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Emma Watson distribui o livro ‘The Handmaid’s Tale’ por Paris

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Emma Watson (Pascal Le Segretain/Getty Images)

Emma Watson (Pascal Le Segretain/Getty Images)

A atriz contou no Twitter que está escondendo exemplares de “O Conto da Aia” na capital francesa

Priscila Doneda, no M de Mulher

Emma Watson já tinha espalhado livros no metrô de Londres e em várias outras cidades no Dia Internacional da Mulher. Agora, a atriz está distribuindo exemplares de The Handmaid’s Tale (ou O Conto da Aia) pelas ruas de Paris.

Feminista declarada, Emma é Embaixadora da Boa Vontade da ONU para Mulheres e participa de um clube do livro que conta com meninas e mulheres de todo o globo. Nele, um título empoderador é escolhido e discutido pelas integrantes todos os meses.

Desta vez, Watson revelou no Twitter que está escondendo cópias de The Handmaid’s Tale por Paris, à convite da editora The Book Fairies.

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E é claro que quem achou esses exemplares está enlouquecendo, né?

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Escrito por Margaret Atwood em 1985, The Handmaid’s Tale fala sobre uma distopia perturbadora. Narrado em primeira pessoa, o livro traz a história de uma sociedade democrática que passa a viver um regime político em que as mulheres perdem todos os seus direitos e liberdades.

A obra foi adaptada para a TV por Bruce Miller e lançada no serviço de streaming Hulu, em abril de 2017. A série conta com dez episódios e Elisabeth Moss como a personagem principal, Offred. Apesar do sucesso crítica e público, ainda não há previsão para que seja transmitida no Brasil.

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John Green anuncia seu primeiro livro desde 2012

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Cesar Gaglioni, no Jovem Nerd

John Green finalmente anunciou seu primeiro livro desde A Culpa é das Estrelas, lançado em 2012. O volume é intitulado Turtles All The Way Down e chega às lojas dos EUA em 10 de outubro. Uma data para a publicação no Brasil ainda não foi definida.

Turtles All The Way Down vai mostrar a história de Aza Holmes, uma jovem que tem de lidar com transtornos mentais ao mesmo tempo que investiga o desaparecimento de um bilionário.

Os livros anteriores de Green, Quem é Você, Alasca?; O Teorema Katherine; Cidades de Papel e A Culpa é das Estrelas podem ser encontrados nas livrarias brasileiras — Cidades de Papel e A Culpa é das Estrelas já foram adaptados para o cinema.

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A fantástica fábrica de bibliotecas

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O Instituto Ecofuturo já criou 107 bibliotecas comunitárias por todo o país e acaba de anunciar a construção de outras seis

Danilo Venticinque, no Estadão

Há alguns meses mencionei aqui no blog o Instituto Ecofuturo, vencedor do prêmio Pró-Livro em 2016. De lá para cá, o instituto anunciou a criação de mais seis bibliotecas comunitárias—duas no Rio Grande do Sul e quatro no Maranhão. É uma boa oportunidade para escrever um pouco mais sobre um dos mais bem-sucedidos projetos de incentivo à leitura no Brasil.

Criado há 18 anos pela Suzano Papel e Celulose, o instituto tem uma série de projetos relacionados a sustentabilidade e promoção da leitura. Entre eles está a criação de 107 bibliotecas comunitárias por todo o país.

“Qualquer investimento em incentivo à leitura é válido. Mas para evitar que os projetos apenas enxuguem o gelo e não resolvam o problema, deve-se ir além das ações óbvias como doar e distribuir livros e olhar para o cerne do problema”, afirma Marcela Porto, superintendente do instituto. “O problema da leitura no país não é a falta de livros”

O cerne do problema, segundo pesquisas encomendadas pelo instituto, é o acesso a espaços de leitura. “O governo federal tem um bom programa de distribuição de livros e esses livros chegam às escolas. São livros de qualidade, escolhidos por um colegiado competente. O problema é que esses livros não ficam acessíveis para a população em geral, e muitas vezes nem mesmo para a própria comunidade escolar”, diz Marcela.

A explicação está nos critérios usados para avaliar escolas. “Como esses livros são patrimônio público, e as escolas são avaliadas no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) pelo bom uso do patrimônio público, escolas que não têm bibliotecas ou espaços de leitura preferem deixar os livros guardados numa sala fechada para evitar que eles sejam roubados ou danificados”, afirma. “Muitas vezes chegamos a escolas e os livros estão lá, mas não estão acessíveis para o estudante”.

As bibliotecas comunitárias do Instituto Ecofuturo foram pensadas para suprir essa necessidade. Todas cumprem requisitos básicos como uma metragem mínima de 50 metros quadrados, acessibilidade, luz natural e um mobiliário adequado para crianças e adultos, já que as bibliotecas atendem tanto às escolas quanto às comunidades ao seu redor.

Cada uma das bibliotecas é abastecida por um acervo de livros selecionados pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, além de títulos escolhidos pela própria comunidade. O instituto também oferece cursos de auxiliar de biblioteca, promoção da leitura e educação socioambiental para cerca de 40 pessoas em cada uma das comunidades. “Os cursos garantem que o investimento inicial vai se perpetuar por um bom tempo”, diz Marcela.

Para ampliar o impacto das ações, o instituto faz diversas parcerias com outras empresas, além da Suzano Papel e Celulose. As duas novas bibliotecas no Rio Grande do Sul, por exemplo, serão financiadas pela RGE, uma empresa do grupo CPFL Energia, com um investimento de R$ 700 mil. Projetos anteriores já foram financiados por empresas como a Avon, Fundação CSN, Philips e Telefônica. Também há parcerias com as prefeituras dos municípios em que são instaladas as bibliotecas para a contratação de pessoas responsáveis pela manutenção da biblioteca e a promoção da leitura.

O resultado de tudo isso são bibliotecas vivas, cada uma delas realizando em média cerca de 500 atendimentos por mês. Numa conta rápida, são mais de 50 mil atendimentos por mês em todo o país. Com a construção das novas bibliotecas, o número deve continuar aumentando.

Doar e distribuir livros é um belo gesto, mas ações pontuais não são suficientes para resolver o problema da falta de leitores no Brasil. O sucesso das bibliotecas comunitárias do Ecofuturo é um exemplo de como empresas comprometidas com o incentivo à leitura podem causar um grande impacto no longo prazo. Se mais empresas seguirem o exemplo, estaremos mais perto de construir um país de leitores.

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Harry Potter ganhará edição com rascunhos e manuscritos inéditos

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Lançamento faz parte da exposição em comemoração aos 20 anos de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”

Publicado no Notícias ao Minuto

Um livro com rascunhos e manuscritos inéditos da escritora J. K. Rowling, autora da saga Harry Potter,deve ser lançado em outubro deste ano.

No Reino Unido, a obra deve ter duas versões: em capa dura e com 256 páginas, com o título de ‘Harry Potter – A History of Magic’, e em capa comum e com 144 páginas como ‘Harry Potter – A Journey Through A History of Magic’.

De acordo com informações do jornal Zero Hora, não há previsão de lançamento no Brasil. A pré-venda do livro já está disponível pelo site da editora Bloomsbury, que edita os livros da séria na Inglaterra, com preço de 12,99 libras na versão brochura e 30 libras na versão em capa dura.

Os lançamentos fazem parte da programação da exposição ‘Harry Potter: A History of Magic’, promovida na British Library para comemorar os 20 anos da publicação de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’, o primeiro livro da saga.

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11 curiosidades sobre Machado de Assis

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(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

Giuliana Viggiano, na Galileu

Machado de Assis (1839-1908) entrou para a história da língua portuguesa— e também para a história pessoal de muitos de seus leitores —, mas fez muito mais que isso. Na lista abaixo, a GALILEU conta histórias menos conhecidas e nada banais da sua vida pessoal e profissional.

1. O avô de Machado de Assis foi escravo em uma chácara no morro do Livramento, no Rio de Janeiro, onde o escritor nasceu e foi batizado pela dona da casa, Maria José de Mendonça Barroso. Aliás, foi lá que ele aprendeu a ler.

2. Machado foi responsável por uma das primeiras traduções do conto O Corvo, de Edgar Allan Poe. O autor brasileiro falava francês — alguns acreditam que ele aprendeu a língua com um padeiro — e também traduziu Os Trabalhadores do Mar, de Victor Hugo.

3. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras e ocupou a cadeira 23 — na época, a primeira cadeira foi designada a José de Alencar. Machado foi o primeiro presidente da instituição.

4. Foi apelidado pelos vizinhos de “Bruxo do Cosme Velho”, pois teria queimado cartas em um caldeirão em sua casa que ficava na Rua Cosme Velho. O apelido, entretanto, só pegou quando o poeta Carlos Drummond de Andrade fez o poema A um bruxo, com amor, que reverencia o escritor.

5. Em seu livro Anjo Rafael, Machado de Assis previu a existência da doença folie à deux antes de ela ser descrita. Isso porque na obra é contada a história de uma filha que é “contagiada” pela loucura do pai, enlouquecendo também. Anos depois da publicação, o mal foi descoberto por pesquisadores. Como se não bastasse, o brasileiro também descobriu a cura para a doença: afastar a pessoa saudável de quem tem o problema mental.

6. O autor era enxadrista e participou do primeiro campeonato brasileiro do esporte mental, ficando em terceiro lugar. As peças que utilizou estão expostas até hoje na Academia Brasileira de Letras.

7. Ele foi casado por 35 anos com Carolina Machado, que era quatro anos mais velha, mas não tiveram filhos. Alguns especialistas dizem que Carolina era muito inteligente e ajudava na revisão dos textos. Com a morte da mulher, Machado entrou em profunda depressão e escreveu para o amigo Joaquim Nabuco: “Foi-se a melhor parte da minha vida, e aqui estou só no mundo”.

8. No prefácio da segunda edição de sua obra Poesias Completas, publicada em 1902, a palavra “cegara” foi substituída, na expressão “lhe cegara o juízo”, por um inusitado “cagara”. Calma, a história é ainda pior. Entenda aqui por que a gafe foi ainda maior. Diz a lenda que o próprio Machado teria participado de um mutirão para corrigir os exemplares antes de chegarem ao público. O que se sabe é que alguns escaparam e saíram com o erro.

9. Machado escreveu nove textos teatrais e foi crítico desta forma de arte desde os 21 anos. Também trabalhou como jornalista e, no início da juventude, vendeu doces feitos pela madrasta e engraxou sapatos. Alguns especialistas acreditam que ele chegou a ser coroinha em uma igreja, mas não há confirmações.

10. Em 1888, foi condecorado pelo então imperador Dom Pedro 2º com a Ordem da Rosa e, meses depois, foi indicado para fazer parte da Secretaria da Agricultura. Anos depois, chegou a ocupar o cargo de diretor-geral da viação da Secretaria da Indústria, Viação e Obras Públicas.

11. Era epilético e apresentava sinais de gagueira, o que contribuiu para formação de sua personalidade insegura e reclusa. Além disso, Machado de Assis, por ser mulato, enfrentou muito preconceito para conseguir reconhecimento.

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