Prazo para The Winds of Winter de George RR Martin expirou

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Publicado no Geeks in Action

Para os fãs de Game of Thrones , talvez a única coisa tão frustrante quanto o final da série de TV seja o fato de o autor George RR Martin ainda não ter lançado o sexto livro da série, The Winds of Winter . Martin vem provocando a conclusão do livro há anos, mas nada aconteceu. Escrever um livro é difícil, não há como negar isso, especialmente quando ele carrega o peso das expectativas que o Winds of Winter faz. Mas a questão deste livro é que Martin costuma dizer aos fãs que ele terá terminado. Em um caso, no ano passado, Martin estabeleceu um prazo final, e esse prazo expirou.

Em maio passado, Martin escreveu em seu blog que teria The Winds of Winter em suas mãos quando a Convenção Mundial de Ficção Científica de 2020 tivesse início na Nova Zelândia. Bem, essa convenção começa hoje, em 29 de julho de 2020. Pode ser virtual este ano, mas a convenção ainda está acontecendo, e The Winds of Winter não está em lugar nenhum.

A parte mais cômica de tudo isso é que Martin fez uma garantia tão enfática sobre a conclusão do livro até agora. Ele literalmente deu aos fãs permissão para prendê-lo, se ainda não tivesse terminado.

“Se eu não tenho The Winds of Winter em mãos quando chego à Nova Zelândia para a Worldcon, você tem aqui minha permissão formal por escrito para me aprisionar em uma pequena cabana na Ilha Branca, com vista para o lago de ácido sulfúrico, até que eu ‘ pronto “, escreveu Martin. “Contanto que a fumaça do ácido não estrague meu antigo processador de texto DOS, eu ficarei bem.”

A data de lançamento real de The Winds of Winter permanece um mistério, e provavelmente continuará assim até Martin concluir seus trabalhos.

Fonte: CB

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Livrarias de volta: Lojas reabrem com vendas 70% menores, dívidas com editoras e ‘socorro’ digital

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Publicado no G1

Quando as livrarias fecharam as portas em março, elas já enfrentavam crise no mercado e algumas dívidas. Agora, após mais de 100 dias de quarentena, as lojas que não puderam abrir notaram que poucos clientes migraram para o on-line. Também não houve ajuda ou linha de crédito específicas.

Quando a retomada aconteceu nas cidades mais controladas, as unidades que abriram suas portas saíram da quarentena com desafios a superar:

Vendas 70% menores que o habitual, dívidas ainda maiores e uma folha de pagamento que se manteve a mesma, com ou sem clientes;
E a necessidade de atrair um público ainda com medo de sair de casa, mesmo com abertura em horários restritos, muitas vezes coincidindo com o horário comercial.

O cenário descrito acima foi contado ao G1 pelo presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Vitor Tavares; um dos sócios da Livraria da Travessa, Rui Campos; o presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), Bernardo Gurbanov; e Samuel Seibel, presidente da Livraria da Vila.

As livrarias entram na categoria de comércio e puderam voltar a funcionar nas cidades em que o setor foi autorizado a reabrir. Assim como o restante das lojas, elas têm de obedecer a algumas regras, como distanciamento entre clientes e barreiras de acrílico nos caixas.

A maior mudança é em relação aos livros manuseados. A cada vez que um cliente folheia um livro, ele precisa ser limpo imediatamente. Para não estragar a capa, o número de unidades embaladas com plástico aumentou.

Em algumas livrarias, a edição folheada e não comprada é embalada novamente antes de voltar para a prateleira.

Queda de faturamento

“Reabrimos, mas todo mundo ainda está assustado e não temos um resultado muito bom. Nas lojas, temos vendido 30% do habitual”, conta Rui Campos, da Livraria da Travessa.

A Livraria da Vila registra a mesma porcentagem de vendas. “Se não conseguirmos manter as despesas das lojas proporcionais ao que vendem, aí a situação complica mais do que já está”, diz Seibel, presidente da empresa.

Mesmo com a queda de 70%, vale a pena abrir. O custo da livraria fechada permanece o mesmo, dizem os empresários.
Os livreiros reclamam da falta de incentivo governamental e só recentemente conseguiram recorrer a empréstimos de bancos privados com aval do BNDES.

Mas obter crédito é um desafio grande para os pequenos. “Quando eles conseguem, geralmente é via banco privado e os juros são altos porque nem sempre as livrarias têm histórico com os bancos ou uma boa condição financeira que garanta taxas melhores”, explica Tavares.

Sem capital de giro, elas não conseguem sequer comprar obras novas e se preparar para a reabertura seguindo os protocolo de segurança, diz Gurbanov.

A Lei Aldir Blanc, sancionada pelo Governo Federal em 29 de junho, prevê linhas de crédito e financiamento de projetos culturais, incluindo as livrarias. Mas as fontes ouvidas pelo G1 dizem que ainda não sabem quando nem como a lei passará a valer.

‘Socorro’ digital

Grandes redes e franquias recorreram às vendas on-line durante os meses de fechamento e conseguiram se salvar. Na Livraria da Vila, as vendas digitais já têm um faturamento equivalente a uma loja pequena. Na Travessa, elas dobraram durante os meses de quarentena.

Já as pequenas muitas vezes não têm tecnologia e conhecimento para vender na internet. “As micro e pequenas mal conseguiram vender por telefone ou Whatsapp. Essas começaram a passar por uma situação terrível”, explica Tavares.

Elas também esbarram na falta de serviço de entrega. “Recomendamos o uso de serviços terceirizados ou mesmo o Rappi. Contratar um motoboy de qualquer jeito não é o ideal, porque pode acabar em alguma infração trabalhista.”

A produção caiu e poucos autores têm lançado obras novas. Além disso, um dos livros lançados na pandemia teve contrato de exclusividade com um vendedor.

“A Amazon exigiu exclusividade de vendas do novo livro do Ciro Gomes [“Projeto Nacional: O Dever Da Esperança”]. Nós tentamos comprar da editora, mas não conseguimos. E é um livro importante. Reclamamos com a LeYa, mas eles alegaram que no momento de crise que estão passando, não tinham como recusar”, conta Campos.

Ajuda às pequenas livrarias

Para ajudar as pequenas unidades, a Câmara Brasileira do Livro, a Associação Nacional de Livrarias e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros se uniram para promover a campanha Retomada das Livrarias.

A campanha é um financiamento coletivo e, segundo Tavares, a ideia é arrecadar o máximo possível até o final de julho para poder disponibilizar o dinheiro em agosto. Até o momento, foram arrecadados R$ 300 mil. A CBL prevê que consigam chegar a R$ 500 mil até o fim do mês. 56% das doações foram feitas por pessoas físicas e 44%, por empresas, principalmente do setor editorial.

Depois disso, uma comissão formada por editores, autores e livreiros vai selecionar 50 livrarias com apenas uma unidade e que tenha 50% do negócio dedicado à venda de livros para receberem R$ 10 mil.

O projeto Retomada das Livrarias esperava receber inscrição de 40 livrarias. Foram mais de 200 pedidos. Os selecionados terão R$ 10 mil para ajudar no aluguel, reposição de estoque e outros gastos que podem fazer o negócio falir.

O Brasil tem, hoje, pouco mais de 2,2 mil livrarias. É um número baixo tanto em relação à quantidade de municípios (5.570) quanto se comparado às unidades que o país já teve.

“Já chegamos a 3 mil livrarias. Mas somos um país de leitura per capita baixa. A última pesquisa do instituto pró-livro mostrou que a média de leitura no Brasil é 2,5 livros por pessoa anualmente. Se dobrássemos essa média, teríamos mais livrarias e até preços mais baixos, porque o valor por escala diminui”, diz Tavares.

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Conheça os 10 livros mais procurados durante o isolamento social

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Atualizar a leitura tem sido uma boa pedida para muitos durante o período de isolamento social

Publicado no D24am

Manaus – Para quem está acostumado com a rotina agitada, o isolamento social indicado pelos especialistas como prevenção ao coronavírus pode ser um momento especialmente difícil. Se reinventar e descobrir atividades prazerosas em casa, seja sozinho ou com a família, é uma forma de manter o equilíbrio. Atualizar a leitura tem sido uma boa pedida para muitos. É o que mostra o levantamento da Livraria Leitura do Amazonas Shopping, com a lista das obras mais procuradas na quarentena.

Dentre os que mais solicitados nesse período está o livro ‘Ensaio sobre a Cegueira’, do escritor português José Saramago, que narra a história de uma epidemia de cegueira. Não é o mesmo problema pelo qual passa o mundo hoje, mas guarda semelhança com a pandemia por Covid-19.

Os livros para colorir, ‘Jardim Secreto’, ‘Floresta Encantada’ e ‘Mundo das Flores’, da autora Johanna Basford, também estão na lista. Em geral, costumam funcionar como uma espécie de válvula de escape para rotinas estressantes, como ocorre, por exemplo, nesse período de isolamento social.

Conheça algumas das obras mais procuradas!

Ensaio sobre a Cegueira – Escrito pelo português José Saramago, o romance narra a história da epidemia de cegueira branca que se espalha por uma cidade, causando um grande colapso na vida das pessoas e abalando as estruturas sociais. O romance se tornou um dos mais famosos e renomados do autor. A cegueira começa em um único homem, durante a sua rotina habitual. Quando está sentado em seu carro no semáforo, este homem tem um ataque de cegueira, e é aí, com as pessoas que correm em seu socorro, que uma cadeia sucessiva de cegueira se forma. Uma cegueira, branca como um mar de leite e jamais conhecida, alastra-se rapidamente em forma de epidemia. O governo decide agir e as pessoas infectadas são colocadas em uma quarentena com recursos limitados que irá desvendar aos poucos as características primitivas do ser humano. A força da epidemia não diminui com as atitudes tomadas pelo governo e depressa o mundo se torna cego. Apenas uma mulher, misteriosa e secretamente, manterá a sua visão, enfrentando todos os horrores que serão causados, presenciando visualmente todos os sentimentos que se desenrolam na obra: poder, obediência, ganância, carinho, desejo, vergonha; dominadores, dominados, subjugadores e subjugados.

Mulheres que correm com os Lobos – Os lobos foram pintados com um pincel negro nos contos de fada e até hoje assustam meninas indefesas. Mas nem sempre eles foram vistos como criaturas terríveis e violentas. Na Grécia antiga e em Roma, o animal era o consorte de Artemis, a caçadora, e carinhosamente amamentava os heróis. A autora Clarissa Pinkola acredita que na nossa sociedade as mulheres vêm sendo tratadas de uma forma semelhante. Ao investigar o esmagamento da natureza instintiva feminina, Clarissa descobriu a chave da sensação de impotência da mulher moderna. Seu livro, Mulheres que correm com os Lobos, ficou durante um ano na lista de mais vendidos nos Estados Unidos.

Empodere-se – O autor do best-seller, Caio Carneiro, apresenta estratégias práticas para que você também possa se empoderar de uma vez por todas, buscando o próximo nível, seja ele pessoal ou profissional. Encontre dentro de você toda a energia necessária para colocar em prática os três C’s do compromisso: Começar, Continuar e Concluir seus planos e metas em todos os aspectos da sua vida.

Anne de Green Gables – Esse livro de L. M. Montgomery conta a história de uma menina de 11 anos, com cabelos ruivos, sardas e uma mente tão imaginativa quanto um cientista em busca de conhecimento. Entre uma travessura e outra, que insiste em permear os gramados em que pisa, Anne vai mostrando como aproveitar a vida de uma forma mais simples e divertida.

1984 – Escrita por George Orwell, a obra foi publicada originalmente em 1949. É um dos romances mais influentes do século 20, um inquestionável clássico moderno. Lançada poucos meses antes da morte do autor, é uma obra magistral que ainda se impõe como uma poderosa reflexão ficcional sobre a essência nefasta de qualquer forma de poder totalitário.

Revolução dos Bichos – Do mesmo autor de 1984, essa obra narra uma história de corrupção e traição que recorre à figura de animais para retratar as fraquezas humanas e demolir o “paraíso comunista” proposto pela União Soviética na época de Stalin.

Teto para Dois – O livro de Beth O’leary conta a história de Leon e Tiffy. Eles dividem um apartamento com uma cama só. Ele dorme de dia e ela, à noite. Os dois nunca se encontraram, mas estão prestes a descobrir que, para se sentir em casa, às vezes é preciso jogar as regras pela janela. A história do convívio entre eles começa quando, três meses após o término do seu relacionamento, Tiffy sai do apartamento do ex-namorado e precisa, urgentemente, de um lugar barato para morar.

Escravidão – Depois de receber diversos prêmios e vender mais de 2,5 milhões de exemplares no Brasil, em Portugal e nos Estados Unidos com a série 1808, 1822 e 1889, o escritor Laurentino Gomes dedica-se a uma nova trilogia de livros-reportagem, desta vez sobre a história da escravidão no Brasil. Resultado de seis anos de pesquisas e observações, que incluíram viagens por doze países e três continentes, este primeiro volume cobre um período de 250 anos, do primeiro leilão de cativos africanos registrado em Portugal, na manhã de 8 de agosto de 1444, até a morte de Zumbi dos Palmares.

Diário de um Banana – 4 dias de cão – Do autor Jeffey Kinney, o livro conta a história das aventura das férias de verão de Greg Heffley.

Como fazer amigos e influenciar pessoas – É um livro de autoria de Dale Carnegie que tem como objetivo desenvolver estratégias comunicativas e de ajuda entre pessoas. A obra é voltada para a arte de se relacionar com as pessoas, técnicas simples, porém, de extrema eficácia nos relacionamentos interpessoais.

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Rubem Fonseca: 3 obras essenciais do mestre da literatura policial

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Bandidos e mocinhos se misturam nos livros do escritor, que usava a desigualdade social e o submundo do crime como inspiração

Amanda Capuano , na Veja

A literatura nacional perdeu nesta quarta-feira, 15, o escritor Rubem Fonseca. O autor, que morreu de infarto, aos 94 anos, ficou conhecido por usar da violência, sua marca registrada, para tecer críticas contundentes à sociedade e suas contradições. Dentre os seus temas preferidos, o conflito entre classes se sobressai em histórias que unem figuras marginalizadas e os ditos poderosos, além de heróis de índole duvidosa. Confira três livros essenciais da vasta obra deixada pelo autor:

Agosto

Publicado em 1990, o livro carrega o leitor de volta aos anos 50, quando a política brasileira foi incendiada pelo suicídio de Getúlio Vargas. O romance policial acompanha o comissário Mattos, um investigador do Departamento Federal de Segurança Pública, que tenta desvendar uma série de crimes — alguns inspirados em casos reais vistos pelo próprio escritor, que atuou como policial por seis anos antes de se aventurar na literatura. Com uma mescla primorosa de ficção e fatos históricos, Fonseca destrincha os conflitos políticos que culminaram na morte de Getúlio, e discorre sobre a obsessão pelo poder e pela ganância que permeia a sociedade. A obra ganhou ainda uma minissérie exibida pela Globo em 1993.

Feliz Ano Novo

Publicado pela primeira vez em 1975, em meio à ditadura militar, o livro foi censurado e proibido de circular durante um ano após seu lançamento, sob a alegação de atentar contra a moral e os bons costumes. A obra reúne contos que usam da violência para escancarar as contradições da sociedade brasileira da época — mas que poderia muito bem ser o Brasil dos dias de hoje. No conto que dá nome ao livro, o narrador observa os preparativos para a festa de Ano Novo na televisão e, em meio a sua própria miséria, idealiza como será a comemoração dos ricos – exemplificada pelas propagandas que ele acaba de assistir. Armados até os dentes, ele e os amigos resolvem invadir o Réveillon de uma família abastada. Além da Feliz Ano Novo, outros 13 contos compõem a obra.

A Grande Arte

Os acontecimentos do romance se desenrolam a partir do assassinato de Gisela, uma prostituta, e de sua amiga, que tiveram o rosto marcado com a letra P dias depois de Gisela procurar o escritório do advogado Mandrake para defendê-la de um criminoso a quem tentou chantagear. O advogado com aspirações de detetive narra a obra. Ele fica fascinado com o crime e persegue pistas em busca da verdade. A obra, publicada originalmente em 1983, ganhou adaptação cinematográfica com direção de Walter Salles, em 1991. Já Mandrake, que aparece em outros textos de Fonseca, inspirou a série que leva seu nome, exibida pela HBO.

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Varejo de livros no Brasil começa a sentir os efeitos da pandemia

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Foto: Dayvison Nunes / JC Imagem

 

Publicado no Estadão

O varejo do mercado de livros no Brasil começou a registrar o impacto da pandemia do novo coronavírus na mais recente parcela da pesquisa Painel do Varejo de Livros no Brasil, com dados apurados pela Nielsen e divulgados pelo Sindicado Nacional de Editores de Livros (SNEL) nesta segunda-feira, 6. Na última semana analisada, no fim de março, foi registrada uma queda de 40% nas vendas.

No total do terceiro período de 2020, foram vendidos 2,82 milhões de livros e o faturamento registrado pelo mercado foi de R$ 128,63 milhões, o que representa uma queda de 4,09% em volume e 4,44% em valor, quando comparado ao mesmo período do ano passado.

O período é marcado pelos primeiros impactos da covid-19, que fechou a maior parte das lojas físicas nas grandes cidades brasileiras. Em nota, o gestor da Nielsen Bookscan, Ismael Borges, explica ainda que o mercado deve entender os desdobramentos da crise nas próximas semanas : “O terceiro período já experimenta o impacto da pandemia e mais uma vez o mercado editorial vê a interrupção da retomada do crescimento em função de um evento alheio”, disse.

“Os números do 3T (março) começaram muito bem, particularmente na semana 10, quando as vendas do Dia da Mulher apresentaram crescimento de 29% em relação a 2019. Mas a chegada da crise é um motivo de enorme preocupação para o mercado, já que a semana 12 apresentou uma queda de 40% nas vendas. Nossa previsão é que este número deva piorar no próximo Painel, pois as lojas físicas estão com faturamento praticamente zerado”, afirma Marcos da Veiga Pereira, presidente do SNEL, também em nota.

No acumulado de 2020, o setor ainda apresenta resultados positivos, segundo os dados da pesquisa, com 9,58 milhões de livros vendidos e faturamento de R$471,37 milhões. Em percentuais, o crescimento foi de 2,69% em volume e 1,68% em valor.

Os números têm como base o resultado da Nielsen Bookscan Brasil, que apura as vendas das principais livrarias e supermercados no País. Para a realização do Painel, os dados são coletados diretamente do “caixa” das livrarias, e-commerce e varejistas colaboradores. As informações são recebidas eletronicamente em formato de banco de dados.

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