Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged Wikipedia

Verbete de Simone de Beauvoir na Wikipedia é atacado após prova do Enem

0
Beauvoir é nome fundamental do feminismo

Beauvoir é nome fundamental do feminismo

 

Publicado no Catraca Livre

Depois de um trecho da obra da filósofa Simone de Beauvoir ser citado na prova do Enem deste sábado (24), o verbete em português da Wikipedia sobre a escritora francesa foi editado mais de 30 vezes.

Foram incluídas algumas frases que diziam que a autora escreveu livros de estupro e alguns usuários a acusaram de pedofilia – em referência ao boato de que a filósofa se envolvia com suas alunas.

Na prova do Enem, uma questão da parte de ciências humanas trazia um trecho do livro “O Segundo Sexo”, a principal obra da filósofa. No dia seguinte, no domingo (25), a redação veio com o tema “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira” . Os temas abordando o feminismo geraram muita polêmica na internet.

No domingo, a partir das 13h, segundo o histórico de edições do Wikipedia, usuários começaram a alterar o verbete sobre a escritora.

Em uma das edições, um usuário disse que a autora teria escrito “romances, monografias sobre filosofia, política, sociedade, ensaios, biografias e uma autobiografia. Só não entendia nada de biologia”.

Mais tarde, a frase foi editada para “Escreveu livro de estupro, monografias sobre filosofia, política, sociedade, ensaios, biografias e uma autobiografia”. Essas novas edições foram apagadas e rapidamente corrigidas.

A “Folha de S. Paulo” apurou que, depois de muitas edições feitas ao longo do dia, a página foi “protegida” e agora só pode ser editada por editores certificados pelo site.

Homem quer eliminar palavra gramaticalmente incorreta dos artigos da Wikipedia

0

english-e1423075507853

Sean Buckley, no Gizmodo Brasil

Sabe aquela coceira na alma que aparece quando você vê um erro gramatical na internet? Então, quão longe você iria para corrigi-lo? Você criaria um programa só para encontrá-lo? Você faria uma cronograma semanal, criando o hábito de procurar estes resultados? Ou ainda, você editaria manualmente milhares de artigos do Wikipedia para obliterar de uma vez por todas o termos errado da internet? Bem, um homem fez exatamente isso.

Andrew McMillen escreveu um perfil sensacional de Bryan Henderson, o guerreiro da gramática: ele um engenheiro de software de 51 anos, mas por uma hora, todos os domingos, ele é um dedicado editor do Wikipedia, comprometido em exterminar da internet a locução verbal “comprised of”, um erro muito comum na gramática inglesa.

“Não é correto”, conta Henderson.” “Não é nem inglês.” E, mesmo com a expressão sendo reconhecida por alguns dicionários, ele argumenta — em um artigo de 6,000 palavras — que a locução verbal é um acidente que combina “composed of” e “consists of” (consiste em). O artigo já é uma ótima leitura, mas se você quer saber mais sobre o bravo guerreiro da gramática, veja o texto completo no Medium. [Medium]

dica do Adriano Sena

Editora quer lançar versão impressa da Wikipedia em mais de mil livros

0

Para isso, a PediaPress busca arrecadar mais de US$ 50 mil (cerca de R$ 118 mil) para imprimir a versão com todos os artigos na língua inglesa

Os livros terão capa dura e serão impressos em preto e branco, em um papel ecológico

Os livros terão capa dura e serão impressos em preto e branco, em um papel ecológico

Publicado por O Tempo

Uma editora alemã planeja, através de um financiamento coletiva, realizar uma manobra que muitos podem considerar ser impossível: criar uma versão impressa da Wikipedia, a biblioteca online que utiliza a plataforma Wiki de fóruns.

Para isso, a PediaPress busca arrecadar mais de US$ 50 mil (cerca de R$ 118 mil) para imprimir a versão com todos os artigos na língua inglesa. A previsão da editora é de que todo o conteúdo do site resultaria em mais de mil volumes do livro – cada um com 1,2 mil páginas.

Os livros terão capa dura e serão impressos em preto e branco, em um papel ecológico. Segundo a PediaPress, o produto será apresentado em agosto deste ano, durante a feira Wikimania, em Londres, que reunirá os grande colaboradores da ferramenta.

Segundo a editora, os R$ 118 mil seriam suficientes para imprimir as versões, fabricar uma estante grande o suficiente para abrigar a criação e transportar o experimento até o Barbican Center, onde acontecerá a Wikimania.

As melhores cidades do mundo para fazer faculdade

0

Estudo da Economist mediu o retorno para estudantes estrangeiros que querem se graduar em outros países; Montreal, no Canadá, ficou em primeiro lugar

1

Lilian Sobral, na Exame

Malas prontas

São Paulo – Pensando em estudar fora? Se a ideia for fazer um curso de graduação, Montreal, no Canadá, é a cidade que oferece as melhores condições. A conclusão é do estudo Sea Turtle Index, feito pela The Economist Intelligence Unit (EIU, unidade de pesquisas do grupo The Economist) para o banco chinês Bank of Communications, que mediu o custo benefício para estrangeiros de realizar uma graduação fora de seu país.

A pesquisa avaliou 80 cidades e regiões do globo em cinco critérios: retorno educacional (qualidade dos cursos x preços), retorno financeiro (investimentos e riscos econômicos), ambiente do mercado imobiliário, abertura do mercado de trabalho e experiência social.

Com esses critérios, alguns achados interessantes apareceram. O efeito da crise econômica, por exemplo, pesou nas cidades que aumentaram o nível de desemprego. Já o efeito do câmbio foi sentido em lugares onde a moeda tem cotação alta.

Confira os detalhes dos dez primeiros colocados no ranking.

1) Montreal
Pontuação total: 72,4 pontos
Retorno educacional: 73,3 pontos, em 6º lugar (empate)
Retorno financeiro: 57,2 pontos, em 52º lugar
Mercado imobiliário: 69,8 pontos, em 12º lugar
Experiência de trabalho: 66,4 pontos, em 4º lugar
Experiência social: 92,5 pontos, em 1º lugar (empate)

Wikipedia / S. Lacasse

Wikipedia / S. Lacasse

2) Londres
Pontuação total: 70,2 pontos
Retorno educacional: 78,9 pontos, em 3º lugar
Retorno financeiro: 64,3 pontos, em 16º lugar
Mercado imobiliário: 70,2 pontos, em 11º lugar
Experiência de trabalho: 40 pontos, em 40º lugar
Experiência social: 92,5 pontos, em 1º lugar (empate)

Philip Lee Harvey/AFP

Philip Lee Harvey/AFP

3) Hong Kong
Pontuação total: 69,2 pontos
Retorno educacional: 64,2 pontos, em 20º lugar
Retorno financeiro: 82,6 pontos, em 1º lugar
Mercado imobiliário: 82,7 pontos, em 1º lugar
Experiência de trabalho: 53,1 pontos, em 16º lugar
Experiência social: 81,8 pontos, em 22º lugar (empate)

Ronald Martinez/Getty Images

Ronald Martinez/Getty Images

4) Toronto
Pontuação total: 69,1 pontos
Retorno educacional: 63,6 pontos, em 21º lugar
Retorno financeiro: 57,1 pontos, em 53º lugar
Mercado imobiliário: 74,6 pontos, em 4º lugar
Experiência de trabalho: 68,6 pontos, em 3º lugar
Experiência social: 90 pontos, em 5º lugar

Carlo Allegri/Getty Images

Carlo Allegri/Getty Images

5) Cambridge
Pontuação total: 68,5 pontos
Retorno educacional: 83,5 pontos, em 1º lugar
Retorno financeiro: 66,5 pontos, em 6º lugar (empate)
Mercado imobiliário: 59,8 pontos, em 35º lugar
Experiência de trabalho: 38,9 pontos, 43º lugar
Experiência social: 77,1 pontos, em 33º lugar (empate)

Dan Kitwood/Getty Images

Dan Kitwood/Getty Images

(mais…)

Amazon começa a vender Kindle Paperwhite com “3G ilimitado” no Brasil por R$ 699

0

Guilherme Tagiaroli, no UOL

Leitor de livros eletrônicos Kindle Paperwhite começa a ser vendido no Brasil nesta terça-feira; companhia diz que tecnologia do aparelho não cansa a visão ao ler livros eletrônicos em ambientes pouco iluminados (Divulgação)

Leitor de livros eletrônicos Kindle Paperwhite começa a ser vendido no Brasil nesta terça-feira; companhia diz que tecnologia do aparelho não cansa a visão ao ler livros eletrônicos em ambientes pouco iluminados (Divulgação)

A Amazon, empresa de comércio eletrônico, começa a vender nesta terça-feira (19) o leitor de livros eletrônicos Kindle Paperwhite no mercado brasileiro. Ele será vendido em duas versões: uma com conexão à internet Wi-Fi (R$ 479) e outra com Wi-Fi e “3G ilimitado” (R$ 699) – esta última versão permite acessar, sem taxas adicionais, a loja online da companhia e alguns poucos sites. Os aparelhos estarão disponíveis na loja da Amazon brasileira e em alguns varejistas.

Uma peculiaridade da versão com 3G é que não é necessário comprar o chip de uma operadora para que ele funcione ou pagar uma mensalidade para a Amazon. Ao comprar o aparelho, o usuário poderá navegar gratuitamente pela loja de livros da companhia em mais de cem países sem ter de pagar nada por essa conexão. “Temos um contrato com operadoras globais que nos permite vender aparelhos 3G que funcionam em diversos lugares do mundo”, explicou Alex Szapiro, diretor da Amazon do Brasil.

Não são todos os sites que o dispositivo acessa com a conexão 3G. Durante o teste, foi possível acessar, por exemplo, a versão em português da Wikipedia. Ao conectar-se em uma rede Wi-Fi, é possível acessar outras páginas. No entanto, por não ser um dispositivo feito para navegar na internet (trata-se de um leitor digital), a experiência é bem limitada comparada a um tablet ou a um smartphone.

TABLET X LEITOR DIGITAL: QUAL O MELHOR PARA LER E-BOOKS?

 

Paperwhite
Além da conexão 3G, o Paperwhite tem uma tela diferente daquela disponível no Kindle já vendido no Brasil: com ela, é possível ler em ambientes escuros ou mesmo em locais muito claros, como uma praia. Isso ocorre em função de uma tecnologia patenteada pela Amazon. Em vez de a luz do aparelho refletir no rosto do usuário (como ocorre em tablets e telas LCD, em geral), diz a empresa, a luz irradia na própria tela sensível ao toque de seis polegadas do dispositivo.

Jeff Bezos, diretor-executivo da Amazon, mostra o Paperwhite em evento realizado em 2012 nos EUA

Jeff Bezos, diretor-executivo da Amazon, mostra o Paperwhite em evento realizado em 2012 nos EUA

De acordo com a Amazon, o leitor digital também conta com uma bateria maior que a do modelo que começou a ser comercializado no Brasil em dezembro de 2012. Lendo em um ritmo de 30 minutos por dia, a bateria do aparelho dura até oito semanas.

O e-reader conta com 2 GB para armazenamento de arquivos. Isso faz com que o usuário possa colocar até 1.100 livros no leitor eletrônico.

“Com o lançamento do Paperwhite, completamos o portfólio de leitores digitais no Brasil”, disse Szapiro. Questionado sobre os outros aparelhos da marca, o executivo disse que há planos para trazer os tablets Kindle Fire, porém não há uma previsão de data.

Amazon no Brasil
A loja eletrônica de livros da Amazon estreou no Brasil no início de dezembro de 2012. A empresa diz que agora já disponibiliza mais de 16 mil títulos em português, sendo 2.500 gratuitos. Além disso, há na loja brasileira 1.600 livros digitais em outras línguas.

O Kindle Paperwhite chega ao mercado brasileiro para concorrer diretamente os dispositivos da canadense Kobo, comercializados pela Livraria Cultura. O leitor digital Glo (que também conta com tecnologia que permite ler em locais pouco iluminados) tem preço sugerido de R$ 449 e só é vendido com a versão Wi-Fi.

Mercado de leitores eletrônicos
De acordo com recente levantamento da consultoria IDC, leitores digitais poderão ser canibalizados por tablets comercializados a preços competitivos. A categoria, diz a companhia, vendeu 26,4 milhões de unidades em 2011. Houve um declínio em 2012, atingindo 18,2 milhões de unidades comercializadas. Em 2013 e 2014, o número deve crescer “modestamente”, antes de começar um declínio permanente e gradual em 2015.

Go to Top