração da Península Participações e membro dos Conselhos de Administração do Grupo Carrefour e do Carrefour Brasil.

Entre muitos hábitos, a leitura é o que o executivo mais praticou durante sua vida. Pensando nisso, o InfoMoney elencou os 7 livros que mais influenciaram sua carreira profissional ao longo desses anos ou que funcionam como entretenimento. Diniz comenta o porquê cada um foi importante. Confira.

Vencedores por opção, Jim Collins

“É um livro muito bom do James Collins, que trata das chamadas “pessoas fora de série”. O livro diz que a gente é aquilo que escolhe ser na vida. Ninguém nasce pronto. É preciso decidir ser vitorioso, a partir dessa decisão, correr atrás e lutar para conquistar os objetivos”, comenta o empresário.

Empresas feitas para vencer, Jim Collins

“Para mim, o melhor livro do Jim Collins. Ele define como as empresas e como elas conseguem se manter performando bem por muito tempo. Jim conta que, para isso, a empresa precisa deixar de ser boa para se tornar excelente. O autor ainda explica e caracteriza as categorias de executivos, o que pode ser muito útil para avaliar o que se quer ser e onde se quer chegar”, explica Diniz.

Como chegar ao sim com você mesmo, William Ury

“É um livro excelente, um dos mais recentes de William Ury, mestre de negociações de Harvard e que eu considero um grande escritor. O autor conta que antes de convencer a pessoa com quem você está negociando, é necessário convencer a si mesmo do que você realmente quer. E isso significa desistir de algumas coisas que não são tão importantes assim”, diz.

Um lugar chamado liberdade, Ken Follet

“Ken Folleté o meu autor preferido. Ele mistura história e ficção de um jeito instigante. Neste livro ele relata a história de um mineiro escocês que abandona sua vida de quase escravidão e foge para os EUA no século 18, um mundo novo cheio de oportunidades e risco”, revela.

O terceiro gêmeo, ken Follet

“Também de Follet, este é um dos melhores livros de ficção que eu já li. Eu recomendo porque é um entretenimento muito gostoso para relaxar, é uma trama sensacional envolvendo manipulação genética em embriões humanos”, justifica o empresário.

Millennium, Stieg Larsson

“Gosto de livro de ficção que levam minha cabeça para divagar longe do dia a dia. Fiquei muito entretido pela trilogia Millennium, escrita pelo jornalista sueco Stieg Larsson. São thirllers psicológicos que prendem a nossa atenção, com uma narrativa cheia de descobertas”, conta.

Headhunters, Jo Nesbo

“É uma história de suspense, escrita pelo autor norueguês, Jo Nesbo. O livro conta história de um caçador de talentos que passa por um trama inacreditável que envolve o mundo das artes”, explica o empresário.

Menina de 10 anos ganha prêmio da Biblioteca Pública de SC após ler 97 livros em um ano

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Nina e o irmão Theo são incentivados pelo pai, Valmor Fritsche, que é jornalista e editor Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS

Nina e o irmão Theo são incentivados pelo pai, Valmor Fritsche, que é jornalista e editor
Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS

 

Karine Wenzel, no Diário Catarinense

A estudante Nina Fritsche, 10 anos, de Florianópolis, tem a vida pautada pelos livros. Ainda na barriga da mãe, os pais leram para ela a obra La Niña Nina, do Ziraldo. O gosto pela leitura parece ter passado pelo cordão umbilical. Ela já perdeu as contas de quantos livros leu e diz que as histórias ajudam a afastar o tédio. Lê todos os dias e tem preferência pelos enredos de comédia. Neste ano, a estudante retirou 97 livros da Biblioteca Pública de Santa Catarina (BPSC). Com esse feito, foi premiada na 2ª edição do Estrela da Leitura da biblioteca, sexta-feira, como a jovem que mais retirou livros da biblioteca. A ação tem como objetivo despertar mais fãs de livros por aí.

Parece estar funcionando. O irmão de Nina, Theo, de três anos, segue pelo mesmo caminho. Gosta que leiam para ele antes de dormir e ganhou o prêmio na faixa etária até sete anos. Retirou 65 livros neste ano. O incentivo vem de casa, explica o pai dos pequenos, o jornalista e editor de livros Valmor Fritsche.

– O livro é uma ferramenta para despertar a curiosidade, para ajudar a criança a entender o mundo. Mas ninguém nasce gostando, tem que estimular a criança e então ela vai se apegar aos livros.

Mas Nina e Theo são exceção. No país, o levantamento Retratos da Leitura no Brasil do Instituto Pró-Livro divulgado neste ano mostrou que a faixa etária de 5 a 10 anos leu, em média, menos de dois livros inteiros em três meses.

O assessor da diretoria de gestão da rede da secretaria de Educação de SC, Isaac Ferreira, explica que o brasileiro não tem a cultura da leitura, falta o exemplo dos pais como leitores, não há costume de comprar livros e também há um apelo maior da tecnologia. Porém, ressalta os benefícios do hábito, que ajuda no processo de alfabetização. Além disso, leitores têm mais chances de se tornarem cidadãos mais críticos e com argumentos consistentes:

– Leitura não é só por prazer, é necessidade, é inserção na cultura. Quanto maior a proficiência na leitura, maior o poder de argumentação – acrescenta.
O professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da Udesc Lourival José Martins Filho vai além e diz que a ¿contribuição da leitura para o aprimoramento da experiência existencial do ser humano é indiscutível¿. Mas faz uma ressalva: ninguém nasce leitor:

– Aprende-se a ser leitor e a gostar de ler nas interações que vamos realizando desde a infância. Famílias e professores leitores podem contribuir na formação de crianças leitoras. O real incentivo à leitura é quando família e escola têm a leitura em seu cotidiano.

Para a Biblioteca Pública de SC ações como premiar os alunos que mais retiram livros já começam a render frutos. O número de carteirinhas de cadastrados na biblioteca, empréstimos de gibis e frequentadores do setor
infanto-juvenil dobrou neste ano em relação a 2015.

Vencedores da Estrela da Leitura da Biblioteca Pública de SC

Faixa etária de 0 a 7 anos
Theo Fritsche, 3 anos – 65 livros
Luiza Volpato, 5 anos – 20 livros
Davi Pelicioli e Silva, 5 anos – 19 livros

Faixa etária de 8 a 11 anos
Nina Fritsche, 10 anos – 97 livros
Gael Martos Roberts, 9 anos – 63 livros
Catarina Martins Palharin, 11 anos – 32 livros

Faixa etária de 12 a 17 anos
Pedro Cavalheiro e Silva, 14 anos – 33 livros
Marina Ribeiro Viera, 12 anos – 26 livros
Allana Ellen Martins, 12 anos – 20 livros

Gibis
Pedro Cavalheiro e Silva, 14 anos -130 exemplares

Dos 113 vencedores do Nobel de Literatura, apenas 14 são mulheres

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(foto: AFP / DANIEL ROLAND )

(foto: AFP / DANIEL ROLAND )

 

Apesar do avanço feminino na sociedade contemporânea, o preconceito persiste em escala globalizada

Marcia Maria Cruz, no UAI

A escritora Marina Colasanti, indagada se a atenção dada às questões do universo feminino a tornava feminista, apontou a impossibilidade de não se ocupar delas diante do cenário ainda desigual entre homens e mulheres também no campo da literatura. “Ocupo-me dessas questões porque nunca ninguém conseguiu me convencer de que não tenho o mesmo potencial, a mesma força, a mesma grandeza dos homens. E porque sempre achei que devia ter os mesmos direitos”, afirmou. É fato. A produção literária das mulheres ainda não alcançou a mesma visibilidade dos homens – pelo menos é o que indica o Prêmio Nobel de Literatura.

A premiação foi concedida a 113 pessoas. Apenas 14 mulheres a receberam desde 1901, quando foi criada pela Academia Sueca, conforme levantamento do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (Gemaa), ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A primeira foi a sueca Selma Lagerlöf, em 1909, e a última a bielorrussa Svetlana Alexijevich, em 2015.

Uma das responsáveis pelo estudo, Márcia Rangel, doutoranda em ciência política, explica que, a partir dos dados oficiais dos vencedores, foram feitas categorizações por meio de fotos. Apesar da longevidade da premiação (115 anos), a diversidade de gênero e de raça é pouco expressiva. O perfil predominante é de brancos (94%), homens (88%) e europeus (69%). Mulheres constituem apenas 12% dos premiados, enquanto negros e asiáticos são 3% (cada).

A escritora Maria Esther Maciel, professora da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), lembra que tanto o Nobel quanto outros prêmios literários não privilegiam as mulheres. A visão de que a literatura é prática masculina ainda persiste no senso comum, apesar de ter crescido a participação feminina em todos os gêneros literários, afirma.

“À mulher é negado esse espaço em decorrência de algo arraigado em nossa cultura”, diz Maria Esther, lembrando que em diferentes momentos a produção das escritoras teve pouca ou quase nenhuma visibilidade.

Várias autoras são valorizadas tardiamente – e até postumamente – em decorrência de movimentos de resgate de sua obra. Exemplo disso é a mineira Maura Lopes Cançado (1929-1993), com a reedição de livro O hospício é deus pela Editora Autêntica. Lançado em 1965, ele voltou às prateleiras cinquenta anos depois. Maria Esther lembra o caso da venezuelana Teresa de la Parra, que escreveu Ifigênia no início do século 20, questionando as estruturas patriarcais. “Essa obra é ícone da literatura feminista latino-americana, mas não teve repercussão nenhuma na Venezuela”, observa.

Para a escritora Letícia Malard, professora emérita da UFMG, desde a criação do Nobel, o número de escritoras centuplicou, reflexo de mudanças socioeconômicas e da escolarização feminina. “Para que as mulheres possam avançar na literatura é preciso que a sociedade avance em outras áreas. Não consigo dissociar as coisas”, observa. O fato de a mulher dar conta de três turnos – trabalho, casa e filhos – reduz o tempo que pode dedicar à escrita. “A que horas ela vai escrever? De onde tirará tempo para se aperfeiçoar?”, questiona.

Na avaliação de Constância Lima Duarte, professora da Faculdade de Letras da UFMG, as mulheres se tornam cada vez mais visíveis no campo literário. “Há apenas um século, a situação era bem diferente. A crítica acolhia com muita reserva os livros assinados por mulheres”, diz. Para ela, o fato de o Nobel ter contemplado poucas autoras revela a persistência da desigualdade de gêneros. “O preconceito arraigado nas mentalidades masculinas se torna visível no corpo de jurados”, diz. Outro ponto desfavorável é o fato de livros de escritoras que não escrevem em inglês terem pouca visibilidade.

A produção das brasileiras é bastante frutífera. Letícia Malard, que já foi jurada do Prêmio Jabuti, destaca nomes de diferentes gerações: Cíntia Moscovich, Maria Valéria Rezende, Lygia Fagundes Telles e Nélida Piñon. Ela chama a atenção para Beatriz Bracher e Maria Adelaide Amaral, na área de dramaturgia, e para jovens que se dedicam à literatura de diversão. “Paula Pimenta sabe escrever para os jovens”, destaca.

Prêmio Paraná de Literatura revela vencedores

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Vanessa Barbara foi uma das premiadas no concurso que reconhece trabalhos inéditos nas categorias romance, poesia e conto

O romance "Operação Impensável" foi o melhor entre os 180 inscritos

O romance “Operação Impensável” foi o melhor entre os 180 inscritos

Maria Fernanda Rodrigues, em O Estado de S. Paulo

O Prêmio Paraná de Literatura anuncia nesta segunda-feira, dia 24, os vencedores de sua terceira edição. Este ano, concorreram 630 obras inéditas de autores de todo o País, inscritas sob pseudônimo. Operação Impensável, de Vanessa Barbara, cronista do Caderno 2 e do New York Times, ganhou na categoria romance. Sônia Barros, escritora conhecida por suas obras infantojuvenis, venceu em poesia com Fios. E a professora de inglês Adriana Griner ficou em primeiro lugar em contos com No Início. Elas ganharam R$ 40 mil cada uma e terão o livro editado pela Biblioteca Pública do Paraná, que promove o lançamento no dia 12 de dezembro.

Autora de O Livro Amarelo do Terminal (Prêmio Jabuti) e de Noites de Alface, entre outras obras, Vanessa diz que sua intenção foi, desde o início, mandar o original do romance em que estava trabalhando para o prêmio – porque com um objetivo e prazo ela se motivaria a tocar o projeto e por causa da valor dele. “Um prêmio em dinheiro desses é algo muito raro no Brasil. É uma quantia improvável de se obter com a simples publicação de um livro, mesmo que ele obtenha reconhecimento. É um incentivo tremendo para a produção literária.” Um concurso como esse, para originais não publicados, ela diz, é importante para descobrir novos autores que ainda não tiveram uma chance e também para que os já publicados submetam seus trabalhos por outros caminhos.

Vanessa emprestou o título de seu romance do plano de invasão cogitado pelos britânicos durante a Segunda Guerra Mundial – período em que a protagonista, uma historiadora, é especialista. O livro conta a história de amor entre ela e um programador de computadores que esconde segredos.

"No Início" concorreu com outros 181 projetos e foi considerado o melhor livro de contos

“No Início” concorreu com outros 181 projetos e foi considerado o melhor livro de contos

A carioca Adriana Griner nunca publicou um livro. No Início, sua estreia premiada, é, em suas palavras, uma leitura feminina do primeiro livro do Antigo Testamento. “Parece algo meio ambicioso, e talvez prepotente, tentar fazer isso. Mas eu apenas pego algumas histórias e reconto, dando voz a personagens que não têm voz. Para mim, o livro é, antes de tudo, sobre o amor. Em termos de linguagem, brinco com o primeiro capítulo do Mimesis, de Auerbach, quando ele compara a linguagem da Bíblia com a da Odisseia”, explica.

Poesia foi a categoria mais concorrida, com 269 inscrições; "Fios" foi o melhor livro

Poesia foi a categoria mais concorrida, com 269 inscrições; “Fios” foi o melhor livro

Sônia Barros, autora de 17 volumes infantojuvenis – muitos deles em verso ou prosa poética – e de um de poesia (Mezzo Voo), para adultos, aceitou a sugestão do poeta Donizete Galvão, morto este ano, e inscreveu Fios no prêmio antes de procurar uma editora. Foi ele também que a ajudou a ver a ligação entre os poemas. “O título acabou se impondo depois que percebi os muitos poemas retratando fios aparentemente distintos, mas, de certa forma, entrelaçados: do ofício, da infância, da velhice, da maternidade, do amor, da memória, da solidão, da morte, da própria poesia, da arte. Enfim, os caminhos internos e externos da existência humana.”

Confira trechos das obras premiadas aqui.

Marina Colasanti e Laurentino Gomes são vencedores do Prêmio Jabuti

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Em nota, Laurentino chamou a atenção para a importância de ler sobre a história do país

Em nota, Laurentino chamou a atenção para a importância de ler sobre a história do país

Além da estatueta Jabuti dourada, os vencedores receberam prêmio de R$ 35 mil

Vanessa Aquino, no Divirta-se

O livro infantil ‘Breve história de um pequeno amor’, de Marina Colasanti, e o livro-reportagem ‘1889’, de Laurentino Gomes, foram os vencedores do 56º Prêmio Jabuti, anunciado na noite da última terça-feira no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo. O primeiro foi eleito Livro do Ano de Ficção, e o segundo, Livro do Ano de Não-Ficção. Os dois vencedores, escolhidos pelo júri formado por associados da Câmara Brasileira do Livro, receberam a estatueta Jabuti dourada e um prêmio de R$ 35 mil.

Obras de 27 categorias concorriam aos dois prêmios principais. Apenas os ganhadores de cada uma delas disputaram o troféu de Livro do Ano. Anunciados em 16 de outubro, eles subiram ao palco do Auditório do Ibirapuera nesta terça para receber suas respectivas estatuetas. Também levaram R$ 3,5 mil. No total, 2.240 títulos disputaram o Jabuti 2014.

Em nota divulgada pela assessoria de imprensa do Prêmio Jabuti, Laurentino Gomes falou sobre o que ele chama de “intolerância” do Brasil atual, citando especificamente recentes manifestações pela volta dos militares ao poder. “É preciso saber o que ocorreu no Estado Novo, de Getúlio Vargas, e no regime militar, ter consciência de que pessoas foram presas e torturadas e de tudo o que ocorreu.” O escritor também defendeu o estudo da história: “Somente assim poderemos construir um futuro de modo mais organizado e menos barulhento e intolerante.”

Marina Colasanti comemorou o anúncio do prêmio a uma obra infantil

Marina Colasanti comemorou o anúncio do prêmio a uma obra infantil

Em entrevista, Marina disse que recebeu o anúncio do prêmio com surpresa. “Eu não estava esperando nada. É muito difícil que olhem para literatira infantil com igualdade de condições, por causa de pequenos ou grandes deslises de preconceito. No entanto, é uma literatura que nos dá reconhecimento no mundo, nós somos mais reconhecido por ela que por outras literaturas.”

Veja a lista completa dos ganhadores do 54º Jabuti:

Romance
1º Lugar – Título: “Reprodução” – autor: Bernardo Carvalho – Editora: Companhia Das Letras
2º Lugar – Título: “A maçã envenenada” – Autor: Michel Laub – Editora: Companhia Das Letras
3º Lugar – Título: “Opisanie swiata” – Autora: Veronica Stigger – Editora: Cosac & Naify

Contos e Crônicas
1º Lugar – Título: “Amálgama” – Autor: Rubem Fonseca – Editora: Nova Fronteira
2º Lugar – Título: “Você verá” – Autor: Luiz Vilela – Editora: Editora Record
3º Lugar – Título: “Nu, de botas” – Autor: Antonio Prata – Editora: Companhia Das Letras
3º Lugar – Título: “Um solitário à espreita” – Autor: Milton Hatoum – Editora: Companhia Das Letras

Biografia
1º Lugar – Título: “Getúlio – Do governo provisório à ditadura do Estado Novo (1930-1945)” – Autor: Lira Neto – Editora: Companhia Das Letras
2º Lugar – Título: “Wilson Baptista: O samba foi sua glória!” – Autor: Rodrigo Alzuguir – Editora: Casa da Palavra
3º Lugar – Título: “O castelo de papel” – Autora: Mary del Priore – Editora: Editora Rocco

Poesia
1º Lugar – Título: “Bernini – Poemas 2008-2010” – Autor: Horácio Costa – Editora: Horácio Costa
2º Lugar – Título: “Jardim das delícias” – Autor: Marcus Vinicius Quiroga – Editora: Marcus Vinicius Quiroga
3º Lugar – Título: “Ximerix” – Autor: Zuca Sardan – Editora: Cosac & Naify

Capa
1º Lugar – Título: “A São Paulo de German Lorca / The São Paulo of German Lorca” – Capista: Edson Lemos – Editora: IMESP
2º Lugar – Título: “Graffiti fine art” – Capista: Raquel Matsushita – Editora: SESI
3º Lugar – Título: “Maquiagem, de Marcos Costa” – Capista: Luciana Molisani, Paschoal Rodriguez – Editora: Luste Editores

Ilustração
1º Lugar – Título: “BRASIL – Imagens sob a Ótica da Artista Meire de Oliveira” – Ilustradora: Meire de Oliveira – Editora: Empresas das Artes
2º Lugar – Título: “Storynhas” – Ilustradora: Laerte Coutinho – Editora: Companhia das Letras
3º Lugar – Título: “Decameron: Giovanni Boccaccio” – Ilustrador: Alex Cerveny – Editora: Cosac Naify

Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil
1º Lugar – Título: “Bárbaro” – Ilustrador: Renato Moriconi – Editora: Companhia das Letras
2º Lugar – Título: “Naninquiá – A moça bonita” – Ilustradora: Ciça Fittipaldi – Editora: Editora DCL
3º Lugar – Título: “Conselho” – Ilustrador: Odilon Moraes – Editora: Escrita Fina Edições / Tinta Negra Bazar Editorial

Arquitetura e Urbanismo
1º Lugar – Titulo: “As minas de ouro e a formação das capitanias do sul” – Autor: Nestor Goulart Reis Filho – Editora: Via das Artes
2º Lugar – Titulo: “Preservação e restauro urbano: Intervenções em sítios históricos industriais – Autora: Manoela Rossinetti Rufinoni – Editora: Editora Fap-Unifesp / EDUSP
3º Lugar – Titulo: “Cidadela da liberdade: Lina Bo Bardi e o Sesc Pompeia” – Autores: Andre Vainer e Marcelo Ferraz – Editora: Edições Sesc SP

Artes e Fotografia
1º Lugar – Título: “Cenografia brasileira: Notas de um cenógrafo” – Autor: José Carlos Serroni – Editora: Edições Sesc SP
2º Lugar – Título: “Walter Zanini: Escrituras críticas” – Autora: Cristina Freire (Organizadora) – Editora: Annablume Editora e Comunicação
3º Lugar – Título: “Theatro da Paz” – Autores: Org. Paulo Chaves Fernandes e Rosário Lima – Editora: Secretaria de Cultura do Pará

Ciências Exatas, Tecnologia e Informática
1º Lugar – Título: “Estrutura atômica, ligações e estereoquímica” – Autor: Henrique Eisi Toma – Editora: Editora Edgard Blucher
2º Lugar – Título: “O cerne da matéria – A aventura científica que levou à descoberta do Bóson de Higgs” – Autor: Rogério Rosenfeld – Editora: Companhia das Letras
3º Lugar – Título: “Ciência do futuro e futuro da ciência: Redes e políticas de nanociência e nanotecnologia no Brasil” – Autor: Jorge Luiz dos Santos Junior – Editora: Editora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Ciências Humanas
1º Lugar – Título: “O mapa que inventou o Brasil” – Autora: Júnia Ferreira Furtado – Editora: Versal Editores
2º Lugar – Título: Atlântico: A história de um oceano” – Autores: Francisco Eduardo Alves de Almeida, Francisco Carlos Teixeira da Silva e Karl Schurster de Sousa Leão – Editora: Editora Civilização Brasileira
3º Lugar – Título: “Compêndio de ciência da religião” – Autores: Frank Usarski e João Décio Passos – Editora: Editora Paulinas

Ciências Naturais
1º Lugar – Título: “Livro vermelho da flora do Brasil” – Autores: Gustavo Martinelli e Miguel Avila Moraes (Orgs.) – Editora: Andrea Jakobsson Estúdio Editorial
2º Lugar – Título: “Peixes do rio Madeira” – Autor: Vários – Editora: Dialeto Latin American Documentary
3º Lugar – Título: “Guia dos anfíbios da Mata Atlântica” – Diversidade e Biologia – Autor: Célio F. B. Haddad Et Al. – Editora: Anolis Books

Ciências da Saúde
1º Lugar – Título: “Tratado de oncologia” – Autor: Paulo Marcelo Gehm Hoff – Editora: Editora Atheneu
2º Lugar – Título: “Medicina respiratória” – Autor: Carlos Alberto de Castro Pereira – Editora: Editora Atheneu
3º Lugar – Título: “Medicina intensiva fundamento e prática – Autor: Dante Senra – Editora: Editora Atheneu

Comunicação
1º Lugar – Título: “Mídia e política na América Latina – Globalização, democracia e identidade” – Autora: Carolina Matos – Editora: Editora Civilização Brasileira
2º Lugar – Título: “Comunicação ubíqua: Repercussões na cultura e na educação” – Autora: Lucia Santaella – Editora: Paulus
3º Lugar – Título: “O rosto e a máquina: O fenômeno da comunicação visto dos ângulos humano, medial e tecnológico” – Autor: Ciro Marcondes Filho – Editora: Paulus

Didático e Paradidático
1º Lugar – Título: “Alfabeto escalafobético” – Autores: Claudio Fragata e Raquel Matsushita – Editora: Jujuba Editora
2º Lugar – Título: “Para ler e ver com olhos livres” – Autoras: Flávia Aidar e Januária Cristina Alvesibi – Editora: Nova Fronteira
3º Lugar – Título: “Crônicas da norma – Pequenas histórias gramaticais” – Autores: Blandina Franco, José Carlos Lollo e Gabriel Perissé – Editora: Callis Editora

Direito
1º Lugar – Título: “Como decidem as cortes? Para uma crítica do direito (Brasileiro)” – Autor: José Rodrigo Rodriguez – Editora: Fundação Getúlio Vargas
2º Lugar – Título: “Série IDP – Comentários à constituição do Brasil” – Autores: Ingo Wolfgang Sarlet, Lenio Luiz Streck, Gilmar Ferreira Mendes, J.J. Gomes Canotilho e Léo Ferreira Leoncy (Coords.) – Editora: Editora Saraiva / Coedição: Almedina
3º Lugar – Título: “Fundamentos para uma teoria jurídica das políticas públicas” – Autora: Maria Paula Dallari Bucci – Editora: Saraiva

Economia, Administração e Negócios
1º Lugar – Título: “Os limites do possível – A economia além da conjuntura” – Autor: André Lara Resende – Editora: Companhia das Letras
2º Lugar – Título: “O futuro da indústria no Brasil” – Autores: Edmar Bacha e Monica de Bolle – Editora: Editora Civilização Brasileira
3º Lugar – Título: “Monarquia, liberalismo e negócios no Brasil: 1780-1860” – Autoras: Izabel Andrade Marson; Cecília H. de S. Oliveira – Editora: Editora da Universidade de São Paulo

Educação
1º Lugar – Título: “Tenho um aluno surdo, e agora? Introdução à libras e educação de surdos” – Autoras: Cristina B F Lacerda e Lara F Santos (Orgs) – Editora: Editora Da Universidade Federal De São Carlos
2º Lugar – Título: “Aberturas para história da educação” – Autor: Dermeval Saviani – Editora: Autores Associados
3º Lugar – Título: “Na trilha da gramática” – Conhecimento linguístico na alfabetização e letramento” – Autor: Luiz Carlos Travaglia – Editora: Cortez

Gastronomia
1º Lugar – Título: “Expedição Brasil gastronômico – MG-RJ-PE-CE-RN-AM” – Autores: Guta Chaves, Dolores Freixa e Rodrigo Ferraz (idealizador) – Editora: Editora Melhoramentos / Editora Boccato
2º Lugar – Título: “Os banquetes do imperador’ – Autores: Francisco Lellis e André Boccato – Editora: Senac / Editora Boccato
3º Lugar – Título: “Sou barista” – Autoras: Concetta Marcelina e Cristiana Couta – Editora: Senac

Infantil
1º Lugar – Título: “Breve história de um pequeno amor” – Autor: Marina Colasanti – Editora: Editora FTD
2º Lugar – Título: “Da guerra dos mares e das areias: Fábula sobre as marés” – Autor: Pedro Veludo – Editora: Editora Quatro Cantos
3º Lugar – Título: “Poemas que escolhi para crianças” – Autora: Ruth Rocha – Editora: Editora Salamandra

Juvenil
1º Lugar – Título: “Fragosas brenhas do mataréu” – Autor: Ricardo Azevedo – Editora: Ática
2º Lugar – Título: “As gêmeas da família” – Autora: Stella Maris Rezende – Editora: Globo
3º Lugar – Título: “Uma escuridão bonita” – Autor: Ondjaki – Editora: Pallas

Psicologia e Psicanálise
1º Lugar – Título: “O avesso do imaginário” – Autora: Tania Rivera – Editora: Cosac Naify
2º Lugar – Título: “Antígona e a ética trágica da psicanálise” – Autora: Ingrid Vorsatz – Editora: Zahar
3º Lugar – Título: “Onde tudo acontece – Cultura e psicanálise no Século XXI” – Autora: Giovanna Bartucci – Editora: Civilização Brasileira

Reportagem
1º Lugar – Título: “1889” – Autor: Laurentino Gomes – Editora: Globo
2º Lugar – Título: “Holocausto brasileiro” – Autora: Daniela Arbex – Editora: Geração Editorial
3º Lugar – Título: “Um gosto amargo de bala” – Autora: Vera Gertel – Editora: Editora Civilização Brasileira

Teoria/Crítica Literária
1º Lugar – Título: ‘Fervor das vanguardas” – Autor: Jorge Schwartz – Editora: Companhia das Letras
2º Lugar – Título: “Abençoado & danado do samba: Um estudo sobre o discurso popular” – Autor: Ricardo Azevedo – Editora: Editora da Universidade de São Paulo
3º Lugar – Título: “Melancolias, mercadorias” – Autor: Walter Garcia – Editora: Ateliê Editorial

Projeto Gráfico
1º Lugar – Título: “Decameron: Giovanni Boccaccio” – Responsáveis pelo projeto gráfico: Elaine Ramos; Nathalia Cury; Zansky – Editora: Cosac Naify
2º Lugar – Título: “Esopo – Fábulas completas” – Responsável pelo projeto gráfico: Flávia Castanheira – Editora: Cosac Naify
3º Lugar – Título: “Marcello Grassmann 1942-1955” – Responsáveis pelo projeto gráfico: Eunice Liu; Carla Fernanda Fontana – Editora: EDUSP

Tradução
1º Lugar – Título: “A anatomia da melancolia” – Tradutor: Guilherme Gontijo Flores – Editora: Editora UFPR
2º Lugar – Título: “Antologia da poesia clássica chinesa” – Tradutores: Ricardo Primo Portugal e Tan Xiao – Editora: UNESP
3º Lugar – Título: “O Capital: Crítica da economia política, livro I: O processo de produção do capital” – Tradutor: Rubens Enderle – Editora: Boitempo

Tradução de Obra Literária Inglês-Português
1º Lugar – Título: “Vênus e Adônis” – Tradutor: Alípio Correia de Franca Neto – Editora: Leya
2º Lugar – Título: “Contos da cantuária” – Tradutor: José Francisco Botelho – Editora: Companhia das Letras
3º Lugar – Título: “Ao farol” – Tradutora: Denise Bottmann – Editora: L&PM

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