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Lisbeth encara seu passado no novo trailer de A Garota na Teia de Aranha

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Renan Lelis, na Poltrona Nerd

A Sony Pictures divulgou o novo trailer de A Garota na Teia de Aranha, adaptação inspirada da série de livros Millennium. O vídeo foca na hacker Lisbeth enfrentando seu passado conturbado.

Inspirado no livro de David Lagercrantz a partir da saga de Stieg Larsson, A Garota na Teia de Aranha mostra a hacker Lisbeth Salander e o jornalista Mikael Blomkvist precisando juntar forças para enfrentar uma nova e terrível ameaça. É tarde da noite, e Blomkvist recebe o telefonema de uma fonte confiável, dizendo que tem informações vitais aos Estados Unidos. A fonte está em contato com uma jovem e brilhante hacker — parecida com alguém que ele conhece. Blomkvist, que precisa de um furo para a revista Millennium, pede ajuda a Lisbeth. Ela, porém, tem objetivos próprios.

Claire Foy (The Crown) estrela o filme no papel de Lisbeth Salander. No elenco também estão Sverrir Gudnason como Mikael Blomkvist, Lakeith Stanfield como Ed Needham e Stephen Merchant como Frans Balder.

A Garota Na Teia de Aranha estreia em 08 de novembro de 2018 no Brasil. Fede Alvarez (O Homem nas Trevas) dirige e escreve o roteiro em parceria com Steven Knight (Aliados) e Jay Basu (Metal Gear Solid).

Scott Rudin, Søren Stærmose, Ole Søndberg, Amy Pascal, Elizabeth Cantillon, Eli Bush e Berna Levin serão os produtores, com produção executiva de Anni Faurbye Fernandez, Line Winther Skyum Funch, Johannes Jensen e David Fincher.

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“Stranger Things” ganha livro sobre bastidores da série

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Cena da série: lançamento do livro está previsto para 30 de outubro (Netflix/Divulgação)

 

A Netflix se uniu à editora de livros Penguin Random House para produzir o livro

Publicado na Exame [via Estadão]

A Netflix se uniu à editora de livros Penguin Random House para produzir o livro Stranger Things: Worlds Turned Upside Down (Stranger Things: mundos virados de ponta cabeça, em português).

Com lançamento previsto para 30 de outubro, o livro trará detalhes exclusivos dos bastidores da série, rascunhos de roteiro, entrevistas com membros do elenco e até uma prévia do que deve acontecer na terceira temporada da série, marcada para meados de 2019.

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Bar do interior de SP aposta em livros e minibiblioteca para driblar Wi-Fi e ‘hiperconexão’ de clientes

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André transformou o bar da família em um ponto de encontro para leitura em Araçoiaba da Serra (SP) — Foto: André Gimenez/Arquivo Pessoal

Dono trabalha no local desde os anos 70 e aposta em novidade para trazer novas experiências aos clientes. Segundo pesquisa do IBGE, eletrônico é usado por 94,6% dos internautas.

Matheus Fazolin, no G1

Um homem apaixonado por livros herda o bar do pai, o transforma em um ponto de encontro para um clube de leitura e incentiva clientes a conhecerem clássicos da literatura em vez de ficarem conectados em redes sociais e Wi-Fi. Isso tudo parece uma narrativa contada em um livro de ficcção, não é? Mas, desta vez, a história é real e o cenário é a pequena cidade de Araçoiaba da Serra (SP).

Hoje André Gimenez Filho tem 60 anos, mas desde 1971 trabalha no mesmo lugar, um bar no Centro da cidade.

O pai dele, “um espanholzão tradicional”, como o próprio André descreveu, abriu o empreendimento e, desde então, o filho começou a querer mudar algumas coisas para evitar a “hiperconectividade” dos clientes.

Segundo ele, a “hiperconexão” está diretamente ligada às pessoas que ficam muito tempo entretidas em celulares e outros eletroeletrônicos. “Este é um conceito novo em que todos estão interligados pelas conexões virtuais, mas, ao mesmo tempo, cria uma relação superficial quando o assunto é olho no olho”, diz.

Bar de Araçoiaba da Serra (SP) conta com uma minibiblioteca para clientes — Foto: André Gimenez/Arquivo Pessoa

A história do bar começou a mudar quando o tal espanhol morreu, há quatro anos. O filho passou a tomar conta do bar e o transformar no que ele sempre quis. Em entrevista ao G1, André disse que o bar é inspirado em pubs ingleses e tem forte presença da banda The Beatles.

A jornalista Neusa Gatto, de 50 anos, que por conta da profissão precisa ler muito, diz que a iniciativa é fundamental e deveria ser exemplo para outros estabelecimentos nos quais muitas pessoas estão concentradas.

“É muito difícil encontrar um bar onde as pessoas não estejam a todo tempo no celular. Eu achei a ideia fantástica, já até doei livros. O bar não fica devendo nada para alguns de São Paulo”, afirma.

Clientes aproveitam para ler livros enquanto esperam pedidos — Foto: André Gimenez/Arquivo Pessoal

André, que chegou a ser bancário, disse que a ideia nasceu inspirada em uma mulher que distribuía livros na cidade.

De acordo com André, além de cada mesa ter livros e marcadores de páginas, uma minibiblioteca está sendo montada no estabelecimento.

“Os livros são doados e quem quiser contribuir pode. Alguns se apaixonam tanto pelos livros que acabam levando embora e não trazendo mais”, diz aos risos.

Banda The Beatles está presente na decoração do bar — Foto: André Gimenez/Arquivo Pessoal

‘Qual é a senha do Wi-Fi?’

Atualmente não há livros ou bibliotecas que evitem a famosa pergunta “qual é a senha do Wi-Fi?”, nem mesmo a iniciativa de André.

Segundo levantamento do IBGE, o celular continua a ser o principal aparelho para acessar a internet no Brasil. Em 2016, o eletrônico era usado por 94,6% dos internautas. Ainda de acordo com a pesquisa, 77,1% dos brasileiros possuíam algum celular.

Decoração do bar mudou muito desde os anos 70, quando era propriedade do pai de André — Foto: André Gimenez/Arquivo Pessoal

Ele afirma que não retirou a rede wireless, porque, mesmo que exista bastante adesão dos clientes, muitas pessoas vão até o lugar para trabalhar.

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It – A Coisa: Segunda parte do filme trará o ritual mais bizarro do livro

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Um desafio visual para o diretor Andy Muschietti.

Renato Furtado, no Adoro Cinema

Os responsáveis pela adaptação audiovisual de It – A Coisa não estão dispostos a abrir mão da fidelidade – mesmo que, para isso, precisem encarar uma das cenas mais bizarras, estranhas e abstratas do livro de Stephen King: o Ritual de Chüd. Em entrevista ao CinemaBlend, o roteirista Gary Dauberman (A Freira) revelou que a peculiar sequência fará parte da continuação de It – A Coisa, novamente dirigida por Andy Muschietti:

“O Ritual de Chüd é desafiador, mas é um componente tão importante do livro que nós precisamos abordá-lo. É uma cena difícil, mas como todos trabalhamos juntos anteriormente, nosso trabalho funciona mais como um diálogo […] É um processo orgânico; nós simplesmente temos que arriscar para encontrar o jeito mais focado e acessível para retratar um dos aspectos mais metafísicos do livro”, contou o escritor, explicando sua relação de trabalho com o cineasta de It – A Coisa: Capítulo 2.

Conhecido como o único meio que possibilita a vitória sobre o Palhaço Dançante (Bill Skarsgård), o Ritual de Chüd é um elemento recorrente nas obras de King e foi criado pelo autor com base em ritos tibetanos e nativo-americanos. Também presente na saga “A Torre Negra” (ed. Suma de Letras), o supracitado Ritual é apresentado ao Clube dos Perdedores por Maturin, a milenar e mística tartaruga gigante que se opõe a It na constituição do universo. No livro, a sequência é descrita como uma “batalha física de vontades” e envolve línguas que se entrelaçam e se mordem e uma sequência de piadas intermináveis. Complexo, hein? Capaz de nem o próprio King ter entendido o que ele escreveu…

De qualquer forma, Dauberman está confiante de que a esquisita cena será traduzida para as telonas com habilidade porque Muschietti já teria encontrado uma “brilhante” forma visual de retratá-la. E a julgar pelo ótimo It – A Coisa, só resta mesmo acreditar que o roteirista e o cineasta sabem bem o que estão fazendo em relação à obra de King. Coestrelado por Jessica Chastain, James McAvoy e Bill Hader, It – A Coisa: Capítulo 2 estreia no dia 5 de setembro, prometendo ser ainda mais assustador e triste que o primeiro filme.

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Bar tem drinks inspirados em livros que levam até algodão doce

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Drink Lolita leva tequila, Cointreau, xarope de açúcar, suco de limão, manjericão, xarope de canela e algodão doce. Fotos: Divulgação

Officina Restô Bar oferece uma lista de drinks que saíram das páginas de livros como Lolita, Dom Quixote e Anna Kariênina

Laura Beal Bordin, na Gazeta do Povo

A imaginação de quem lê pode levar para lugares que ninguém consegue explicar. Mas, já pensou em ver drinks que são “a cara” de diversas personagens da literatura internacional? O Officina Restô Bar tem uma lista de drinks que são inspirados em musas da literatura e levam os ingredientes mais diferentes – até mesmo algodão doce.

O bartender Zé Swaiger, o responsável pela criação dos coquetéis, conta que sempre foi ligado à arte e a literatura – muito antes de trabalhar como bartender – e resolveu unir as duas paixões na arte de fazer drinks. “Tento fazer isso dentro do bar, que sempre foi uma forma de reunir minha paixão pela literatura com o que eu faço agora”, explica.

A carta conta com pelo menos cinco personagens imortalizadas nas páginas dos livros que viraram drink – Lolita, de Vladimir Nabokov; Julieta, a romântica personagem de Shakespeare; Dulcineia, a musa inspiradora de Dom Quixote; Anita, inspirado na personagem real Anita Garibaldi; retratada no romance a Casa das Sete Mulheres e Anna Karenina, de Leon Tolstói.

Veja o que leva cada um dos drinks:



Para mergulhar o algodão doce – Lolita

De acordo com Swaiger, a adolescência da personagem Lolita inspirou esse drink, que leva um pedaço de algodão doce para mergulhar no coquetel. Ele leva tequila José Cuervo Silver, Cointreau, xarope de açúcar, suco de limão, manjericão, xarope de canela e algodão doce.

A romântica – Julieta

Apesar de ser uma tragédia, a personagem de Romeu e Julieta é considerada uma das mais românticas das homenageadas. Por isso, o drink vai em uma taça especial e leva até uma pétala de rosa. O coquetel leva gin Tanqueray, suco de limão, xarope de açúcar, espumante brut e caramelo de frutas vermelhas, produzido na própria casa.

A misteriosa – Dulcineia

O mistério da musa de Dom Quixote inspira esse drink, que leva até fumaça. “O espírito do homem sem lar que tem sempre um amor ideal dentro dele – e é por isso que o coquetel vem defumado envolto em fumaça, para criar uma áurea de místico”, disse Swaiger. O drink leva Whiskey Bulleit, licor Chambord, campari, purê de goiaba e xarope de açúcar.

O sabor da erva-mate – Anita

Inspirado em Anita Garibaldi, o drink é até servido em uma tradicional cuia de chimarrão e leva erva-mate, bebida tradicional do Rio Grande do Sul. “Eu queria valorizar a nossa história e a proximidade que nós temos com a personagem”, disse o bartender. O coquetel leva gin Amázzoni, suco de abacaxi com pepino e erva mate, xarope de açúcar.

Sabor soviético – Anna Kariênina

Uma das personagens mais emblemáticas da literatura mundial, Anna Kariênina, de Leon Tolstói, é homenageada neste drink, que tem uma representação feminina. O coquetel leva vodka, frutas vermelhas, abacaxi e licor de amêndoas – lembra muito o sabor tutti-frutti.

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