Contando e Cantando (Volume 2)

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Homem ‘quase’ paga R$ 40 mil reais de multa na biblioteca por livro esquecido há 79 anos

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Publicado no Jornal Ciência

Os funcionários da biblioteca disseram que o livro deveria ter sido devolvido há 79 anos.

O romance Master of Men foi retirado da Leicester County Library em 1934 e nunca foi devolvido.

Keith Dolphin, 64 anos, encontrou o livro em casa e ficou surpreso quando viu o bilhete da biblioteca que estava dentro. A data marcada de devolução era para o dia 28 de maio de 1934 – o bilhete foi impresso, mas não tinha carimbo que provasse que havia sido devolvido.

O conselho da biblioteca da cidade de Leicestershire disse que o valor total ultrapassava os R$ 40 mil reais!

Sensibilizados, a diretoria da biblioteca resolveu isentar o senhor de uma taxa tão gigantesca e cobrou apenas R$ 24,00.

Eu achei o livro numa parte velha da casa quando estava limpando. Eu estava ajudando um amigo. Havia alguns livros em pedaços. O rapaz que vivia na casa está morto agora”, disse Keith.

O livro é muito antigo, mas é possível lê-lo. Ele conta a história de um vigário que tem segredos que irão mudar tudo o que as pessoas pensam sobre a realidade de suas vidas.

Estudante vira campeão de torneios de comilança para pagar a faculdade

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Eric Dahl, da Universidade de Wisconsin, já ganhou US$ 18 mil em prêmios.
Ele come em média 3.100 calorias por dia e mantém a boa forma.

Publicado por G1

Eric Dahl, aluno de engenharia da computação da Universidade de Wisconsin, encara uma travessa de 5,9 kg de macarrão instantâneo (Foto: Aramis Phillip Alvarez/AP)

Eric Dahl, aluno de engenharia da computação da
Universidade de Wisconsin, encara uma travessa
de 5,9 kg de macarrão instantâneo (Foto: Aramis
Phillip Alvarez/AP)

Um aluno da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, banca os seus estudos com o dinheiro que recebe dos prêmios que conquista em competições do estilo “quem come mais”. Eric Dahl, estudante de engenharia da computação, começou a comer por esporte em uma brincadeira com amigos, há dois anos, e viu ali uma boa maneira de ganhar dinheiro. Ele já arrecadou US$ 18 mil em prêmios e publicidade desde então.

Na faculdade ele ganhou o apelido de “Silo”, os grandes tonéis usados para armazenar grãos. A brincadeira começou em 2011, em um almoço com amigos. Dahl e os colegas apostaram quem conseguia comer um sanduíche de três quilos em menos de dez minutos. O rapaz ganhou a corrida ao terminar o lanche em 5min50. “Tudo começou a partir de então”, disse Dahl à Associated Press.

“Eu como pela minha educação”, afirma. O rapaz de 1,91 metro come em média 3.100 calorias por dia. Nem por isso, ele fica fora de forma. Para evitar ganhar barriga, Dahl come muitos vegetais e legumes seguidos de alguns litros de água para “esticar” o estômago. Já chegou a comer 10 kg de brócolis em uma única refeição. Com 99 kg, Dahl mantém uma vida de esportista. Caminha alguns quilômetros todos os dias, levanta pesos, joga futebol e pratica hóquei na faculdade.

O primeiro prêmio foi de US$ 250 em uma prova onde tinha de comer nove sanduíches de carne de porco em seis minutos. Logo sua fama de glutão rendeu uma legião de fãs. “Fico muito feliz quando a multidão começa a aplaudir”, diz. “Tenho outros amigos que são competidores destas provas de comilança, mas quando estou na disputa não sou amigo de ninguém.” O maior prêmio em uma única prova Dahl ganhou no ano passado, quando engoliu 20 enormes salsichas empanadas em menos de oito minutos.

Dahl vai se formar em dezembro, mas já tem emprego garantido para 2014. Vai trabalhar no departamento de vendas da Texas Instruments, em Dallas. Na entrevista de emprego, ele explicou que usa as competições de comida como uma empresa, falando dos seus ganhos e da construção de uma marca no Facebook e no Youtube. Ele tem mais de 2 mil assinantes no canal de vídeos. Um dos vídeos, onde aparece comendo um sanduíche de cheeseburger com bacon de 4 kg já recebeu 1,2 milhões de visualizações (veja o vídeo).

Na sua página no Youtube, Eric Dahl mostra vídeos onde come dezenas de pedaços de pizza, sanduíches gigantes, e uma prova onde engoliu seis cupcakes em 20 segundos (Foto: Reprodução/Youtube)

Na sua página no Youtube, Eric Dahl mostra vídeos onde come dezenas de pedaços de pizza, sanduíches gigantes, e uma prova onde engoliu seis cupcakes em 20 segundos (Foto: Reprodução/Youtube)

Contra tédio nas aulas, estudante faz desenhos realistas na perna

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Publicado por UOL

A estudante Jody Steel, 19, encontrou um jeito diferente de combater o tédio durante as aulas em uma faculdade de Boston. A garota faz desenhos realistas nas próprias pernas.

Os desenhos ficaram famosos na internet e chamaram a atenção da mídia nacional. Segundo o site da Emerson College, onde Jody faz o curso de produção de cinema, ela passou a receber propostas de emprego após a divulgação dos desenhos.

A garota contou que começou a desenhar nas próprias pernas por achar o papel “limitado”. O primeiro desenho feito por ela dessa maneira foi o personagem Walter White, da série americana Breaking Bad – o desenho recebeu mais de 530.000 visualizações no imgur.com e foi parar no topo de buscas do Google.

De acordo com o Huffington Post, um professor viu o desenho que Jody fazia durante uma palestra e, ao invés de repreendê-la, o docente pediu que ilustrasse uma antologia editada por ele.

Jody contou ao Huffington Post que leva de 45 minutos a uma hora para terminar os desenhos. Ela se forma no próximo ano e pretende seguir carreira como tatuadora. Os trabalhos da garota podem ser vistos no site www.jodysteel.com.

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas. O primeiro desenho feito por ela dessa maneira foi o personagem Walter White, da série americana Breaking Bad / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Aqui, ela desenhou o ator Aaron Johnson / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Entre os desenhos, está o ator Joseph Gordan Levitt / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Nesse desenho ela retratou Thom Yorke, da banda Radiohead / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Os desenhos ficaram famosos na internet e chamaram a atenção da mídia nacional / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Segundo o site da Emerson College, onde Jody faz o curso de produção de cinema, ela passou a receber propostas de emprego após a divulgação dos desenhos / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. A garota contou que começou a desenhar nas próprias pernas por achar o papel “limitado” / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston. Ela contou ao Huffington Post que leva de 45 minutos a uma hora para terminar os desenhos / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston / Reprodução/www.jodysteel.com

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A estudante Jody Steel, 19, faz desenhos realistas nas próprias pernas durante as aulas em uma faculdade de Boston / Reprodução/www.jodysteel.com

Historiador T. J. Clark é um dos destaques da Flip

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Antônio Gonçalves Filho no Estadão

O historiador e crítico de arte marxista britânico T. J. Clark, um dos convidados da 11.ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que começa na quarta-feira, 3, não acreditou em seus olhos quando viu pela internet imagens das manifestações de protesto nas ruas do Brasil. Grande teórico de arte com vários livros publicados no País (entre eles A Pintura na Vida Moderna), o professor aposentado de Harvard e Berkeley, aos 70 anos, ainda não desistiu de sua fama de polêmico. E é nessa condição que ele chega a Paraty para fazer, na quinta, 4, às 19h30, uma palestra sobre o conteúdo político da Guernica de Picasso (ele é grande especialista na obra do pintor e autor de um livro fundamental sobre ele, Picasso and Truth, inédito aqui).

 

Aproveitando sua passagem por Paraty, os organizadores da Flip programaram para sábado, 6, no mesmo horário, um debate com ele, o psicanalista Tales Ab?Saber e o filósofo Vladimir Safatle. O tema: as diferenças entre os manifestantes de rua brasileiros e a multidão que lota os estádios na Copa das Confederações. Para quem ainda não o conhece, a Editora 34 acaba de colocar no mercado um livro destinado a informar e provocar, principalmente seus companheiros de ideologia: Por Uma Esquerda Sem Futuro.

 

Dito assim, parece que Clark abjurou seu passado marxista, mas ele esclarece em entrevista à reportagem, por telefone, de Londres, que desconhece alternativa ideológica capaz de barrar o avanço da Europa rumo a um novo fascismo de direita, ainda mais terrível que o dos ditadores do passado, como previu Pasolini. Clark é pessimista, admite, mas não como Nietzsche, que cita em seu livro – o filósofo alemão diz que nós, modernos, “não somos material para uma sociedade”.

 

Talvez não sejamos mesmo. No entanto, o que preocupa Clark é a marginalização e a imobilidade da esquerda na Europa. Não há fórmula pronta para que ela tenha maior representatividade, mas o historiador aconselha a seus companheiros que troquem seus ideais utópicos por demandas presentes – daí seu interesse particular no recente fenômeno das manifestações no Brasil, que expulsaram os partidos da rua para afirmar sua independência ideológica. Seriam esses manifestantes representantes da “esquerda sem futuro” de Clark, uma esquerda não estabelecida?

 

Para Clark, a crise não é só da esquerda, mas da modernidade, que ingenuamente acreditou no “capitalismo de consumo”, erro “infantil” que, segundo o historiador, tem levado os intelectuais de esquerda a perder o foco e mirar o futuro com esperança messiânica, acreditando ainda ter a história uma lógica ou direção. O “sem futuro” do título de seu livro é, assim, simultaneamente, uma crítica e uma convocação à esquerda para que repense o presente e se importe menos com a tomada do poder num futuro remoto. Mais foco nas injustiças sociais e menos messianismo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

No Brasil para lançar ‘Diário de um Banana 7’, autor Jeff Kinney comenta a série infantil

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O escritor Jeff Kinney, autor do fenômeno infantojuvenil "Diário de um Banana", no hotel da zona sul de São Paulo (Rodrigo Capote/Folhapress)

O escritor Jeff Kinney, autor do fenômeno infantojuvenil “Diário de um Banana”, no hotel da zona sul de São Paulo (Rodrigo Capote/Folhapress)

Raquel Cozer, na Folha de S.Paulo

Jeff Kinney viu com desconfiança, em 2009, sua seleção pela revista “Time” como uma das cem pessoas mais influentes do mundo. Não era nem a pessoa mais influente de sua própria casa, argumentou o americano, casado e pai de dois meninos.
A reação irônica é algo reveladora sobre o autor e sobre a série que o fez merecer tal reconhecimento, “Diário de um Banana”, um dos maiores best-sellers do mundo hoje.

Aos 42 anos, com 75 milhões de livros vendidos desde 2007 –sendo 2,1 milhões no Brasil, onde estreou em 2008 pela Vergara & Riba–, Kinney conhece um sucesso que de fato não esperava.

Passou oito anos criando o “Diário” como uma obra em quadrinhos para adultos. Quando enfim conseguiu uma editora, descobriu que tinha produzido um livro infantil.

Sua criação é um híbrido de HQ com o diário de um garoto, Greg Heffley, em busca de aceitação social –uma espécie de Kevin Arnolds, protagonista da série de TV “Anos Incríveis (1988-1993), mais tímido e atrapalhado.

“Tinha ‘Anos Incríveis’ em mente quando criei o ‘Diário’, porque era sobre a realidade das crianças, mas sob o ponto de vista de um adulto”, disse o autor em entrevista à Folha, na terça-feira (21), em São Paulo.

Em sua primeira visita ao Brasil, confortável na condição de autor de infantis, Kinney visitará escolas e fará tardes de autógrafos no Rio e em São Paulo –a edição paulistana será nesta quinta (23), às 17h, na Livraria Saraiva do Morumbi.

Veio lançar “Segurando Vela”, o sétimo livro da série, que saiu no país com 200 mil cópias há menos de um mês e já vendeu 42 mil delas. Isso lhe deu o terceiro lugar entre os best-sellers do site sobre mercado editorial Publishnews, cuja lista reúne todos os gêneros, incluindo adultos.

O sétimo “Diário de um Banana” fica atrás apenas de “Kairós” (Principium), do padre Marcelo Rossi, e do também infantojuvenil “A Marca de Atena” (Intrínseca), de Rick Riordan.

Pode ser um sinal de que crianças e adolescentes leem mais do que adultos –as listas infantojuvenis tendem a ter os melhores números de vendas–, mas também de que Kinney acabou abraçando parte do público adulto que imaginava inicialmente.

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