Marcelo Nova - o Galope do Tempo

Mogli: O Menino Lobo 2 | Filme vai explorar mais elementos do livro original

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Pedro Vieira, no Observatório do Cinema

A Disney está planejando uma sequência para Mogli: O Menino Lobo, sucesso de 2016 que venceu o Oscar de Efeitos Visuais em 2017. Agora, as primeiras informações do novo longa foram divulgada pelo roteirista Justin Marks, que trabalhou no primeiro filme.

“No segundo filme, a ideia é ir mais a fundo no livro de [Rudyard] Kipling [autor do livro que originou o filme], mas também ter alguma coisa do filme da Disney de 1967 também possa aparecer” explicou Marks em entrevista ao MovieWeb.

“Há tanta coisa de Kipling para adaptar. Eu só finalizei um rascunho” explicou o roteirista, que acredita que o próximo filme possa se aproximar ainda mais do final visto no longa de 1967 e no livro original de Rudyard Kipling.

Mogli: O Menino Lobo 2 ainda não tem dada de estreia confirmada.

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Conheça Carina Rissi – a autora nacional que vem conquistando o Brasil

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Jadson Lukas, no Cabana do Leitor

No Brasil e no mundo conhecemos muitas e muitas histórias incríveis, mas nem sempre sabemos de toda a trajetória do autor até seu livro ser lido por milhares de pessoas. E, pensando nisso, a editoria de livros do Cabana do Leitor resolveu criar um especial, que será postado 1 vez por semana durante 1 mês, de um autor e falaremos curiosidades sobre eles. Como leitor, eu adoro descobrir como é o autor por trás das páginas de um livro, é uma forma de me conectar com ele e, não podia deixar de falar da autora que me fez conhecer a literatura nacional e me apaixonar por este mundo. É claro que estou falando dela, da diva Carina Rissi.

Carina Rissi nunca imaginou que seria uma autora de sucesso. Desde criança, tem o hábito da leitura, um amor incondicional por Jane Austen e suas obras. Formada em jornalismo, Carina nasceu em Ariranha, uma cidade no interior de São Paulo, onde mora atualmente com sua família, após ter passado uma temporada na capital.

A ideia para escrever seu primeiro livro surgiu de repente: Quando ela estava esquentando um pedaço de lasanha no micro-ondas e faltou energia. Sua mãe lhe aconselhou a colocar a comida em um banho maria, mas ela não fazia ideia do que aquilo significava, então começou a imaginar como seria uma pessoa supermoderna ir parar em um século sem modernidade alguma e então surgiu “Perdida”, seu primeiro romance chicklit.

Perdida conta a estória da Sofia, um garota super moderna do nosso século. Não tem credibilidade no amor, os únicos romances em sua vida são os dos livros.

Após comprar um celular, Sofia percebe que foi parar no século dezenove e tenta desesperadamente voltar para casa. Ela é acolhida pela família Clarke, e com a ajuda do Ian Clarke, Sofia vai encontrando pistas que talvez possam ajuda-la a voltar para casa. Ela apenas não contava que seu coração tinha outros planos…

O processo de escrita do livro “Perdida” levou cinco meses para ficar pronto. Os primeiros capítulos foram escritos em um celular. Carina escrevia em todos os momentos possíveis.

Adriano Capela, seu marido, foi o primeiro a ler e a encoraja-la a publicar e a apoia-la. Eles fizeram publicação independente de “Perdida” por um ano de contrato. O livro foi disponibilizado em e-book e publicado na Alemanha, onde Carina conseguiu muitos leitores e reconhecimento.

Perdida ficou em quarto lugar de livro, em língua Portuguesa, mais vendido da Alemanha e em primeiro lugar em relevância e popularidade nos Estados Unidos.

Com isso, a Verus Editora trouxera o livro Perdida, da Carina Rissi, para ser republicado aqui no Brasil com contrato tradicional, e publicou também o seu segundo livro que se chama “Procura-se Um Marido”. Ambos são referências de sucesso de uma das autoras mais queridas pelo publico leitor do Brasil. Perdida já foi publicado em vários países: Portugal, Ucrânia, Rússia, Itália…

E tem promessa para virar filme. Teremos novidades sobre Perdida nas telonas no decorrer desse ano.

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A leitura faz você feliz: 10 boas razões para ler mais

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Gisella Meneguelli, no Green Me

Ler não é apenas fundamental: é necessário! Um livro nos coloca em contato com o outro, nos tira de nós mesmos, nos faz lançar um novo olhar para o mundo. Além de ser uma ótima companhia!

Quando lemos, ficamos sabendo sobre assuntos que não conhecíamos ou dos quais sabíamos muito pouco. O nosso repertório cultural se amplia quando entramos em narrativas imaginárias.

A nossa capacidade imaginativa fica mais elástica e menos formatada, sobretudo, quando é tão fácil termos a mão um smartphone com conteúdos selecionados de acordo com o nosso perfil. A leitura de um livro nos dá uma liberdade de trânsito por outros universos culturais com muito mais solidez do que as fórmulas prontas das redes sociais.

Por isso, aqui estão as 10 razões pelas quais vale a pena você ler mais:

1. Os protagonistas das histórias que preferimos estão de alguma forma relacionados com a nossa vida. Alguns estudos sugerem que muitas pessoas se lembram de ter lido pelo menos uma história que tenha mudado suas vidas e que isso leva a mudanças reais no cérebro. Em suma, alguns personagens podem “influenciar” nosso modo de pensar e nosso comportamento. Também por esta razão é importante escolher não casualmente o que se lê ou o que se lê para uma criança.

2. Estreitamente ligado ao ponto anterior, a leitura gera empatia. A leitura, de fato, leva a uma espécie de simulação de experiências sociais e, portanto, a uma maior empatia com os outros, a uma maior criatividade e a um comportamento cooperativo.

3. Regularmente a leitura de romances aumenta a conectividade de diferentes áreas do cérebro, incluindo as associadas ao processamento linguístico e à resposta sensorial primária, o que ajuda a compreender e visualizar o movimento. E, de acordo com o estudo publicado na revista Brain Connectivity, isso permanece mesmo depois de terminar o livro.

4. Ler um livro estende sua vida. De acordo com a pesquisa da Universidade de Yale em New Haven, de fato, os leitores, independentemente do sexo e estilos de vida, vivem dois anos mais do que aqueles que não tocam em uma folha.

5. A leitura ajuda no desenvolvimento das crianças: a leitura em voz alta para os filhos é um hábito precioso porque estimula o cérebro e melhora o desenvolvimento da linguagem.

6. A leitura combina o sono: ler antes de ir dormir é um bom hábito por vários motivos, sendo um deles adormecer mais sereno.

7. Reduz o estresse e previne ansiedade e depressão: estudos epidemiológicos descobriram que muitos pacientes que sofrem de ansiedade e depressão tiveram um declínio nos sintomas ao ler constantemente romances. Por outro lado, também foi demonstrado que a leitura relaxa os sentidos.

8. Ler em voz alta para cães ajuda as crianças. Parece estranho, mas não é. De fato, uma pesquisa mostrou que ler em voz alta para um cachorro pode ajudar as crianças em idade escolar a melhorar suas habilidades de leitura e construir relacionamentos positivos com os livros e a escola.

9. A leitura abre a mente e cura as feridas da alma porque uma história se conecta com o mundo, fornece incentivos para sair de uma dificuldade ou inconveniente, ajuda a enfrentar o medo de falhas e dores e a entender que elas fazem parte da vida.
10. A leitura estimula toda a atividade cerebral e aumenta a conectividade do cérebro, é um remédio para a memória e, em geral, para todas as funções cognitivas.

Ficou convencido de que ler faz bem para o corpo e para a alma? Vale ler romance, poesia, biografia, enfim, qualquer livro que lhe dê prazer, felicidade ou que o faça sair do eixo!

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O Touro Ferdinando: Conheça o livro e o curta-metragem que inspiraram a animação

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O brasileiro Carlos Saldanha dirige filme sobre o doce e atrapalhado touro que não queria participar de touradas.

Vitória Pratini, no Adoro Cinema

Está em cartaz nos cinemas O Touro Ferdinando, nova animação do brasileiro Carlos Saldanha, responsável por sucessos como A Era do Gelo e Rio. Você sabia que o filme é baseado no livro infantil de 1936, “Ferdinando, o Touro”? E que essa mesma obra inspirou um curta-metragem que ganhou Oscar em 1938?

O livro original, escrito pelo autor americano Munro Leaf e ilustrado por Robert Lawson, traz uma temática pacifista que prega o respeito às diferenças. Por esse motivo, foi banido de países que viviam regimes fascistas como a Alemanha Nazista comandada por Adolf Hitler e a Espanha governada pelo ditador Francisco Franco.

A história gerou o curta-metragem Ferdinando, o Touro, desenvolvido pela Walt Disney Productions e lançado nos cinemas norte-americanos em 25 de novembro de 1938. O filme ganhou Oscar de Melhor Curta-Metragem de Animação, categoria na época chamada de “Curta-Metragem – Cartoons”.

O interessante é que o curta também consistia em uma série de homenagens à própria Disney. Quem faz a voz da mãe de Ferdinando, por exemplo, é o próprio Walt Disney, enquanto Ferdinando é dublado pelo animado Milt Kahl, responsável por personagens como Pinóquio, Alice, Peter Pan, Baloo e Robin Hood. A narração fica a cargo do ator Don Wilson.

Além das vozes, uma personagem do estúdio faz uma participação especial: Branca de Neve, cujo longa-metragem — o primeiro animado pela Disney — tinha sido lançado um ano antes. Ela aparece nas escadas, jogando flores para o toureiro.

Já o desfile de toureiros consiste em caricaturas de vários artistas do departamento de animação da Disney, como Bill Tytla (a cavalo), Fred Moore, Art Babbitt, Hamilton Luske e Jack Campbell. O próprio matador está supostamente inspirado em Walt Disney. Já o pequeno homem que vem carregando a espada do toureiro é Ward Kimball, o principal animador da cena.

Assista ao curta, em inglês:

A trama do novo filme da 20th Century Fox conta uma história similar, mas mais extensa: acompanha um doce touro chamado Ferdinando, que adora cheirar flores, seguir borboletas, sentar debaixo de uma árvore e leva a vida perfeita ao lado da menina Nina. Ao contrário dos touros da sua idade, que anseiam por lutar em touradas. Entretanto, ele é escolhido acidentalmente para ser levado a uma fazenda, e teme ser obrigado a participar das lutas nas arenas. Agora, ele precisa arranjar uma maneira de voltar para casa.

O Touro Ferdinando atualmente concorre a indicações ao Oscar 2018 nas categorias de Melhor Animação, Melhor Canção Original e Melhor Trilha Sonora. A produção também concorreu ao Globo de Ouro 2018.

Mais uma curiosidade, ou talvez coincidência, é que o curta original foi feito pela Walt Disney Productions. O filme dirigido por Saldanha é da 20th Century Fox. Considerando que recentemente a Fox foi comprada pela Disney, está tudo em casa, não é mesmo?

Assista ao trailer do novo filme:

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Projeto social no subúrbio do Rio de Janeiro vira livro com histórias de superação e depoimentos de famosos

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Wal com a Malu Mader no projeto No Palco da Vida (Foto Jorge Pualino B)

Úrsula Neves, no Cabine Cultural

Um sonho de menino que virou realidade e transforma centenas de vidas. Assim é o projeto No Palco da Vida, idealizado pelo ator Wal Schneider, que está completando dez anos.

Para comemorar o sucesso do projeto, Wal e sua equipe lançam o livro Um Palco e Muitas Vidas, 10 anos de histórias No Palco da Vida de Teresa Montero, no dia 16 de janeiro, na Livraria Argumento, no Leblon. Localizado em um casarão no bairro de Olaria, no Rio de Janeiro, o projeto já atendeu mais de 3000 alunos com aulas gratuitas de teatro, cinema, dança, música, literatura, palestras e acesso a uma biblioteca com mais de 6 mil livros e 8 mil DVDs.

Nascido na cidade de Tabuleiro do Norte, interior Ceará, José Valdemir da Silva Gomes se encantou pelas artes quando o circo chegou à sua cidade. Tinha apenas 7 anos. Aos 17 pegou carona em um caminhão de melões e com apenas R$ 25 no bolso, foi atrás do sonho de se tornar ator. No Rio de Janeiro lavou pratos, fez faxina, mas mesmo com muitas dificuldades, conseguiu ajuda para engrenar nos estudos. Formou-se ator, fez pós-graduação em direção teatral na conceituada CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), adotou o sobrenome de um de seus benfeitores e tornou-se Wal Schneider.

“Em um determinado momento vi que o que eu tinha conseguido – ser ator – não podia parar ali. E agora? Agora eu precisava distribuir a arte, compartilhar com o máximo de pessoas. Não é apenas teatro, é contribuir para a formação do cidadão e do ser humano” – conta Wal, que deu aulas na UERJ e, em seguida ministrou uma oficina no Sesc de Ramos para a meninada do Complexo do Alemão. O interesse foi tanto que a mãe de uma aluna ofereceu o quintal de casa para Wal continuar ensinando sua arte. Tantos vieram que Wal precisou ampliar o espaço e alugou o casarão da Rua Uranos, em Olaria, Zona Norte do Rio, onde hoje funciona o projeto que atende crianças, adolescentes, adultos, a turma da melhor idade e alunos especiais.

Marcando esses dez anos de sucesso, o livro Um Palco e Muitas Vidas, 10 anos de histórias No Palco da Vida conta trajetória do projeto, que já recebeu vários prêmios, e traz depoimentos de artistas que apoiam e ajudam a causa, como Dira Paes, Malu Mader, Bianca Ramoneda, Bete Mendes, Ruth de Souza, Amir Haddad, dentre outros. Escrito por Teresa Montero, biógrafa da escritora, Clarice Lispector, com orelha por Sergio Fonta, quarta capa assinada por Elizabeth Jhin e Malu Mader, a obra já pode ser adquirirda nas livrarias Eldorado e Copabooks e online apenas pelo site da Livraria Eldorado. Toda a renda das vendas será revertida para a manutenção do projeto, inclusive o percentual da editora e da autora.

Prêmios recebidos pelo projeto No Palco da Vida

Prêmio AABB de Melhor Expressão Artística pelas peças Os Meninos da Rua Paulo e Memórias de Nossa Infância – 2011
Prêmio Extraordinários, na Categoria Superação do Jornal Extra (por voto popular) – 2015.
Prêmio João Canuto – Direitos Humanos – MHuD – 2015.
Prêmio Heloneida Studart de Cultura – ALERJ – 2017

Confira um vídeo promocional do projeto com a participação das atrizes Dira Paes e Malu Mader:

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