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Warner divulga primeiro trailer de Doutor Sono, a continuação de O Iluminado

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Ewan McGregor estrela “Doutor Sono”

Rafael Rodrigues da Silva, no Canal Tech

Depois de fazer muito sucesso e ter se tornado um marco do cinema de terror nas mãos de Stanley Kubrick, a história de O Iluminado finalmente ganhará uma continuação com o filme Doutor Sono. A sequência, que deve estrear em novembro, teve seu primeiro trailer divulgado nesta quinta-feira (13) pela Warner Bros.

Baseado no livro de mesmo nome do escritor Stephen King, Doutor Sono se passa 40 anos depois da história do primeiro livro, e mostra um Danny Torrance (interpretado por Ewan McGregor) tentando viver uma vida adulta “normal” enquanto ignora seus poderes paranormais — e, para isso, ele acaba se afundando na bebida, o “demônio” que matou seu pai e que ele havia prometido a si mesmo nunca aceitar.

Tudo muda quando Danny conhece Rose (interpretada por Rebecca Ferguson), uma garota que possui os mesmos poderes paranormais de Danny, mas em um nível muito mais forte do que ele. Danny acaba se tornando um mentor da moça, e assume a tarefa de não apenas ajudá-la a controlar seus poderes, como também protegê-la de um culto conhecido como “The True Knot”, um grupo de “vampiros espirituais” que se alimenta de crianças com poderes como os de Danny e Rose.

O filme terá direção de Mike Flanagan — conhecido por ter produzido a série de terror A Maldição da Residência Hill para a Netflix — e tem data de lançamento marcada para o dia 7 de novembro aqui no Brasil.

Fonte: Warner Bros

Dicas para mandar bem no primeiro ano na universidade

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Entrar na universidade marca a chegada de necessidades da vida adulta - Fotolia

Entrar na universidade marca a chegada de necessidades da vida adulta – Fotolia

Gerenciar o tempo com inteligência e ter postura independente estão entre as recomendações dos calouros de 2017

Publicado em O Globo

A vida universitária é bem diferente do dia a dia no Ensino Médio. É ninguém melhor do que os calouros de 2017 para apontar essas diferenças. A partir da própria experiência, eles dão o caminho das pedras aos que vão encarar o primeiro ano de faculdade em 2018.

Cursando Nutrição na Universidade Veiga de Almeida (UVA), Rodrigo Bernardo entende que a chegada à universidade é também uma entrada definitiva na vida adulta.

— Dos educadores à faculdade em si, tem sido uma experiência incrível. É importante os alunos começarem focados e com vontade de estudar, já que são muitas matérias, disciplinas pesadas e cobranças dos professores. Há também a descoberta de um novo mundo profissional. No entanto, as maiores mudanças são mesmo as pessoais, porque finalmente passamos a caminhar com as próprias pernas.

Daniel Pereira Aragão, que faz licenciatura em Física na UFRJ, concorda com Rodrigo sobre a necessidade de gerenciar o tempo com inteligência. Para o ex-aluno do colégio CEL, trocar informações com os novos colegas é fundamental.

— Vale a pena participar da semana de integração. É quando você conhece pessoas e faz novos amigos. Muitos calouros não participam e depois têm dificuldade de fazer conexões na universidade. Quanto às disciplinas, não deixe o aprendizado das matérias acumular e corra atrás dos conteúdos. Busque ajuda de professores e livros por conta própria. A universidade diz muito sobre a administração da própria vida — compara Daniel.

Com a facilidade de usar a nota do Enem em universidades fora do próprio estado, muitos estudantes vivem uma mudança não só da rotina, mas também geográfica. Com auxílio do Sisu, Fies ou Prouni, eles atravessam o país em busca de uma faculdade que atenda às suas necessidades.

Esse é o caso de Luiza Nogueira. Depois de completar o Ensino Médio no Colégio Poliedro, em São José dos Campos (SP), ela arrumou as malas para cursar Design na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

— O principal conselho é ir de mente aberta, principalmente se for longe da cidade natal e do círculo de amizades. Você vai conhecer pessoas diferentes, com outros gostos e costumes variados. É importante estar disposta a novas experiências e a uma variedade imensa de caminhos para seguir — pontua Luiza.

Seja fora ou dentro do estado de origem, a necessidade de uma postura independente é apontada pelos calouros de 2017 como a maior marca do primeiro ano na universidade. Pedro Luiz Nascimento, aluno de Direito na PUC-Rio, acredita que essa característica fez inclusive que ele mudasse sua visão do mundo.

— A faculdade exige que você seja independente, ao mesmo tempo em que ajuda a moldar nossa personalidade. Tenho agora uma visão de mundo mais política, mais madura. Eu imaginava tudo bem diferente, talvez um ambiente mais fechado. Entretanto, percebi que é até meio parecido com a escola – reconhece o universitário.

Por fim, Pedro recomenda que os futuros calouros não se empolguem demais com a sedutora e agitada vida social dos anos na universidade:

— Dá para ter uma relação próxima com as pessoas e aproveitar todos os eventos. Mas isso pede maturidade na conciliação com os estudos, pois sempre vai ter alguém convidando você para algo, como os jogos universitários, por exemplo.

HQs para aprender a lidar com a vida adulta

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(Julia Wertz/Reprodução)

(Julia Wertz/Reprodução)

Pâmela Carbonari, na Superinteressante

Se você acha que HQs são apenas narrativas para crianças ou falam só sobre grandes aventuras históricas, este post é para você.

Crescer não é fácil e ter que lidar com as responsabilidades e questionamentos da vida adulta é inevitável mesmo que você assuma que vai seguir vivendo na casa da sua mãe para sempre.

Mas não é por ser doloroso que amadurecer precisa ser sacal: conheça 4 quadrinhos lançados recentemente que podem te ajudar a encarar os dilemas da vida adulta.

Descoberta da sexualidade

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(Editora Nemo/Divulgação)

O enterro das minhas ex, Gauthier

Já disse que crescer não é mole? Pois bem, muito menos se você for lésbica e estiver cheia de dúvidas, testando os limites da própria sexualidade. Nesta grafic novel, Charlotte relembra os relacionamentos decisivos de sua adolescência desde a inocência do ensino fundamental em que não sabia quais eram as distâncias entre as amizades e paixonites até as primeiras experiências sexuais da vida adulta. É como visitar o passado em perspectiva, se perceber em relação às outras meninas, a um mundo repleto de intolerâncias, ser rejeitada e enxergar a adolescência como um rito de passagem rumo à própria identidade.

R$ 39,80 — 160 páginas

Pagar as próprias contas

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(Editora Nemo/Divulgação)

Entre Umas e Outras, Julia Wertz

A famosa autora de HQ The Fart Party narra com muito humor negro, sinceridade e autodepreciação o ano em que decidiu deixar São Francisco, sua cidade natal, para viver em Nova York. Mas é bastante simplista e romântico dizer que Entre Umas e Outras é a história de uma jovem que decide ganhar a vida na cidade mais cosmopolita do mundo. A narrativa é sobre entrar de cabeça na vida adulta – e batê-la várias vezes. Um quadrinho divertidíssimo sobre as dores e as benesses de ganhar responsabilidades, entrar e sair de péssimos empregos, morar mal e tomar muito (muito!) uísque.

R$ 44,90 – 208 páginas

Ter filhos

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(Editora Nemo/Divulgação)

Não era você que eu esperava, Fabien Toulmé

Essa HQ autobiográfica poderia ser descrita como a história de uma família que acaba de ter uma filha com Síndrome de Down. Mas é mais que isso: é uma narrativa honesta tão ácida quanto bem-humorada sobre aprender a aceitar o diferente e o inesperado. Quando Fabien descobre que sua filha Julia é deficiente, ele não consegue pegá-la no colo ou tratá-la igual à primogênita. Aos poucos, o medo e a rejeição dão lugar à desconstrução dos clichês que orbitam a deficiência e ao amor que parecia tão distante – tudo isso com ironia tipicamente francesa. Fabien também triunfa ao transformar conceitos biológicos sonolentos em metáforas hilárias. De quebra, o livro começa no Brasil e é repleto de comparações entre Brasil e França.

R$ 59,80 – 256 páginas

Envelhecer

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(Editora Nemo/Divulgação)

Deslocamento, Lucy Knisley

A quadrinista Lucy está sem inspiração no gélido inverno de Nova York quando decide acompanhar os avós em um cruzeiro pelo Caribe. Se, à princípio, a viagem parece a fuga perfeita para sanar seu bloqueio criativo, logo ao chegar ao navio ela percebe que os sete dias em alto-mar serão bem diferente da sombra e água fresca imaginada: seus avós têm mais de 90 anos e precisam de cuidados especiais pela saúde frágil e as limitações da idade. Enquanto se desdobra como babá deles, Lucy viaja com os dois em reflexões sobre a existência, a solidão e a morte. Uma história terna e engraçada sobre a velhice e o que mais importa na vida: as boas relações.

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