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Good Omens: Neil Gaiman revela qual o ator que vai interpretar a Morte

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Cristina Danuta

A adaptação para televisão do livro de Neil Gaiman e Terry Pratchett deve estrear em 31 de maio, com exclusividade da Prime Video da Amazon. E agora já sabemos quem vai interpretar a Morte.

Foi o próprio Gaiman que anunciou em seu Twitter o escolhido para dar vida ao ceifeiro de almas. Seré o ator  Brian Cox, que trabalhou em X-Men 2, The Bourne Supremacy e Tróia, entre outras produções.

Brian Cox

A dupla protagonista de Good Omens será composta por David Tennant e Michael Sheen, aos quais se juntarão Jon Hamm, Jack Whitehall, Michael McKean, Miranda Richardson, Benedict Cumberbatch, Brian Cox e Frances McDormand.

Com informações do IGN

Marvel confirma nova saga dos X-Men

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João Paulo Carollo, no Poltrona Nerd

A Marvel divulgou uma imagem da nova saga dos X-Men, que se chamará Death of X. Confira o poster:

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pesar da divulgação da imagem, a editora não confirmou a equipe criativa ou o plot da nova saga. É bom lembrar que os X-Men já estão envolvidos no Apocalypse Wars e terão um título derivado no Guerra Civil II. Com o cenário nada favorável que a Marvel está montando para os Filhos do Átomo, fica difícil saber o que virá por aí nas histórias dos pupilos de Xavier, mas é bem possível que algum mutante ou talvez todos não tenham um futuro muito animador.

Enquanto isso, o filme dos X-Men terá uma trama ambientada em 1983 e terá o retorno de Mística (Jennifer Lawrence), Xavier (James McAvoy), Magneto (Michael Fassbender), Fera (Nicholas Hoult), Mercúrio (Evan Peters), Lucas Till (Havok) e Rose Byrne (Moira MacTaggert). Oscar Isaac será o vilão Apocalipse.

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Os novatos Sophie Turner (Jean Grey), Tye Sheridan (Ciclope), Alexandra Shipp (Tempestade), Lana Condor (Jubileu), Ben Hardy (Anjo), Olivia Munn (Psylocke) e Kodi Smit-McPhee (Noturno) também estão no elenco.

X-Men: Apocalipse estreia em 26 de maio. Bryan Singer dirige a partir do roteiro de Simon Kinberg, Mike Dougherty e Dan Harris.

Aos 91 anos, criador da Marvel continua a expandir seu universo

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Stan Lee na prèmiere de "Homem de Ferro 3" em Hollywood

Piya Sinha-Roy, na Reuters

LOS ANGELES (Reuters) – O diretor emérito da Marvel Entertainment, Stan Lee, pode estar em sua nona década de vida, mas isso não o impede de expandir seu império criativo, e ele espera captar o interesse de uma nova geração de crianças com um novo espectro de super-heróis de todas as formas e tamanhos.

Lee, de 91 anos, criador de franquias de quadrinhos e cinema como Homem-Aranha, Os Vingadores e X-Men, está com sua atenção focada na produtora “Stan Lee Kids Universe”, dedicada ao público infantil, e na edição de novas histórias para crianças em livros, programas de TV e plataformas digitais.

O mais recente personagem a entrar nesse universo é Dex T-Rex, um dinossauro azul que gosta de criar confusões mas aprende uma séria lição quando suas ações tornam-se prejudiciais aos outros. Ele aparece no livro chamado “Dex T-Rex: The Mischievous Little Dinosaur” (“Dex T-Rex: o Pequeno Dinossauro Travesso”, em tradução livre), escrito e ilustrado pela ilustradora de primeira viagem Katya Bowser, para crianças com menos de 10 anos.

“Crianças nessa idade apreciam qualquer história com coisas interessantes acontecendo, mas você pode colocar uma moral na história, e isso é bem melhor”, disse Lee durante uma sessão de autógrafos do livro em Los Angeles, no fim de semana. “Você tenta fazer isso de um jeito divertido e não de um jeito professoral.”

Mais de 100 pessoas, tanto adultos como crianças, fizeram fila na livraria para ver Lee. Novos fãs foram conquistados por filmes da Marvel como “Capital América”, “Thor” e, mais recentemente, “Guardiões da Galáxia”, todos nos quais ele faz uma breve aparição. A Disney é dona da Marvel.

“Por causa do sucesso desses filmes, muitas pessoas me conhecem, então se eu faço livros como este, eles estão dispostos a experimentá-lo”, disse Lee.

Muitos dos filmes da Marvel são dominados por papéis masculinos, e tanto críticos como fãs têm pressionado por mais personagens femininos no universo Marvel. Embora os livros de Lee para crianças frequentemente usem a imagem de animais, segundo ele “é claro que teremos representantes de todos os tipos diferentes” de pessoas.

Em outubro, a Marvel apresentará uma personagem feminina como Thor, em um esforço para atrair novos leitores e ter apelo entre mulheres e garotas.

A companhia de Lee, a POW (Purveyors of Wonder), fez uma parceria com novos artistas e ilustradores para o Universo Infantil, produzindo livros como “Monters vs. Kittens” (“Monstros versus Gatinhos”), “Hero Petz” e “Rockstar Super Diva”, com foco em meninas.

Lee acredita que as personagens podem ser adaptadas para cinema e TV, e ele tem um projeto de animação em andamento para o próximo ano.

“As histórias que eu sempre tentei fazer foram interessantes, provocativas e empolgantes o bastante para chamar a atenção de alguém”, disse ele.

Wolverine e Hércules trocam beijo em nova HQ da Marvel

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Publicado por Folha de S.Paulo

A Marvel lançará uma edição alternativa com um beijo gay de Wolverine e Hércules. A informação foi publicada pelo site de notícias “Huffington Post” na última terça-feira (26).

Na HQ “X-Treme X-Men 10”, os dois se per­dem em rea­li­da­des alter­na­ti­vas e terão con­tato com per­so­na­gens em diver­sas épocas e mundos. O beijo acon­tece na Grécia antiga.

A página divul­gada da HQ mos­tra o texto: “Nós fomos os mai­o­res heróis de nos­sos mun­dos. E no dia em que mata­mos o pior mons­tro que ame­a­çou o Domínio do Canadá Nós reve­la­mos nosso amor”. A edi­ção chega às bancas em setembro.

A editora lembra que os personagens Wolverine e Hércules, que se revelam como namorados nesta edição, são versões alternativas dos heróis e pertencem a um outro universo, distinto das histórias regulares da dupla.

A Marvel e a DC Comics têm mos­trado rela­ci­o­na­men­tos gays em seus gibis. A pri­meira retratou o casamento do mutante Estrela Polar na revista “Ashtonishing X-Men 51”.

Já a DC tem a “Batwoman”, uma vigi­lante de Gotham City que assumidamente se relaciona com outras mulheres.

Reprodução da HQ alternativa "X-Treme X-Men 10", da Marvel, que mostra a cena de beijo entre os heróis Wolverine e Hércules

Reprodução da HQ alternativa “X-Treme X-Men 10”, da Marvel, que mostra a cena de beijo entre os heróis Wolverine e Hércules

Leitura Alimenta (ou “não desista de começar a ler”)

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Jader Pires, no Papo de Homem

Eu, Jader Pires, sou editor do PapodeHomem há dois anos, com mais um par de temporadas colaborando com o portal. Basicamente, meu negócio é a ficção e crônicas, escrever sobre o cotidiano mais ralé de uma maneira estranha ou doce ou potencializada com auras de momento heroico. É a ficção da realidade, eu gosto de contar histórias.

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“Pois sente aí que eu vou contá um negócio. O senhor fuma?”

Todo contador de “causos” tem que ter experiência de vida e repertório (isso serve pra todo jornalista também, lá na frente). O primeiro vai dar justamente todas as visões que o escritor precisa pra botar em prática a vontade eterna de reinventar o que tá na cara de todo mundo. O repertório, ou seja, a leitura de tudo o que pode ser útil, vai te dar tudo o que precisa pra sua história ser contada da maneira mais gostosa e oportuna possível. A leitura vai render ferramenta, ingredientes, qualquer analogia que você queria usar pra montar o seu equipamento literário.

E foi nesse quesito que eu tive que correr contra o tempo.

Comecei a ler muito tarde, quase tarde demais pra contar pra vocês o que vou contar. Eu não li nenhum livro na época de colégio, não sentei o rabo pra folhear nenhuma das obras obrigatórias pros vestibulares. Nada. Livro era um porre, coisa de velho, Machado de Assis, cara chato. Pra ajudar, a cultura brasileira deixava a desejar – diante dos meus olhos de menino – e eu gostava mesmo era dos filmes de Hollywood, das aventuras dos X-Men nas histórias em quadrinhos, dos caminhos dos lutadores do Street Fighter no fliperama do boteco perto de casa.

Meu primeiro livro lido mesmo, de fato, na vontade da pegada, foi o 1984. Eu comprei esse livro na livraria porque eu gostava muito, lá pros idos de 2004, da banda Incubus. Nesse ano, eles lançaram um disco chamado  A crow left of the murder, que tinha uma canção melosa chamada “Talk shows on Mute”. Essa música tinha um clipe que mostrava um programa de televisão feito e apresentado por pessoas com cabeça de animais. Lendo sobre o disco, sobre a manda e sobre essa música, descobri que todo o vídeo fazia referência ao livro A Revolução dos Bichos, do escritor inglês George Orwell. Bem, era a época em que outro George – o W. Bush – invadira o Iraque atrás do Sadam e a porra toda. O mundo estava contra autoritários no poder, a putaria toda instaurada e li, ainda sobre o Incubus e o disco deles, que o álbum todo em questão havia sido feito contra a política externa do presidente Bush.

O refrão dessa música diz:

Come one, come all
Into nineteen eighty-four
Yeah, three, two, one…
Lights! camera! transaction!

Nineteen eighty-four, traduzindo na linguagem universal dos números arábicos, é 1984:

Winston, herói de ’1984′, último romance de George Orwell, vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho. Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico. De fato, a ideologia do Partido dominante em Oceânia não visa nada de coisa alguma para ninguém, no presente ou no futuro. O’Brien, hierarca do Partido, é quem explica a Winston que ‘só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade – só o poder pelo poder, poder puro.’

1984 | Livraria Cultura

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O lema do Partido no livro do Orwell: “guerra é paz, liberdade é escravidão e ignorância é força”

Fiquei intrigado pra cacete com o potencial do livro, comprei e li. Menos de uma semana. Fodido demais. No mesmo mês, matei o Laranja Mecânica (sim, o livro que deu origem ao filme do Kubrick) e o Admirável Mundo novo, do Aldous Huxley. Uma trinca de sociedades distópicas pra me mostrar tudo o que eu havia perdido em anos de ostracismo literário.

Daí pra frente, o resto é história. Descobri John Fante, o Grande Gatsby, os olhos oblíquos e dissimulados da bela Capitu, todos os neologismos do Grande Sertão Veredas, a delícia triste do Mia Couto, o pessimismo inevitável do Philip Roth, Dalton Trevisan, Saramago, o Gabo, a Virginia Wolf, a velha safada da Casa dos Budas Ditosos, o mundo todinho nele todo.

Sempre que penso em leitura, fico com um tico de arrependimento de ter começado a ler tarde, quase tarde demais. (mais…)

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