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Hap & Leonard é cancelada após a 3ª temporada

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Marcel Plasse, na Pipoca Moderna

O canal pago americano Sundance TV cancelou “Hap & Leonard”, após três temporadas. A adaptação televisiva dos livros de Joe R. Lansdale era sucesso de crítica e uma das melhores audiências do canal.

O próprio Lansdale e o produtor John Wirth anunciaram o cancelamento no Twitter, sem explicar o que levou o canal a interromper a produção.

A série foi criada pelo diretor Jim Mickle e o roteirista Nick Damici, responsáveis pelo terror “Somos o que Somos” (2013), e adapta a coleção literária homônima, iniciada em 1990 por Landsdale (que foi roteirista da série animada do “Batman”). Vale lembrar que a mais recente parceria da dupla foi o suspense “Julho Sangrento” (2014), que por sinal também é uma adaptação de livro de Landsdale.

Passada nos anos 1980, “Hap and Leonard” girava em torno da improvável amizade entre Hap Collins (James Purefoy, da série “The Following”), um homem branco da classe operária que é enviado para a prisão por se recusar a prestar o serviço militar, e Leonard Pine (Michael Kenneth Williams, de “Boardwalk Empire”), um gay negro e veterano da guerra do Vietnã com problemas para controlar sua raiva. Ambos são experts em artes marciais e se unem para solucionar crimes brutais na cidade fictícia de LaBorde, no Texas.

Cada temporada da série adaptou um livro diferente de Landsdale – “Mucho Mojo”, “Savage Season” e “The Two-Bear Mambo”, respectivamente.

A 3ª temporada tinha 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes e exibiu seu último episódio em 11 de abril diante de 174 mil telespectadores ao vivo. Parece pouco, mas é mais que os 149 mil que acompanharam o final de “Rectify”, a série de maior repercussão do Sundance TV, que durou cinco temporadas nos Estados Unidos.

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Nova adaptação de Fahrenheit 451 tem produção arrojada e elenco competente, mas peca na crítica social

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Filme Fahrenheit 451, da HBO, estrelado por Michael B. Jordan e Michael Shannon. Foto: HBO/Divulgacao

Livro foi adaptado para os cinemas no clássico de 1966 dirigido por François Truffaut e, agora, novamente transposto para as telas, em telefilme da HBO

Breno Pessoa, no Diário de Pernambuco

“Ficção científica é uma ótima maneira de fingir que você está falando do futuro quando, na verdade, você está atacando o passado recente e o presente”, afirmou certa vez o escritor norte-americano Ray Bradbury (1920-2012). A máxima se aplica bem à mais conhecida obra do autor, Fahrenheit 451, livro adaptado para os cinemas no clássico de 1966 dirigido por François Truffaut e, agora, novamente transposto para as telas, em telefilme da HBO, lançado mundialmente no canal a cabo e disponível também no serviço de streaming HBO Go.

Com direção e roteiro adaptado por Ramin Bahrani (do bom Goodbye Solo), a nova versão é estrelada por Michael B. Jordan (Creed) e Michael Shannon (A Forma da Água). A trama é ambientada em um local e tempo indefinido, no futuro, quando livros são considerados uma ameaça à ordem e proibidos pelo governo. Eventuais exemplares descobertos são eliminados pelos bombeiros, agora não mais responsáveis por apagar incêndios, mas sim pela incineração dos exemplares.

Exercendo uma função carregada pela literalidade do termo fireman (bombeiro, em inglês), formado pelas palavras fire (fogo) e man (homem), o protagonista Guy Montag (Jordan) encara uma crise pessoal a respeito do trabalho. Os questionamentos surgem quando ele encontra o livro Memórias do subsolo, de Dostoiévski.

As angústias narradas pelo protagonista da novela do autor russo ressoam em Montag, que passa a rever os próprios conceitos. Ao mesmo tempo, ele se aproxima de Clarisse (Sofia Boutella), uma entre os que resistem à repressão e tentam preservar o hábito da leitura. Antes uma espécie de mentor para Montag, Beatty (Shannon), o rígido capitão da brigada de bombeiros, vira um grande opositor para o protagonista.

Em linhas gerais, o drama central desta versão não destoa do romance nem da primeira adaptação cinematográfica. Ainda que a obra provoque inevitáveis paralelos com estados autoritários e censura, Bradbury chegou a declarar que Fahrenheit 451 era um comentário sobre um temor: que as mídias de massa acabem por reduzir o interesse da leitura. Vale lembrar, no entanto, que o título foi publicado em 1953, à época do macarthismo nos EUA, quando a queima de livros considerados impróprios era algo corriqueiro.

Enquanto no livro e no primeiro filme a alienação é representada sobretudo pelos televisores presentes nos lares, o novo longa traz algumas atualizações, incluindo as redes sociais. Logo nos primeiros minutos, vemos uma transmissão ao vivo da queima de livros, com usuários reagindo em tempo real com emojis e comentários, enquanto Montag e outros bombeiros se portam como influenciadores digitais no ambiente virtual gerido pelo governo daquele mundo distópico.

Armadilha
Se a obra original faz uma severa crítica ao consumo da imagem em detrimento do conteúdo, o telefilme da HBO, cai, em certos momentos, nessa armadilha. Há bonitas cenas e capricho no design de produção – ainda que com alguns vícios do gênero sci-fi, com excesso de ambientes muito escuros as telas holográficas popularizadas a partir de Minority report (2002). O apuro estético se sobressai, mas o desenvolvimento da trama fica em segundo plano, enquanto a direção e montagem tentam imprimir dinamismo e grandiloquência.

Falta desenvolvimento dos personagens e da questão central do filme. Nem o protagonista parece ciente da real importância dos livros, assim como a transformação dele em defensor da preservação literária é apressada. E a inclusão de elementos contemporâneos pouco acrescenta à narrativa, como a existência de livros digitais e menção a Harry Potter. Há até uma nada sutil referência a Donald Trump, quando Beatty motiva os bombeiros com a frase “burn for America again” (queime pela América novamente), emulando o slogan do presidente norte-americano, Make America Great Again (Torne a América Grande Novamente).

Em tempos de exaltação à superficialidade, a releitura resgata uma importante questão, porém sem o devido peso. Funciona como entretenimento, tem produção caprichada e bom elenco, mas carece de densidade.

3 perguntas // Michael Shannon – ator

Quais são os temas do filme que mais lhe tocam?
Para mim, a questão essencial é: qual o valor do conhecimento? Nós somos melhores com ou sem conhecimento? É difícil aceitar o ponto de vista de Beatty porque a maioria das pessoas está inclinada a discordar dele. Mas enquanto atuava, em certo momento me encontrei concordando com seu modo de pensar. A maioria não sabe lidar com a verdade nem o que fazer com o conhecimento genuíno. E muita gente fica atormentada com isso. De que maneira o conhecimento e a verdade podem se traduzir em ação? Se você quiser ter toda a verdade, e nada além disso, o que fará quando chegar lá? Porque se nós não estivermos preparados para fazermos algo quando sobre isso, provavelmente isso será tirado de nós.

Como você se sentiu ao filmar as cenas em que os livros são queimados?
Acredito que essas cenas foram mais dolorosas para Ramim, porque ele escolheu os livros com muito carinho e selecionou os títulos que mais significavam para ele. Para mim, não foi como se estivéssemos queimando a última cópia de determinado exemplar. Eu sabia que existiam outros livros, então estava tranqüilo com isso. Essas cenas foram rodadas em dias muito quentes e estávamos suando muito, então, minha grande preocupação era não ficar desidratado. Eles fizeram um belo trabalho com os lança-chamas. São realmente impressionantes.

Se você pudesse salvar cinco livros quais seriam?
Nove estórias (J. D. Salinger), que é provavelmente o meu livro favorito. Misto quente, de Charles Bukowski, outro dos meus favoritos. Onze Tipos de Solidão, de Richard Yates. E eu realmente amo Memórias do subsolo, de Dostoiévski. E tudo que (Anton) Chekov escreveu.

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Como bichos de estimação ajudam alunos a passar nas provas da Universidade de Cambridge

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St Catharine’s College
Image caption O trabalho de Toby é ajudar os alunos a tratar o estresse

Porquinhos-da-índia que ajudam a relaxar, um gato de três pernas e diversos cachorros agora são “funcionários” da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

Publicado na BBC Brasil

Os bichinhos ajudam os estudantes na época das provas – passar um tempo com os animais ajuda a diminuir o estresse trazido pelos dos exames e melhora o desempenho nas avaliações.

No projeto, funcionários de diversas faculdades da universidade adotaram animais para que eles fiquem em contato com os estudantes.

Alunos podem tomar um chá com Jasper, o gato malhado, ou levar os cachorros para passear.

A universidade diz que os animais demonstram ficar felizes ao ajudar alunos estressados ou com saudade de seus próprios bichinhos de estimação – já que os estudantes da universidade costumam morar no próprio campus.

Cambridge University/Marshall Library
Image caption Em um dos eventos com temáticas de gatos, a biblioteca de economia reuniu 140 alunos para conhecer Jasper, o gato

A iniciativa tem funcionado, mesmo que os bichos às vezes demonstrem alguma teimosia – como provou o cachorra Twiglet, que deu uma voltinha com seu “paciente” e depois se recusou a se mexer, provando que o trabalho de ser um “cão relaxante” não era pra ela.

O gato Jasper, que não tem uma pena, mora na biblioteca da faculdade de economia há anos. Ele é o “anfitrião” do evento “Chá com Jasper”, que às vezes atrai mais de 100 pessoas.

Cambridge University
Image caption A porquinha-da-índia Emmeline Squeakhurst foi nomeada em homenagem à feminista Emmeline Pankhurst, que lutou pelo voto das mulheres na Inglaterra

Já a faculdade Lucy Cavendish adotou quatro porquinhos-da-índia, que também são um sucesso entre os alunos. Eles podem brincar com os bichinhos no jardim.

“É muito bom cuidar deles, eles nos distraem das provas”, diz a estudante Laura McClintock.

O cocker spaniel inglês Jack também faz parte da equipe de “funcionários” animais, e sua agenda de passeios está sempre cheia.

A aluna Nina Jeffs diz que levá-lo para passear foi “como voltar para casa” e a ajudou a relaxar.

Cambridge University
Image caption O cocker Jack leva os alunos de Cambridge para passear – ou o contrário

Saúde mental

Para Stephen Buckley, da entidade Mind, que promove saúde mental, se conectar com a natureza através do cuidado com animais traz uma série de benefícios para a saúde.

“Brincar com um bichinho, levar um cachorro para passear ou cuidar de um gato são coisas que ajudam a atenuar uma série de problemas de saúde mental. Ajuda os alunos a se desligar das pressões do dia a dia, a ficar com a mente mais leve e com menos estresse”, afirma.

A Universidade de Cambridge não é a única instituição inglesa que tem um programa de convivência com animais de estimação.

A Universidade de Huddersfield tem uma “sala dos filhotes” onde estudantes podem passar tempo com uma dupla de cães treinados para terapia. Já a Universidade Aberystwyth leva os cães de um centro de acolhida de bichos abandonados para passear no campus e brincar com os alunos. A Universidade de Bath disponibiliza até patos e cabras para os estudantes interagirem.

A ong “Pets as Therapy” (Animais como Terapia) promove visitas terapêuticas de bichos a diversas instituições, incluindo hospitais e universidades. Eles afirmam que a época de provas coloca uma pressão enorme dos estudantes e que os bichos ajudam a lidar com a tristeza e a ansiedade, permitindo que os alunos consigam racionalizar a situação.

A entidade diz que pesquisas conduzidas com a Universidade de Lincoln sobre a interação entre animais de estimação e pessoas mostra que “alunos recebendo visita de bichinhos tinham um nível de cortisol (hormônio do estresse) bem mais baixo.”

A faculdade Santa Catarina, na Universidade de Cambridge, tem o caõzinho Toby justamente para isso.

Cambridge University
Image caption Spaniel Jack is loved by students at Corpus Christi College

No entanto, a tentativa da faculdade Sidney Sussex de implementar o projeto não deu muito certo.

A jack russell terrier Twiglet deu apenas uma voltinha com alunos e depois se sentou e não quis mais se mexer – provando que ser um cão de serviço não era para ela.

O jornal da faculdade disse que o cachorro estava muito estressado para a função e que foi “aposentado” depois de apenas um dia.

A Universidade diz que todos os bichos são muito bem tratados e que “Twiglet não está estressada, está perfeitamente bem. A pior coisa que pode ser dita sobre ela é que tem muita vontade própria.”

Treinadores dizem que nem todos os cães tem uma personalidade que se adapta a esse tipo de serviço.

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Clube do livro: saiba o que os famosos estão lendo

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Veja aqui quais celebridades têm seus próprios grupo de leitura e fique por dentro dos lançamentos literários que agradaram Emma Watson, Oprah e até Barack Obama

Thais Freire, no Destak Jornal

Ler um livro sozinho é bom, mas ter com quem debater a obra é ainda melhor. É com esse espírito que surgiram os clubes de leitura e agora atrizes, cantores e até presidentes têm seus grupos para recomendar e discutir livros.

Nomes como o da apresentadora e atriz Oprah Winfrey, Emma Watson, David Bowie e até o ex-presidente dos EUA, Barack Obama, estão entre as celebridades que ficaram conhecidas por seus gostos literários.

Quer acompanhar o que eles estão lendo? Confira alguns dos clubes do livro e listas de melhores obras com curadoria dos famosos.

Emma Watson
A atriz britânica que ficou conhecida por interpretar a bruxa Hermione, na saga Harry Potter, criou o clube do livro “Our Shared Shelf” (Nossa Estante Compartilhada). É possível acompanhar o grupo pelo Instagram (@oursharedshelf) e pelo site Goodreads, onde são divulgados os novos títulos que serão lidos e onde é possível enviar perguntas para as autoras de cada obra. Notável por seu trabalho como representante do projeto feminista He for She, da ONU, Emma indica livros escritos por mulheres e que debatem questões como relacionamentos abusivos, machismo e racismo.

Apesar de nem todos os livros terem sido publicados no Brasil, alguns dos que ganharam traduções recentemente são “Minha Vida na Estrada”, a biografia de Gloria Steinem, “Fome”, de Roxanne Gray, e agora “Mamãe & Eu & Mamãe”, de Maya Angelou, recém-lançado pelo selo Rosa dos Tempos.

Reese Witherspoon
A atriz americana, vencedora do Oscar por sua performance em “Johnny & June”, indica livros em seu clube, o Hello Sunshine. É possível acompanhar os títulos debatidos pelo Instagram (@reesesbookclubxhellosunshine) e pelo Facebook. Reese tem uma produtora, a Pacific Standard, que está por trás de adaptações de romances como “Garota Exemplar” (Gillian Flynn), “Livre” (Cheryl Strayed) e “Big Little Lies”, de Liane Moriarty, que virou série na HBO.
Um dos títulos mais recentes lidos pelo grupo foi “Pequenos Incêndios por Toda Parte”, de Celeste Ng.

Oprah Winfrey
A apresentadora e atriz americana é a celebridade que tem um clube do livro há mais tempo. Desde 1996, Oprah compartilha com seus fãs seu gosto literário, e frequentemente entrevistou autores em seu programa, que terminou em 2011. Em 2012, o clube foi relançado após passar por uma reformulação, ressurgindo com foco nas redes sociais. Se quiser acompanhar as novidades, é possível se inscrever na newsletter oficial do grupo, onde Oprah compartilha entrevistas com autores, comentários pessoais sobre a obra e outras curiosidades [tudo em inglês].
Nestes mais de 20 anos de clube, Oprah escolheu autores como Maya Angelou, Gabriel García Márquez, Isabel Allende e Toni Morrison.

David Bowie
O músico britânico, morto em 2016, ficou conhecido por suas canções e seu estilo único, mas também por seu vasto gosto literário. Para celebrar o lado leitor do pai, seu filho Duncan Jones decidiu, no final de 2017, criar um clube do livro para ler a lista completa das 100 obras favoritas do cantor e fez o anúncio no Twitter. O próximo livro na sequência é indicado no site oficial de Bowie, e entre as opções há títulos clássicos como “Madame Bovary”, de Gustave Flaubert, “O Estrangeiro”, de Albert Camus, e “1984” de George Orwell.

Florence Welch
A cantora britânica, líder do grupo Florence and the Machine, também tem seu próprio clube de leitura, o Between Two Books (Entre Dois Livros). O nome é uma brincadeira com o título de seu álbum “Between Two Lungs” (Entre Dois Pulmões). As obras escolhidas por Florence podem ser vistas na página de Facebook do clube e os livros da lista ficam arquivados em uma estante virtual.

Entre os títulos já lidos estão “Aqui Estou”, do americano Jonathan Safran Foer, “Só Garotos”, de Patti Smith, e o clássico “O Grande Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald.

Emma Roberts
A jovem atriz, sobrinha de Julia Roberts, criou, junto com a produtora Karah Preiss, o clube do livro Belletrist. O grupo, que surgiu em 2017, escolhe todo mês um novo livro e indica ainda uma livraria independente – em geral nos EUA – para que os fãs visitem ou comprem seus livros por lá. Normalmente Emma e Karah também disponibilizam um cupom de desconto para compras nas livrarias indicadas. O Instagram (@belletrist) do clube tem fotos ótimas. A maioria das obras lidas até agora, no entanto, não foi publicada no Brasil.

Barack Obama
O ex-presidente americano indicava, todo ano, sua lista de livros favoritos. Agora, mesmo longe da presidência, é possível acompanhar as indicações de Obama em sua página oficial do Facebook, onde ele também lista as músicas que mais gostou no ano que passou.
Entre os títulos já indicados pelo ex-presidente estão “The Underground Railroad: Os Caminhos para a Liberdade”, de Colson Whitehead, premiado livro sobre o período da escravidão nos EUA. Em 2017, Obama indicou também “O Poder”, de Naomi Alderman, em pré-lançamento aqui no Brasil, e “Um Cavalheiro em Moscou”, de Amor Towles.

Mark Zuckerberg
Como parte de uma meta de fim de ano, o criador do Facebook decidiu, no início de 2015, ler um livro a cada duas semanas, criando assim o projeto A Year of Books. Com uma página oficial em sua rede social, Zuckerberg passou a postar os livros que lia e debater os temas com quem acompanhava o projeto. O sucesso foi tanto que o primeiro livro escolhido,”O Fim do Poder”, de Moisés Naím, esgotou em poucas horas na Amazon americana.

Zuckerbeg terminou o ano com 23 livros lidos, entre eles “Por que as Nações Fracassam”, de Daron Acemoglu e James Robinson. A página não é mais atualizada, mas ainda é possível ler os debates e as sugestões de leitura.

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Conheça 10 livros sobre o universo de Star Wars

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Rachel Guarino, na Cabana do Leitor

Star Wars é uma série de filmes relacionada ao space opera estadunidense criada pelo cineasta George Lucas e, sem sombra de dúvidas, é o maior fenômeno da cultura pop em gerações. Mesmo quem não é fã, já ouviu falar da figura icônica do Darth Vader. Fãs de todas as idades já foram ao cinema, lojas de brinquedo, livrarias, tudo para conseguir algo relacionado a essa saga de grande sucesso.

A Disney, detentora dos direito das produções, sabe o tamanho do tesouro que carrega nas mãos e, até hoje, é lançado mais e mais produtos derivados da saga: novos filmes, livros, games e por aí vai. Seja qual for a forma, o fato é que o universo de Star Wars foi expandido. Pensando nisso, criamos uma lista com dez livros que falam sobre uma galáxia muito, muito distante.

1 – Estrelas Perdidas

Podemos dizer ser uma versão de Star Wars sobre o clássico Romeu e Julieta. Na trama criada por Claudia Gray, Ciena Ree e Thane Kyrell são dois pilotos que entram juntos para a Academia Imperial. Tudo ocorre bem até que Thane resolve se juntar à Rebelião. Em lados opostos, vemos a trajetória dos dois desde cinco anos antes da Batalha de Yavin até a queda do Império. A obra faz parte do novo cânone de Star Wars e indispensável para qualquer fã da saga.

2 – Trilogia Thrawn

A história se passa cinco anos após a destruição do Estrela da Morte e a morte de Darth Vader, mostrando o que aconteceu com Luke, Leia e Han Solo após o episódio VI e, mesmo assim, o Império ainda não se dá por vencido. Nesse contexto surge o grão-almirante Thrawn, gênio militar que trabalhava por trás de diversas ações imperiais e que agora assume o poder do exército do Império, que busca se reerguer e recuperar o poder perdido. O Herdeiro do Império, Ascensão da Força Sombria e o Último Comando compõem essa trilogia de sucesso.

3 – Kenobi

Em Kenobi mostra exatamente o que ele ficou fazendo entre os episódios III e IV, focando nesse personagem tão querido pelos fãs de Star Wars, que é Kenobi. A história acontece logo após os acontecimentos que deram fim à República. Querendo se afastar de qualquer confusão possível, o grande mestre Jedi Obi-Wan Kenobi passa a viver entre fazendeiros no desértico planeta Tatooine. Mas não esperava que fosse se envolver em uma confusão contra o perigoso Povo da Areia, ganhando o apelido de “Ben Maluco” no meio disso tudo.

4 – Trilogia Marcas da Guerra

Um dos livros de maior importância para a Disney, já que a chamada “Trilogia Marcas da Guerra” começou antes até de O Despertador da Força chegar aos cinemas em 2015. A trilogia gira em torno do que aconteceu depois da destruição da segunda Estrela da Morte, além de mostrar qual foi o destino dos que sobraram do Império Galáctico e dos antigos Rebeldes, agora responsáveis pela fundação da Nova República. Quem quer entender o cenário atual da série, a trilogia Marcas da Guerra é uma leitura quase que obrigatória.

5 – Legado de Sangue

O livro gira em torno antes dos acontecimentos do Episódio VII: O Despertar da Força e gira em torno da princesa Leia, agora senadora influente, lutando contra políticas injustas e outros problemas que assolam a República. Porém, seu passado e futuro ligados ao lado negro da Força pode colocar tudo a perder, além de um dos maiores segredos de família pode vir à tona. A obra também explica como a Resistência, facção comandada pela General Leia Organa, surgiu em Star Wars.

6 – Herdeiro do Jedi

A história de Herdeiro do Jedi se passa entre os filmes Uma Nova Esperança e Império Contra Ataca, focando no que o Luke Skywalker fez durante esse período, em riqueza de detalhes. Luke vira peça importante para a Aliança Rebelde em sua guerra contra o Império, mostrando o desenvolvimento da sua relação com a Força.

7 – O Caminho Jedi

Funciona como um manual de instrução para você, caro fã, que quer se tornar um Jedi ou, até mesmo, seguir o Lado Negro da Força. O livro é bem didático e funciona como um almanaque dos guardiões da paz nas galáxias. Nele também são apresentados os maiores mestres, a história dos clãs, os armamentos, a roupa, os golpes de luta, entre muitas outras curiosidades interessantes. O Caminho do Jedi recebeu as anotações de cada Jedi que tocou e estudou suas páginas. Com certeza se enquadra em um livro de colecionador.

8 – Um novo Amanhecer

Parte do novo cânone, Um Novo Amanhecer acontece em um cenário pós Episódio III: A vingança dos Sith, quando todos os Jedi foram perseguidos e condenados à morte. A obra gira em torno de como Kanan Jarrus e Hera Syndulla acabaram se conhecendo, antes dos eventos de Star Wars Rebels, além de trazer um vislumbre de como é a galáxia, agora dominada pelo Império e na agonia da desordem completa dos primeiros rebeldes.

9 – Lordes dos Sith

Apesar de não ser tão ligado com o atual cânone de Star Wars, o livro é bem focado na relação entre Darth Vader e Imperador Palpatine. Em um cenário de completo caos no planeta Ryloth, um movimento de resistência começa a tentar atingir o coração de uma ditadura implacável. Para Darth Vader e o Imperador, o planeta se torna mais do que uma oposição a ser vencida. Lordes de Sith é bem interessante para quem busca entender mais sobre como os Sith se relacionam em uma sociedade de Mestre e Aprendiz.

10 – Como Star Wars Conquistou o Universo

Escrito pelo jornalista Chris Taylor, Como Star Wars Conquistou o Universo revela segredos que até o maior fã desconhecia, confirma e desmente antigos mitos reverentes à produção e dá voz a todos que foram responsáveis por fazer essa saga acontecer. O livro vai muito além do que apenas falar sobre Star Wars, mostra o cinema em geral, administração, gerenciamento de marca e até determinação pessoal.

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