Apenas 11% dos jovens negros no Brasil fazem ensino superior, diz estudo da ONU

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Acesso dessa parte da população à universidade melhorou com relação à década de 1990

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Do R7

No Brasil, apenas 11% dos jovens negros que têm entre 18 e 24 fazem universidade. O acesso dessa parte da população ao ensino superior melhorou com relação ao ano de 1992, quando só 2,2% dos jovens negros e mestiços faziam faculdade.

Os dados têm como base o ano de 2012 e constam no novo “Relatório de Desenvolvimento Humano” divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento).

Considerando o histórico nacional, o estudo elogia a implantação de políticas afirmativas no País, destacando a criação da Lei nº 12.711, mais conhecida como lei de cotas do ensino superior.

Aprovada em agosto de 2012, a medida garante a reserva de 50% das matrículas por curso e turno nas 59 universidades federais e 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia do País a alunos oriundos integralmente do ensino médio público.

Dentro da cota de 50%, as vagas devem ser reservadas considerando o percentual de pretos, pardos e indígenas em cada estado, de acordo com o último censo demográfico do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No relatório, a ONU destaque que, a partir da implantação da lei, “o Brasil está tentando reduzir as desigualdades raciais” entre a sua população. Também é mencionado que a medida garantiu o aumento de vagas direcionadas a brasileiros carentes em universidades públicas. Segundo o levantamento, as vagas para essa parte da população passaram de 30.000 para 60.000 em universidades federais.

Em entrevista coletiva concedida em Brasília, os ministros Tereza Campello (Desenvolvimento Social e Combate à Fome); Arthur Chioro (Saúde) e Henrique Paim (Educação) comentaram os dados divulgados. Paim destacou que “houve um esforço nos últimos anos bastante grande para a implantação de políticas afirmativas”.

— O Enem possibilitou mudança de imaginário da população jovem sobre o acesso à educação. Esse processo de inclusão está reconhecido nesse relatório, disse o ministro.

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Campanha no Kickstarter arrecada fundos para tatuagens temporárias de clássicos da literatura

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Bruna Mesquita, no INFO Online

A marca Litographs arrecada fundos no Kickstarter para a sua mais nova criação: tatuagens temporárias de trechos clássicos da literatura. Obras como Alice no País das Maravilhas, Peter Pan, Os Miseráveis, Orgulho e Preconceito e Hamlet são os primeiros clássicos idealizados para marcar a pele provisoriamente.

Os que colaborarem com o projeto terão a oportunidade de fazer parte da primeira iniciativa da empresa norte-americana, que dividirá o livro Alice no País das Maravilhas em 2.500 frases únicas para tatuar. Após receberem a tatuagem temporária, os compradores deverão aplicá-la no local desejado, tirar uma foto e compartilhar no Litographs para criar uma galeria completa com os trechos do livro.

Além disso, as doações têm um valor pré-definido e possibilitam os apoiadores a escolher pacotes com diversas tatuagens. Por hora, o projeto já recebeu cerca de 34 mil dólares e 5 mil pacotes já foram encomendados.

A Litographs promete que as tatuagens projetadas serão realistas, tanto em termos de arte quanto de aparência, já que eles trabalham com um estúdio de Hollywood especializado em elaborar tatuagens temporárias.

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12 livros que capturam o que é ser introvertido

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Claire Fallon, no Brasil Post

Para sonhadores solitários que tendem a viver dentro de suas próprias cabeças, livros sempre foram companhias estimadas. Lendo, os introvertidos conseguem se deliciar na necessária pausa na socialização; melhor ainda, eles podem viver a vida dos personagens das páginas, aguçando seus poderes de observação em um fórum em que não terão de ser envolvidos.

Talvez seja por esse motivo que tantos escritores — que, quase por definição, passam tanto tempo com seus pensamentos — tenham capturado a essência da introversão tão vividamente. Os livros permitem que os introvertidos entrem nas mentes de extrovertidos gregários e charmosos natos, mas às vezes é reconfortante ver suas próprias tendências de lobo solitário refletidas na literatura.

Que tendências são essas? De acordo com Susan Cain, autora de O Poder dos Quietos, há discordância em relação aos detalhes, mas a introversão não é exatamente a mesma coisa que ser quieto ou tímido; na verdade, introvertidos são aqueles que tendem a:

* Preferir situações silenciosas;
* Preferir um grupo pequeno de amigos;
* Considerar as decisões com cuidado e a pensar antes de falar;
* Trabalhar lenta e deliberadamente; ter facilidade para se concentrar;
* Não gostar de bater papo, mas gostar de discussões profundas;
* Achar que a estimulação externa excessiva, como grandes grupos ou situações de risco, cansativas e opressivas;
* Se recarregar passando tempo sozinhos.

Se você é um introvertido nato ou um extrovertido hardcore (ou, como muitos de nós, está em algum lugar no meio do caminho), eis 12 livros brilhantes que você deveria ler. Eles capturam o que é ser introvertido.

1O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald
Apesar de a imagem icônica de Gatsby se concentrar em uma festa pulsante e cheia de brilho, Jay e o narrador, Nick, não são exatamente festeiros. Na realidade, Gatsby parece ser um livro sobre dois introvertidos perdidos num mundo construído para os extrovertidos. Nick, quieto e observador, tende a ficar em segundo plano em eventos sociais e raramente fala se não tiver um bom motivo. Apesar de se aproximar de Jay Gatsby, ele não demonstra muito interesse nos personagens mais marginais do livro (por isso eles são marginais na narrativa). Enquanto isso, Jay dá festas decadentes e se cerca de socialites, mas claramente acha os eventos cansativos e só quer saber de ficar sozinho com sua amada, Daisy. Na verdade, ele vem há anos trabalhando num plano de reconquistá-la, construindo castelos no ar sobre a vida que terão juntos. Gatsby captura lindamente o que é ser um item de decoração numa festa de arromba.

1Jane Eyre, de Charlotte Brontë
Jane pode ser passional e causticante quando se trata de seus direitos como pessoa, mas na maior parte das vezes ela é uma presença quieta e pouco intrusiva. Capaz de criar ligações profundas com os outros, ela não se importa com a companhia daqueles que não estão entre seus poucos amados. Uma conversa estimulante com sua amiga Helen ou com o senhor Rochester é mais que suficiente para enchê-la de alegria, e eventos sociais não a agradam. Jane gosta de passar tempo sozinha, tendo sonhos delirantes ou pintando; apesar de não ser uma artista talentosa, ela planeja seus quadros com cuidado e os executa minuciosamente. Muito de Jane Eyre se passa dentro da cabeça ativa e contemplativa de Jane, um efeito sublinhado pelo fato de que Brontë isola Jane fisicamente, retratando a personagem em situações no campo, onde ela raramente tem de interagir com os outros. E, apesar de Jane parecer sonhar com aventuras distantes, na verdade ela tem medo da possibilidade de viajar para a Índia como missionária, e os pântanos solitários da Inglaterra lhe são mais que suficientes enquanto ela estiver acompanhada de um espírito irmão como o senhor Rochester.

1Sherlock Holmes, de Sir Arthur Conan Doyle
O grande detetive usa cocaína e tabaco, busca o barato da adrenalina e fala com estranhos como parte do seu trabalho: não se podem negar suas características extrovertidas. Mas as introvertidas são indiscutivelmente mais intensas. Sua necessidade de descomprimir por dias ou semanas depois de um caso emocionante indica a necessidade de recarregar solitariamente; suas horas de estududo de violino ou de contemplação no sofá são testemunho de seu mundo interior altamente desenvolvido, sua atração pelo pensamento deliberado e seu desprezo pela necessidade de socialização. Holmes mostra profundo afeto (muito ocasionalmente) por sua companhia constante, e companheiro de casa o dr. Watson, mas ele não procura outras companhias – nem mesmo a de seu irmão. Qualquer introvertido sentiria afinidade com Holmes deitado no sofá por dias depois da conclusão de um caso, fumando e pensando em silêncio.

1Em Casa, de Marilynne Robinson
Em Casa é uma fábula que parece de vir de outro mundo, sobre uma família de mulheres atraídas pelo vagar. O livro não apenas passa pelo teste de Bechdel, mas também mapeia a discordância familiar entre duas introvertidas e uma extrovertida confusas e frustradas por seu deslocamento social. Visto pelos olhos da tímida e retraída Ruthie, o romance captura vividamente esse sentimento de deslocamento social. Aqueles fora do seu minúsculo círculo de amados são vistos como que através da água, distorcidos e mudos. Como sua tia solitária, ela se emociona com as belezas sutis da natureza e pode ficar sozinha ou quase sozinha por horas, feliz, observando seus arredores. Já a escola é uma tortura. Enquanto sua irmã gregária insiste em ser parte do mundo social da escola, tentando se adequar e conseguir a aprovação dos seus camaradas, Ruthie e sua tia ficam perplexas. Essa possibilidade não lhes parece desejável nem mesmo completamente real, e o tom isolado e pensativo do livro embala os leitores do começo ao fim.

1Uma História de Amor Real e Supertriste, de Gary Shteyngart
A distopia futurista de Uma História de Amor Real e Supertriste parece pensada para causar espasmos em pessoas extrovertidas. O clamor das mídias sociais atingiu níveis massacrantes, os livros são praticamente coisa do passado e a maior parte das informações são consumidas em textos confusos ou vídeos. Os äppäräti, que parecem smartphones, também transmitem e recebem dados sem parar sobre quem está em volta – o quão atraentes eles são em comparação com os outros, que crédito têm, como são suas personalidades – e essas notas colhidas por crowdfunding significam confrontações constantes com a percepção que os outros têm de você, além de uma pressão interminável para que você melhore suas notas. De certa maneira isso significa uma sociedade mais desconectada que nunca, mas essencialmente parece uma sociedade onde não existem mais as amizades quietas e profundas e os momentos de contemplação que tanto agradam aos introvertidos. Pelo contrário, não há nada que não seja barulho e ruptura. Até mesmo os extrovertidos talvez precisem de uma pausa da sobrecarga de informações e do bate-papo incessante na sombria Nova York do futuro imaginada por Shteyngart.

1Sonhos de Trem, de Denis Johnson
Na resenha do The New York Times dessa novela cativante, Anthony Doerr nota a qualidade “solitária” da descrição da vida de Robert Grainier, um lenhador órfão de Idaho que parece condenado à solidão. Mas, acima de tudo, Doerr enfatiza o tamanho do livro: “A novela tem 116 páginas, e você consegue virar todas elas em 90 minutos. [...] Histórias curtas e novelas dão ao autor a chance de atingir o leitor mais profundamente porque o leitor fica preso durante a experiência inteira.” Essa experiência de leitura completamente imersiva acentua o impacto da existência basicamente solitária do personagem principal, criando um mundo interior de tons gentis que indica um estilo de vida do introvertido hardcore… apesar de Grainier não apreciar passar tanto tempo sozinho, ele vai perdendo o contato com a realidade aos poucos, depois de anos de isolamento.

1Tudo Depende de Como Você Vê as Coisas, de Norton Juster
Verdadeiramente um mundo de pura imaginação, esse clássico infantil traz à vida as aventuras surpreendentes de Milo, um menininho que nunca sabe o que fazer consigo mesmo. Milo não é necessariamente introvertido (ou um personagem muito cativante), mas a jornada imaginária de que ele participa – nas quais as palavras são tão tangíveis como comida, e conceitos abstratos vêm à vida – exemplificam a alegria de um mundo interior rico. O livro mostra para as crianças que ficar sentado em silêncio com um livro ou aprendendo conceitos de matemática pode ser tão emocionante quanto travessuras com criaturas mitológicas, pelo menos para aqueles de nós que não precisamos do estímulo de uma aventura real. Pode parecer que estamos só sentados sozinhos, mas na verdade estamos na companhia dos nossos pensamentos excêntricos.

1Persuasão, de Jane Austen
Austen valorizava a heroína deliberada e pensativa, especialmente mais para o fim de sua carreira. Persuasão, o último livro que completou, é prova disso. O romance acompanha Anne Elliot, uma solteirona com 20 e muitos anos que vive à sombra de sua família. Ela perdeu o que parecia ser a última chance de viver sozinha quando, ainda jovem, se apaixonou pelo elegante marinheiro Frederick Wentworth, mas foi convencida a terminar o noivado por causa das más perspectivas financeiras dele. Com o passar dos anos, Anne é consumida pelo desgosto, e sua natureza silenciosa a torna uma pária da família e reduz suas chances de encontrar um novo amor. Mas quando um bem-sucedido Wentworth reaparece, não temos como não torcer para que ele veja a beleza e o valor da natureza pensativa e reservada de Anne. Melhor de tudo, Persuasão celebra todos os aspectos da introversão que fazem dos introvertidos pessoas impopulares.

1Poemas Escolhidos, de Emily Dickinson
A poeta reclusa definitiva, Dickinson passou a maior parte da vida adulta na casa da família, raramente tendo vida social e passando cada vez mais tempo em seu próprio quarto. Apesar de manter amizades próximas, elas se davam basicamente por correspondência. Confinada em casa inicialmente por obrigações domésticas, ela parecia inabalada pelo isolamento; sua irmã mais tarde diria que “Emily escolheu esse papel e, achando a vida nos livros tão adequada, continuou a vivê-la”. Não é surpresa que sua poesia lírica e expressiva capture o fervor silencioso do introvertido passional e pensativo. As declarações do poder da imaginação, a observação precisa dos detalhes e a aura de calma externa que permeiam seus poemas ilustram como os introvertidos podem ser estimulados mesmo pelas pequenas coisas.

1As Ondas, de Virginia Woolf
Um dos livros mais incomuns de Woolf, As Ondas parece mais um poema em prosa que um romance. A narração é feita por um coro de seis vozes – Bernard, Susan, Rhoda, Neville, Louis e Jinny –, enquanto eles passam da infância à vida adulta. Apesar da narração em coro e da amizade entre os personagens, As Ondas tem um senso pronunciado de desconexão e isolamento. Sua obra costuma enfatizar a riqueza do interior e a dificuldade (ou o medo) de compartilhar essa vida interior com os outros, e a forma lírica desse livro sublinha esse sentimento. Cada personagem dá voz a seus momentos mais íntimos de êxtase e horror, criando uma sensação de vulnerabilidade e muitas vezes de solidão, e o movimento fragmentado da história ecoa o fluxo dos pensamentos de uma pessoa. Woolf cria um mundo estranho e poético, concentrado quase inteiramente no mundo interior, em vez do externo.

1A Fantástica Vida Breve de Oscar Wao, de Junot Díaz
Díaz é direta na descrição desse protagonista nerd e gordinho: “Oscar”, escreve ela, “era um introvertido social que tremia de medo durante as aulas de educação física”. É o popular Junior que narra a história, nos dando a perspectiva incomum de um extrovertido observando minuciosamente a vida de um introvertido. Apesar de Oscar desejar ardorosamente a intimidade interpessoal – uma namorada, especificamente –, o resto da sociedade lhe dá medo. O conforto vem com a leitura de ficção científica, ou escrevendo páginas e mais páginas de elaboradas histórias fantásticas. Oscar Wao investiga o doloroso dilema do tímido introvertido: ele anseia por relacionamentos profundos, mas não tem a facilidade para a socialização casual que possa render um namoro (um problema ainda mais complicado por causa de sua aparência pouco atraente e seus interesses de nicho).

1No Caminho de Swann, de Marcel Proust
O narrador sensível e observador do clássico de Proust compartilha sua vida interior e suas lembranças conosco tão completamente que parecemos estar dentro de sua cabeça. Ele lembra com carinho os prazeres mais simples – até mesmo o sabor de uma madeleine com chá é tão poderoso para ele que pode dar origem a ondas de nostalgia – sugerindo que ele é afetado profundamente por tudo o que o cerca. Suas ligações são fervorosas, e ele não consegue nem mesmo pegar no sono sem um beijo de boa noite da mãe. Enquanto isso, a prosa se move deliberadamente, cuidadosamente, mostrando dedicação ao pensamento minucioso. Talvez mais importante, você tem de estar disposto a passar horas e horas sozinho com o livro se quiser terminá-lo – é bastante comprido.

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Um céu com mais de meio milhão de estrelas

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A culpa é das estrelas ultrapassa 500 mil cópias na lista dos mais vendidos

Publicado por PublishNews

Parece a lista da semana passada, mas não é! Foram tão poucas mudanças, que em ficçãoautoajuda e negócios, os quatro primeiros livros são os mesmos, e apenas em ficção a ordem é diferente da semana passada. Só em não ficção uma novidade entre os quatro primeiros: Harry Potter – a magia do cinema (Panini) saiu da quinta para a segunda posição. Vale destacar o livro Não se apega, não (Intrínseca) que alcançou o quarto lugar na lista geral com 6.214 exemplares vendidos. Até os números de vendas do bestseller A culpa é das estrelas (Intrínseca) são parecidos. Na semana passada vendeu 18.967 e nessa semana 18.438. Já na lista anual o livro alcançou a marca de 500.066 exemplares, superando as vendas totais do segundo lugar de 2013 e só ficando atrás do campeão, Nada a perder 2 (Planeta), que vendeu 849.600. Por sinal, já vendeu o dobro do segundo colocado na lista anual atual, Destrua esse diário (Intrínseca). No ranking semanal das editoras, Sextante voltou ao primeiro lugar com 14 títulos, Intrínseca com 12 e Record com 11. Na lista anual, Record e Sextante seguem empatadas com 42 títulos, Intrínseca com 30 e Companhia das Letras na cola com 24.

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E se “Seinfeld” e “Game of Thrones” tivessem seus próprios emojis?

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O primeiro já é uma realidade, enquanto o segundo ainda é apenas uma ideia

Amanda de Almeida, no B9

Há anos eu tenho sonhado com emojis dos Beatles. Imagine só, todas aquelas figuras incríveis das músicas, disponíveis para você usar em uma conversa, eliminando muitas palavras? Mas, por enquanto, é só um sonho. Mais próximos da realidade, entretanto, estão os emojis das séries Seinfeld e Game of Thrones – o primeiro muito mais que o segundo, é verdade. Mas, já pensou, substituir todo o blá-blá-blá – ou melhor dizendo, yada-yada, pela carinha de George Constanza?

Não precisa mais imaginar. O aplicativo Emoji – Seinfeld Edition já está disponível gratuitamente na App Store, para quem quiser baixar. O teclado com os personagens e alusões à série funciona para o envio de mensagens, emails, no Twitter, Instagram e Facebook.

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Já os emojis de Game of Thrones podem ser vistos, por enquanto, no site Elite Daily, que inspirado pela coleção de Seinfeld, apresentou uma seleção capaz de deixar os fãs da série enlouquecidos.

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Agora só resta saber quando o inverno realmente vai chegar, quero dizer, estes emojis.

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