Ruina e Ascensão

Baixo desempenho do Brasil em teste da OCDE revela também desigualdade de gênero na educação

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O estudo da OCDE revelou que 34% das estudantes brasileiras "ficam nervosas" com a matemática (Foto: Thinkstock/BBC)

O estudo da OCDE revelou que 34% das estudantes brasileiras “ficam nervosas” com a matemática
(Foto: Thinkstock/BBC)

Estudo mostra que meninos brasileiros de 15 anos tiveram notas piores que a média em testes de conhecimentos e que meninas mostram dificuldades em problemas matemáticos.

Publicado na G1

Um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) detectou disparidades no desempenho escolar de meninos e meninas no Brasil.

Com base nos resultados de seu Programa Internacional de Avaliação de Desempenho Escolar (Pisa), que mede o desempenho de adolescentes de 15 anos em leitura, matemática e ciências, a entidade mostra que o percentual de meninos com baixa pontuação nos testes é de mais de 45% no Brasil, enquanto meninas ficam abaixo de 40%.

Os dados são relacionados ao ano de 2012.

Em ambos os casos, o país ficou bem distante da média dos países-membros da OCDE, que é de cerca de 15% para meninos e 9% para meninas.

Sub-representação
Mas na avaliação da resolução de problemas de matemática e de ciências, a relação de gênero se inverte. No Brasil, meninos superam meninas entre 20 e 30 pontos na pontuação total do teste. Segundo cálculos da OCDE, isso equivaleria ao resultado de quase oito meses a mais de escola para os meninos.

“O Brasil tem um grande número de meninos que não conseguem atingir níveis básicos de eficiência em leitura, matemática e ciências. Ao mesmo tempo, é um dos países com uma das maiores disparidades de gênero nos estudos de matemática e ciência. São resultados preocupantes porque o país precisará de estudantes com boas qualificações nessas áreas se quiser incrementar seu potencial de crescimento econômico nos próximos anos”, disse à BBC Brasil Francesca Borgonovi, co-autora do estudo e analista de educação da OCDE.

A disparidade nessas áreas não é uma exclusividade do Brasil e se reflete também no ensino superior, em que mulheres estão sub-representadas. Segundo a OCDE, em todos os países estudados apenas 14% das mulheres jovens que entraram na universidade pela primeira vez em 2012 escolheram campos relacionados à ciência, incluindo engenharia, indústria e construção. O percentual masculino foi de 39%.

Um ponto-chave do estudo da OCDE é o que a entidade classifica como ansiedade dos alunos diante de disciplinas como a matemática. Em média, detectou-se um índice de 27% de meninos e de 34% de meninas admitindo “grande nervosismo” diante da resolução de problemas matemáticos.

No Brasil, os índices saltam para 43% dos meninos e 54% das meninas.

Videogames

O índice de meninos brasileiros de 15 anos com baixa pontuação nos testes da OCDE foi de 45% (Foto: Thinkstock/BBC)

O índice de meninos brasileiros de 15 anos com baixa pontuação nos testes da OCDE foi de 45% (Foto: Thinkstock/BBC)

O maior número geral de meninos falhando em obter níveis básicos em leitura, matemática e ciências se deve a uma série de fatores, segundo a OCDE. Há evidências de que podem ser causadas por diferenças de comportamento de gênero. Meninos, por exemplo, gastam uma hora a menos por semana fazendo o dever de casa do que as meninas – em média, elas dedicam 5,5 horas semanais para tanto.

Outro ponto é a questão dos videogames: o estudo mostra uma diferença supreendente no uso destes aparelhos eletrônicos fora do horário de escola. Mais de 60% dos meninos jogam videogame com frequência, número que cai para 41% entre as meninas. A OCDE sugere que o passatempo esteja sacrificando hábitos de leitura de meninos.

A OCDE recomenda uma série de medidas como um pacote de soluções. Elas começam no lar, com pais dando apoio e incentivos iguais para filhos e filhas – algo que ainda é uma espécie de tabu nos países analisados pelo estudo, em que pais estavam mais propensos a esperar que meninos trabalhassem em um campo da ciência, tecnologia, engenharia ou matemática mesmo quando seus filhos e filhas de 15 anos de idade obtinham o mesmo desempenho em matemática.

Para o órgão, no entanto, as medidas passam também por uma atenção especial de professores, sobretudo aos alunos socioeconomicamente desfavorecidos. Um ponto especificamente ligado ao Brasil, já que a OCDE constatou uma diferença, por exemplo, de 83 pontos no desempenho em matemática em favor de estudantes de escolas particulares sobre os de escola pública, por exemplo.

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Atividades para estimular o hábito da leitura na sua Família

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familia lendo

Fábio Mourão, no Dito pelo Maldito

Estudos recentes afirmam que se os pais estão ativamente envolvidos no progresso da leitura de uma criança, o pequeno tem mais chances de alcançar o sucesso pessoal. Nossa compreensão das coisas, isto é, a capacidade individual de assimilar conhecimentos, seja na área profissional ou na vida pessoal, a maioria dessas coisas depende da leitura.

E não estou falando em comprar alguns livros coloridos, jogar no quarto do seu filho e esperar que ele comece a lê-los por osmose. Além de ler em voz alta, há uma infinidade de outras atividades que você pode fazer com a sua família para ajudar a incentivar o excelente hábito da leitura e desenvolver um duradouro amor pelos livros.
Veja alguns exemplos abaixo.

✔ Criar um ambiente apropriado. Só de ter algumas prateleiras recheadas de livros já ajudaria bastante a estimular a leitura no seu lar. Durante os primeiros anos de vida, esse ambiente será tudo que seu filho conhecerá, e seria excelente se os livros fizessem parte dele.

✔ Aprenda mais sobre os interesses dos seus filhos. Desse modo você poderá sugerir livros, artigos ou revistas que abordam temas que eles realmente gostam.

✔ Certifique-se de que seus filhos vejam você lendo. As crianças gostam de imitar os adultos. Quando estiver lendo na presença deles, demonstre através de gestos e comentários o quão satisfatório é aquele ato. Além disso, dessa forma o seu filho será estimulado a dar valor a leitura, e isso criará um vínculo entre vocês ao associar todo aquele agradável sentimento com a leitura.

✔ Visite a biblioteca da sua cidade. Um passeio em família para a biblioteca local é uma excelente oportunidade para diversas atividades. Vocês podem ler um para o outro, compartilhar interesses e discutir suas preferências de leitura. Também pode gravar as histórias lidas para ser tocada em casa na hora de dormir na falta de uma babá.

✔ Alguns filmes são excelentes pontos de partida para motivar a leitura. Após assistir um filme baseado em um livro, por exemplo, as crianças podem ficar motivadas em ler os livros ligados aquele universo.

✔ Experimente realizar atividades relacionadas a temática da literatura. Você pode encontrar inúmeros títulos cujo os conteúdos sugerem a realização de tarefas e atividades divertidas.

✔ Prepare uma noite de jogos com a família. Você pode encontrar muitos jogos tradicionais inspirados em clássicos da literatura, e também sempre pode contar com o RPG como uma forma eficiente de polir o interesse do seu filho pela leitura.

✔ Encene peças teatrais entre a família. A escrita de roteiros, ensaios e o simples ato de decorar as falas, pode ajudar as crianças a aprender sobre escrita, organização e estrutura de histórias.

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Colégio estadual no Rio enfrenta até falta de papel higiênico, dizem pais

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infante dom henrique

Pais, alunos e professores dizem que a situação está precária.
Secretaria de Educação afirmou que reclamações não procedem.

Publicado no G1

Pais, alunos e professores do Colégio Estadual Infante Dom Henrique, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, reclamam das condições precárias da escola. Eles dizem que falta até papel higiênico nos banheiros. As informações são do Bom Dia Rio.

Segundo professores, a instituição não tem nem folha da chamada. “Isso dificulta o nosso trabalho, ou seja, nós pegamos uma folha e fazemos a famosa chamada, que é preciso, até porque você sabe que as famílias precisam saber que os filhos estão na escola. Isso é um documento sério da educação, da escola e realmente ainda não chegou até nós e deveria já ter chegado”, disse a professore de filosofia Sônia Lucas.

Os alunos voltaram às aulas no dia 9 de fevereiro, mas os primeiros dias do ano letivo não têm sido muito bons para a filha do taxista Júlio César Araújo.

“Ela entra no horário de 7h até 18h e o colégio deveria fornecer pra ela café da manhã, depois almoço e depois o lanche da tarde, só que só estão dando o almoço. Se nós pais não mandarmos, ela vai ficar o dia inteiro sem comer e só come na hora do almoço, só uma refeição”, falou o taxista Júlio César Araújo.

O taxista disse ainda que esteve no colégio e que não saiu de lá com boas notícias. “Está faltando papel higiênico e está tendo um relato dentro do colégio que o governo não está mandando material até para os próprios profissionais trabalharem e estão falando inclusive até em corte da verba do almoço”, Araújo.

A direção da instituição impediu a entrada a equipe do Bom Dia Rio na unidade. Mas alguns alunos contaram que até resma de papel está faltando. Os estudantes precisam anotar o conteúdo programático, que deveria ser impresso pelo colégio, nos cadernos.

“Fiquei em dependência em umas três matérias. A gente não tem livro para levar para casa. É uma quantidade de livros para dividir para muitos alunos. Então a professora mesmo que carrega esses livros. Muita coisa pra copiar e as vezes é um tempo só. Cansa também. Você estuda com o que tiver no caderno, se não tiver, não estuda”, contou uma aluna.

Problemas frequentes
Os pais reclamam que os problemas não são recentes. A comerciante Helena Barros afirmou ter gastado mais de R$ 2 mil em 2014 com despesas escolares para a filha, também aluna do colégio estadual.

“Um lanchinho que ela come lá, eu que dou R$ 3 pra ela lanchar todos os dias, mais uniforme, que a escola não fornece, tive que comprar durante todo esse período, desde a primeira série até agora eu que tenho comprado uniforme, tênis, tudo. Nos matamos de trabalhar pra poder pagar um pré-vestibular pra ela porque se for contar só com a escola, não tem condições, não passa de jeito nenhum. Eu fico triste, não só pela minha filha”, afirmou Helena Barros.

“É muito difícil, porque faltam professores. Na primeira semana de aula os alunos estavam almoçando só arroz com feijão, porque não tinha carne, legumes. Outra coisa também é que não tem papel na escola pra imprimir as provas, pra imprimir os trabalhos dos alunos. Se a gente não falar nada vai continuar assim pra sempre e não pode ser assim, entendeu?”, contou uma estudante.

A secretaria Estadual de Educação afirmou, em nota, que as informações sobre o Colégio Estadual Infante Dom Henrique não procedem. Segundo a secretaria, os repasses das verbas para a manutenção e para a merenda estão sendo feitos normalmente. A direção do colégio disse que está oferecendo as refeições aos alunos regularmente.

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Professoras usam contos de fadas e cartazes para ensinar direitos sociais

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Magna Torres, professora de educação infantil, criou projeto para desconstruir mitos sociais na sala de aula (Foto: Arquivo pessoal/Magna Domingues Torres)

Magna Torres, professora de educação infantil, criou projeto para desconstruir mitos sociais na sala de aula (Foto: Arquivo pessoal/Magna Domingues Torres)

Conheça o trabalho de professoras em SP, RJ e RS sobre direitos humanos.
Machismo, abuso infantil e racismo foram temas abordados nos projetos.

Gabriela Gonçalves e Ana Carolina , no G1

Em várias partes do Brasil, professoras de educação infantil e ensino fundamental têm usado a criatividade para abordar com os seus alunos questões como direitos das mulheres, racismo e exploração infantil. Para tratar dos temas, crianças de entre 5 e 14 anos foram estimuladas a, por exemplo, se expressar durante rodas de conversa e comparar histórias de contos de fadas com a vida real.

Levando para a sala de aula livros e filmes, as professoras conseguiram ouvir a opinião das crianças sobre diversos temas. Os alunos questionaram o porquê de só os príncipes salvarem as princesas em contos de fadas e os motivos de meninos não poderem chorar.e

Embora seja um trabalho gratificante, ele também é cansativo e mostra histórias nem sempre positivas, como casos de alunas vítimas de abuso. Mas o resultado, segundo as professoras, vale a pena, porque é através dele que elas conseguem ajudar os pequenos e pequenas a aprenderem a respeitar os direitos de todos.

O G1 conversou com três professoras do Rio, de São Paulo e do Rio Grande do Sul sobre projetos desenvolvidos durante ou após as aulas em escolas públicas. Conheça abaixo as experiências de cada uma:

DESCONSTRUINDO MITOS

Magna Torres, professora de educação infantil, criou projeto para desconstruir mitos sociais na sala de aula (Foto: Arquivo pessoal/Magna Torres)

Magna Torres, professora de educação infantil, criou projeto para desconstruir mitos sociais na sala de aula (Foto: Arquivo pessoal/Magna Torres)

Durante uma aula em uma escola municipal de Duque de Caxias (RJ), a professora de educação infantil Magna Domingues Torres, de 28 anos, leu o livro “Menina bonita do laço de fita”, de Ana Maria Machado, e foi surpreendida com a resposta de seus alunos. Na história, um coelho muito branco admira uma menina negra que usa um laço de fita. Em função desta admiração, o coelho faz de tudo para ficar parecido com a menina.

Ao terminar a narrativa, uma de suas alunas disse que “o coelho era louco, porque ser preto é feio”. Ao ouvir isso, Magna identificou a necessidade de descontruir mitos sociais dentro de sala de aula. “Eu fiquei inquieta e comecei a pensar em como os preconceitos chegam até as crianças e como eu poderia mudar isso”, conta a professora, que atualmente ministra aulas para crianças de 5 a 6 anos na Escola Municipal Todos os Santos.

Aproveitando que uma vez por semana promove rodas de conversa em sua escola, a professora passou a ouvir as crianças sobre temas mais densos. “As rodas desenvolvem o espírito crítico das crianças, é uma orientação pedagógica e isso é muito rico, porque elas falam de suas vivências e nós podemos descontruir os mitos”, explica.

A cada semana era discutido um assunto diferente e a conclusão das conversas virava um cartaz. Após sete semanas, e sete temas, Magna fez uma montagem com as fotos das crianças segurando cartazes que diziam: “meninos e meninas brincam juntos de casinha”, “meninas também adoram jogar bola”, “eu adoro rosa, azul, verde e amarelo”, “meninos também adoram dançar”, “menino brinca com menina” e “amigos dizem ‘te amo'”.

As discussões tiveram o apoio da escola e respostas positivas dos pais. “Eu tenho encontrado bastante aceitação e muito agradecimento. As crianças mudam de postura e levam isso para dentro de casa, o diálogo passa a ser possível”, afirma Magna, que foi convidada pela Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro a dar uma palestra para outros professores sobre seu projeto.

Apesar do bom resultado, a professora acredita que o trabalho deve ser multiplicado para que não se perca. “É um trabalho de formiguinha, porque eles passam por mim e depois vão para outra professora ou outra escola”, conta.

Para Magna, é necessário dar aos alunos a oportunidade de pensar e conversar, para que eles possam levar para o imaginário discussões como identidade e igualdade. “Educação é um ato de amor. E eu quero que eles lembrem da escola como aprendizado, felicidade e amor. A educação é mais do que as quatro operações. Passa pelo nosso corpo e pela nossa vida”, define.

RODA DE CONVERSA SÓ COM MENINAS

Juliana Delmonte da Silva, professora de ensino fundamental, criou uma roda de conversa só com alunas meninas (Foto: Arquivo pessoal/Juliana Delmonte da Silva)

Juliana Delmonte da Silva, professora de ensino fundamental, criou uma roda de conversa só com alunas meninas (Foto: Arquivo pessoal/Juliana Delmonte da Silva)

Após terminar uma de suas aulas, a professora do ensino fundamental Juliana Delmonte da Silva, de 27 anos, foi procurada por um grupo de alunas, de 13 e 14 anos, que desejava conversar longe da presença de meninos. Diante disso, a educadora procurou a direção da Escola Municipal Viana Moog, que fica no bairro Jardim Jaqueline, em São Paulo, e sugeriu reuniões semanais, fora do horário de aula, com grupos de meninas.

Nestes encontros Juliana viu a possibilidade de discutir diversos assuntos do universo feminino sem que as meninas se sentissem envergonhadas. Temas como identidade, igualdade entre gêneros, religião, questionamentos sobre sexualidade e história das mulheres eram discutidos durante a uma hora e meia de atividade.

“É bem difícil trabalhar gênero em sala de aula, tem pouco material, principalmente na questão lúdica”, conta a professora, que passou a “traduzir” o material de suas pesquisas para que suas alunas assimilassem o conteúdo.

Em uma de suas reuniões, Juliana discutiu a violência verbal, física e sexual com as integrantes do grupo, e a realidade que encontrou a surpreendeu. “Eu perguntei para elas se elas já tinham sido agredidas física ou sexualmente e, de um grupo de 20 meninas, apenas duas meninas não tinham sido vítimas dessas violências”, afirmou a professora, que, a partir dessas reuniões, intuiu que precisava de parcerias com psicólogos para atender as alunas.

Com o objetivo de fortalecer as meninas, de modo que elas entendessem seu espaço, que não sofressem mais violências, e que tivessem a liberdade de se comunicar, a educadora promoveu (mais…)

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Hotel The Georgian House inaugura mais dois quartos inspirados na saga Harry Potter

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Acomodações temáticas com itens do filme Harry Potter (foto: divulgação / Giogian House)

Acomodações temáticas com itens do filme Harry Potter (foto: divulgação / Giogian House)

Publicado no Hotelier News

Após inaugurar opções de hospedagem inspiradas na saga do bruxo Harry Potter, em 2013, o Georgian House, situado em Londres, anunciou a ampliação deste espaço com duas novas acomodações. As informações pertencem ao portal Hospitality On.

Estes novos quartos estão localizados no porão da unidade, para separar o conceito Harry Potter do resto do hotel boutique. Tudo foi decorado com as cores da Grifinória, com muitos itens e acessórios de livros (cortinas de veludo vermelho, mesas, vasos, velas, etc.). Os livros de Harry Potter estão disponíveis nos quartos e os filmes são emprestados na recepção.

O hotel tinha aberto os seus dois primeiros quartos no final de 2013, sendo que os espaços consistem em um quarto duplo para até três pessoas (com cama extra) e uma suíte familiar para até cinco pessoas. A decoração foi projetada pelo Inglês Diana Holmes, que queria restaurar, tanto quanto possível o mundo do famoso bruxo.

Em termos de impacto sobre o complexo, conforme divulgado pelo portal Hospitality On, além da cobertura da imprensa feita pela mídia internacional, a frequência diária de hotel do site aumentou de 500 para 61 mil visualizações. O hotel também tem recebido inúmeros pedidos de reservas de quartos, que foram todos cumpridos.

Apesar do sucesso da operação, a unidade não quer se tornar um “Harry Potter Hotel”. Betty Jankowska, gerente do empreendimento, considera que o conceito será imitado e que ele vai perder o seu monopólio em breve.

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