Contando e Cantando (Volume 2)

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‘Pilares da Terra’, de Ken Follet, será adaptado para videogame

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Follett: "O desafio para mim como escritor é trazer o leitor para dentro do meu mundo imaginário"

Follett: “O desafio para mim como escritor é trazer o leitor para dentro do meu mundo imaginário”

 

Publicado no Hoje em Dia

Para quem não gostou do final do livro “Os Pilares da Terra”, de Ken Follett, uma boa notícia: um videogame baseado na obra vai permitir que jogadores mudem o destino dos personagens desse best-seller e estará pronto pra lançamento em 2017. Quando a saga medieval comemora seu 25° aniversário, Follett declarou que foi uma “experiência fascinante” ver a obra adaptada. “O desafio para mim como escritor é trazer o leitor para dentro do meu mundo imaginário. O jogo vai ser uma outra forma de fazer isso”, afirmou o autor na Feira do Livro de Frankfurt nesta quinta-feira (15).

O romance, que se passa no Reino Unido do século XII, vendeu mais de 25 milhões de cópias no mundo inteiro e já foi adaptado em uma minissérie para televisão, afirmou o editor de Follet na Alemanha, Bastei Luebbe. O jogo estará disponível para Computador, Macbook, tablets, Playstation e Xbox.

Comparado com as técnicas da narrativa clássica usadas em romances e filmes, o jogo “adiciona intrigantes novos elementos para a história, exploração de locais, interação com personagens e ambiente e decisões que os jogadores têm que tomar”, afirmou o representante da desenvolvedora de jogos Daedalic Entertainment, Carsten Fichtelmann.

“Todos os autores querem que os jovens leiam seus livros”, afirmou Follet. “Como boa parte dos jogadores de videogame são jovens, espero que o nome ‘Pilares da Terra’ se torne familiar para uma nova geração”. Se o jogo for um sucesso, Follet – cuja última obra “Edge of Eternity” foi publicada no ano passado – afirmou que considera a adaptação de outros romances.

7 ideias para aliar livros e decoração

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Karina Belluzzo, no Pode Entrar

(Foto: Divulgação Dennys Tormen)

Quando meu marido e eu mudamos de apartamento, enfrentamos certa dificuldade em encontrar um móvel para guardar nossos livros. Encontrávamos várias estantes, mas todas muito quadradas. Buscávamos certo design, algo mais colorido e divertido.

Cansamos de procurar e resolvemos pedir para um marceneiro elaborar nossa pequena biblioteca – unindo nossos objetivos com esse móvel e adequando à estrutura da sala. O resultado ficou ótimo, com muita praticidade, otimizando o espaço e trazendo cor para a casa.

Para ajudar quem está enfrentando dificuldade similar ou quer apenas mudar um pouco o lugar dos livros, reúno algumas ideias!

Aproveite! Mude e decore com livros!

(Foto: Divulgação David Garcia Studio) Móvel com cara de escultura, do estúdio dinamarquês David Garcia. A inclinação varia de acordo com a quantidade e peso dos livros.

(Foto: Divulgação Nobody & Co) Nada melhor que a união de livros e poltrona. Foi o que fez a Nobody & Co, que transformou os objetos em um único móvel!

(Foto: Divulgação Nobody & Co)

(Foto: Divulgação Nobody & Co)

Você pode escolher entre a Bibliochaise ou a Bibliopouf. Há também uma prateleira cheia de estilo.

(Foto: Divulgação Shawn Soh Design) Livro e brincadeira. Essa opção transforma a leitura em um universo ainda mais mágico. Criada pela design Shawn Soh é feita de metal e não de madeira. A artista buscou preservar as árvores nessa criação. É uma opção divertida para quarto infantil, mas pode ser adaptada para qualquer ambiente.

(Foto: Divulgação Studio Ginepro)

De volta aos anos 80. Essa é a proposta dessa estante, inspirada no videogame Pacman.

(Foto: Divulgação Presse Citron) Essa opção é no formato de prateleira, mas também pode ser adaptada para um nicho, decorado com moldura.

(Foto: Divulgação Jocelyn Deris) Essa é boa para decorar um canto que esteja perdido na casa. A estante e a escada se tornam uma peça única e que se completam. Esse móvel, de Jocelyn Deris, cabe até 100 títulos.

(Foto: Divulgação Dennys Tormen)

E para terminar, a minha peça preferida – estante Vaco! Ela é idealizada pelo design industrial brasileiro Dennys Tormen. O móvel é montado exclusivamente pelo encaixe de peças cortadas a laser. Em 2010 esse projeto foi vendido para a PepsiCo, que atualmente detêm os direitos de uso dentro do ramo alimentício e de bebidas. A Vaco foi publicada na AT Magazine de Israel e escolhida como uma das 10 melhores estantes para livros pela holandesa DePers.

15 livros que ajudam a inspirar a criatividade no trabalho

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De obras clássicas até textos voltadoss para o público infantil: confira uma seleção de livros essenciais para quem quer ser mais inovador

Getty Images

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Talita Abrantes, na Revista Exame

Para educar o olhar para a criatividade

São Paulo – Regra básica para estimular a criatividade no cotidiano? Busque inspiração nas mais diversas fontes. Quanto mais improvável, melhor.

Foi com base nesta equação que pedimos para três especialistas em criatividade selecionarem algumas das obras essenciais para educar os olhos para perceber o mundo de uma maneira nova.

O resultado trouxe livros clássicos sobre inovação. Mas não só. Na lista, há de livros infantis até obras consideradas malditas no passado. Divirta-se.

They All Laughed
Nesta obra, o jornalista Ira Flatow conta, de uma maneira divertida, a história por trás das grandes invenções que hoje fazem parte da nossa rotina: lâmpada, telefone, laser, submarino e até videogame, entre muitas outras.

They All Laughed
Ira Flatow

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Thinkertoys
Se você quer fazer da criatividade uma prática diária na sua rotina, este é o livro indicado. Um clássico na área, “a obra traz exercícios que estimulam a criatividade. Por exemplo, como expressar ideias por meio de símbolos abstratos em vez de palavras”, afirma Gisela Kassoy, especialista no assunto.

Thinkertoys: A Handbook of Creative-Thinking Technique

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Um Chute na Rotina
“O livro fala sobre o processo criativo, sobre como acontece a geração de ideias, como aplicá-las e o sucesso que isso traz”, diz Paulo Campo, do Lab SSJ. Para isso, a obra traz uma série de estratégias práticas para fazer a criatividade tomar corpo na sua rotina.

Um Chute na Rotina – Os Quatro Papéis Essenciais no Processo Criativo
Roger Von Oech

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Um “toc” na cuca
Muitas vezes, o caminho para a inovação está em, simplemente, encarar a trilha de uma maneira diferente. Nesta obra, segundo Campo, o objetivo do autor é ajudar os leitores a “descondicionar a forma de pensar”, diz. Para isso, ele investiga alguns dos principais bloqueios mentais e padrões que limam o pensamento criativo.

Um toc na cuca
Roger Von Oech

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Ulysses
Para Isabella Prata, diretora da Escola São Paulo, o clássico de James Joyce pode ser uma excelente ferramenta para treinar o olhar para a criatividade. Motivo? “A história toda gira em torno de possibilidades e memórias”, diz. Lembrando que uma das principais dicas para ser mais criativo é arquitetar alternativas absurdas mentalmente.

Ulysses
James Joyce

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Boquitas Pintadas
O segundo livro do argentino Manuel Puig conta a história de um jovem tuberculoso e sua relação com a sociedade argentina da época. Segundo Gisela, a inovação da obra está na maneira como o texto foi escrito. “Em um capítulo, é uma pessoa escrevendo uma carta, em outro, uma resmungando oiu pensando. Não tem narrador, não tem descrição. Tem situações que acontecem e as pessoas vão se encontrando”, descreve.

Boquitas Pintadas
Manuel Puig (mais…)

Pequeno Príncipe, Dom Quixote e Moby Dick são atacados por Call Of Duty, Angry Bird e Lost

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O “ataque” faz parte de uma campanha criada pela Associação de Editores em defesa dos livros

Publicado no Administradores

 

 

Imagine se o Moby Dick, a baleia da obra de Herman Melville, estivesse encalhado na ilha de Lost. Ou o Pequeno Príncipe fosse baleado por um soldado em meio ao cenário do Call Of Duty. Ou até mesmo um pássaro do Angry Birds atingisse Dom Quixote de La Mancha, um dos protagonistas da obra de Miguel De Cervantes Saavedra.

Essa foi a insinuação e a campanha da Associação de Editores de Madrid, na Espanha, para mostrar como jogar videogame em demasia, usar smartphone e assistir seriados exageradamente podem atrapalhar o consumo de livros.

A criativa campanha, que mostra os livros clássicos sendo “exterminados” pelos hábitos dos usuários, teve como objetivo falar sobre a importância dos livros. “Quanto mais ocupado assistindo séries, menos você lê”.

Veja, abaixo, outras imagens da campanha (Crédito das fotos: divulgação).

Angry_Bird_mata_personagem_de_Moby_Dick_em_campanha_que_defende_livros

O que você achou da iniciativa?

Plataforma usa game para medir desempenho de alunos

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Ferramenta une jogo educativo, dados sobre o aprendizado e desempenho de cada estudante

Ainda em fase de desenvolvimento, jogo já tem sido usado em duas escolas de São Luís Reprodução / Internet

Ainda em fase de desenvolvimento, jogo já tem sido usado em duas escolas de São Luís Reprodução / Internet

Publicado em O Globo

Foi durante o ensino fundamental que Leandro Santos descobriu que a causa para sua dificuldade de aprendizado era a dislexia. Por conta disso, ele precisou, muitas vezes, procurar outros meios para compreender o conteúdo que era dado em sala de aula. Passado algum tempo, percebeu que outros estudantes tinham a mesma dificuldade e, o melhor de tudo, muitos deles tinham mais facilidade de aprender por meio dos games. Foi aí que veio a ideia de criar a Zeppelin Game Studio, que une jogo educativo, dados sobre o aprendizado e desempenho de cada estudante e, claro, seu gosto por rock (o nome é inspirado na banda Led Zeppelin).

— Nossa proposta é auxiliar, acrescentar e não mudar de vez. O ensino e a educação não mudam, mas a forma de aprendizado é perfeitamente mutável — afirma André Bayma, cofundador da plataforma.

O “Questão de Escolha” é o primeiro jogo desenvolvido pela equipe que apresentou seu projeto durante o Transformar 2013. Ainda em fase de desenvolvimento, ele já tem sido usado em duas escolas de São Luís, no Maranhão, mas outras instituições já estão em negociação para implementar o programa. Mesmo no começo, a equipe não deixa de ter ideias e fazer planos. Até março do ano que vem, pretendem desenvolver outros jogos que englobem o conteúdo de todos os anos no ensino fundamental.

Por enquanto, o game aborda todo conteúdo de história para o 6o ano do ensino fundamental, desenvolvido com o apoio de dois pedagogos e uma psicóloga.

— Nosso foco na construção dos games é o entretenimento. O aluno que está jogando aqui é aquele que vai chegar em casa e jogar videogame. Para garantir o conteúdo correto, nós contamos com a ajuda de especialistas para dizer qual a melhor forma de abordar o assunto — diz Bayma.

O “Questão de Escolha” é um jogo de aventura em formato de quiz, em que o aluno guiará o navegante português Diogo, enfrentando piratas, marinheiros e criaturas sobrenaturais. A cada resposta correta, o estudante ganha munição para vencer seus inimigos e, assim, avançar pelos três níveis de dificuldade. E quando erram?

— O jogo não diz que errar é errado. Por isso, quando ele erra, ganha um pato que não serve para nada, mas não atrapalha a continuidade da história. Além disso, depois de cada erro, nós oferecemos explicações e a resposta correta — explica.

E a vida do professor também fica mais fácil com a plataforma. A escola que adotar o Questão de Escolha, também recebe o Ados, sistema de métricas de aprendizado que aponta, a partir dos dados coletados no game, onde os alunos tem maior dificuldade, permitindo que o professor acompanhe individualmente cada um deles.

— O professor é ferramenta fundamental em nosso projeto. Por isso, todos eles terão um treinamento para compreender a plataforma, além de um acompanhamento nas primeiras semanas.

Apesar de ser desenvolvido para alunos do 6o ano, outros educadores já adaptaram o game para inserir o conteúdo de outros anos.

— Eles têm liberdade para inserir suas próprias perguntas no quiz quando quiserem.

André conta que cada professor encontrou a sua maneira de usar o game. Alguns deles preferiram passar como lição de casa, outros usam na própria escola, intercalando com aulas expositivas e teve até quem usou para dar aulas de informática.

— Acreditávamos que haveria uma barreira maior para implementar o projeto mas o professores estão mais engajados, todo mundo está querendo fomentar a tecnologia na educação.

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