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19 livros que todo mundo leu na infância

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feiurinha

Momento nostalgia: relembre obras que você leu e releu anos atrás

Publicado no Terra

Todos nós lemos livros na infância que marcaram nossas vidas. Quem não se lembra daquele em que Branca de Neve teve sete filhos e junto de outras princesas escreveu a história de feiurinha? Ou do Menino Maluquinho , de Ziraldo; Romeu e Julieta , de Ruth Rocha e A Bruxinha Atrapalhada, de Eva Furnari?

Impossível lembrar deles e não sentir saudade. Por isso, o Guia da Semana listou 19 livros para você recordar! Confira:

1. O fantástico mistério de Feiurinha – Pedro Bandeira

Neste livro, Branca de Neve, já grávida do seu sétimo filho, reuniu as amigas do reino para encontrar a princesa Feiurinha, que havia desaparecido. Acabaram descobrindo que ela não tinha autor, não tinha história, nada, pois sua história não tinha sido escrita ainda – só transmitida oralmente. A história de Feiurinha foi então escrita e todos viveram muito felizes para sempre.

2. O menino Maluquinho – Ziraldo

Na grande obra infantil de Ziraldo, verso e desenho contam a história de um menino traquinas que aprontava muita confusão. Alegria da casa, liderava a garotada, era sabido e um amigão. Fazia versinhos, canções, inventava brincadeiras. Tirava dez em todas as matérias, mas era zero em comportamento. Menino maluquinho, diziam. Mas na verdade ele era um menino feliz.

3. Marcelo, marmelo, martelo e outras histórias – Ruth Rocha

O livro mostra situações reais do cotidiano de um jeito que procura ser simples e de modo colorido. Os personagens dos três contos que compõem este livro são crianças que vivem no espaço urbano. Elas resolvem seus impasses com muita esperteza e vivacidade; Marcelo cria palavras novas, Teresinha e Gabriela descobrem a identidade na diferença e Carlos Alberto compreende a importância da amizade.

4. Lúcia, já vou indo – Maria Heloísa Penteado

O livro conta a história da lesminha Lúcia, que é muito devagar. Para ir a uma festa, tem de sair com uma semana de antecedência. Se alguém a apressa, ela responde que já está indo.

5. A bruxinha atrapalhada – Eva Funari

Este livro apresenta uma das personagens mais cativantes da literatura infantil, a Bruxinha. Com uma linguagem própria – sem a utilização de palavras, só imagens – a autora cria uma bruxinha realmente atrapalhada, que pode realizar seus desejos com a ajuda de uma varinha mágica, sofrendo as mais inusitadas e engraçadas conseqüências. Dez historinhas formam o livro. Em algumas a bruxinha alcança um final feliz, em outras, não é tão feliz em suas mágicas. As imagens permitem ao leitor criar seus próprios diálogos, imaginando a história à sua maneira. Uma excelente pedida para crianças em estágio de alfabetização. Esta obra recebeu diversos prêmios e participa de programas de bibliotecas públicas em vários países.

6. A droga da obediência – Pedro Bandeira

O livro aborda a história de uma turma de adolescentes que enfrenta o mais diabólico dos crimes! Num clima de muito mistério e suspense, cinco estudantes – os Karas – enfrentam uma macabra trama internacional: o sinistro Doutor Q.I. pretende subjugar a humanidade aos seus desígnios, aplicando na juventude uma perigosa droga! E essa droga já está sendo experimentada em alunos dos melhores colégios de São Paulo. Esse é um trabalho para os Karas: o avesso dos coroas, o contrário dos caretas!

7. As anedotinhas do bichinho da maçã – Ziraldo

As anedotinhas do Bichinho da Maçã conta anedotinhas que agradam as crianças de todas as idades. Um dos maiores sucessos infantis de Ziraldo.

8. Romeu e Julieta – Ruth Rocha

Esta obra conta a história de um reino colorido e cheio de flores, onde as coisas são separadas pelas cores.

9. Bisa Bia, Bisa Bel – Ana Maria Machado

O livro conta a história de Bel, uma menina cheia de imaginação e questões. A partir de um velho retrato, ela desenvolve um relacionamento imaginário com a bisavó e, a seguir, com sua futura bisneta. O diálogo de Bel com o passado e o futuro é uma mistura do real com a fantasia, levando o leitor a perceber as mudanças no papel da mulher na sociedade.
10. O Pequeno Príncipe – Antoine de Saint-Exupéry
Foto: Guia da Semana

O livro é um romance do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, publicado em 1943, nos Estados Unidos. O Pequeno Príncipe, que vivia em um planeta tão pequeno, onde só existia ele, uma rosa e seus vulcões, resolve viajar por outros planetas. Nessa grande aventura, o pequeno príncipe conhece pessoas diferentes e vive momentos nunca antes vividos.

11. A bolsa amarela – Lygia Bojunga Nunes

A Bolsa Amarela já se tornou um ‘clássico’ da literatura infantojuvenil. É o romance de uma menina que entra em conflito consigo mesma e com a família ao reprimir três grandes vontades (que ela esconde numa bolsa amarela)- a vontade de crescer, a de ser garoto e a de se tornar escritora. A partir dessa revelação- por si mesma uma contestação à estrutura familiar tradicional em cujo meio ‘criança não tem vontade’- essa menina sensível e imaginativa nos conta o seu dia-a-dia, juntando o mundo real da família ao mundo criado por sua imaginação fértil e povoado de amigos secretos e fantasias.

12. O gênio do crime – João Carlos Marinho

Seu Tomé é um homem bom, proprietário de uma fábrica de figurinhas de futebol. Existem as fáceis e as difíceis, fabricadas em menor quantidade. Quem enche o álbum ganha prêmios realmente bons. Mas surge uma fábrica clandestina que fabrica as figurinhas difíceis e as vende livremente. O número de álbuns cheios aumenta e seu Tomé não tem mais capacidade de dar todos os prêmios. Há uma revolta, as crianças querem quebrar a fábrica. Edmundo, Pituca e Bolachão, e mais adiante, Berenice, entram em cena para descobrir a fábrica clandestina. Acontece que não se trata de simples bandidos, a quadrilha é chefiada por um gênio do crime, e os meninos terão de botar a cabeça para funcionar se quiserem resolver a situação.

13. O mistério do cinco estrelas – Marcos Rey

Em ‘O mistério do 5 estrelas’, um homem é assassinado no apartamento 222 do Emperor Park Hotel. O único que viu o corpo foi Léo, o mensageiro. Mas ninguém acredita (mais…)

Entrevista com Ziraldo

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Em entrevista à CRESCER, ele conta como surgiu sua paixão pela literatura infantil e uma passagem emocionante que passou com ‘O Menino Maluquinho’

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Publicado em Crescer

Em 1932, na cidade de Caratinga, no interior de Minas Gerais, nascia Ziraldo Alves Pinto. Mais velho entre sete irmãos, o menino que vivia desenhando nas paredes de casa, nas calçadas e salas de aula, tornou-se cartunista, escritor, pintor, teatrólogo e jornalista. Mais que isso, tornou-se um dos maiores nomes da literatura infantil brasileira.

Ziraldo ingressou na literatura em 1960 com a revista em quadrinhos Turma do Pererê. Em 1969, foi a vez de publicar Flicts, seu primeiro livro infantil. De lá para cá, lançou mais de 150 títulos para crianças, incluindo O Menino Maluquinho, considerado um dos maiores fenômenos editoriais da literatura infantil brasileira.

Prestes a comemorar seu 83º aniversário, o mineiro de Caratinga segue produzindo a todo vapor. Está lançando Nino, O menino de Saturno, que é o sétimo título da coleção Meninos dos Planetas, e relançando, em edição revista e repaginada, a coleção ABZ, que reúne 26 livros, cada um dedicado a uma letra do alfabeto. Segundo depoimento de sua filha Daniela Thomaz, registrado nos livros da coleção ABZ, Ziraldo cria “cantando, assoviando, batendo o pé no chão”. “Ele é a orquestra inteira”, afirma Daniela, que resume: “meu pai não cria, ele contagia”.

Esbanjando simpatia, disposição, entusiasmo, informalidade e senso de humor, Ziraldo conversou com a CRESCER sobre sua história na literatura e sobre o momento profissional que está vivendo…

CRESCER: Como foi sua relação com o desenho, a leitura e a escrita durante a infância?
Ziraldo:
Desde pequeno, sempre tive uma relação muito forte com o desenho. Em minhas lembranças mais antigas, eu me vejo sempre desenhando. E ainda criança imaginava que na vida adulta iria desenhar, pintar, trabalhar com algo nessa linha. Na medida em que fui crescendo, conheci as histórias em quadrinhos e me apaixonei pelo gênero. Isso fez com que meu desenho passasse a ser narrativo, revelando-se em quadrinhos, charges e cartoons. Essas linguagens sempre me encantaram.

CRESCER: Antes de ingressar na literatura infantil, você trilhou uma boa estrada como cartunista e jornalista, teve ampla atuação em jornais e revistas. Como foi o ingresso na literatura infantil?
Ziraldo:
Conforme fui trabalhando em meus cartoons e charges, comecei a gostar muito de escrever, um gosto que não aparecia com tanto destaque na minha infância. Fiz histórias em quadrinhos e criei a revista em quadrinhos Turma do Pererê, que era mensal e durou cinco anos (até ser extinta pela ditadura). Com essas experiências, percebi que poderia usar essa capacidade de escrever e de desenhar para fazer livros para crianças. Foi em 1969, então, que escrevi Flicts, meu primeiro livro para crianças. O livro teve o aval de Carlos Drummond de Andrade (na ocasião do lançamento, ele inclusive publicou uma crônica sobre a obra no jornal Correio da Manhã, do Rio de Janeiro), foi muito bem recebido por adultos e crianças e fez muito sucesso.

CRESCER: Onze anos depois de Flicts, você lançou O Menino Maluquinho. Com cerca de 100 edições já publicadas, o livro teve mais de 3,5 milhões de exemplares vendidos e foi traduzido para diversos idiomas. Na sua opinião, o que torna O Menino Maluquinho tão fascinante?
Ziraldo:
Quando lancei O Menino Maluquinho, eu não tinha a menor ideia de que o livro teria tamanha repercussão, que um dia teria toda essa história que construiu. Acredito que o Maluquinho teve tamanho alcance nesses anos todos por despertar identificação nos leitores. As crianças leem a história e se identificam com o personagem, sentindo algo como: “Opa, isso é comigo!”, “Eu sei o que ele está sentindo”, “É isso que eu sinto!”. Certa vez, visitando uma escola na cidade de Betim, perto de Belo Horizonte, tive esse cenário bem ilustrado. Havia um rapaz muito simples, que participava de um jornalzinho literário. Ele virou para mim dizendo que queria me contar sua experiência com o Menino Maluquinho. Emocionado, relatou: “Quando eu era menino, eu achava que eu era o cão, que dava muita tristeza para os meus pais e muitas vezes me sentia muito culpado por isso. Eu achava que não tinha futuro, que era um menino mau. Até que um dia, O Menino Maluquinho caiu na minha mão. Li o livro e pensei: ‘Meu Deus, esse sou eu, estou salvo! Vou virar um cara legal!’”. Esse menino me surpreendeu, nunca tinha imaginado O Menino Maluquinho ajudando crianças que se sentiam mal por ter alguns daqueles traços. Essa passagem me emocionou demais.

CRESCER: Foi por essas e outras que, ao longo da vida, você foi dedicando cada vez mais tempo para a literatura infantil?
Ziraldo:
Sem dúvida! De tudo o que fiz na vida, o que me deu a melhor resposta foram os livros infantis. Já visitei escolas do Brasil inteiro por conta dos meus livros. Não há estado para o qual eu não tenha ido. Interior de Pernambuco, de Porto Alegre, de Minas Gerais… Onde quer que eu vá, milhares de pessoas se reúnem para me ver, contar algo, pedir autógrafo… Chego nas escolas e as crianças vêm correndo me abraçar, falar comigo… Tudo isso é muito recompensador. Fico impossível! (risos)

CRESCER: É interessante notar que sua produção não encanta somente as crianças de hoje, mas também tantos adultos que, na infância, se emocionaram com seus livros. Como você enxerga o reencontro de muitos adultos com a criança que já foram por meio da sua obra?
Ziraldo:
Isso é fantástico. Já vi realmente muita gente interessante que, quando encontra o autor do livro da infância, se emociona, se comove. Percebo que quando um autor conquista uma geração, ele vive enternamente no coração dessas pessoas. É impressionante. A pessoa te abraça, fica tocada com o encontro. Neste ano, inclusive, estive diante do primeiro avô que leu O menino Maluquinho e veio falar comigo acompanhado do neto. Ele trazia o livro de sua infância para eu autografar para o neto. É maravilhoso participar dessas histórias.

CRESCER: Além de relançar a coleção ABZ, você está lançando Nino, O menino de Saturno. Nesse livro, você deixa muito clara a importância da criatividade e da fantasia na vida de uma criança…
Ziraldo:
Nino, o menino de Saturno, é o sétimo livro da coleção dos Meninos dos Planetas. A coleção terá ao todo dez livros, que tem como protagonistas meninos de Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Plutão e ainda o menino da Lua, do nosso satélite, que sonha em ser tão importante quanto um menino de planeta. Na coleção toda há muita fantasia, mas nesse volume, num momento importante, inseri uma fala de Einstein, na qual ele afirma que a imaginação é mais importante do que o conhecimento. Acredito muito nessa colocação.

CRESCER: Você está relançando uma coleção de 26 livros, acaba de concluir o sétimo volume de outra coleção e tem um programa de TV semanal de literatura infantil (o ABZ do Ziraldo). Fora isso, em Salvador há uma exposição sua em cartaz – Pererê do Brasil – e, no Rio de Janeiro, está em cartaz a peça Quero ser Ziraldo. Tudo isso às vésperas do seu aniversário de 83 anos de idade. De onde vem tanto fôlego?
Ziraldo: Pois é, estou fazendo 83 anos, mas o que gosto mesmo de dizer é que estou a 7 anos de fazer 90. É mais bacana e impactante estar com quase 90, você não acha? Muita gente chega aos 80, mas poucos conseguem comemorar os 90. Pode ver em qualquer cemitério: a cada 100 túmulos, deve ter um único de um sujeito que morreu com mais de 90 (risos). O fato é que estou chegando aos 90 menos 7 produzindo muito mesmo. A vida não teria graça sem produzir. Considero a aposentadoria o maior inimigo do homem. Quem não gosta da profissão deve procurar algo que o agrade. O que ninguém pode é parar, isso não dá.

Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2016 anuncia data do evento

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Fãs de Kiera Cass participam de evento com a escritora na 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no ano passado (Foto: Leonardo Benassatto/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Fãs de Kiera Cass participam de evento com a escritora na 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no ano passado (Foto: Leonardo Benassatto/Futura Press/Estadão Conteúdo)

24ª edição acontecerá de 26 de agosto a 4 de setembro no Anhembi.
Lista de convidados e venda de ingressos ainda não foram divulgados.

Publicado no G1

A Câmara Brasileira do Livro anunciou, nesta terça-feira (25), que a 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo vai acontecer entre 26 de agosto de 4 de setembro de 2016 no Pavilhão de Exposições Anhembi. A lista de autores convidados, o início da venda de ingressos e valores ainda não foram divulgados pela organização.

Na edição anterior, a Bienal Internacional do Livro de São Paulo teve como principal proposta ser mais do que “só uma feira de livros” para se tornar “um momento multicultural”, com atividades que foram da gastronomia ao rap, passando por música, teatro e dança. O tema geral foi “Diversão, cultura e interatividade: Tudo junto e misturado”.

A 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo atraiu 720 mil pessoas em dez dias. Em 2012, o público total foi de 750 mil, com um dia a mais de evento.

Entre o público, 120 mil foram estudantes de 2 mil escolas. Mais de 400 mil pessoas visitaram os espaços culturais, que receberam 186 autores brasileiros e 22 internacionais.

Um dos destaques estrangeiros foi Kiara Cass, autora da série “A eleção”, que participou de bate-papo e sessão de autógrafos e levou mais de 2 mil pessoas à Bienal. Também vieram nomes como Cassandra Clare, Ken Follet e Sally Gardner.

Dentre os brasileiros, participaram Cristovão Tezza, Milton Hatoum e Ziraldo.

Jovem autista supera dificuldades e lança livro com prefácio de Ziraldo

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Na semana do Dia da Conscientização do Autismo, Rafaela Poggi e seus pais comemoram êxitos e dão informações sobre o distúrbio neurológico

autista

Publicado no Gshow

Na semana do Dia Mundial da Conscientização do Autismo, celebrado em todo 2 de abril, Regina Casé recebeu a autista Rafaela Poggi no Esquenta!. Desenhista de mangás, a jovem de 22 anos bateu um papo com a apresentadora ao lado dos pais Christina e Sérgio.

“Ela tem um caso de espectro autista. Foi muito difícil, porque eu tenho dois filhos e, quando ela nasceu, vi que tinha algo de diferente no desenvolvimento dela. Achava que ela não escutava, porque com um ano e meio, falava com ela e ela não me ouvia. Começou a nossa jornada: ‘Por que ela não presta atenção na gente?’. Ela ficava no mundinho dela. Aí fui atrás de psicólogo, fonoaudiólogo…”, contou a mãe de Rafa.

Dedicado ao tratamento de Rafaela, Sérgio relembrou as dificuldades que a família passou para que a menina conseguisse estudar. “Ela passou por várias escolas particulares e em várias delas foi convidada a se retirar. A grande maioria das escolas particulares não quer os nossos filhos. Pegamos o início do ensino especial no Município, depois ela continuou no Estado e hoje ela está na faculdade”, explicou ele, orgulhoso da filha que acaba de lançar o livro “Fairy Rainbow”..

Feliz suas conquistas e projetos, Rafa, que atualmente estuda design gráfico, sorriu ao falar sobre os elogios de Ziraldo às ilustrações de seu livro, para o qual o cartunista escreveu um prefácio: “Mostrei os trabalhos para ele e ele ficou emocionado e contente. Se interessou pelas histórias que eu criei”.

Após passar mal em aeroporto, Ziraldo é internado para exames no Rio

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Ziraldo é fotografado durante a 22º Bienal Internacional do Livro, em São Paulo (9/8/2012) / Leonardo Soares/UOL

Ziraldo é fotografado durante a 22º Bienal Internacional do Livro, em São Paulo (9/8/2012) / Leonardo Soares/UOL

Publicado por UOL

O cartunista Ziraldo teve um mal-estar na terça-feira (7) e foi internado no Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, no Rio de Janeiro, para uma bateria de exames.

O criador de “O Menino Maluquinho” estava na fila do embarque no aeroporto Santos Dumont, no Rio, para uma viagem à Petrolina, em Pernambuco, onde participaria de um evento, quando teve um mal-estar causado por uma taquicardia.

“Ele foi acompanhado no posto médico do aeroporto, mas o pessoal ficou com medo e pediu para ele ir ao hospital”, disse, ao UOL, o assessor de Ziraldo, Breno Lerner.

Ainda segundo Breno, Ziraldo passou por uma bateria de exames na própria terça e outra nesta quarta (8) pela manhã. “Ele esta bem e os exames estão todos em ordem. Ele deve receber alta ainda hoje”, disse.

Cateterismo
Há um ano, Ziraldo passou por um cateterismo de urgência e teve que colocar dois stents coronários, em Frankfurt, na Alemanha, onde participava de uma feira literária.

Em entrevista à Folha, por telefone, Ziraldo disse que o ocorrido não tinha sido “nada grave” e brincou que tudo não passou de um “truque para chamar a atenção para sua participação na feira”.

“Eu fui comprar um remédio no ambulatório da feira e o médico tirou minha pressão e disse: você não pode sair não, e adotou os procedimentos para todo cardíaco. Nada grave. É aquele negócio, velho com pressão alta é uma merda”, contou.

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