The Witcher | Atriz é escolhida para viver a Rainha Sancia

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Fabio de Souza Gomes, no Omelete

The Witcher teve mais um nome revelado em seu elenco. Segundo o CB, o nome de Katia Bokor foi recentemente adicionado ao IMDb como a Rainha Sancia.

A atriz participou de filmes como Guerra Mundial Z e O Homem nas Trevas.

Com previsão de estreia para 2019, The Witcher tem Henry Cavill no papel de Geralt de Rivia. Segundo a sinopse prévia, o personagem é um “mutante caçador de monstros que luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas provam com frequência serem mais perversas que as bestas”. O programa contará com oito episódios, gravados no leste e centro da Europa – principalmente na Polônia, país de origem da franquia.


É importante ressaltar que o seriado da Netflix não será baseado nos games da CD Projekt RED e sim na série de livros escrita por Andrzej Sapkowski 

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In the Tall Grass: obra de Stephen King ganha filme na Netflix

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Karoline Póss, no Cinema 10

In The Tall Grass, conto de Stephen King, será adaptado em formato fílmico a ser lançado pela Netflix e promete ser um dos filmes mais assustadores com base em obras de King. Vincenzo Natali está na direção do filme e conta com nomes como Rachel Wilson, Tiffany Helm, Will Buie Jr., e Avery Whitted no elenco. 

A obra, escrita em parceria com seu filho, Joe Hill, foi originalmente publicada em 2012 pela revista Esquire e conta a história de dois irmãos que estavam em uma viagem de carro pelo Kansas quando ouviram pedidos de ajuda. Ao pararem o carro para averiguar a situação, se perdem em um campo de grama alta que esconde mistérios sombrios.

Dos gêneros suspense e terror, o filme tem previsão de estreia ainda para o ano de 2019. O trailer ainda não foi revelado.

Enquanto isso, outras obras de King ganharão forma fílmica nesse ano: o remake de Cemitério Maldito chega aos cinemas em 04 de abril e It: A Coisa – Parte 2 deve ser lançado ainda em setembro. 

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Nova Friburgo tem oito ruas que homenageiam grandes escritores brasileiros

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Rua Machado de Assis, no bairro Perissê, em Nova Friburgo, homenageia escritor brasileiro que publicou mais de 50 obras | Foto: Reprodução/Portal Multiplix

Homenagear escritores pode ser um incentivo à leitura

Sara Schabb, no Portal Multiplix

Quem será que mora na Rua Machado de Assis, no Perissê, bairro de Nova Friburgo, Região Serrana do Rio? Será que há alguma mulher com ideias de vanguarda, enigmáticas e com olhos de ressaca semelhantes a Capitu? Será que também há algum homem tão ciumento quanto Bentinho, sempre desconfiado da mulher? Morar em uma rua que homenageia grandes escritores, além de ser um incentivo a conhecer seus livros, é um convite a entrar no imaginário das obras do autor e a refletir sobre como essas histórias e poesias se relacionam no tempo e no cotidiano de quem mora ou passa por ali.

A reportagem do Portal Multiplix identificou oito ruas em Nova Friburgo que homenageiam escritores brasileiros famosos: Machado de Assis, no Perissê; José de Alencar, no Cordoeira; Álvares de Azevedo, na Ponte da Saudade e em Amparo; Olavo Bilac, no Centro; Cecília Meireles, no Prado; Graciliano Ramos, em Jardinlândia; e Castro Alves, nas Braunes.

Apaixonada por literatura, Heloísa Vianna, que trabalhou 34 anos como bibliotecária e diz ter lido mais de mil livros, afirma que é uma honra morar em uma rua em homenagem a Machado de Assis.

“Morar numa rua com o nome de um dos escritores mais lidos e mais populares do Brasil, que, apesar de ter vivido há mais de século, traduz na sua obra contexto e tema sociais muito atuais, só nos dá honra e inspiração para viajar para outros mundos e imaginar situações inusitadas.”

Professora de História da Escola Estadual Dr. João Bazet, que fica próxima à Rua Machado de Assis, Camila Amaduro acredita ser importante que as ruas façam homenagem a escritores, principalmente porque estamos vivendo em um tempo que o hábito da leitura não está sendo muito incentivado.

“Por fazer parte do cotidiano de quem vive na rua, no bairro, pode ser um incentivo para buscarmos mais informações sobre essas personalidades. Gosto muito de Machado de Assis, ainda não consegui ler todas as suas obras, mas li Memórias Póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro, dentre outras. E suas histórias nos ajudam a compreender a mentalidade do séc. XIX. E, para mim, essa compreensão do passado é fundamental para entendermos muito da realidade do nosso presente.”, diz.

A escolha do nome de uma rua

As ruas precisam ter nomes para que possam servir de referência para pessoas e empresas se localizarem e se situarem nas regiões. Essa atribuição fica por conta Câmara de Vereadores de cada município. Ainda que a decisão seja tomada pelos vereadores, as reuniões são abertas para a população participar. E, com maior participação popular, os nomes das ruas podem ter, inclusive, mais sentido para aqueles que nelas transitam e habitam.

Nomes de ruas costumam homenagear pessoas famosas, políticos, personalidades locais, momentos históricos, nomes de flores e árvores e podem estar ligados à história da cidade ou do país ou a algum fato relevante à época, pois essas nomenclaturas costumam ser escolhidas em consequência à alguma situação importante para aquele lugar, município ou país, no momento em que a rua, estrada ou avenida foi criada.

Escritores brasileiros homenageados pelas ruas de Nova Friburgo:

Rua Machado de Assis, no bairro Perissê

Machado de Assis (1839 -1858) nasceu no Rio de Janeiro e produziu mais de 50 obras de quase todos os gêneros literários, com destaque para os romances e contos, entre eles, A Mão e a Luva (1874), Helena (1876), Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), O Alienista (1882), Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899) e Esaú e Jacó (1904). Machado de Assis faleceu no Rio de Janeiro no dia 29 de setembro de 1908. Relatos históricos apontam que o escritor visitou Nova Friburgo em duas ocasiões. Em uma delas, inclusive, teria dado início a uma de suas obras mais famosas: Memórias Póstumas de Brás Cubas.

Livros e flores

Teus olhos são meus livros.

Que livro há aí melhor,

Em que melhor se leia

A página do amor? (…)

Rua Álvarez de Azevedo, no distrito de Amparo e no bairro Ponte de Saudade

Manoel Antônio Álvares de Azevedo (1831-1852) foi escritor, contista, dramaturgo, poeta e ensaísta brasileiro, autor da famosa “A Noite na Taverna”. É considerado um nome importante do Ultra Romantismo, que são os poetas que passaram a falar do mundo interior em vez de falar de temas nacionalistas e indigenistas. Seus poemas falam de tédio, frustrações amorosas e do sentimento de morte. A figura da mulher aparece em seus versos como um ser platônico. Deixou como legado, além de dezenas de poesia, as obras: Macário, 1850; Lira dos Vinte Anos, 1853 (poesia); A Noite na Taverna, 1855 (prosa); e Conde Lopo, 1866 (poesia).

Invejo as flores que murchando morrem,

E as aves que desmaiam-se cantando

E expiram sem sofrer…

Rua Olavo Bilac, no Centro

Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (1865-1918), nascido no Rio de Janeiro, foi jornalista, contista, cronista e autêntico poeta brasileiro, tido como o principal representante do parnasianismo no país. Foi considerado um dos maiores poetas líricos com suas poesias de amor e sensualidade em versos vibrantes. Publicou: Poesias, Via Láctea e Sarças de Fogo, em 1888; Crônicas e Novelas, 1894; O Caçador de Esmeraldas, 1902; As Viagens, 1902; Alma Inquieta, 1902; Poesias Infantis, 1904; Crítica e Fantasia, 1904; Tratado de Versificação, 1905; Conferências Literárias, 1906; Ironia e Piedade, crônicas, 1916; e Tarde, 1919 (obra póstuma). Também é o autor do Hino à Bandeira.

Dormes…

Dormes… Mas que sussurro a umedecida

Terra desperta? Que rumor enleva

As estrelas, que no alto a Noite leva

Presas, luzindo, à túnica estendida?

São meus versos! Palpita a minha vida (…)

Rua Cecília Meireles, no bairro Prado

Cecília Benevides de Carvalho Meireles (1901 – 1964) nasceu no Rio de Janeiro, foi jornalista, pintora, poetisa e professora brasileira. Cronologicamente vinculada a segunda fase do modernismo brasileiro, sua obra também traz influências simbolistas, românticas barrocas e parnasianas. Publicou mais de 60 livros, dentre os quais destacam-se: Nunca Mais (1923), Poema dos Poemas (1923), Baladas para El-Rei (1925), Viagem (1939), Vaga Música (1942), Mar Absoluto e Outros Poemas (1945), Retrato Natural (1949), Doze Noturnos da Holanda (1952), Poemas Escritos na Índia (1950), Metal Rosicler (1960) e Solombra (1963).

Motivo

Eu canto porque o instante existe

e a minha vida está completa.

Não sou alegre nem sou triste:

sou poeta. (…)

Rua José de Alencar, no bairro Cordoeira

José de Alencar (1829-1877) nasceu em Messejana, no Ceará. Foi romancista, dramaturgo, jornalista, advogado e político brasileiro. É considerado um dos maiores representantes da corrente literária indianista, famoso pela obra “O Guarani”. Publicou mais de 20 livros, dentre eles: Cinco Minutos, romance, 1856; Cartas Sobre a Confederação dos Tamoios, crítica, 1856; O Guarani, romance, 1857; Verso e Reverso, teatro, 1857; A Viuvinha, romance, 1860; Lucíola, romance, 1862.

O amor, porém, é contagioso, com especialidade na solidão, onde a alma tem necessidade de uma companheira, e quando de todo não a encontra, divide-se ela própria para ser duas: uma, esperança; outra, saudade.

Rua Graciliano Ramos, no bairro Jardinlândia

Graciliano Ramos de Oliveira, nasceu em Quebrângulo, em Alagoas. Foi romancista, cronista, contista, jornalista, político e memorialista brasileiro do século XX. Uma de suas obras que se tornou clássico da literatura brasileira é o romance “Vidas Secas”. Algumas de suas obras de destaque: São Bernardo – romance – 1934; Angústia – romance, 1936; Vidas Secas – romance, 1938; A Terra dos Meninos Pelados – contos infanto-juvenis, 1939; Histórias de Alexandre – contos infanto-juvenis, 1944; Insônia – contos, 1947; Memórias do Cárcere -1953; (obra póstuma).

Cartas de amor a Heloísa

Dizes que brevemente serás a metade de minha alma. A metade? Brevemente? Não: já agora és, não a metade, mas toda. Dou-te a minha alma inteira, deixe-me apenas uma pequena parte para que eu possa existir por algum tempo e adorar-te.

Rua Castro Alves, no bairro Braunes

Antônio Frederico de Castro Alves (1847-1871) nasceu em Salvador e é autor de clássicos como Espumas Flutuantes e Hinos do Equador. Foi considerado “poeta nacional social, humano e humanitário”.

As duas flores

“São duas flores unidas

São duas rosas nascidas

Talvez do mesmo arrebol,

Vivendo no mesmo galho,

Da mesma gota de orvalho,

Do mesmo raio de sol.”(…)

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Companhia das Letras começa publicar os livros de Monteiro Lobato este mês

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Victor Tadeu, no Desencaixados

Na Semana das Crianças do ano passado a Companhia das Letrinhas anunciou publicar alguns clássicos de Monteiro Lobato, um projeto com o intuito de atualizar as histórias para as crianças, sendo ele chamado Biblioteca Lobato, organizada por Marisa Lajolo, a maior especialista da obra lobatiana no Brasil, e ilustrada pela premiada artista Lole.

Domingo (17) a Companhia das Letras utilizou o seu Instagram para comunicar ao público o primeiro lançamento deste projeto, inclusive informou na mesma publicação os detalhes especiais presentes na obra.

O 1° lançamento chama Reinações de Narizinho e entra em venda nas maiores livrarias a partir do dia 25 de janeiro. Ele foi publicado pela primeira vez em 1931 e nesta edição vai contar com algumas novidades, como texto integral, diálogo entre personagens com teor de explicação — vocabulário e época —, organização de Marisa Lajolo e entre outros.

Alguns títulos da Biblioteca Lobato já ganharam data de lançamento, inclusive a biografia do escritor feita para crianças, Reinações de Monteiro Lobato, vai ser lançada em março.

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O Senhor dos Anéis | Amazon começa a promover a série com mapas da Terra-média

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Cesar Gaglioni, no Jovem Nerd

“Três Anéis para os Reis-Élficos sob este céu…”

Em uma de suas mais famosas cartas, J.R.R. Tolkien conta o início do processo de escrita de O Senhor dos Anéis. “Eu comecei desenhando um mapa”, diz o autor. Para ele, era muito mais fácil desenvolver uma história a partir de uma geografia do que criar um mapa a partir de uma narrativa.

Seguindo esse espírito, a Amazon começou a promover a série baseada nos livros do autor divulgando mapas da Terra-média. Uma versão grande e interativa pode ser encontrada no site da produção, porém, versões menores foram publicadas no Instagram, com os versos do Um Anel servindo como legenda.

“Sete para os Senhores-Anões em seus rochosos corredores”

Os versos prosseguirão da seguinte forma:

Nove para Homens Mortais, fadados ao eterno sono

Um para o Senhor do Escuro em seu escuro trono

Na Terra de Mordor onde as Sombras se deitam.

Um anel para a todos governar, Um anel para encontrá-los

Um anel para a todos trazer e na escuridão aprisioná-los

Na Terra de Mordor onde as sombras se deitam.

Por enquanto, a trama não foi divulgada, e o elenco não foi anunciado. A série não tem estreia definida.

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