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Casal faz festa de casamento inspirada em “O Grande Gatsby” em NY

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Detalhes da festa de casamento inspirada no livro “O Grande Gatsby” em Nova York Imagem: Divulgação/Anna Ivanova Photography

Publicado no UOL

Se você gosta da temática de jazz, plumas e muito brilho com certeza amou a estética do filme “O Grande Gatsby”, obra de 2013 inspirada no livro homônimo de F. Scott Fitzgerald.

Heather e Max, um casal de Nova York muito fã do longa com Leonardo DiCaprio decidiu fazer sua festa de casamento totalmente inspirada na história.

O evento aconteceu em novembro dentro de um teatro restaurado de 1870 e foi todo registrado pela fotógrafa Anna Ivanova– da decoração às produções da noiva e de suas madrinhas.

“Todos os detalhes foram criados com cuidado para serem inspirados no glamour vintage da história. O local, o Dramatic Hall em Peekskill, Noa York, foi perfeito para sediar uma dramática sessão do Great Gatsby e realmente fez os convidados se sentirem estrelas de cinema”, disse Ivanova ao “PopSugar”.

Veja as fotos da festa:

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“Harry Potter” ajuda a salvar histórica Livraria Lello, em Portugal

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Local se tornou passagem obrigatória para os fãs da franquia

Publicado no Correio do Povo

À beira da falência, a histórica livraria Lello, do Porto – que teria inspirado J.K. Rowling a escrever “Harry Potter” – foi salva ao cobrar entrada dos turistas, entre eles os fãs do bruxo. Com aparelhos fotográficos nas mãos, dezenas de pessoas fazem fila para visitar a livraria localizada no centro histórico do Porto, que se tornou uma das principais atrações turísticas da cidade do norte de Portugal.

O local se tornou passagem obrigatória para os fãs de “Harry Potter”. A romancista britânica J.K. Rowling, que viveu no Porto no início dos anos 1990, inspirou-se no local para descrever o ambiente e decorações da saga. Como outras livrarias independentes do país, a Lello esteve prestes a fechar as portas quatro anos atrás, mas agora recebe perto de 4.000 visitantes diariamente na alta temporada.

Atualmente, livraria cobra 5 euros para o acesso e vende, em média, 1.200 livros por dia | Foto: Miguel Riopa / AFP / CP

Para evitar a falência, a direção da livraria teve a ideia de aumentar as atividades culturais e de cobrar uma entrada, que agora é de 5 euros. O preço do direito de entrada é como um “bônus dedutível quando você compra um livro”, explicou um dos assessores de imprensa da livraria.

Esse sistema instalado há quatro anos “facilitou a regulação do fluxo de turistas” e “transformou o visitante em leitor”, comemorou Aurora Pedro Pinto, presidente do conselho de administração. Este modelo é um sucesso, porque fez a livraria se recuperar e superar um milhão de visitantes em 2018, passando de nove funcionários em 2015 para 60 no começo de 2019, e vendendo em média 1.200 livros por dia, segundo números divulgados pela Lello.

Esta livraria neogótica, com sua fachada branca e sua famosa marca “Lello & Irmao”, é considerada um “templo da literatura”, com um estoque de mais de 60 mil livros, e viu os maiores escritores portugueses circularem por suas estantes. Suas paredes, portas, janelas e colunas esculpidas em madeira, sua imensa claraboia colorida no teto, suas prateleiras de vários metros de altura e, especialmente, sua escadaria em forma de oito coberta de laca vermelha, concederam a ela – que comemora seu aniversário de 113 anos -, a possibilidade de ser distinguida várias vezes como uma das mais belas do mundo.

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Stephen King salva seção literária de periódico local dos EUA

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Publicado no EM

Um jornal local queria acabar com a crítica literária para cortar custos, mas o escritor Stephen King conseguiu, com alguns poucos tuítes, salvar a seção ameaçada, um final feliz na luta pela sobrevivência vivida por muitos meios de comunicação americanos atingidos pela crise.

O caso começou na sexta-feira, quando Stephen King, mestre da literatura de terror e fantástica, anunciou que o Portland Press Herald, um dos principais jornais do Maine, onde mora, iria acabar com a sua seção dominical dedicada aos livros escritos por autores deste pequeno estado fronteiriço com o Canadá.

“Diga ao jornal que NÃO FAÇA ISSO”, tuitou o bem-sucedido escritor de 71 anos, que se tornou famoso com livros como “Carrie a Estranha” e “O iluminado”, levados, inclusive, ao cinema.

Muitos escritores locais “dependem destas críticas para sobreviver”, continuou.

Mais de 8.000 de seus fãs fizeram a mensagem se espalhar. A direção do jornal, que emprega 70 jornalistas, reagiu desafiando-o a ajudá-la a encontrar novos assinantes para compensar os “milhares de dólares” que a seção lhe custa, escrita em sua maioria por profissionais que trabalham por matéria.

“Se conseguir convencer mais de 100 dos seus fãs a assinar a edição digital, iremos reincorporar imediatamente as resenhas de livros”, tuitou o jornal, que tem menos de 10.000 assinantes digitais.

Nesta segunda-feira, o objetivo de 100 assinaturas – a um custo de 15 dólares por 12 semanas – se espalhou amplamente: “Obrigado a todos que assinaram o Press Herald”, escreveu Stephen King. “Salvaram o dia. Existem países onde as artes são consideradas vitais. Infelizmente, este não é um deles”, declarou.

Cliff Schechtman, editor do jornal, afirmou que o periódico havia coletado “quase 250 novos assinantes” graças a essa iniciativa.

“Quando alguém como Stephen King se envolve, com mais de cinco milhões de seguidores no Twitter, sabíamos que teria um impacto, e nos questionamos como poderíamos usar a sua influência para apoiar o jornalismo local”, disse à AFP por telefone.

“As pressões financeiras não se reduziram até agora, o setor vive mudanças consideráveis, mas, neste caso, teve um final feliz”, disse.

Embora todos os meios de comunicação tenham perdido renda com o crescimento das redes sociais e da disponibilidade de grande quantidade de informação gratuita na Internet, os jornais locais, com recursos limitados, se veem particularmente afetados e, muitas vezes, lutam para sobreviver.

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Livro reúne fotos das bibliotecas mais bonitas do mundo

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Página do livro “The world’s most beautiful libraries” Foto: Reprodução

Obra da editora Taschen traz um endereço brasileiro: o Real Gabinete Português de Leitura, no centro do Rio de Janeiro

Emiliano Urbim, em O Globo

Se não devemos julgar livros pela capa, que tal julgar bibliotecas por suas estantes? Foi o que fez o fotógrafo italiano Massimo Listri no livro “The world’s most beautiful libraries” — em tradução literal, “as bibliotecas mais bonitas do mundo”.

Real Gabinete Português de Leitura, Rio de Janeiro, Brasil Massimo Listri / Divulgação

O novo coffee table book de 550 páginas em edição trilíngue (inglês, alemão e francês) é da editora Taschen, especializada em títulos de arte e fotografia. A peregrinação de Listri incluiu desde bibliotecas medievais até endereços do século XIX, como você vê abaixo.

Biblioteca do Convento de Mafra, Mafra, Portugal Massimo Listri / Divulgação

Ainda sem previsão de lançamento por aqui, a obra inclui um endereço do Brasil — ou melhor, no Brasil. Trata-se de uma atração turística: o Real Gabinete Português de Leitura, inaugurado em 1837 no Centro do Rio e uma pérola do estilo neomanuelino, em voga em Portugal na época.

Biblioteca Statale Oratoriana dei Girolamini, Nápoles, Itália Divulgação

 

Stiftsbibliothek Sankt Gallen, em St. Gallen, Suíça Massimo Listri / Divulgação

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A incrível árvore que dá livros ao invés de frutos

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Publicado no Hypeness

Quando a árvore em frente à casa da artista Sharalee Armitage Howard precisou ser cortada, ela soube exatamente o que fazer: transformá-la em uma biblioteca. O espaço se tornou parte do movimento Little Free Library, uma iniciativa que já espalhou mais de 75 mil bibliotecas livres pelo mundo.

“Este projeto ainda não está pronto, mas não posso esperar para compartilhá-lo. Tivemos que remover uma grande árvore que tinha mais de 110 anos, então eu decidi transformá-la em uma Little Free Library, como sempre quis“, escreveu ela em uma publicação no Facebook.

Embora a copa da árvore tenha sido removida, seu tronco foi usado como estrutura para a biblioteca e ela ganhou até mesmo uma portinha, por onde os interessados podem entrar para escolher quais livros levar para casa. A ideia é que, além de pegar obras emprestadas, as pessoas também deixem novos títulos no local.

A árvore não é a única biblioteca construída de forma criativa. Em Nova York, uma empresa de design criou um espaço para o empréstimo de livros em que os interessados podem realmente entrar no mundo da literatura enquanto escolhem o que ler. No Brasil, o projeto conta com diversas bibliotecas compartilhadas no Rio Grande do Norte, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e no Rio Grande do Sul.

Veja mais detalhes da árvore que deixou de dar sombra para dar livros:

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