Ansiedade 3 - Ciúme

‘It – A Coisa’ tem a maior bilheteria da história para um filme de terror

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O palhaço assustador é interpretado pelo ator Bill Skarsgård. Foto: Reprodução.

O palhaço assustador é interpretado pelo ator Bill Skarsgård. Foto: Reprodução.

 

Dirigido pelo argentino Andy Muchietti e adaptado do livro homônimo de Stephen King, o filme desbancou o clássico “O Exorcista”

Publicado na Gazeta do Povo

O filme de terror “It – A Coisa” continua rendendo sorrisos e dólares aos produtores. Depois de bater recordes em setembro, o longa agora se tornou a maior bilheteria de um filme de terror da história, com US$ 236,3 milhões.

Dirigido pelo argentino Andy Muchietti e adaptado do livro homônimo de Stephen King, o filme desbancou o clássico “O Exorcista”, de William Friedkin, recordista desde 1973, com US$ 232,9 milhões em números absolutos.

Claro, o recorde desconsidera a inflação do período. Em valores reajustados, o longa de Friedkin chegaria a incríveis US$ 983,2 milhões, o que o colocaria no top 10 de todos os tempos.

Logo em sua estreia “It” já havia se tornado a melhor abertura de um filme no outono. Na última semana, superou “Crocodilo Dundee” para cravar a maior bilheteria de um filme que estreou em setembro.

Lançado em 1986, o romance de Stephen King que dá origem ao filme é um de seus livros mais bem-sucedidos. Na trama, um grupo de garotos que sofre bullying enfrenta uma criatura vestida de palhaço, que explora seus medos mais profundos.

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Maze Runner: A Cura Mortal tem primeiro trailer divulgado

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Renan Lelis, no Poltrona Nerd

Como previsto, a 20th Century Fox divulgou o primeiro trailer de Maze Runner: A Cura Mortal, terceiro filme inspirado na série de livros de James Dashner. Veja abaixo!

Na trama, por trás de uma perspectiva de cura para o Fulgor, Thomas (Dylan O’ Brien) descobrirá um grande plano, executado por Cruel, que poderá trazer decorrências catastróficas para a humanidade. Thomas, então, decide entregar-se para o Experimento final.

Dirigido por Wes Ball e escrito por T.S. Nowlin, Maze Runner: A Cura Mortal estreia em 26 de janeiro de 2018. Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee, Giancarlo Esposito, Aidan Gillen, Barry Pepper, Will Poulter e Patricia Clarkson também estão no elenco.

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Distopia de Eric Novello aborda ditadura religiosa e perseguição de minorias

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A capa do livro 'Ninguém nasce herói' e o autor Eric Novello - Twitter / Reprodução

A capa do livro ‘Ninguém nasce herói’ e o autor Eric Novello – Twitter / Reprodução

‘Ninguém nasce herói’ é voltado para o público jovem e já está à venda

Bolívar Torres, em O Globo

RIO — Quando Eric Novelllo começou a escrever “Ninguém nasce herói”, uma distopia para o público jovem sobre um Brasil dominado por fundamentalistas religiosos que oprimem minorias, o país vivia a flor da pele a onda de protestos de 2013 — um momento de violência, turbulência e radicalismo, que acirrou os ânimos e deixou muita gente temerosa sobre o futuro.

Quatro anos depois, o romance ganha as livrarias em um outro timing, não menos dramático. Os protestos que resultaram no cancelamento da exposição “Queer Museu”, em Porto Alegre, e a liminar de um juiz do Distrito Federal que liberou as terapias de “reversão sexual”, preocupam artistas e representantes de minorias, que alertam para censura e ataques a direitos fundamentais. Se “Ninguém nasce herói” se anunciava como uma das respostas da ficção brasileira aos protestos de 2013, ele agora também ecoa novos medos e pautas da sociedade brasileira.

DIREITOS AMEAÇADOS

— Escrever é minha forma de refletir sobre o entorno e também de responder a ele. Por mais que tentasse me concentrar em outras ideias, eu só conseguia pensar em uma coisa: e se essa situação sair do controle e um dos nossos políticos fundamentalistas descerebrados se aproveitar do vácuo de poder e conseguir ganhar as eleições? — diz o escritor, que vê o momento atual como uma culminação das marchas de junho.

— Independente de inclinação política, acho que a parte sã da sociedade sentiu então o ódio exacerbado no ar e deu um passo para trás, num retorno, mesmo que inconsciente, a um campo civilizado de ação — avalia ele. — Mas, nenhuma surpresa, dava para imaginar que essa tensão perduraria até as eleições de 2018, na melhor das hipóteses, e que não faltariam aproveitadores para continuar inflando os ânimos e extrair disso seu capital político.

No romance, o Brasil saiu dos eixos democráticos e é comandado por um líder que se autodenomina O Escolhido. O preconceito foi institucionalizado no país, e o governo totalitário persegue minorias raciais, religiosas e sexuais com o apoio de uma milícia conhecida como Guarda Branca. O protagonista é Chuvisco, um jovem de 21 anos que trabalha com tradução e tenta sobreviver como pode. Para lutar contra essa realidade, distribui livros proibidos pela Praça Roosevelt, em São Paulo. Mas Chuvisco logo se junta a um grupo de rebeldes e começa a se interessar por formas mais radicais de resistência, descobrindo em si mesmo uma vocação para super-herói, com poderes que, na verdade, estão só em sua cabeça. O que não o impede de, num ato de coragem, salvar a vida de um rapaz das garras da Guarda Branca — rapaz por quem ficará obcecado.

Ao conceber uma história para o público Young Adult — gênero que visa leitores entre 14 e 21 anos — Novello acerta em cheio na incerteza social das novas gerações, que estão, segundo o autor, com “direitos e liberdades ameaçados”.

— Pensar em entrar numa faculdade, conseguir um primeiro emprego, ter mais independência, se torna algo nebuloso — diz o autor, que está em seu quinto livro. — Por mais fácil que seja pensar na distopia como um gênero que diz que somos todos capazes de derrubar um governo autoritário, eu prefiro pensar no Young Adult de modo geral como uma ferramenta importante que estimula o diálogo e a reflexão, e assim evita que políticos autoritários cheguem ao poder e precisem ser derrubados. Não é por acaso que a atenção dos leitores de Young Adult está se voltando para uma literatura mais inclusiva, com personagens mais diversos, na qual eles se veem representados, e que mostra que não há nada de errado em ser diferente.

Também não é um acaso que o grupo de amigos criado por Novello seja diverso — inclui representantes de diferentes minorias. Do núcleo rebelde da história, Amanda é impulsiva, bissexual e viciada em doce e café; libertou-se dos padrões de beleza e não se importa em estar acima do peso. Cael é negro — e, por isso mesmo, sempre o primeiro a ser revistado pela Guarda Branca. Já Chuvisco sofre do que ele chama de “catarses criativas” e às vezes não consegue distinguir a realidade da fantasia. Ao mesmo tempo uma doença psicológica e um superpoder, sua imaginação é um elemento a mais no clima de instabilidade e paranoia geral.

Através dos personagens, o autor tenta analisar as relações de amizade em uma ditadura: como jovens fora da curva se amam, se divertem e negociam suas discordâncias quando seus direitos à diferença são suprimidos. Depois de buscar formas pacíficas de resistência, veem-se obrigados a responder à violência do Estado com mais violência. Dilema também enfrentado no Brasil da vida real?

— Por enquanto, não — acredita Novello. — Me parece que estamos em uma etapa anterior a isso, com os jovens mais esclarecidos torcendo para que se retome um caminho de racionalidade e respeito e que o país consiga escapar desse vórtice de retrocesso no qual nos colocaram. Mas eu não tenho dúvida de que são todos plenamente capazes de lutar pelos seus direitos, seja lá a forma que escolherem para fazer isso.

Não é só o público Young Adult que vem se interessando por ficções distópicas, entretanto. O gênero se beneficiou de um boom no mundo todo após a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, catapultando autores como Margaret Atwood e George Orwell às lista de mais vendidos. No turbulento Brasil não é diferente — “A revolução dos bichos”, de Orwell, vendeu 47 mil exemplares desde o início do ano, 20% a mais do que no ano passado.

— Parte disso é um reflexo da guinada conservadora em alguns países, imagino. Se eu, que sou adulto e pago as minhas contas, estou preocupado com o que está por vir, imagino como um jovem, alguém na idade em que mais pensamos sobre o futuro, vê essa falta de estabilidade — diz Novello. — Mas não dá para ignorar que houve também um fenômeno de mercado nesse “renascimento” das distopias com o sucesso da trilogia “Jogos vorazes”, da Suzanne Collins, e sua adaptação para o cinema. Toda uma geração de leitores que se identificou com a história começou a buscar livros similares para ler, fossem os clássicos modernos como “1984” e “O Conto da Aia”, ou os de autores contemporâneos como Kiera Cass e Venorica Roth. Então, sim, houve uma ida de um grupo para a distopia.

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Menina que sofria bullying por amar insetos publicou artigo científico

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Sophia Spencer, de 8 anos, e o pesquisador Morgan Jackson (Foto: Reprodução Twitter)

Sophia Spencer, de 8 anos, e o pesquisador Morgan Jackson (Foto: Reprodução Twitter)

Publicado na Galileu

A amante de insetos Sophia Spencer, de 8 anos, publicou um artigo científico com ajuda do pesquisador Morgan Jackson e da Sociedade Entomológica do Canadá (ESC). Isso ocorreu porque a menina sofria bullying dos colegas de escola por gostar muito desse bichinhos, até que sua mãe resolveu mandar uma carta para o instituto.

No texto, a mulher explicava a situação de Sophia e pedia ajuda para encorajar a filha a continuar com seu amor por insetos e até seguir uma carreira na área: “Se alguém pudesse conversar com ela só por cinco minutos, ou quem não se importasse em ser um correspondente dela, eu apreciaria muito”.

A Sociedade acabou vendo a carta e a publicando em seu Twitter, o que gerou grande repercussão e a criação da tag #BugsR4Girls (#InsetosSãoParaGarotas). Logo a história ficou famosa e ela começou a receber mensagens de carinho e incentivo de todo o mundo, e foi daí que partiu o convite de Morgan Jackson.

Carta de Nicole Spencer, mãe de Sophia, tweetada pelo ESC (Foto: Reprodução Twitter)

Carta de Nicole Spencer, mãe de Sophia, tweetada pelo ESC (Foto: Reprodução Twitter)

 

O pesquisador fez uma análise do impacto da história da menina em uma edição especial do Annals of the Entomological Society of America e convidou Sophia para escrever uma parte do texto. O artigo detalha como o tweet e a tag contribuíram para a comunicação científica e a percepção pública de entomologia e, como estudo de caso, também resume várias lições úteis de mídia social para outros comunicadores científicos.

Na parte em que escreveu, a menina conta que adora lesmas, centopéias e caracóis, mas que seus insetos preferidos são sem dúvidas os saltadores e que quer ser uma etomologista quando crescer, provavelmente para estudar gafanhotos. “Fiquei feliz em ter tantas pessoas me apoiando e foi legal ver outras meninas e adultos estudando insetos. Acho que outras garotas que viram minha história também gostarão de estudar esses animais”, relata Sophia.

Depois disso a menina está mais confiante e não sofre mais com os colegas que, hoje, fazem questão de conversar sobre o assunto com ela: “Agora tenho um microscópio que alguém me enviou, e quando o levo para a escola sempre que as crianças encontram um inseto vêm e me dizem e dizem ‘Sophia, Sophia, encontramos um inseto!'”.

(Com informações de Science Alert.)

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Os livros e escritores mais lidos no mundo

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O americano John Green, do best-seller "A Culpa é das Estrelas". Foto: Justin Tallis/AFP

O americano John Green, do best-seller “A Culpa é das Estrelas”. Foto: Justin Tallis/AFP

 

Nunca se imprimiu tantos livros como nos últimos anos. Os best-sellers mundiais vendem milhões de exemplares e muitos autores são grandes estrelas do mundo da cultura. Mas a popularização da internet, que já abalou jornais, revistas e outros veículos de comunicação, coloca em dúvida o futuro do livro físico

Célio Martins, no Certas Palavras

De cima para baixo: Dan Brown, J.K. Rowling, John Green, Nicholas Sparks e o brasileiro Paulo Coelho.

De cima para baixo: Dan Brown, J.K. Rowling, John Green, Nicholas Sparks e o brasileiro Paulo Coelho.

Quando Miguel de Cervantes conseguiu autorização do rei Felipe II para publicar Dom Quixote de la Mancha, em 1604, a primeira edição teve apenas 300 exemplares. No ano passado, a tiragem inicial do livro A Espiã, do escritor brasileiro Paulo Coelho, foi de 150 mil exemplares só nos Estados Unidos. E a última obra do americano John Green – autor do best-seller A Culpa é das Estrelas – que leva o título nada sugestivo Tartarugas Até Lá Embaixo, será lançado agora em outubro no Brasil com 200 mil exemplares apenas para o público tupiniquim.

A simples comparação evidencia como o livro impresso conquistou leitores e atravessou com firmeza as grandes revoluções na comunicação. Em quase seis séculos desde aquele acontecimento histórico protagonizado por Cervantes, jornais e revistas se popularizaram, veio o telefone, o rádio, a televisão e, mais recentemente, a internet, invento que abalou todas os outros meios de comunicação. Mas o livro impresso seguiu sua jornada (quase) inabalável.

A cada ano surgem grandes “estrelas” do mundo dos chamados best-sellers. Nomes como J.K. Rowling (Harry Potter), J. R. R. Tolkien (O Senhor dos Anéis), Dan Brown (O Código Da Vinci) e Paulo Coelho (O Alquimista) compõem um universo de autores que já venderam mais de 100 milhões de exemplares de suas obras e movimentam centenas de bilhões dólares todos os anos.

Nos dias atuais, no entanto, em que jornais, revistas e outros meios de comunicação buscam novos modelos para se manterem vivos na aldeia digital (termo que deve substituir o famoso conceito de “aldeia global”, criado pelo teórico da comunicação Marshall McLuhan), surge o questionamento inevitável se o livro impresso vai superar essa nova revolução tecnológica. Como não poderia ser diferente em se tratando do futuro de um formato de distribuição de conhecimento, cultura e entretenimento, as previsões são divergentes: de um lado os que acreditam que o livro se perpetuar, independentemente do que vier pela frente; de outro, os que veem o mesmo fim destinado aos outros impressos.

“Muito já se disse sobre o fim do livro impresso, frente à evolução do digital, mas o que aparentemente se desenha não é a extinção de um em função do outro, mas a coexistência das duas plataformas como diferentes experiências de leitura”, diz Danielle Machado, editora executiva da Intrínseca, que tem no seu catálogo campeões de venda como John Green e Walter Isaacson.

Opinião parecida tem o diretor de marketing da Record, Bruno Zolotar, e a diretora de comunicação da Editora Rocco, Cintia Borges. “Você vai numa Bienal do livro e vê uma multidão de jovens comprando livros físicos. O Umberto Eco dizia que o livro físico jamais seria substituído como aconteceu com o cd, por exemplo, porque o livro de papel é uma plataforma perfeita para a leitura”, argumenta Zolotar. “Enquanto a principal característica do mundo digital é a transitoriedade, a sobreposição de informações e conteúdo, o livro é um objeto tangível e de vida longa”, complementa Cintia.

Mas esse otimismo não é compartilhado por gente como o jornalista e escritor paranaense Laurentino Gomes, autor de obras campeãs de venda no país como 1808 e 1822. “No longo prazo, todos os formatos de distribuição que utilizam a plataforma papel vão desaparecer. É uma questão de lógica econômica e ambiental. O livro, mais denso e menos perecível, ainda resistirá um pouco mais de tempo no papel. Mas é só questão de tempo até que livro digital se imponha definitivamente sobre o formato papel”, prevê.

Agatha Christie, um ícone dos best-sellers

Agatha2Na chamada biblioteca de best-sellers, com infindáveis títulos e autores em suas prateleiras, é interessante observar que a onda de escritores dos milhões de exemplares, chamados de comerciais – ou literatura de entretenimento, como preferem classificar muitos literatos para diferenciá-los da ‘alta literatura’ – não começou recentemente.

A campeã e uma das precursoras dessa história é Agatha Christie. O Guiness Book descreve a escritora britânica como a romancista mais bem-sucedida da história da literatura popular mundial em número total de livros vendidos, uma vez que suas obras, juntas, venderam cerca de três bilhões de cópias. Seu maior sucesso, O Caso dos Dez Negrinhos, é de 1939 e bateu os 100 milhões de exemplares.

Outra estrela de maior grandeza desse universo é o norte-americano Sidney Sheldon – o autor de O Outro Lado da Meia-Noite é o escritor mais traduzido do planeta, segundo o Guinness.

Não é só ficção

Além dos autores os quais se pode classificar como de ficção, há escritores de milhões de exemplares em vários outros setores, como religião, ciência, autoajuda, jornalismo, biografias, literatura infantil e até livros para colorir.

Entre os livros mais vendidos no Brasil neste ano, por exemplo, o primeiro colocado – de acordo com levantamento do site publishnews – o primeiro colocado é um livro religioso e o segundo, de autoajuda: Batalha Espiritual – Entre Anjos e Demônios (Editora Petra), do Padre Reginaldo Manzotti, e O Homem mais Inteligente da História (Editora Sextante), de Augusto Cury. Ambos com mais de 100 mil exemplares só neste ano.

Os livros escritos por religiosos, aliás, transformaram-se numa mina de ouro para as editoras. O Padre Marcelo Rossi, por exemplo, fez milagre ao vender mais de 8 milhões de exemplares de Ágape e obter tiragem inicial de 500 mil de Kairós.

No campo da chamada autoajuda, o médico psiquiatra e professor Augusto Jorge Cury superou as fronteiras do Brasil há muito tempo e virou um astro internacional. Seus livros já foram publicados em quase 80 países. Só no Brasil ele vendeu mais de 20 milhões de exemplares, segundo números divulgados pelo site do Grupo Educacional Augusto Cury. Felicidade roubada – um romance psicológico sobre os fantasmas da emoção, é uma de suas obras de grande sucesso.

Alta literatura

O fenômeno das grandes tiragens de livros físicos não se resume aos títulos considerados comerciais ou populares. Obras da chamada alta literatura também exibem números impressionantes.

Além de Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes, citado no início desta reportagem, estão no topo das vendas ainda nos dias atuais obras como Um Conto de Duas Cidades (200 milhões de exemplares), de Charles Dickens, O Pequeno Príncipe (140 milhões), de Antoine de Saint-Exupéry,

Cem Anos de Solidão, Gabriel García Márquez, Lolita, de Vladimir Nabokov, e O Nome da Rosa, de Umberto Eco, esses com mais de 50 milhões de livros vendidos.

A galáxia juvenil

Paula-PimentaNão é de hoje que livros destinados ao público juvenil fazem sucesso. Os autores mais “curtidos” por adolescentes e jovens formam uma galáxia que ajuda a movimentar o grande universo da indústria do livro. Mundialmente, além de J.K. Rowling (Harry Potter), outro dos grandes nomes atuais desse nicho é a norte-americana Meg Cabot. Autora de mais de 70 livros, bateu recordes com a série de onze volumes de O Diário da Princesa.

No Brasil também existem grandes estrelas desse universo. Só para citar um exemplo, uma escritora de grande sucesso no momento é a mineira Paula Pimenta, que esteve em Curitiba na sexta-feira (21) para o lançamento de sua nova obra Minha Vida Fora de Série – 4ª Temporada. Paula ficou conhecida com a série Fazendo Meu Filme e já vendeu mais de 1,5 milhão de exemplares. Seus livros são lidos em Portugal, Espanha, Itália e toda a América Latina.

“Ainda fico surpresa quando vou ao salão de beleza ou à padaria e as pessoas pedem pra tirar foto comigo! Eu achava que essas coisas aconteciam só com os popstars e atores de televisão, e não com escritores”, relata a escritora ao comentar seu sucesso.

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