PRAÇAS DA CIDADE

HQs de 007 vão ganhar um especial dedicado a Moneypenny

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Jody Houser será a primeira mulher a escrever uma HQ relacionada a James Bond

Publicado no Omelete

Além de publicar uma HQ regular do agente 007, a editora Dynamite Entertainment vai criar um especial, em agosto, dedicado a Moneypenny, a assistente do MI-6 que é uma das personagens mais longevas da série de filmes e livros de James Bond. Veja a capa por Tula Lotay:

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ody Houser escreve o especial em edição única; ela será a primeira mulher a escrever uma HQ relacionada ao espião. Na trama, Moneypenny sai para uma missão de rotina mas descobre um plano de assassinato que se assemelha a um ataque terrorista que ela testemunhou na sua infância.

James Bond: Moneypenny sai em 30 de agosto lá fora.

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Brasil afasta melhores alunos da docência, dizem especialistas

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Segunda mesa do 2º Fórum Inovação Educativa, que aconteceu em São Paulo nesta quinta (25)

Segunda mesa do 2º Fórum Inovação Educativa, que aconteceu em São Paulo nesta quinta (25)

 

Luisa Leite, na Folha de S.Paulo

O Brasil não atrai seus melhores alunos para a carreira docente. A falta de valorização social, salários baixos, desrespeito dos próprios alunos e condições ruins de trabalho acabam afastando aqueles que cogitam escolher ser professor.

É a conclusão de especialistas que participaram da última mesa do 2º Fórum de Inovação Educativa, promovido pela Folha em parceria com a Fundação Telefônica Vivo e com apoio do movimento Todos Pela Educação, nas manhãs de quarta (24) e quinta-feira (25).

“Não queremos ficar ricos. O problema é o professor precisar vender perfume no intervalo, fazer pão e bolo para vender”, disse Juçara Vieira, ex-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação. “Temos que conseguir nos dedicar exclusivamente à profissão, podendo viver com dignidade e conforto”.

Para Priscila Cruz, fundadora e presidente do movimento Todos Pela Educação, a sociedade precisa superar a ideia de que professores se equiparam a sacerdotes que devem trabalhar por amor. “Professor não é padre. Temos que tratá-los como profissionais, com progressão de carreira”.

“Dá pra dizer sem medo de errar que o professor é o principal profissional do país, mas não agimos como se fosse. Todo mundo sabe que ele não é valorizado”, disse.

Para José Carlos Rothen, pesquisador da UFSCar, um dos grandes problemas que afetam a qualidade da educação é que os poucos jovens que escolhem a carreira de magistério acabam evitando lecionar na educação básica por conta dos baixos salários, das condições de trabalho e da falta de progressão.

“A carreira só é digna se você puder fazer parte de uma minoria que dá aula em escola de grife ou universidade. Então a educação só é boa para uma minoria também.”

Para o pesquisador, o modelo de descentralização de gestão, que coloca Estados e municípios como responsáveis pela educação, precisa ser repensado.

“Um município com 20 mil pessoas não possui infraestrutura para trabalhar a formação de professores. Embora a escola seja responsável, ela não pode ser culpada por um sistema falho”, disse.

Luciana Caparro, professora da escola municipal Desembargador Amorim Lima, conhecida pelo seu modelo de qualidade de ensino, disse que no momento em que se formou, o professor trabalhava com “muito pouco, quase nada”.

“Era impensável desenvolver algum projeto ou trabalho diferente com os estudantes”, continuou. Para ela, o professor precisa encarar as limitações de carreira como um desafio para remontar a realidade de ensino.

Caparro acredita, porém, que esse modelo só pode ser reproduzido em larga escala com um alto investimento para reverter essas limitações.

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Flip 2017: escritora sul-africana Deborah Levy é mais uma confirmada

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A escritora sul-africana Deborah Levy, uma das convidadas da Flip 2017 - Sheila Burnett / Divulgação

A escritora sul-africana Deborah Levy, uma das convidadas da Flip 2017 – Sheila Burnett / Divulgação

 

Em ‘Coisas que não quero saber’, autora responde a Orwell e dialoga com Virginia Woolf

Publicado em O Globo

RIO – Deborah Levy, escritora sul-africana radicada na Inglaterra, será mais uma das convidadas da 15ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que acontece entre os dias 26 e 30 de julho. O anúncio foi feito pela organização do evento na manhã desta quinta-feira.

Autora de romances, peças e poemas, Deborah já foi finalista do Man Booker Prize duas vezes e é apontada por Liz Calder, editora e uma das fundadoras da Flip, como “uma das vozes mais originais, astutas e surpreendentes que temos hoje”.

Na Flip, a autora lançará “Coisas que não quero saber” (Autêntica), ensaio memorialístico que responde aos ensaios “Por que escrevo”, de George Orwell, e mantém um diálogo com “Um teto todo seu”, de Virginia Woolf. Na obra, Deborah reflete sobre as razões que a levaram a escrever e fala de lugares que viveu, como a África do Sul em pleno apartheid e o subúrbio londrino de Finchley.

No Brasil, ela já publicou o romance “Nadando de volta para casa” pela editora Rocco, em 2014, com o qual foi finalista do Man Booker Prize pela primeira vez. A casa vai lançar, agora, “Hot milk”, obra com a qual foi finalista do mesmo prêmio pela segunda vez. Nos livros, Deborah explora questões sobre identidade, exílio e deslocamento.

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Dia do Orgulho Nerd | O Dia da Toalha

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Jhony Nicola, no Trecobox

Saiba mais sobre a origem de uma das datas mais importantes do universo geek e nerd

Dia 25 de maio é comemorado o Dia do Orgulho Nerd, também conhecido como Dia da Toalha. O nome é referência direta a série de livros Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams.

Douglas Adams, autor do Guia do Mochileiro das Galáxias.

Douglas Adams, autor do Guia do Mochileiro das Galáxias.

 

Trata-se de uma obra completa em cinco livros, sendo o quinto título escrito por Eoin Colfer, autorizado pelos hedeiros de Adams após sua morte em 2001.

Trilogia dos cinco livros. De Douglas Adams.

Trilogia dos cinco livros. De Douglas Adams.

 

Porque a toalha?

A toalha, tornou-se símbolo icônico da saga de Arthur Dent e seu companheiro extraterrestre Ford Prefect. Segundo o Guia do Mochileiro que Ford apresenta na obra ela é:

Um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você -estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.
Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc, etc. Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito. – Guia do Mochileiro das Galáxias, Capítulo 3.

Assim, com a morte de Douglas Adams, fãs do autor, que não eram poucos, o homenagearam utilizando um símbolo icônico de sua obra, sendo a toalha a principal eleita.

E porque o livro?

Os livros contam com um enredo repleto de aventuras fictícias que são hit entre o público nerd e geek: Temas como leis da física, viagens interplanetárias, conhecimento aplicado sobre história e geografia da galáxia, descrição exímia de espécies e objetos criados pelo autor, faz com que a obra seja considerada uma “bíblia” que reforça como é o universo dessa tribo, retratando com muito humor coisas das quais mais gostamos.

E o que Star Wars tem a ver com isso?

Pois é caros. Coincidentemente, dia 25 de maio também é conhecido como dia do Orgulho Nerd, onde outro hit cativo entre nós ganhou destaque. Trata-se de Star Wars, que teve a premiére de seu primeiro filme ( Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança) nessa data, mais precisamente no ano de 1977. Atualmente o dia também ganha o nome de Dia do Orgulho Geek, que é uma ramificação da tribo do mesmo gênero mas com algumas características diferentes.

Cartaz promocional de Star Wars: Uma Nova Esperança.

Cartaz promocional de Star Wars: Uma Nova Esperança.

Contudo, o dia 25 de maio é um dia para se comemorar. A feliz mistura destas comemorações tornam legítimo e nosso um único feriado onde se celebra o orgulho de ser quem somos.

Seja você um gamer, um otaku, um viciado em HQs, um leitor voraz de Tolkien, um aficionado por séries ou um pouco de tudo isso, estamos todos num mesmo barco, numa mesma tribo.

Então bora sair para comemorar. As livrarias, os cafés, as lojas de games e promoções na internet estão fervilhando oportunidades!

Viva o dia do Orgulho Nerd!

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Idosos escrevem autobiografias para serem lembrados por amigos e familiares

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Clayton Fernandes, 63, escreve livro de memórias no escritório de sua casa, em São Paulo

Clayton Fernandes, 63, escreve livro de memórias no escritório de sua casa, em São Paulo

 

Chico Felitti, na Folha de S.Paulo

O fundo da gaveta superior de uma escrivaninha numa casa do Jabaquara, zona sul paulistana, esconde uma obra inédita. Está lá um livro, de 120 páginas, ainda sem título. “É a minha história. E as pessoas só vão ler depois que eu não estiver mais aqui para contar”, diz a autora, Maria, 78.

A escritora, que pediu para não ter o sobrenome publicado, é uma professora aposentada que resolveu colocar no papel sua trajetória.

“Falo da aflição que é criar os filhos. O medo que aquela responsabilidade traz”, afirma.

Mas na obra ela também versa sobre o prazer que foi lecionar por quatro décadas. “Dou conselhos para os meus netos. Coisas que acho que valorizarão mais quando forem mais velhos. A história se repete.”

Maria preparou-se para a tarefa, que já consumiu oito meses. Leu uma dúzia de biografias (entre elas as de Evita Perón e Garrincha) e fez cursos de escrita no Sesc. Em um deles, conheceu o engenheiro químico Clayton Fernandes, 63, que também trabalha nas memórias escritas. Ele, entretanto, quer ouvir as críticas.

O engenheiro iniciou a obra há uma década, com registros sobre a turma com quem trabalhou por 26 anos no IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas). Com tudo pronto, enviou os textos para os retratados, que gostaram e pediram mais.

Clayton passou, então, a escrever acerca da família. Escolheu a avó Elmira. “Tive uma convivência estranha com ela.” Os dois passavam as férias numa fazenda no sul de Minas. Eram três meses de pouquíssima troca de palavras. “Eu me lembro bem do dia em que assistimos juntos pela TV à chegada do homem à Lua. Ela não acreditava muito naquilo.”

Atualmente, ele se debruça sobre os anos que passou na Freguesia do Ó —ele chegou ao bairro da zona norte aos 11 anos de idade e só saiu de lá quando foi aprovado na USP. “É um exercício puxar a memória. Às vezes, vêm coisas das quais eu nem lembrava.” O manuscrito vai para os amigos do bairro.

Ele, que já escreveu contos e participou de um concurso literário da revista “Piauí”, agora concentra-se na não ficção. “Não sei exatamente por que eu faço isso. Talvez seja porque a gente é a coisa que a gente mais conhece.”

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