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Jack Reacher | Tom Cruise será substituído no reboot da franquia na TV

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Autor dos livros disse que ator não tinha altura ideal para personagem

Rafael Gonzaga, no Omelete

A franquia Jack Reacher ganhará um reboot na TV que dará uma nova roupagem para o protagonista – isso significa que Tom Cruise, que estrelou os dois filmes, lançados em 2012 e 2016, estará fora das novas produções. De acordo com o ComicBook, um novo ator ainda não escolhido assumirá o personagem.

A BBC confirmou a saída oficial de Cruise da franquia e o criador de Jack Reacher e autor dos livros, Lee Child comentou o assunto – dizendo, inclusive, que finalmente poderão contar com um ator que tenha a altura esperada para o personagem

“Eu realmente gostei de trabalhar com Cruise. Ele é realmente um cara legal. Nós nos divertimos muito”, disse Child à BBC. “Mas os leitores estão certos. O tamanho do Reacher é muito, muito importante e é um grande componente de quem ele é. E Cruise, apesar de todo seu talento, não preenchia esse requisito”.

Vale lembrar que quando o primeiro filme de Jack Reacher foi anunciado com Cruise no papel principal, fãs de longa data dos livros reclamaram da falta de semelhança com a descrição do personagem no material original.

O reboot de Jack Reacher na TV não só estará mais alinhada com os livros, mas, aparentemente, Child também estará permitindo que os fãs de Reacher façam parte do processo de seleção de elenco. “O que eu decidi fazer é: não haverá mais filmes com Tom Cruise. Em vez disso, vamos levar o personagem para a Netflix ou algo assim, com um ator completamente novo. E eu quero que todos aqueles leitores que estavam chateados com Tom Cruise me ajudem e participem da escolha do ator certo para a série de TV. Estamos reiniciando e começando de novo e vamos tentar encontrar o cara perfeito.”

Os fãs já começaram a sugerir nas redes sociais nomes de potenciais atores para o papel, com personalidades como Michael Shannon e Alexander Skarsgard liderando em menções.

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Sabrina Teenage Witch, ganhará HQ’s pelo selo Archie Comics

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Douglas “Nexy”, no Cosmonerd

Com o enorme sucesso da serie ” O mundo sombrio de Sabrina ” na Netflix, a Archie Comics, anunciou que está trabalhando em uma nova serie de HQ’s da personagem.

O roteiro ficará com Kelly Thompson (Capitã Marvel e A-Force), a série será focada no lado mais leve da bruxinha.

A primeira edição revela Sabrina mudando para a casa de suas tias Hilda e Zelda em Greendale, e precisando lidar com problemas mais típicos de uma adolescente, como romances, rivalidades na escola e amizades.

Sabrina – the teenage witch terá cinco edições, e os desenhos ficaram por conta de Veronica e Andy Fish (Spider-woman,Archie Comics)

““Sabrina é uma das propriedades mais ricas e fascinantes na Archie, então me sinto incrivelmente sortuda por ter a oportunidade de contribuir para esse mundo. Como Chilling Adventures of Sabrina já existe e é brilhante, os leitores devem esperar algo um pouco diferente em nossa versão, a reinterpretação moderna de um clássico. Uma das minhas coisas preferidas é chegar e modernizar um clássico maravilhoso, e espero poder fazer algo muito especial com Sabrina com esse time incrível.” Declarou a roteirista.

Sabrina – The Teenage Witch #1 estará disponível em 27 de março de 2019 nos estados unidos e outros países.

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Adolescentes devem ter no mínimo 80 livros em casa, diz pesquisa

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Disclosed book on a table. Close-up.

Estudo australiano mostrou que essa é a quantidade de obras ideal para crescer com ótimas habilidades cognitivas

Ana Karolline Rodrigues, no Metropoles

Uma pesquisa da Universidade Nacional da Austrália mostrou que adolescentes devem ter pelo menos 80 livros em casa. Para chegar ao resultado, os pesquisadores perguntaram aos participantes qual era a quantidade livros que cada um tinha durante a adolescência e, em seguida, analisaram as habilidades dos entrevistados em três categorias: interpretação de texto, matemática básica e capacidade de utilizar dispositivos eletrônicos.

Homens e mulheres de 25 a 65 anos foram entrevistados no estudo, que analisou os dados dos participantes da pesquisa e apontou: quanto mais livros a pessoa tinha, maior seu grau de desenvolvimento cognitivo.
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Ao analisar as respostas, os cientistas verificaram que uma pessoa com, no mínimo, 80 livros em casa apresentava habilidades em constante desenvolvimento, independentemente do grau de escolaridade. No entanto, esta relação entre o número de obras e o desempenho dos participantes apresentou um ponto máximo de evolução: a partir de 350 livros, o nível de competências de cada um já não sofria mais alteração. Mas não deixava, porém, de mostrar um grau de proficiência muito mais elevado.

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The Strange Case Of the Alchemist Daughter | Livros de fantasia serão adaptados para a TV pela CW

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The Strange Case of the Alchemist’s Daughter, by Theodora Goss.

Alexandre Guglielmelli, no Observatório do Cinema

A emissora CW, responsável por diversas séries teens de sucesso, como The Vampire Diaries e Gossip Girl, anunciou que está produzindo a adaptação para a TV da saga The Strange Case Of the Alchemist Daughter, criada pela escritora Theodora Goss.

A primeira temporada do programa será baseada apenas no primeiro livro da série, e deve ser produzida por Glenn Geller, Jeremy Ball e D.J. Goldberg.

O roteiro fica por conta de AJ Marechal (The First).

A história de The Strange Case Of the Alchemist Daughter se passa Inglaterra vitoriana, e segue duas jovens completamente diferente. Uma delas é filha de Dr. Jekyll e outra de Mr. Hyde, personagens da obra de Robert Louis Stevenson.

As garotas embarcam então em uma aventura para descobrir as conexões entre vários assassinatos e seus falecidos pais. Na busca, elas são acompanhadas por outras filhas de figuras literárias da época, que tentam desafiar as normas da sociedade e descobrir a verdade sobre suas origens.

Detalhes adicionais sobre a estreia e elenco de The Strange Case Of the Alchemist Daughter ainda não foram revelados.

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6 motivos para ler livros de papel – com base no que diz a ciência

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(Hemera Technologies/Thinkstock)

 

Do vocabulário à memória, a leitura traz bem-estar. E os resultados são melhores quando você lê livros à moda antiga.

Raquel Drehmer, no M de Mulher

E-books são práticos e ocupam um mínimo de espaço, audiobooks facilitam a vida de quem não consegue se dar o tempo necessário para parar e ler. Mas os livros de papel, mesmo não tendo estas conveniências todas, têm seu charme e ainda cativam muita gente.

E tem mais: estudos acadêmicos indicam que manter o hábito de segurar um livro à moda antiga e lê-lo virando as páginas, voltando para recapitular algum detalhe e sentindo aquele cheirinho de papel traz muito bem-estar.

Vamos a oito motivos científicos para não abandonar os velhos e bons livros de papel.

Ler livros de papel aumenta o vocabulário…

Um estudo conduzido pela Universidade da Califórnia (EUA) mostrou que leitores de livros de papel assimilaram 50% mais palavras novas do que os leitores das mesmas obras em e-book. Paralelamente, observou que as crianças que têm o interesse por livros infantis estimulado pelos pais conseguem construir frases completas mais cedo que as crianças que só veem TV.

… E evita o desgaste da memória

Assim como fazer atividades físicas trabalha os músculos e o sistema cardiovascular, ler exercita o cérebro. E, em vez de músculos definidos, o que se nota é a memória preservada. Pesquisadores da Universidade Tufts (Massachusetts, EUA) acompanharam por cinco anos voluntários que tinham acabado de entrar na terceira idade e constataram que os que mantiveram o hábito de ler livros e jornais de papel não tiveram perda de memória como aqueles que simplesmente deixaram a leitura de lado.

Ler também é um aliado na luta conta o Alzheimer

Oito professores da Case Western Reserve University (Ohio, EUA) analisou que idosos com os hábitos de ler, jogar xadrez ou montar quebra-cabeças têm 2,5 vezes menos risco de desenvolver Alzheimer do que aqueles que optam por ficar apenas em frente à TV.

Poder virar as páginas do livro ajuda na compreensão da história

Quem lê e-books tende a passar por cima de pedaços da história que não tenha entendido, alegadamente por preguiça de rolar a tela até encontrar o que tenha ficado no ar, enquanto os leitores de livros de papel não apenas voltam às páginas que ajudem a entender algo como também fazem anotações por escrito para fixar ainda melhor algum detalhe. Esta foi a conclusão de pesquisadores da Universidade de Karlstads (Suécia) após acompanhar o comportamento de leitura de 232 alunos voluntários.

Livros de papel ajudam a relaxar

Chegar em casa, tomar um banho e começar a ler um livro de papel x chegar em casa, tomar um banho e ir para a frente da TV: o que será melhor para relaxar? De acordo com um estudo da Universidade de Sussex (Reino Unido), a primeira opção funciona melhor para 68% da população. Os neuropsicólogos que desenvolveram a pesquisa entenderam que mergulhar na ficção ajuda na produção de hormônios do prazer (endorfina e dopamina), enquanto assistir à TV eleva os níveis de estresse.

Crianças que veem adultos lendo livros de papel gostam mais de ler

Quer que seus filhos gostem de ler? Leia livros de papel perto deles. Um estudo da Universidade de Montreal (Canadá) cravou que 75% das crianças que têm o exemplo de pais leitores em casa tomam a iniciativa de procurar livros para elas, seja em bibliotecas ou em lojas. Aproveite esses momentos de leitura em família para incentivar que os pequenos contem as histórias que estão acompanhando nos livros; além de ser uma ótima técnica de união, trabalha a oratória deles.

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