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Promoção: “Fundamentos da Teologia Escatológica”

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O destino final da humanidade, a vida após a morte, o paraíso e o inferno são temas que trazem grande curiosidade e também enorme angústia a muitos cristãos.

A escatologia, parte da teologia que se debruça sobre essas questões, é ignorada ou temida por boa parte dos teólogos e igrejas cristãs brasileiras.

Assunto sério, mas alvo de muitas conclusões e teorias estapafúrdias, a escatologia precisa ser estudada com seriedade e bom senso.

Em linguagem simples, mas não menos profunda, esta obra do pastor e professor Edson Lopes visa suprir uma importante lacuna no ensino teológico brasileiro.

O “Livros e Pessoas” vai sortear 3 exemplares de “Fundamentos da Teologia Escatológica”, lançamento da Mundo Cristão.

Para participar é bem simples:

Basta deixar 1 comentário neste post mencionando seu e-mail ou perfil no Twitter.

O resultado será divulgado no dia 26/4 no perfil do twitter @livrosepessoas e os ganhadores terão 48 horas para enviar seus dados completos para o e-mail [email protected].

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Parabéns aos ganhadores: Cornélio Assunção, Joseane Rodrigues da Silva e Marcelo Richele. =)

TJ-SP estabelece que leitura de livros pode diminuir tempo de prisão

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Publicado por Última Instância

O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) instituiu a remição de pena pela leitura. A minuta foi aprovada pelo corregedor-geral, desembargador José Renato Nalini, que adotou os fundamentos apresentados pelos juízes assessores da CGJ (Corregedoria Geral da Justiça), Durval Augusto Rezende Filho, Jayme Garcia dos Santos Júnior e Paulo Eduardo de Almeida Sorci.

O documento apresentado pelos magistrados afirma que após a mudança do artigo 126 da Lei 7.210/84, a remição de pena, que antes era possível somente pelo trabalho, possa ser adotada também pelo estudo.

De acordo com os juízes, “ganhou corpo o fomento à leitura como atividade de estudo, dada a sua capacidade de formação e transformação sociais da pessoa. É pela leitura que o indivíduo apreende e compreende as ideias alheias, o que lhe permite fazer uma análise mais crítica de seus próprios pontos de vista, conscientizando-se de seus deveres e direitos”.

“A proposta demonstra a crença do Poder Judiciário pela leitura, como método factível para o alcance da reinserção social dos presos, preconizando um sistema penitenciário orientado a promover, estimular e reconhecer os avanços e progressões dos sentenciados, contribuindo, destarte, para a restauração de sua autoestima, na perspectiva da harmônica reintegração à vida em sociedade, objetivo principal da execução de pena”, traz ainda o documento.

A iniciativa é inédita no Estado e visa a estimular os juízes de Execução Criminal, respeitados o livre convencimento e a independência no exercício da jurisdição, a conceder remição de pena pela leitura.

A contagem de tempo para fins de remição será feita à razão de 4 dias de pena para cada 30 dias de leitura, conforme critérios estabelecidos na Portaria Conjunta 276, do DEPEN (Departamento Penitenciário Nacional). Serão formadas oficinas de leitura, na qual os cientificará da necessidade de alcançar os objetivos propostos para que haja a concessão da remição de pena. O Juízo, após a oitiva do Ministério Público e da defesa, decidirá sobre o aproveitamento do participante e a correspondente remição.

Educação Física trata cada vez mais de leitura e matemática nos EUA

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Publicado por Último Segundo

De olho nos resultados de índices de aprendizado, escolas tem deixado para trás aulas que focavam na diversão

Em uma tarde recente, os alunos da terceira série da professora Sharon Patelsky analisavam palavras como “siglas”, “sentido horário” e “descendente”, assim como conceitos de matemática como maior e menor. E eles faziam tudo isso, durante a aula de educação física.

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NYT
Livros e revistas agora fazem parte do material básico das aulas ao lado das bolas

Patelsky, a professora de educação física da escola Everglades em West Palm Beach, Flórida, instruiu os alunos a contarem até quatro à medida que tocavam seus cotovelos em seus joelhos durante um aquecimento. Eles somaram os pontos em pares de dados antes de correr para tapetes redondos impressos com símbolos matemáticos. E, enquanto faziam flexões, equilibrados em um braço, utilizavam o outro (“Alternem!” pediu Patelsky. “Essa é uma das palavras do vocabulário.”) para empilhar enormes blocos de Lego em colunas rotuladas “unidades”, “dezenas” e “centenas”.

“Eu não trabalho para o Departamento de Parques e Recreação”, disse Patelsky, explicando sua abordagem pouco ortodoxa para o que tem sido, tradicionalmente, um dos poucos intervalos na rotina acadêmica. “Eu sou uma professora em primeiro lugar.”

NYT Mark Roche e uma aluna de seis anos em aulas que não são mais focadas em diversão

NYT
Mark Roche e uma aluna de seis anos em aulas que não são mais focadas em diversão

Estimulados por um foco que visa melhorar as notas dos alunos em testes de matemática e inglês, assim como o desejo de incorporar mais informações sobre saúde e bem estar, mais distritos escolares estão incentivando os professores de educação física a ir além do futebol e do tênis para incluir leitura, escrita e aritmética como parte do ensino. Novas normas para inglês e matemática que foram adotadas por 45 Estados e no Distrito de Columbia recomendam que os professores de todas as disciplinas incorporem alfabetização e incluam mais “textos informativos” no currículo.

Mas alguns pais se opõem à forma como os testes estão cada vez mais tomando conta da vida escolar. E alguns educadores temem que ao incluir contextos acadêmicos nas aulas de educação física os professores possam acabar com seu principal objetivo.

Em todo o país, professores de educação física agora publicam listas de vocabulário em paredes de seus ginásios e solicitam aos alunos testem as Leis do Movimento de Newton ao atirar bolas.

Na Escola Deep Creek Elementary em Chesapeake, Virgínia, as crianças contam em diferentes idiomas durante exercícios de aquecimento e salto sobre esteiras de letras para soletrar palavras durante a aula de educação física.

Em alguns casos, deveres de casa e testes têm acompanhado o novo conteúdo das aulas de educação física. No ano passado, o Distrito de Columbia adicionou 50 questões sobre saúde e educação física para seus testes padronizados no final do ano. Nem todos os pais estão satisfeitos com as mudanças.

“Eu acho que isso é um pouco exagerado”, disse Kathleen Oropeza, co-fundadora do Fundo de Educação Agora, um grupo sem fins lucrativos de educação pública, na Flórida. “Se você tem crianças que estão aprendendo a ser um goleiro ou aprendendo que querem participar de uma equipe, por que é que isso tem de ser ofuscado pelo duro ambiente de testes?”

E em um momento de aumento na obesidade infantil e na diminuição do tempo de recesso, alguns educadores querem manter o foco na atividade física. Professores de educação física disseram que não estão simplesmente transformando a aula de educação física em outra aula de preparação para o teste.

Ao invés disso, disseram eles, a aula de educação física ajudam os alunos a aprender sobre os hábitos de vida de praticar uma atividade física e outros assuntos previamente ensinados nas aulas de saúde. Os alunos estudam os sistemas muscular e respiratório, aprendem a usar pedômetros e calcular taxas de batimentos do coração.

NYT Uma aluna busca palavras relacionadas a atividade durante aula de educação física

NYT
Uma aluna busca palavras relacionadas a atividade durante aula de educação física

Um corpo de pesquisa mostrou que a atividade física pode ajudar a melhorar a função cognitiva. “Algumas crianças aprendem melhor através de mais movimento do que se sentarem em uma mesa”, disse Janis Andrews, diretora acadêmica chefe em Palm Beach.”Algumas crianças conseguem aprender não na sala de aula, mas sim praticando uma atividade física.”

Alguns pais disseram que, dada a quantidade de coisas que os alunos precisam aprender em um tempo limitado durante o dia, espalhar algumas lições acadêmicas durante as aulas de educação física faz sentido. “Eles têm a oportunidade de brincar durante o recesso”, disse Renee Kelleher, mãe de quatro meninos gêmeos. “Continua sendo válido como uma sala de aula.”

dica do Chicco Sal

Calouros da USP fazem limpeza em asilo de São Carlos em trote solidário

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Fabio Rodrigues, no G1

Cerca de 500 estudantes realizaram trabalho voluntário em seis instituições.
Ação visa integrar alunos e aproximá-los dos problemas sociais da cidade.

Calouros realizaram limpeza e organizaram os barracões do asilo durante trote (Foto: Fabio Rodrigues/G1)

Calouros realizaram limpeza e organizaram os barracões do asilo durante trote (Foto: Fabio Rodrigues/G1)

Calouros da USP de São Carlos (SP) dedicaram algumas horas do dia nesta quinta-feira (28) para participar do trote solidário, cujo objetivo é integrar os alunos e realizar um trabalho voluntário. As atividades reuniram cerca de 500 estudantes, que foram distribuídos em seis instituições entre asilos, orfanatos e ONGs.

No asilo Cantinho Fraterno, na região central da cidade, aproximadamente 120 alunos trabalharam no local que abriga 45 moradores. Enquanto alguns calouros passaram um tempo conversando com os idosos, outros colocaram a mão na massa e arrumaram os barracões onde são guardadas as doações. Eles também removeram objetivos que não tinham mais serventia.

Assista ao vídeo aqui.

“Para nós essa ajuda é muito gratificante porque tudo isso é revertido aos idosos. É importante manter o ambiente limpo e agradável, já que aqui é a casa deles”, disse a assistente social do asilo, Juliana Fávaro Costa, de 28 anos.

Os estudantes aproveitaram e limparam a horta, espaço essencial para manter a estrutura do asilo. “Ali eles plantam chá, verduras e legumes. A gente deu uma melhorada, carpindo, limpando e tirando madeiras”, contou o aluno do quinto ano de engenharia ambiental Lucas Beco, de 21 anos, diretor sócio-cultural do Centro Acadêmico Armando de Salles Oliveira (CAASO), órgão representativo dos estudantes do campus.

Para Lemuel Roberto, de 22 anos, estudante do quarto ano do curso de ciências da computação, a atividade vai além da integração entre todos. “Este é um momento que você ajuda quem mais precisa e com isso aprende a fazer certas coisas. É também uma oportunidade para os ‘bixos’ conhecerem os problemas da cidade”, disse ele, que também passou pela experiência quando saiu de Goiás para estudar na USP.

Estudante limparam horta que ajuda a alimentar os 45 idosos do asilo  (Foto: Fabio Rodrigues/G1)

Estudante limparam horta que ajuda a alimentar os 45 idosos do asilo (Foto: Fabio Rodrigues/G1)

Passeio no parque
Os calouros promoveram ainda uma tarde de passeio com a turma da Associação de Capacitação, Orientação e Desenvolvimento do Excepcional (Acorde). Uma atividade recreativa reuniu 18 alunos da entidade no Parque Ecológico de São Carlos. (mais…)

Presos que lerem Dostoiévski terão pena reduzida em SC

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Géssica Valentini, no G1

Detentos voluntários receberam um exemplar do livro,
acompanhado de um dicionário
(Foto: TJSC/Divulgação)

Um projeto da Vara Criminal de Joaçaba, no Oeste de Santa Catarina, prevê a redução de até quatro dias na pena de detentos que lerem obras clássicas, de autores como Fiódor Dostoiévski. A proposta, chamada ‘Reeducação do Imaginário’, é coordenada pelo juiz Márcio Umberto Bragaglia e iniciou na manhã desta sexta-feira (23).

De acordo com o Tribunal de Justiça (TJ) do estado, a proposta consiste na distribuição dos livros aos apenados da comarca. Posteriormente, magistrado e assessores vão realizar entrevistas. “Os participantes que demonstrarem compreensão do conteúdo, respeitada a capacidade intelectual de cada apenado, poderão ser beneficiados com a remição de quatro dias de suas respectivas penas”, explica o TJ.

“O projeto visa a reeducação do imaginário dos apenados pela leitura de obras que apresentam experiências humanas sobre a responsabilidade pessoal, a percepção da imortalidade da alma, a superação das situações difíceis pela busca de um sentido na vida, os valores morais e religiosos tradicionais e a redenção pelo arrependimento sincero e pela melhora progressiva da personalidade, o que a educação pela leitura dos clássicos fomenta”, explicou o juiz Bragaglia.

Apenados receberam o livro na sexta-feira (23),
em Joaçaba (Foto: TJSC/Divulgação)

O primeiro módulo prevê a leitura de ‘Crime e Castigo’, de Fiódor Dostoiévski. No segundo módulo, os apenados devem ler ‘O Coração das Trevas’, de Joseph Conrad. Depois, estão previstas obras de autores como William Shakespeare, Charles Dickens, Walter Scott, Camilo Castelo Branco, entre outros. Os livros serão adquiridos em edições de bolso, com verbas de transação penal destinadas ao Conselho da Comunidade.

Na manhã de sexta (24), os participantes do projeto, todos apenados voluntários do Presídio Regional de Joaçaba, receberam uma edição de ‘Crime e Castigo’, acompanhada de um dicionário de bolso. As avaliações estão previstas para ocorrer após 30 dias. Ainda conforme o TJ, o projeto tem o apoio do Ministério Público de Santa Catarina.

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