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Criador do ‘Diário de um Banana’ revela ‘paixão’ por Xuxa

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O americano Jeff Kinney, autor de ‘Diário de um Banana’, durante passagem pelo Rio em 2015 (V&R Editora/Divulgação)

O americano Jeff Kinney, autor de ‘Diário de um Banana’, durante passagem pelo Rio em 2015 (V&R Editora/Divulgação)

 

Fã da apresentadora desde os anos 1990, quando a brasileira teve um game show na TV americana, Jeff Kinney defende seu jeito de se vestir: ‘As pessoas devem usar as roupas com que se sentem confortáveis’

Maria Carolina Maia, no Veja

Fãs do americano Jeff Kinney de diversas idades talvez não saibam, mas o autor da série Diário de um Banana (V&R Editora), que está lançando mais um volume no Brasil, Bons Tempos, sobre a difícil relação das pessoas com a tecnologia no mundo de hoje, é ele próprio fã de um ícone da cultura pop infantil nacional. Quando tinha seus 20 e poucos anos e entrava na vida bananaadulta, Kinney ficou hipnotizado com uma loira que dançava, cantava e, digamos, surtava na TV. Era Xuxa, a apresentadora que por anos e anos dominou as manhãs da TV Globo e chegou a se lançar no mercado internacional, com um programa na Argentina (onde disse ter duas cadelinhas, Mara e Angélica) e um game-show nos Estados Unidos, nos anos 1990.

“Era diferente de tudo que eu havia visto antes. Amei a música e toda a loucura dela no ar”, conta Kinney, um admirador declarado de Xuxa. O criador do doce e aparvalhado Greg Heffley defende Xuxa até das críticas que ela sofre hoje, por imitar Ellen DeGeneres e, segundo alguns fãs, se vestir de maneira masculina – embora nunca tenha visto o seu programa na Record. E conta que a brasileira lhe proporcionou uma experiência inesquecível na vida.

Confira abaixo uma rápida entrevista com Jeff Kinney:

O novo volume da série Diário de um Banana é sobre a nossa complicada relação com a tecnologia. Você acha que essa relação torna a infância das crianças de hoje muito diferente do que foi a nossa infância? Eu acho que tem havido uma enorme proliferação de tecnologias nos últimos cinco anos, como nunca vimos antes. Isso melhora a qualidade de nossas vidas, é claro, mas também pode nos impedir de interagir um com o outro. E acho que as crianças, assim como nós, adultos, estamos viciados em tecnologia. É um excesso.

De que forma o senhor, como pai, orienta seus filhos a lidar com a tecnologia? Tentamos limitar o tempo que eles passam com uma tela na mão. Estamos enfrentando o mesmo problema que os pais de todo o mundo encaram agora… a questão é definir o quanto de tecnologia é saudável e onde começa o excesso.

I novo livro também fala sobre o que podemos tirar de bom e de ruim sobre o passado, certo? O que você vê de evolução no mundo de hoje? A maioria dos adultos pensa que a vida era melhor quando eles eram menores. Meus pais pensaram assim, da mesma forma que os pais deles. Mas, claramente, algumas coisas estão melhores hoje. A medicina, por exemplo! E os cintos de segurança.

É verdade que você é um grande fã da Xuxa? Sim! Nos anos 1990, a Xuxa trouxe o programa dela para os Estados Unidos, e era diferente de tudo que eu havia visto antes. Amei a música e toda a loucura dela no ar. Mas infelizmente não a acompanho mais. Nunca vi seu programa novo, na Record.

Ela tem sido criticada por esse programa, em que copia a apresentadora americana Ellen DeGeneres. O que você acha dessa estratégia de imitar a Ellen? Acho que Xuxa é esperta. Ellen Degeneres tem um formato duradouro e Xuxa, que está no ramo do entretenimento há bastante tempo, precisa se reinventar constantemente. Ela é experiente e também uma sobrevivente.

As críticas também recaem sobre o figurino de Xuxa, que alguns fãs acham pouco feminino. O que você pensa disso? Uma mulher deve se vestir de modo “feminino” para ser considerada uma mulher? Eu não tenho uma opinião forte sobre isso. Acho que as pessoas devem usar as roupas com que se sentem confortáveis.

Você tem contato com Xuxa hoje? Não, faz tempo que não nos falamos. Mas ela me convidou para o aniversário dela de 50 anos em 2013 e… foi uma experiência única na vida, que eu jamais vou esquecer.

Ministro da Educação publica foto com Xuxa e diz que ela se dispôs a colaborar com projetos

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Cid Gomes vira alvo de críticas de professores no Facebook depois de post com apresentadora

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Publicado em O Globo

RIO – Uma foto postada no Facebook pelo ministro da Educação, Cid Gomes, ao lado de Xuxa gerou uma série de críticas no campo dos comentários. Na legenda da imagem, o titular da pasta diz que a apresentadora se dispôs a colaborar em projetos da pasta e que “ela tem produzido excelentes materiais para o Ensino Infantil”. Mas a afirmação desagradou muitos professores e internautas.

No texto, Cid Gomes afirma que Xuxa se dispôs a colaborar com dois importantes projetos do governo federal: o Mais Creches e o Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa. Até a tarde de sexta-feira, a foto já tinha mais 22 mil curtidas e 13 mil compartilhamentos.

Entre as pessoas que escreveram críticas está a doutora em educação e ex-secretária municipal de Educação do Rio, Regina de Assis. “Que vergonha! Mercadejando com a educação pública do país, que possui educadores e pesquisadores qualificados, inclusive no partido que há 13 anos detém o poder. Competência, compostura e compromisso público é o mínimo que se espera do ministro da Educação… Hora de mudar”, escreveu ela.

Em entrevista por telefone, Regina disse temer que o encontro seja indício de mais um passo em direção à “mercantilização do ensino brasileiro”.

– O que me assusta é a ousadia e a falta de respeito com os educadores e pesquisadores brasileiros que não ganham dinheiro com o que fazem pela educação pública. Como é que agora um ministro de um governo que se diz popular contrata representantes do mercado, que prestam serviços a preços altíssimos e qualidade ruim? – questiona. – Criança brasileira não é baixinho. É um cidadão em processo de desenvolvimento que tem direitos consagrados na constituição federal, sendo prioridade nacional.

O MEC informou, por meio de nota, que a Xuxa esteve no MEC “para apresentar sua fundação, que tem 25 anos, e também seu último trabalho: o DVD ‘Xuxa só para Baixinhos 13’, que tem ênfase na alfabetização.”.

Segundo a pasta, ainda não há nada definido em termos de uma possível parceria com a apresentadora. “O MEC tem interesse em iniciativas que ajudem a desenvolver políticas públicas. Além disso, mantém o diálogo aberto com aqueles que se dispõem a contribuir.”

Ex-dançarino da Xuxa conta como saiu do buraco e virou diretor da Globo

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Vagner Pereira, o Fly: "sou tudo [profissionalmente]. Vou buscar dinheiro e trabalho em qualquer lugar." Divulgação

Vagner Pereira, o Fly: “sou tudo [profissionalmente]. Vou buscar dinheiro e trabalho em qualquer lugar.”
Divulgação

Vagner Pereira, o Fly, relata sua trajetória em livro recém-lançado; ele virou empresário e dá dicas em palestras sobre finanças pessoais

Patrícia Basilio no IG

“Queria soltar pipa e não tinha dinheiro”. Foi a partir dessa constatação que Vagner Pereira, mais conhecido como Fly, começou a trabalhar aos 13 anos, ainda que informalmente, catando ferro velho na periferia do Rio de Janeiro e encerando o chão dos vizinhos. Tudo a “qualquer troco”.

Hoje, aos 42 anos, Fly, ex-dançarino da Xuxa, é diretor da TV Globo, palestrante de educação financeira e empreendedor do ramo artístico e cultural, dono da Fly Produções.

Entre seus trabalhos, estão a vinheta de fim de ano da TV Globo e a direção do Show da Virada, ambos produzidos em 2013. No fim de dezembro, lançou também o livro “Como saí do buraco”, em coautoria com a roteirista Isadora Andrade (mais informações abaixo).

Fly começou a carreira de dançarino aos 14 anos, quando decidiu montar o grupo de dança “You Can Dance”, inicialmente para fazer sucesso com as mulheres. “Era aquela clássica fase de querer beijar na boca”, recorda.

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O projeto, contudo, fez sucesso além do esperado e Fly começou não só a ganhar dinheiro dançando, como também a ficar famoso no Brasil inteiro. Neste período, foi chamado para trabalhar com a Xuxa e com o DJ Malboro.

Ostentação

Jovem e inexperiente, Fly foi levado pelo mundo da fama na década de 1990 e passou a ostentar roupas caras e carros de luxo — estilo de vida que não tinha condições de manter. Foi quando sua carreira atingiu o limite do sucesso e Fly viu-se perdido em meio a dívidas.

No mesmo período, Fly também tornou-se empresário do ramo de academias com a “Dance com o Fly”. O empreendimento não deu certo e fechou em menos de um ano — contribuindo ainda mais para a dívida do dançarino.

“Quando vi que quebrei a minha empresa, comprei a parte do meu sócio e pensei em administrar o ‘You Can Dance’, mas também não deu certo. Cheguei a ter pendências financeiras com bancos, amigos e parentes. Só não me envolvi com agiotas”, recorda o empresário.

Para se reerguer, Fly buscou ajuda na literatura. Chegou a ler “mais de 50 livros” sobre educação financeira e passou dias tentando colocar em prática as estratégias aprendidas. “Aprendi a viver na realidade e não gastar mais do que ganhava. E mais importante ainda, aprendi a negociar com os meus credores”, conta Pereira.

Do buraco, o empresário tirou um aprendizado: passou a investir nos estudos para crescer dentro da TV Globo e a economizar o dinheiro que ganhava na emissora e nos trabalhos que realizava como coreógrafo. Além disso, voltou-se a uma nova profissão: a de consultor e palestrante financeiro.

Nessa reviravolta, a antiga empresa de Fly passou a gerir a carreira do dançarino e também a atuar no ramo de entretimento e cultura. “O que antes dava prejuízo passou a gerar lucro”, compara ele.

“O brasileiro sempre reclama do salário, que as contas fecham no vermelho. No lugar de reclamar, ele deve buscar uma nova oportunidade ou aprender a viver com o que ganha, readequando seu padrão de vida. É preciso ser realista”, aconselha Fly.

Multifacetado, o empresário possui quase 4 mil bailarinos cadastrados em sua empresa e realiza em torno de 12 palestras por mês — o faturamento não é divulgado pela companhia.

“Se um dia eu perder tudo novamente, faço palestras, animo festas, vendo produtos porta a porta e até encero a casa dos vizinhos novamente. Sou tudo [profissionalmente]. Vou buscar dinheiro e trabalho em qualquer lugar”, reflete o empresário.

Lançamento do livro

A história do diretor e detalhes de como ele se recuperou financeiramente, após perder tudo em meio a dívidas, estão retratados no livro “Como saí do buraco”, lançado no final de dezembro e escrito em parceria com Isadora Andrade, roteirista da TV Globo.

dica do Chicco Sal

Famosos que as crianças curtem falam sobre seu livro infantil preferido

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Montagem/UOL

Publicado por UOL

Boas histórias são sempre um bom passatempo e a maioria delas está sempre em um livro.

18/4 é o Dia Nacional do Livro Infantil. A data celebra o nascimento do escritor brasileiro Monteiro Lobato, autor de obras clássicas que passam de pai para filho como a série “Sítio do Picapau Amarelo”.

Para comemorar, o UOL Crianças conversou com alguns famosos que a garotada adora para saber qual é o livro infantil preferido de cada um deles!

Mauricio de Sousa / Reprodução

Mauricio de Sousa / Reprodução

Mauricio de Sousa

O criador da Turma da Mônica diz que adora os livros de Monteiro Lobato até hoje!

“Quando criança devorava os livros de Monteiro Lobato. Lia e relia com prazer. Hoje, quando me vejo lendo de novo os velhos livros de Lobato, sinto que o envolvimento é o mesmo. Volto no tempo com o mesmo prazer”, diz.

Maísa Silva (Lourival Ribeiro/SBT)

Maísa Silva (Lourival Ribeiro/SBT)

Maísa Silva

“O livro que marcou a minha infância foi o “Diário de uma Garota Nada Popular” e “Diário de um Banana: A Gota d”Água”.

Eu adoro livros do tipo diário desde que ganhei um de presente e passei a amar o gênero. Até 2014 tenho mais de 10 livros longos pra ler.

Sempre presenteio minhas amigas com livros também”, conta a Valéria, da novela “Carrossel”.

Xuxa / AgNews

Xuxa / AgNews

Xuxa

O livro infantil preferido da apresentadora se chama “Ami, o menino das estrelas” e foi escrito por Enrique Barrios.

“Ele me fez imaginar o mundo em outra dimensão, acho que foi por isso que eu quis ter a nave no meu programa”.

Jean Paulo Campos / Lourival Ribeiro/SBT

Jean Paulo Campos / Lourival Ribeiro/SBT

Jean Paulo Campos

“O meu livro preferido é “O Pequeno Príncipe”. Acho muito legal, porque ele (o personagem) desenha as coisas e aí elas acontecem, aí estimula a nossa imaginação! Gosto bastante de livros de aventura e um pouco de terror também”, conta Jean, o Cirilo, da novela “Carrossel”

Matheus Ueta / Leonardo Soares de Souza/UOL

Matheus Ueta / Leonardo Soares de Souza/UOL

Matheus Ueta

O ator que interpreta Kokimoto, na novela “Carrossel”, conta empolgado:

“Eu amo ler! Adoro mesmo. Tenho vários livros aqui em casa. Não tenho um preferido, eu leio um monte de livros. A gente aprende com eles! Eu gosto mais de histórias de terror. O primeiro livro que eu li na minha vida era de uns piratas. O último que eu li é “O Mágico de Oz”. É muito bom aquele livro, adorei!”

André Vasco / Manuela Scarpa / Foto Rio News

André Vasco / Manuela Scarpa / Foto Rio News

André Vasco

O apresentador conta que adorava o livro “O Menino Maluquinho”.

“É um livro que marcou muito minha infância. Quase uma autobiografia (risos)! Uma história simples com bastante ilustrações em preto e branco. Eu vivia pirando nesse livro. Nas entrelinhas dessa aventura há a mensagem de se aceitar como é, ser feliz como é! Que na vida tudo tem seu tempo de acontecer. A simplicidade do livro o torna mais especial ainda.”

Lucas Santos / Lourival Ribeiro/SBT

Lucas Santos / Lourival Ribeiro/SBT

Lucas Santos

Quem assiste às cenas de Paulo em “Carrossel” não imagina como Lucas é diferente do personagem.

“Gosto bastante de ler livros de terror, mas o que eu mais gostei foi um romance que li pra escola, o “Romeu e Julieta”, de Shakespeare. Gostei porque ele (o Romeu) faz que nem eu: corre atrás do seu sonho.

E o sonho dele era ficar com a Julieta, os dois até morrem juntos! É uma busca implacável pelo amor”, conta. Vale lembrar que a obra, escrita há mais 400 anos por um dos mais importantes escritores, já ganhou versões adaptadas para o público infanto-juvenil.

“Outros livros que eu gosto são “O Pequeno Príncipe” e os da série “The Walking Dead””, conta.

Dani Calabresa / Alex Palarea e Léo Marinho/AgNews

Dani Calabresa / Alex Palarea e Léo Marinho/AgNews

Dani Calabresa

“Eu li muitas vezes seguidas o livro “A Bela ou a Fera”, da Anna Flora, porque sempre me identifiquei com a menina que inventava personagens e também adorava os livros da Bruxa Onilda”, conta a engraçada apresentadora do programa “CQC”.

Veja + aqui.

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