Escritor do Rio de Janeiro bate três recordes com livro sobre funk

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Marcelo Gularte conquista três recordes junto ao RankBrasil através do livro ‘A lenda do funk carioca’

Marcelo Gularte conquista três recordes junto ao RankBrasil através do livro ‘A lenda do funk carioca’

Publicado por Folha Vale do Café

Rio de Janeiro – Marcelo Gularte, de 42 anos, conquista três recordes junto ao RankBrasil através do livro ‘A lenda do funk carioca’, publicado de maneira independente pelo próprio autor. A obra de 1.177 laudas é o Maior romance em número de páginas do país. Com mais de 500 personagens, a publicação também foi considerada o Livro com a maior cronologia sobre o funk, contemplando mais de quatro décadas do gênero musical, período entre 1970 e 2014.

Além dessas marcas, Marcelo produziu um material extenso em um curto período de tempo. Foram apenas nove meses, escrevendo de 15 a 20 horas por dia, assim acabou se tornando o Mais rápido a pesquisar e publicar livro de Literatura. Nascido em Madureira, no Rio de Janeiro (RJ), o autor vive na zona sul da cidade maravilhosa, no bairro Catete. Um fato curioso sobre o escritor é que ele nunca frequentou os bailes do gênero.

O interesse pelo tema surgiu por influência do irmão e cresceu após produzir o curta-metragem ‘Mc Magalhães, uma lenda viva do funk’. Tratar este assunto representou um desafio.

“A primeira questão a se pensar foi desenvolver um trabalho direcionado à massa funkeira, considerada público não leitor. Decidi trazer o funkeiro como protagonista e narrador de sua própria história, valorizando personagens míticos, estruturando a escrita da maneira mais coloquial possível e preservando o vocabulário. O segundo fator era destrinchar esse período, sabendo que nenhum livro elucidava os festivais para me basear. O Dj Marcelo Negão do Apafunk representou meu fio de Ariadne e me ajudou bastante”.

A partir daí foram muitas reuniões com músicos e frequentadores das festas. O carioca nem sequer precisou de gravador no registro dos fatos. Cada encontro com um dos mais de 500 personagens presentes na publicação, escrevia por horas sem parar.

De acordo com o autor, o livro ainda não lançado por editora já é considerado a ‘Bíblia do funk’. “Ele foi construído por histórias reais, exigindo muita dedicação. É uma pesquisa monstruosa sobre a construção de uma cultura que representa uma identidade não só do Rio de Janeiro, mas também de fora do Brasil”, explica.

A grande quantidade de páginas dificulta a publicação em massa da obra, sendo necessário patrocínio. Além da versão impressa com 1.177 laudas, o escritor tem disponível um formato com 1.400 páginas.

Quatro vezes recordista

Conhecido como o rei dos ditados populares, Marcelo Gularte obteve o primeiro recorde junto ao RankBrasil em março de 2014 por realizar a Maior narração literária com ditos populares do país, com mil expressões por apresentação.

Cineasta e roteirista também dirigiu os curtas-metragens ‘Bang território em transição’ e ‘Mc Magalhães, uma lenda viva do funk’. Ele ainda coordena dois Pontos de Cultura em comunidades: um transforma lixo em instrumentos musicais e o outro ensina técnicas de cinema para adolescentes.

Quem ficou com curiosidade em conhecer o escritor, ele é facilmente encontrado em Ipanema, na Rua Vinicius de Moraes, onde toca flauta religiosamente todos os sábados de manhã.

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Concurso Cultural Literário (110)

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Impactante, tenso, emocionante, inspirador e urgente. Perseguidos – O ataque global aos cristãos é uma leitura que toca a mente e o coração, causa indignação, afugenta a apatia e desperta um profundo senso de respeito e compaixão por aqueles que sofrem por causa de sua fé.

Escrito por Paul Marshall, Lela Gilbert e Nina Shea, membros do Centro de Liberdade Religiosa da Hudson Institute (EUA), organização independente que estuda e promove a liberdade de religião, Perseguidos é resultado de um estudo minucioso acerca das atrocidades praticadas contra cristãos em muitos países.

Preconceitos, exclusões, injustiças, violências, tortura, assassinatos e até genocídios formam parte de uma narrativa alarmante e de um fato escandalosamente chocante e atual, o de que os cristãos são o grupo religioso mais amplamente perseguido no mundo hoje e que essa terrível tendência está em ascensão.

Vamos sortear 3 exemplares de “Perseguidos“, lançamento da Mundo Cristão.

Para concorrer, use a área de comentários para registrar sua oração em favor de todos os cristãos que neste momento enfrentam perseguição em vários países. “A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tiago 5.16).

Caso participe pelo Facebook, por gentileza deixe seu e-mail de contato. Se possível, use no máximo 5 linhas para sua intercessão.  

Sugerimos também que curtam as páginas dos envolvidos nesta ação:

O resultado será divulgado dia 16/12 neste post.

#IgrejaPerseguida
#VamosOrar
#Divulgue

 

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As 15 melhores cidades para estudar no mundo; Paris no topo

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Cidade Luz no topo

Franck Fife/AFP

Franck Fife/AFP

Camila Pati, na Revista Exame

São Paulo – Pela terceira vez seguida, Paris é considerada a melhor cidade para estudantes no mundo inteiro, segundo ranking da Quacquarelli Symonds (QS), consultoria britânica especializada em ensino superior.

Para classificar os destinos mais atraentes para estudantes, a QS avalia a qualidade das universidades de uma cidade, bem como a qualidade de vida que ela proporciona aos seus habitantes, além da acessibilidade em termos econômicos. Ao todo, são 18 critérios, segundo a equipe da QS.

A lista leva em conta a classificação das universidades de cada uma das cidades avaliadas no QS World University Rankings, um dos mais respeitados do mundo, que ranqueia centenas de instituições de ensino superior nos quatro cantos do planeta.

Vale destacar que só as cidades com mais de 250 mil habitantes e com ao menos duas universidades incluídas no World University Rankings são avaliadas. De acordo com a QS, 116 cidades entraram no páreo, e o ranking completo tem as 50 melhores.

Confira nas fotos, quais são as 15 cidades mais bem posicionadas, e a melhor universidade de cada uma delas:

1. Paris, França

Creative Commons

Creative Commons

Cidade: Paris
Pontuação: 412
Posição no ranking 2015: 1º
Posição no ranking 2014: 1º
Número de universidades no ranking da QS: 17
Melhor universidade no ranking: École normale supérieure ENS Paris – 17º melhor do mundo

2. Melbourne, Austrália

Creative Commons/ Rene Cunningham

Creative Commons/ Rene Cunningham

Cidade: Melbourne
Pontuação: 397
Posição no ranking 2015: 2
Posição no ranking 2014: 5
Número de universidades no ranking da QS: 7
Melhor universidade no ranking: University of Melbourne – 33ª melhor do mundo

3.Londres, Inglaterra

Mark Ahsmann/Wikimedia Commons

Mark Ahsmann/Wikimedia Commons

Cidade: Londres
Pontuação: 392
Posição no ranking 2015: 3
Posição no ranking 2014: 2
Número de universidades no ranking da QS: 18
Melhor universidade no ranking: Imperial College London – 2ª melhor do mundo

4. Sydney, Austrália

Wikimedia Commons

Wikimedia Commons

Cidade: Sydney
Pontuação: 388
Posição no ranking 2015: 4
Posição no ranking 2014: 4
Número de universidades no ranking da QS: 5
Melhor universidade no ranking: The University of Sydney – 37º melhor do mundo

5. Hong Kong

Sanfamedia / Flickr Commons

Sanfamedia / Flickr Commons

Cidade: Hong Kong
Pontuação: 387
Posição no ranking 2015: 5
Posição no ranking 2014: 7
Número de universidades no ranking da QS: 7
Melhor universidade no ranking: University of Hong Kong – 28ª melhor do mundo

6. Boston, Estados Unidos

Wikimedia

Wikimedia

Cidade: Boston
Pontuação: 386
Posição no ranking 2015: 6
Posição no ranking 2014: 8
Número de universidades no ranking da QS: 7
Melhor universidade no ranking: Massachusetts Institute of Technology (MIT) – a 1ª do mundo

7. Tóquio, Japão

Tomohiro Ohsumi/Bloomberg

Tomohiro Ohsumi/Bloomberg

Cidade: Tóquio
Pontuação: 385
Posição no ranking 2015: 7
Posição no ranking 2014: 17
Número de universidades no ranking da QS: 12
Melhor universidade no ranking: University of Tokyo – a 31ª melhor do mundo

8. Montreal, Canadá

Divulgação/ Flickr Ville de Montréal/ Denis Labine

Divulgação/ Flickr Ville de Montréal/ Denis Labine

Cidade: Montreal
Pontuação: 380
Posição no ranking 2015: 8
Posição no ranking 2014: 9
Número de universidades no ranking da QS: 3
Melhor universidade no ranking: McGill University – 21ª melhor do mundo

9. Toronto, Canadá

Alberto E. Rodriguez/Getty Images

Alberto E. Rodriguez/Getty Images

Cidade: Toronto
Pontuação: 375
Posição no ranking 2015: 9
Posição no ranking 2014: 13
Número de universidades no ranking da QS: 3
Melhor universidade no ranking: University of Toronto – a 20ª melhor do mundo

10. Seoul, Coreia do Sul

Wikimedia Commons

Wikimedia Commons

Cidade: Seoul
Pontuação: 372
Posição no ranking 2015: 10
Posição no ranking 2014: 14
Número de universidades no ranking da QS: 14
Melhor universidade no ranking: Seoul National University – a 31ª melhor do mundo

11. Zurique, Suíça

Mike Hewitt/Getty Images

Mike Hewitt/Getty Images

Cidade: Zurique
Pontuação: 370
Posição no ranking 2015: 11
Posição no ranking 2014: 11
Número de universidades no ranking da QS: 2
Melhor universidade no ranking: ETH Zurich – 12ª melhor do mundo

12. Vancouver, Canadá

Bruce Bennett/Getty Images

Bruce Bennett/Getty Images

Cidade: Vancouver
Pontuação: 364
Posição no ranking 2015: 12
Posição no ranking 2014: 21
Número de universidades no ranking da QS: 2
Melhor universidade no ranking: University of British Columbia – a 43ª melhor do mundo

13. São Francisco, Estados Unidos

Getty Images

Getty Images

Cidade: São Francisco
Pontuação: 360
Posição no ranking 2015: 13
Posição no ranking 2014: 12
Número de universidades no ranking da QS: 4
Melhor universidade no ranking: Stanford University- a 7ª melhor do mundo

14. Munique, Alemanha

Wikimedia Commons

Wikimedia Commons

Cidade: Munique
Pontuação: 359
Posição no ranking 2015: 14
Posição no ranking 2014: 10
Número de universidades no ranking da QS: 2
Melhor universidade no ranking: Ludwig-Maximilians-Universität München – a 53ª melhor do mundo

15. Cingapura

JeCCo/Creative Commons

JeCCo/Creative Commons

Cidade: Cingapura
Pontuação: 357
Posição no ranking 2015: 15
Posição no ranking 2014: 3
Número de universidades no ranking da QS: 3
Melhor universidade no ranking: National University of Singapore – a 22ª melhor do mundo

Agora veja as melhores universidades do Brasil no ranking da consultoria QS

Marcos Santos/USP Imagens

Marcos Santos/USP Imagens

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Concurso Cultural Literário (109)

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apaixonadapaula
LEIA UM TRECHO

Paula Pimenta é conhecida e amada por milhares de fãs por seus romances juvenis, mas um dos primeiros gêneros nos quais se aventurou em sua carreira literária foi a crônica, que escrevia e publicava em sites literários.

Em 2012, lançou seu primeiro livro nesse estilo, Apaixonada por palavras, pela Editora Gutenberg. Seus leitores gostaram tanto das 55 crônicas publicadas que pediram mais!

Paula resolveu atender aos inúmeros pedidos lançando este novo livro, Apaixonada por histórias, que traz mais 55 crônicas.

Vamos sortear 3 exemplares de “Apaixonadas por histórias“, lançamento da Gutenberg.

Para concorrer, basta completar a frase Paula Pimenta é…”. Se participar pelo Facebook, por gentileza deixe seu e-mail de contato.  

Aproveite a oportunidade para curtir as páginas dos envolvidos nesta edição:

O resultado será divulgado dia 18/12 neste post.

Boa sorte! :-)

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Terror também é coisa de criança: Neil Gaiman reimagina “João e Maria” em graphic novel sombria

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Jessica Soares, no Cultura

A história dos irmãos João e Maria – que se perdem na floresta e quase vão parar no forno de uma bruxa diabética má que vive em uma casa coberta de doces – sempre teve contornos assustadores. E, no que depender de Neil Gaiman, o conto do século 19 vai continuar encantando e amedrontando criancinhas por muito tempo. Mais de uma década depois de lançar a premiada história de Coraline, o escritor resolveu mergulhar e recontar a história registrada pelos Irmãos Grimm.

Lançado em outubro nos Estados Unidos (e ainda sem tradução para o português), a obra foi ilustrada pelo artista gráfico e cartunista italiano Lorenzo Mattotti. Juntos, os artistas resgataram os sentimentos de horror e fascinação que sentiram na infância ao conhecerem o conto para dar novo corpo à tradicional história de bravura e inteligência.

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Apesar da dificuldade de se publicar livros voltados para o público infanto-juvenil que flertam com o terror, Gaiman defende a importância de se apresentar às crianças temáticas assustadoras. “Eu acho que se você é sempre protegido das coisas sombrias você não tem como se proteger, conhecer ou compreender as coisas obscuras quando elas aparecem. Eu acho que é realmente importante mostrar o sombrio para as crianças e, nesse processo, mostrar também que essas coisas podem ser derrotadas, que você tem o poder. Diga-lhes que você pode lutar. Diga-lhes que você pode ganhar. Porque você pode, mas você tem que saber isso”, afirma o autor.

Sem fazer diferenciações entre a escrita voltada para o público adulto ou infantil (uma classificação que J.R.R. Tolkien também considerava arbitrária), Gaiman acredita (e faz valer em suas obras) na potência das narrativas assustadoras. “Nós contamos histórias sobre o desconhecido, sobre a vida além-túmulo, há um longo tempo; histórias que fazem arrepiar a pele, que tornam as sombras mais profundas e, mais importante, lembram-nos que vivemos, e que há algo de especial, algo único e extraordinário sobre estar vivo. O medo é uma coisa maravilhosa, em pequenas doses”, disse Gaiman em palestra do TED organizada em Vancouver.  Vindo do autor que nos presenteou com obras como Sandman, é difícil discordar.

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Em breve, em um cinema perto de você

Como a indústria cinematográfica não perde tempo, em setembro, um mês antes do lançamento da graphic novel, uma adaptação da releitura de Gaiman para o clássico dos irmãos Grimm já estava garantida. Juliet Blake adquiriu os direitos autorais da história e pretende levar uma versão em live action dos sombrios traços de Lorenzo Mattotti para as telonas.

Apesar de ser muito cedo para saber detalhes da produção, o selo Neil Gaiman de garantia ® assegura que o novo longa-metragem deve se parecer bem pouco com a última encarnação cinematográfica dos famosos irmãos da literatura. “Para mim, recontar ‘João e Maria’ foi uma maneira de recriar um conto antigo de uma forma que a tornasse imediata e verdadeira, e sobre nós, agora”, disse Gaiman. “Ele [o conto] nos lembra o quão frágil a civilização realmente é. Trata de fome e de famílias”, afirmou o autor em entrevista à Variety.

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