Orgulho & Preconceito

Primeira foto do novo elenco de Harry Potter é revelada

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Elenco principal será estrelado por Jamie Parker, Poppy Miller e Sam Clemmett

Publico em O Fuxico

A saga de livros de Harry Potter conquistaram o mundo inteiro com a sua história e, principalmente, pelos seus personagens nos filmes, estrelados por Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint.

Com o último filme exibido em 2011, os fãs receberam recentemente a notícia de que a trama teria uma sequência inédita, chamada Harry Potter And The Cursed Child, sendo essa, uma peça teatral.

Nesta terça-feira (31), o site Pottermore, de J.K Rowling, autora da história, divulgou as primeiras fotos do elenco que dará vida aos novos personagens, dessa vez com a história focada em Albus Potter, interpretado por Sam Clemmett , filho de Harry e Gina, vivida por Poppy Miller.

“É apenas icônico. São histórias que as pessoas viveram por toda a vida e cresceram com elas e agora são adultos que vão voltar à história deonde pararam e eu sou um deles. De alguma forma você não precisa mais do que a cicatriz e os óculos, é tipo ‘é isso aí’ e eu realmente não sei como colocar isso em palavras, é apenas imensamente excitante e eu mal posso esperar para mostrar isso para as pessoas.”, disse Jamie Parker, que dará vida ao Harry Potter adulto.

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Os livros que todo mundo deveria ler

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Autores, críticos e editores foram convidados pelo Caderno G para escolherem as obras essenciais; as que moldam o nosso caráter literário

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publicado na Gazeta do Povo

Quais são os livros fundamentais? Sem cuja leitura seria pecado mortal concluir a passagem na terra?

O Caderno G fez esta pergunta a 20 pessoas com ligação direta com a literatura: autores de prosa adulta e infantil, teatro e poesia. Editores literários, tradutores e editores de suplementos literários. Professores de literatura, jornalistas culturais e críticos.

Cada um elaborou uma lista de dez livros que foram fundamentais em sua vida. Dentre estes, o convidado deveria comentar por que pelo menos três estavam na lista.

Valia tudo. Teatro, poesia, não-ficção, romance, contos. De qualquer época ou nacionalidade.

Alguns convidados subverteram as normas e citaram mais de dez livros. Outros citaram menos. Sem problemas.

234 livros diferentes foram listados — além algumas de menções a obras completas Os dois livros mais citados estão separados no tempo por mais de 350 anos.

A história do fidalgo Dom Quixote, escrita pelo espanhol Miguel de Cervantes (1547-1616) e lançada em 1605, recebeu sete menções.

É a obra fundamental para o jornalista e escritor Toninho Vaz, autor da biografia de Paulo Leminski, “O Bandido que Sabia Latim”.

Com os mesmos sete votos, “Grande Sertão: Veredas “ a “mastodôntica” — no dizer do próprio autor — obra de João Guimarães Rosa Grande (1908-1967), lançada em 1945, é o livro com “as frases mais musicais da língua portuguesa”, afirma o escritor José Roberto Torero.

Entre os autores, os mais citados foram o austríaco Franz Kafka (1883-1924), sete vezes, por seis obras, e o russo Fiodor Dostoieviski (1821-1881), também sete, por quatro obras. O mesmo aconteceu com Machado de Assis (1839-1908).

“Memorial de Aires” é “moderníssimo numa prosa que, ainda hoje, vibra e educa o ouvido da língua portuguesa”, diz Leandro Sarmatz, editor da Cia. das Letras.

Para o escritor Alberto Mussa, “Memórias Póstumas de Brás Cubas” é “o maior romance do maior escritor de todos os tempos”. O americano Philip Roth foi o único autor vivo na lista dos mais citados, lembrado cinco vezes.

Jóias perdidas

Numa relação com eleitores heterogêneos, livros citados apenas uma vez são muitas vezes preciosidades que não tiveram, por algum motivo, a devida dimensão.

O dramaturgo Mário Bortolotto cita o romance “Tanto Faz”, de Reinaldo Moraes, como o livro que mudou seu jeito de escrever no começo dos anos 80. “Entendi que era possível fazer literatura de um jeito divertido, desencanado e inventivo.”

O escritor amazonense Diego Moraes destaca a poesia marginal de “Paranoia”, de Roberto Piva (1937-2010), como “uma viagem delirante por São Paulo. Um clássico que marcou minha juventude e despertou meu interesse por poesia”.

Na espinhosa missão de escolher livros, é sábio ouvir o conselho do escritor e jornalista Ruy Castro, ele mesmo autor de uma obra chamada “O Leitor Apaixonado”.

“Livros essenciais? Todos aqueles que nos caírem às mãos e cujas primeiras dez páginas nos façam querer continuar lendo.”

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Raduan Nassar vence Prêmio Camões

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Publicado no Terra

Autor de “Lavoura Arcaica” é homenageado com o mais importante prêmio da língua portuguesa. Júri destaca complexidade de relações humanas apresentadas em obras de Nassar.

O escritor brasileiro Raduan Nassar, de 80 anos, foi homenageado nesta segunda-feira (30/05) com o Prêmio Camões, o mais importante da língua portuguesa.

A decisão unânime dos jurados foi anunciada pelo secretário de Cultura português, Miguel Honrado. “Através da ficção, o autor revela no universo de sua obra a complexidade das relações humanas e essa revelação é em muitas ocasiões abrupta e incomoda”, ressaltou o argumento do júri.

O escritor, descendente de libaneses, nasceu em 1935 em Pindorama, no estado de São Paulo, e estudou Direito e Filosofia na Universidade de São Paulo (USP). Em 1975, publicou seu primeiro romance “Lavoura Arcaica”.

Nassar publicou apenas três livros. Além do romance, em 1978, lançou “Um copo de cólera”, e anos depois “Menina a caminho”, em 1994. Reservado o autor não comentou o prêmio.

A Companhia das Letras, editora de Nassar, considerou a homenagem um dos mais altos momentos da literatura brasileira. “Com uma obra absolutamente imprescindível, Raduan tornou-se um clássico instantâneo, logo em 1975, quando publicou o romance de estreia”, disse a editora, em comunicado.

O Ministério da Cultura elogiou a escolha de Nassar. “A sua obra tem poder de intervenção, promovendo uma consciência política e social contra o autoritarismo”, ressaltou.

O Prêmio Camões foi criado em 1988 pelo Brasil e por Portugal. Ao longo de sua história, a distinção já homenageou 12 escritores brasileiros. No ano passado, a portuguesa Helia Correia foi a agraciada pelo júri.

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A escola e o estupro: É preciso atacar a cultura que naturaliza a violência contra a mulher. E isso é, sim, também papel da escola.

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Antonio Gois, em O Globo

O revoltante estupro de uma adolescente por 30 jovens gerou uma onda de indignação e clamor por justiça. Era o mínimo que se esperava diante da selvageria exposta no caso, mas é pouco. Barbárie é também saber que somente no estado do Rio de Janeiro há 15 registros por dia de estupros. E esses são apenas os casos notificados. Se quisermos mesmo ir à fundo nessa questão, não basta prender esses ou outros criminosos. É preciso atacar a cultura machista, presente em toda a nossa sociedade, que leva à naturalização de inúmeros casos de violência contra a mulher. E isso, mesmo que uns não queiram, é também papel da escola.

Diante de tantas evidências de que somos um país com níveis ainda intoleráveis de machismo, homofobia e preconceitos diversos, não dá mais para aceitar a ideia de que a escola deva ser apenas um local de aprendizagem de disciplinas tradicionais do currículo. Aliás, mesmo que estivéssemos apenas preocupados com o desempenho dos estudantes em provas, ainda assim, seria urgente exigir dos colégios que não se omitam em relação a esses temas. Um estudo divulgado em 2009 pela USP e pelo MEC, sobre bullying e preconceito em estabelecimentos da rede pública de ensino, revela que quanto maior é o preconceito no ambiente escolar, menores são as médias dos estudantes nos exames de português e matemática do MEC.

Acontece que o papel da escola não pode se limitar ao ensino das disciplinas tradicionais. Ela é, e sempre foi, espaço também de socialização e de aprendizagem para o convívio com a diversidade. É também local onde conflitos surgem. Basta lembrar das repugnantes “listas das vadias” feitas por estudantes em diversas cidades recentemente.

É por isso que o tema da igualdade de gênero em políticas educacionais está presente em diversos países desenvolvidos -e com bons resultados na educação- como Japão, Inglaterra ou Canadá. A abordagem é recomendada também pela Unesco em diversos documentos.

No Brasil, a recente onda fundamentalista contrária à abordagem desses temas na escola teve como alvo principal os conteúdos que tratavam da diversidade sexual, mas não se restringia a isso. Esta reação acabou por excluir do Plano Nacional de Educação, e de diversos planos estaduais e municipais, referências a temas de identidade de gênero e sexualidade nas escolas. A pressão acontece não apenas no âmbito das políticas públicas. Mesmo em escolas há relatos de professores que receberam notificações com ameaças de ações na Justiça caso tratassem essas questões em suas salas de aula.

O obscurantismo é tão grande que até mesmo a simples escolha de um tema para a redação do Enem no ano passado (no caso, a violência contra mulheres) foi visto por uma parcela da sociedade como prova de tentativa de doutrinação ideológica. Como se a defesa dos direitos das mulheres fosse (ou devesse ser) exclusiva de um partido ou movimento social.

Não se trata aqui de responsabilizar as escolas por toda a violência estrutural de nossa sociedade. Nem de jogar sob seus ombros a responsabilidade de resolver, sozinha, essa questão. Elas são, como sempre, parte do problema e também da solução. A escola, por isso, não pode deixar de tratar de temas como a identidade de gênero e sexualidade. Afinal, como já disse o primeiro-ministro canadense, estamos no século 21. Ainda que muitos não tenham se dado conta disso.

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Conheça os livros favoritos do Deadpool

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Maldito, no Dito pelo Maldito

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Quem nos acompanha periodicamente, já deve ter notado o fascínio que temos em imaginar quais seriam as possíveis leituras de alguns personagens da ficção, como já fizemos com As Tartarugas Ninjas e Os Vingadores. Dessa vez resolvemos explorar os gostos literários do descontrolado Deadpool. Totalmente fora do eixo, com um parafuso a menos e habilitado a quebrar a quarta parede, esse anti-herói apresenta gostos bem peculiares.

Com um humor incomum que oscila entre a irreverência e a violência extrema, em uma rotina diária que se resume basicamente em chutar bundas de caras maus, acreditamos que nos seus momentos de lazer Deadpool deve apreciar a leitura dos seguintes títulos:

✔ Snow Crash (Neal Stephenson)
snow-crashNo mundo real, Hiro Protagonist é entregador de pizzas na CosaNostra, pizzaria controlada pela organização mafiosa do Tio Enzo. Mas, no Metaverso, ele é um príncipe samurai. 
Um novo vírus vem derrubando hackers por todo o mundo, e Hiro parte em uma jornada perigosa para encontrar e destruir o sombrio vilão virtual que ameaça não só a existência daquele universo virtual, mas da própria Realidade. Com um enredo eletrizante, repleto de ação e escárnio, a obra é fundamental para os fãs de ficção científica e da cultura cyberpunk.
Um futuro distópico totalmente concebível em que o capitalismo é a nova religião, e muitas lutas de espadas. Com certeza esse seria o primeiro livro da prateleira do Deadpool. (Editora Aleph)

✔ Sobrevivente (Chuck Palahniuk)
sobreviventeTender Branson poderia ser um cidadão comum, vivendo uma vida mediana, casado, pai de dois filhos, morando numa casa de cerca branca. Poderia ser apenas mais um, mas escolheu sequestrar um avião com destino à Austrália para se suicidar. Sobrevivente é a trajetória de vida e morte de um fanático religioso, narrada em contagem regressiva: de seu fim desastroso até os dias de infância vivida no distrito da Igreja do Credo, isolado do mundo real. Mas antes de tudo, que fique bem claro, Tender não é um assassino. 
Ele sequestrou sim o voo 2039 com destino a Sidney, mas desembarcou todos os passageiros no caminho em troca de alguns paraquedas e garrafas de gim-tônica e deixou o piloto saltar de paraquedas depois de decolar. Ele queria apenas morrer sozinho, mas antes, precisava contar a sua história. Ele teria cerca de 7 horas de combustível para isso. (Editora Leya)

✔ Valis (Philip K. Dick)
valisA vida de Horselover Fat sempre foi repleta de paranoia e episódios depressivos, apesar de tentar ajudar os amigos, nunca obteve muito sucesso. Presa de sentimentos confusos e pensamentos intrincados, ele ocasionalmente flertava com a ideia do suicídio.
Mas tudo muda quando Fat (ou Phil, a distinção nem sempre é clara) é atingido por um intenso feixe de luz rosa. A partir de então, dá início a uma verdadeira jornada pessoal para entender o que aconteceu: se foi um momento de loucura ou se, de fato, uma entidade divina se revelou para mostrar-lhe a verdadeira natureza do mundo. Transitando entre a mística religiosa, o gnosticismo e a tecnologia extraterrestre, Fat sai em busca de um messias reencarnado que já teria passado pela Terra e acaba percebendo que as fronteiras da realidade começam a ficar cada vez mais difusas.
Um dos últimos livros escritos por Philip K. Dick, Valis espelha o conjunto de experiências e ideais teológicos do autor. Sua narrativa quase autobiográfica, repleta de digressões filosóficas e religiosas, é leitura absolutamente essencial para compreender a visão de mundo de um dos mais geniais escritores de ficção do século 20. (Editora Aleph)

✔ Eu Sou o Mensageiro (Markus Zusak)
Eu+Sou+O+MensageiroVenha conhecer Ed Kennedy. Dezenove anos. Um perdedor.
Seu emprego: taxista. Sua filiação: um pai morto pela birita e uma mãe amarga, ranzinza. Sua companhia constante: um cachorro fedorento e um punhado de amigos fracassados.
Sua missão: algo de muito importante, com o potencial de mudar algumas vidas. Por quê? Determinado por quem? Isso nem ele sabe.
Markus Zusak, autor do best-seller A Menina que Roubava Livros, nos fornece essas respostas bem aos poucos neste incomum romance de suspense, escrito antes do seu maior sucesso. O que se sabe é que Ed, um dia, teve a coragem de impedir um assalto a banco. E que, um pouco depois disso, começou a receber cartas anônimas. O conteúdo: invariavelmente, uma carta de baralho, um ou mais endereços e… só. Fazer o que nesses lugares? Procurar quem? Isso ele só saberá se for. Se tentar descobrir. E, com o misto de destemor e resignação dos mais clássicos anti-heróis, daqueles que sabem não ter mesmo nada a perder nesse mundo, é o que ele faz.
Ed conhecerá novas pessoas nessa jornada. Conhecerá melhor algumas pessoas nem tão novas assim. Mas, acima de tudo, a sua missão é de autoconhecimento. Ao final dela, ele entenderá melhor seu potencial no mundo e em que consiste ser um mensageiro. (Editora Intrínseca)

✔ Espero que sirvam Cerveja no Inferno (Tucker Max)
espero-que-sirvam-cerveja-no-infernoFinalmente uma literatura para homens… 
Você entra nas livrarias e vê livros para meninas, romances para mulheres solteiras, livros eróticos para mulheres casadas, e até temas para senhoras. Para homens, nada!
Tucker Max escreveu o livro mais politicamente incorreto sobre as aventuras masculinas… Ele ri da vida, da saúde, da segurança dentro do trio: cerveja, noitada e mulheres… Mas não banca o garanhão invencível. Ele conta as furadas, os micos, as mancadas, mas também o lado divertido dessas aventuras… para valer a máxima contida no título: Já que tem certeza de que não vai para o céu, ele torce para que sirvam pelo menos cerveja no inferno. 
Max conta tudo com muitos detalhes, o que nos faz apenas advertir: Não repita isso em casa. (Editora Faro)

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