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5 Livros para ler se você sente falta da série: ‘Two and a Half Men’

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Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

Todos temos nossas series favoritas, e se dependesse de nós, elas seriam produzidas ad infinitum para o nosso bel prazer; mas infelizmente o formato deste produto tende a passar por nossas vidas durante anos, marcar instantaneamente todo uma geração e deixar nada mais do que muita saudade ao fim de sua última temporada.

Foi pensando nisso que criamos este espaço banzo, com o intuito de indicar livros que possuam conceitos semelhantes ao de séries passadas, e assim tentar resgatar um pouco do espírito que projetou o sucesso desses programas.

“Em Dois Homens e Meio (no original, Two and a Half Men) Charlie Harper, é um compositor de jingles, que mora numa bela casa na praia de Malibu, em Los Angeles. É rico, por isso tem uma enorme facilidade de conquistar as mulheres. Possui um belo carro na garagem, e sempre se envolve em confusões devido ao seu consumo de bebidas alcoólicas, com mulheres, jogos, e apostas. Seu estilo de vida muda, quando seu irmão Alan Harper , que esta no meio de um divórcio com a esposa, passa a morar com ele, junto ao o seu filho Jake Harper.

Apesar de Charlie ser muito diferente de seu irmão, ele o recebe em sua casa, pelo fato de não ter pra onde ir, e estar com o seu sobrinho. Embora sejam diferente um do outro, eles tem uma coisa em comum: Os dois amam Jake, e querem o melhor para o menino.”
Portanto, se você gostava de ‘Two and a Half Men’, então vai adorar ler…

✔ Espero que sirvam cerveja no Inferno (Tucker Max)
Finalmente uma literatura para homens… Você entra nas livrarias e vê livros para meninas, romances para mulheres solteiras, livros eróticos para mulheres casadas, e até temas para senhoras. Para homens, nada! Tucker Max escreveu o livro mais politicamente incorreto sobre as aventuras masculinas… Ele ri da vida, da saúde, da segurança dentro do trio: cerveja, noitada e mulheres… Mas não banca o garanhão invencível.

Ele conta as furadas, os micos, as mancadas, mas também o lado divertido dessas aventuras… para valer a máxima contida no título: Já que tem certeza de que não vai para o céu, ele torce para que sirvam pelo menos cerveja no inferno. (Faro editorial)

✔ Beber, Jogar, [email protected]#er (Andrew Gottlieb)
Em ‘Beber, jogar, [email protected]#er’, Bob Sullivan traído e abandonado por sua mulher, parte em uma jornada em busca da felicidade e da liberdade. Desiludido, Sullivan narra suas farras homéricas e algumas confusões como – encher a cara na Irlanda, apostar até as calças em Las Vegas, e dar asas a seus desejos proibidos na Tailândia. A única regra é não ter regras.

Se você se acha um bom boêmio só porque possui uma conta de pendura no bar de esquina da sua rua, experimente acompanhar o protagonista na Trilha do Whisky, um dos principais pontos turísticos da Irlanda, um país que possui toda sua cultura nativa baseada unicamente no consumo do álcool, a ponto de batizar com nomes de bebidas (e referencias) suas ruas, bairros, cidades e até mesmo seus pontos históricos. (Editora Planeta)

✔ O Enterro da Cafetina (Marcos Rey)
O mundo dos personagens de Marcos Rey começa quando o sol se põe e a noite cai sobre a cidade de São Paulo. Então, boêmios, garotas de programa, gigolôs, guerrilheiros urbanos (o livro foi escrito nos dias da ditadura militar), dançarinas de cabarés, taxi girls, alcoólatras começam a sair das tocas, como ratos famintos, em busca de aventuras, de divertimento, de um trouxa, de um trocado, de uma garrafa de álcool, ou do simples e exato exercício de suas profissões.
Como diz o autor, “são homens e mulheres que param nos bares, restaurantes, inferninhos, cabarés, boates e em certas casas onde tudo se tolera”, por vocação ou erro de educação, dor de cotovelo ou outra dor qualquer, vagabundagem. A noite paulistana, seus mistérios e misérias, faz a unidade de O Enterro da Cafetina, atando os sete contos entre si e formando um grande painel.

O que contam essas histórias? Coisas terríveis que acontecem na noite, como diz a Bíblia, mas também casos surpreendentes, quase patéticos, insuspeitas generosidades. Noitadas de amigos, regadas a muito álcool, que terminam de forma trágica; o gigolô bem-sucedido, homem de muitas mulheres, apaixonado por uma moça de família, a quem auxilia financeiramente; a morte e o enterro retumbante da velha cafetina; jogos de sedução em que cada um procura lograr o outro; a ação de guerrilheiros mais ou menos trapalhões; um caso de ciúmes neurótico; o redator alcoólatra lutando pela sobrevivência. (Editora Global)

✔ Fabulário Geral do Delírio Cotidiano (Charles Bukowski)
Este livro é o segundo volume da obra Ereções, ejaculações e exibicionismos, do genial Charles Bukowski (1920-1994). Depois de Crônica de um amor louco, o velho Buk descreve, nestes mais de trinta contos fortemente autobiográficos, suas desventuras, traumas, amores fracassados e prisões inesperadas. Eis toda a excitação frenética do escritor nascido na Alemanha e emigrado para os Estados Unidos que imortalizou o mundo marginal de Los Angeles, sua cidade de adoção. O olhar estrangeiro-nativo de Bukowski esmiúça o lado negro do sonho americano – e revela o anti-sonho -, um mundo de marginais, viciados, bêbados e prostitutas, dos quais só não se pode dizer que estão na sarjeta porque sempre decaem um pouco mais. São pessoas tal qual na vida real, retratadas de forma triste, divertida, escatológica e universal, em toda sua vulgaridade e realidade.

Eis todo o gênio narrativo de Charles Bukowski, que, como John Fante, representa o último grito da geração beat e cujo humor cáustico foi comparado ao de Henry Miller, Louis-Ferdinand Céline e Ernest Hemingway. (Editora L&PM)

✔ Se Você Gostou da Escola, Vai Adorar Trabalhar (Irvine Welsh)
O que há em comum entre uma madame de Chicago, jovens americanos hedonistas, escoceses bêbados e outros tipos pra lá de banais? Com seu inconfundível senso de humor, Irvine Welsh dá voz a uma galeria de personagens tão bizarros quanto inesquecíveis na coletânea. Se Você Gostou da Escola, Vai Adorar Trabalhar- Mais cáustico do que nunca, o autor de Trainspotting mostra, nas quatro histórias e uma novela que compõem o livro, que também é um mestre das narrativas curtas, gênero que não trabalhava desde a década de 1990.

Em comum, os personagens criados por Welsh vivem todos alguma forma de desespero silencioso. Em “Cascavéis”, uma ex-promessa do futebol americano, que desperdiçou sua carreira entre as drogas, a bebedeira e um amor não correspondido, se vê em uma situação limite em pleno deserto; no conto seguinte, que dá título ao livro, um britânico troca a Inglaterra pelo Caribe em busca de uma vida de prazeres, mas os problemas o seguem; a heroína de “Cães de Lincoln Park” vive uma montanha-russa de emoções, equilibrando-se entre a hipocrisia de amizades duvidosas e seus próprios preconceitos; em “Miss Arizona”, um cineasta a caminho do estrelato encontra mais do que esperava ao pesquisar a biografia de seu ídolo; e, em “O Reino de Fife”, o autor acompanha o crescente efeito opressivo da rotina e da falta de perspectivas sobre um grupo de jovens moradores de uma pequena cidade escocesa. (Editora Rocco)

“A Bela e a Fera” pode ter sido inspirado em uma história real

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Um espanhol nascido em 1537 teria hipertricose e, ao estudar e ganhar roupas nobres, teve a oportunidade de casar com uma bela mulher

Paulo Lannes, no Matropoles

“A Bela e a Fera” é uma obra escrita originalmente por Madame de Villeneuve em 1740 que se tornou um dos mais famosos contos de fadas do mundo por conta do desenho homônimo da Disney. Todos conhecem o enredo da história, porém poucos sabem que o texto (e o desenho) podem ter sido baseados em uma história real.

O prólogo escrito por Rodrigo Lacerda no livro “A Bela e a Fera” (editora Zahar) revela a história verídica de Pedro Gonzáles, nascido em 1537 no arquipélago de Canárias, na Espanha. Diferente de outros meninos, seus pelos cresciam sem parar em todo o corpo, deixando lisas apenas a palma das mãos e a sola dos pés. Mais tarde viriam a entender que ele sofria uma doença chamada hipertricose, também conhecida como “síndrome do lobisomem” – eis a Fera do conto de fadas.

Diante tal fenômeno, o pai de Pedro resolveu oferecê-lo ao Carlos V, imperador do Sacro Império Romano-Germânico, que “colecionava” criaturas exóticas de terras distantes. Com a queda do monarca, o garoto passou a pertencer ao Henrique II, rei da França. Numa atitude considerada nobre para a Corte francesa, o rei resolveu “humanizar” o rapaz, rebatizando-o de Petrus Gonsalvus.

Assim, Pedro passou a frequentar a Corte, ganhou belas roupas e teve estudo, chegando a escrever e falar em línguas diferentes. Com a morte de Henrique II, ele passou a ser cuidado por Catarina de Médici, que lhe arranjou uma esposa. O que no início parecia um filme de terror para a moça, conhecida pela região por sua beleza, tornou-se, mais tarde, em uma relação amorosa. Ela não seria ninguém menos que a Bela do famoso livro.

Assim, a narrativa de Villeneuve, que envolve um castelo, uma fera e uma bela parece ganhar corpo na vida real. Embora não haja uma bruxa no meio do caminho, há de se admitir que a vida de Pedro – ou Petrus – merecia ser contada.

J.K. Rowling dá de presente a garota síria todos os livros da série ‘Harry Potter’

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Rowling em première de Animais Fantásticos, em Nova York, 10 de novembro (Photo by Charles Sykes/Invision/AP)

Rowling em première de Animais Fantásticos, em Nova York, 10 de novembro (Photo by Charles Sykes/Invision/AP)

 

Caio Delcolli, no Brasil Post

J.K. Rowling não cansa de nos surpreender – seja na ficção ou na vida real.

Nesta semana, a escritora inglesa enviou um presente inesquecível a uma fã. A garotinha síria Bana Alabed, 7, ganhou da autora de Harry Potter todos os livros da série.

A mãe de Bana a levou para ver Animais Fantásticos e Onde Habitam, filme escrito por Rowling que integra o universo Harry Potter, atualmente em cartaz em vários países.

Depois disso, a mãe disse pelo Twitter para a escritora que Bana e ela foram assistir ao longa, mas a menina nunca leu os livros da franquia. Rowling, então, deu a Bana os volumes da série. Ambas moram em Aleppo, cidade que tem sido fortemente atingida pela guerra civil no país.

“Minha amiga J.K. Rowling, como você está?”, escreveu Bana na rede social. “Obrigada pelos livros, amo você.”

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Lindo gesto, não? Livros podem fazer toda a diferença para quem precisa de esperança.

6 técnicas de estudo poderosas para concursos públicos

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publicado na Exame

No filme “Sem limites”, o personagem Eddie, vivido pelo ator Bradley Cooper, descobre uma pílula misteriosa que lhe permite usar 100% do seu cérebro. Se fosse candidato a um concurso público, seu sucesso estaria garantido.

Infelizmente (ou não), a vida real não traz as mesmas soluções mágicas de Hollywood. Para assimilar e memorizar conteúdos exigidos numa prova, a única saída é estudar – e muito.

Mas quantidade não é tudo. Segundo professores e especialistas em concursos, certas técnicas relativamente simples podem otimizar o tempo e alavancar o rendimento do aluno.

É claro que não existem regras universais: alguns métodos excelentes para uns podem ser péssimos para outros, diz Paulo Estrella, diretor pedagógico da Nova Academia do Concurso.

“Todo candidato tem seu ponto forte, como a facilidade para visualizar ideias ou para retê-las por meio da audição”, explica ele. “O ideal é usar suas vantagens individuais a seu favor na hora de estudar”.

No lugar de esperar uma única receita infalível, diz Estrella, o aluno deve testar vários métodos e incorporar aquele que mais facilite sua vida.

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A título de sugestão, veja a seguir 6 táticas que podem trazer um salto de produtividade para a sua próxima sessão de estudos:

1. Grave sua própria “aula” sobre a matéria
Segundo Renata Xisto, psicóloga especializada em concursos, uma boa forma de reter conteúdo é ler uma parte da sua apostila e, em seguida, gravar sua própria voz explicando o conteúdo. O benefício é triplo: você precisará estudar com muita atenção para preparar sua “aula”, fará um ótimo exercício de síntese e memorização ao dizê-la em voz alta e, de quebra, ficará com um registro auditivo da matéria – que poderá ouvir no trânsito ou em qualquer hora do dia.

2. Resolva (muitos) exercícios
De acordo com Paulo Estrella, diretor da Nova Academia do Concurso, a preparação para um concurso só começa quando o candidato começa a fazer exercícios: todo o resto é mera introdução ao estudo. “A única técnica absolutamente necessária para ser aprovado é resolver exames anteriores da banca organizadora e dos últimos concursos para o cargo”, diz o especialista. Segundo ele, essa é a melhor forma de descobrir quais disciplinas exigirão mais ou menos aprofundamento.

3. Faça associações mentais – quanto mais engraçadas, melhor
Técnica popular em cursinhos pré-vestibular, criar conexões entre palavras e conceitos é uma ótima forma de memorização. A relação entre termos pode vir por semelhança sonora, por exemplo. Uma dica útil é fazer associações bizarras, inusitadas ou engraçadas. Quando uma imagem mental faz “cócegas” em você, fica mais fácil fixá-la, diz Carla Tieppo, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Segundo Paulo Estrella, da Nova Academia do Concurso, esse e outros métodos mneumônicos são úteis para dominar conteúdos menos interpretativos, tais como listas, procedimentos ou regras que têm uma ordem obrigatória, por exemplo.

4. Elabore fichamentos dos textos
Escrever – de preferência à mão – é uma das melhores formas de guardar uma informação no cérebro. Por isso, embora a leitura de textos teóricos seja importante, também é obrigatório elaborar um resumo do conteúdo com as suas próprias palavras, afirma o professor Nestor Távora, da LFG Concursos. Além de aprofundar o estudo, o fichamento pode ser consultado posteriormente no lugar do livro, trazendo economia de tempo para o concursando.

5. Estude em grupo
Este método não é para todos, mas funciona muito bem em alguns casos. Segundo Grasiela Cabral, diretora do curso Pra Passar-RJ, trata-se de uma solução interessante para candidatos com dificuldades de concentração. “A principal vantagem desse modelo é estimular a discussão sobre os temas estudados”, diz ela. “O debate com outras pessoas melhora o foco e facilita a memorização”, diz ela. Veja aqui outras vantagens e desvantagens de estudar com colegas.

6. Quebre suas sessões de estudo em blocos
Nosso cérebro não consegue se fixar num único objeto por mais do que uma hora, diz a neurociência. Assim, o ideal é fazer intervalos regulares para descansar e mexer o corpo. Também vale intercalar as disciplinas entre si. Além de sobrecarregar menos o seu cérebro, diz Cabral, a divisão da sessão em blocos temáticos fará com que você permaneça mais tempo estudando.

Ler torna as pessoas mais gentis

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Estudo feito por pesquisadores dos Estados Unidos indica que a leitura pode gerar empatia na vida real

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Publicado por Pais & Filhos

Ler torna as pessoas mais legais. Isso pode até parecer história para convencer adolescente a criar o hábito da leitura, mas não é nada disso. Pesquisadores da Universidade de Washington e Lee, nos Estados Unidos, fizeram um teste para chegar a essa conclusão: chamaram alguns voluntários para ler uma história curtinha e, depois, fizeram algumas perguntas simples para avaliar o quanto cada um tinha curtido o que leu.

Em seguida, derrubaram propositalmente um monte de canetas no chão. Já consegue imaginar qual foi o resultado? Isso mesmo. Quando mais envolvidas com as narrativas as pessoas tinham ficado, maiores eram as chances de elas se levantarem para recolher as canetas.

O estudo chegou à conclusão de que quando lemos algo que realmente nos toca de alguma forma, acabamos criando empatia pelas personagens da história. E aí, quanto maior a empatia por elas, mais propenso nós ficamos a ajudar as pessoas na vida real. Então, aquela história que você lê para o seu filho antes de dormir é muito mais do que um carinho de boa noite. É uma forma eficaz e lúdica de ajudá-lo a ser uma pessoa melhor.

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