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Britânica aluga réplica de quarto de “50 Tons de Cinza” para casais

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Foto publicada pelo jornal "Daily Mail" mostra a réplica do Quarto Vermelho de "50 Tons de Cinza" criado por uma britânica

Foto publicada pelo jornal “Daily Mail” mostra a réplica do Quarto Vermelho de “50 Tons de Cinza” criado por uma britânica

Publicado no UOL

Uma mulher chamada Georgina Wilde criou uma réplica do Quarto Vermelho, local fictício usado para práticas sadomasoquistas no livro “50 Tons de Cinza”.

Segundo o jornal “Daily Mail”, Georgina, uma dominatrix britânica, está alugando o local por 263 libras (R$ 790) a hora para casais que queiram viver as experiências sexuais dos personagens Anastasia Steele e Christian Grey descritas no livro.

O local é equipado com vários chicotes, dispositivos de suspensão e outros artefatos sadomasoquistas.

Ao jornal, Georgina disse que já alugava o espaço para práticas sexuais há anos, mas que resolveu criar a réplica inspirada em “50 Tons de Cinza” para atender uma nova clientela.

“Nós adicionamos uma cama de luxo, amenidades noturnas e as paredes são pintadas de um tom profundo de vermelho como os da sala de Christian Grey”, disse.

Escrito por E.L. James, a trilogia “50 Tons de Cinza” foi traduzida para 45 idiomas e vendeu mais de 32 milhões de cópias somente nos Estados Unidos.

A história está prestes a ser adaptada para o cinema pelo estúdio Universal Pictures. Atrizes como Mila Kunis, Emma Watson e Rooney Mara já foram cotadas para viverem a heroína Anastasia.

Calendário maia que inspirou crença no fim do mundo está em Dresden

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Publicado no DW

Um dos três existentes, documento de cultura pré-colombiana é atração em biblioteca na capital da Saxônia. Para especialistas, ele inspira sobretudo o respeito à natureza.

A prova de que o mundo não vai acabar fica bem atrás de uma pesada porta de metal dourada, pintada com hieróglifos. A porta leva do Museu do Livro diretamente à sala do tesouro da Biblioteca Estatal e Universitária de Dresden. As paredes são pintadas de preto, uma luz pálida dificulta a visão e um mistério parece pairar no ar.

A sala guarda escritos seculares como, por exemplo, um cone de argila da Suméria de quase 4 mil anos, um livro de orações hebraico e uma Missa em si menor, de Johann Sebastian Bach. No meio do recinto, repousa o maior tesouro, dentro de uma caixa de vidro: o mundialmente famoso calendário maia, composto de uma tira de papel amate de 3,5 metros, dobrada em 39 folhas.

Fonte da crença no fim do mundo

O lugar é fresco e escuro, para retardar o processo de decomposição biológica. Regularmente, o diretor da biblioteca, Thomas Bürger, leva visitantes de todo o mundo através desse ambiente, explicando quais informações os sete sacerdotes maias que fizeram o calendário gravaram nas folhas com quase um palmo de largura. “Há numerosas representações divinas, pois os maias reverenciavam os deuses da guerra, da morte e também do milho”, afirma Bürger.

“O documento é uma espécie de calendário agrícola, uma cópia de todo o conhecimento maia disponível na época”, acrescenta. Os sacerdotes previam nascimentos, eclipses e estações chuvosas. No final do calendário, há uma imagem pintada com cor vermelho escuro. Nela pode ser visto o senhor do mundo subterrâneo, munido com lanças e uma funda, e a deusa Chak Cheel, que derrama água de um jarro de barro.

O crocodilo celeste, que os maias provavelmente associavam à camada mais baixa do céu, também cospe uma grande golfada de água. Esse cenário sombrio é a base usada pelos teóricos do apocalipse. “Porém, a cena ilustra, sem sombra de dúvida, um grande dilúvio que era esperado a cada cinco anos, quando a estação chuvosa coincidia com o dia 4 EB do calendário ritual de 260 dias”, escreve o especialista em cultura maia Nikolai Grube, em seu recém-publicado livro Der Dresdner Maya-Kalender (O calendário maia de Dresden).

Bürger, que cooperou com a publicação, também vê o detalhe num contexto bem mais amplo. “Pode-se tirar deste manuscrito a lição de que devemos ter um grande respeito pela natureza. Tivemos agora uma década com todos os tipos de inundações e tsunamis. Isso mostra que temos também hoje os mesmos problemas que os maias tinham, de ocasionalmente serem surpreendidos pela natureza.”

                                          O Códice de Dresden é formado por uma tira de 3,5 metros, dobrada em 39 folhas

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