Paulo Coelho revela que estava escrevendo livro com Kobe Bryant

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Publicado na IstoÉ

Entre as personalidades que lamentaram a morte de Kobe Bryant, um dos maiores jogadores de basquete da história, está o escritor Paulo Coelho. Em sua mensagem, o brasileiro revelou que estava escrevendo um livro para crianças em parceria com o astro e afirmou que iria “deletar o rascunho” após a trágica notícia.

“Você era mais do que um grande jogador, querido Kobe Bryant. Eu aprendi muito interagindo com você. Vou deletar o rascunho agora, esse livro perdeu a razão de existir”, escreveu Paulo Coelho em sua conta no Twitter.

A publicação do escritor conta com mais de dezenas de milhares de interações. Entre os comentários estão pedidos para que ele publique o livro. “Talvez fosse uma maneira de honrá-lo se você ainda o escrevesse. Mas somente se você tiver vontade”, disse um dos fãs.

“Dê tempo suficiente à esposa para lamentar e então deixe-a decidir. Oro para que haja compaixão para não forçá-la a tomar decisões prematuras neste momento inacreditavelmente difícil de ter perdido o marido e a filha. Estou até surpreso que isso seja publicado”, comentou outro internauta.

Em 2016, o astro do basquete já havia afirmado que tinha o sonho de fazer um livro voltado para crianças e teria entrado em contato com Paulo Coelho. Depois disso, o ex-jogador e o escritor não comentaram sobre o desenvolvimento do projeto.

Antes de morrer, Bryant chegou a lançar dois livros. O “Mamba Mentality”, que comenta sobre a preparação para o jogo, e o “Wizenard Series”, uma série contando a história de cinco jovens jogadores de basquete.

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Chamado de “assassino de livros”, homem corta obras ao meio em nome da praticidade

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Chamado de “assassino de livros”, homem corta obras ao meio para caber na bolsa (Foto: @alex_christofi/twitter)

Alex Christofi, escritor e editor do Reino Unido, viralizou no Twitter após confessar que costuma cortar publicações muito longas para torná-las “portáteis”

Publicado na Galileu

O escritor e editor britânico Alex Christofi gerou polêmica nas redes sociais após compartilhar como costuma driblar o excesso de peso na mochila por conta de livros muito pesados. “Ontem meu colega me chamou de ‘assassino de livros’ porque eu corto livros longos ao meio para torná-los mais portáteis. Mais alguém faz isto? Sou apenas eu?”, confessou o autor em sua conta no Twitter.

O tweet de Christofi já foi retweetado mais de 9 mil vezes e ganhou 65,9 mil curtidas, bem como milhares de comentários indignados concordando com seu amigo. “Meu Deus. Isso me deixa tão triste”, comentou um usuário. “Existe uma lista de coisas que são aceitáveis. Isso não está na lista”, disse outro. Houve também pessoas que o aconselharam comprar um e-reader e deixar os livros de papel em paz.

Surpreendentemente, há também quem adote a mesma estratégia do escritor. “Não é apenas você. Minha irmã fez isso no passado. E eu trasnformei um livro em uma coroa de flores recentemente, em memória de um amigo que morreu”, contou um usuário.

Christofi, autor dos livros Let Us Be True (2017) e Glass (2015), entrou na brincadeira e atualizou seu perfil no Twitter: “Editor sênior no @OneworldNews. Assassino de livros. Escrevi dois romances, ganhei o Prêmio Betty Trask. Agora estou escrevendo um livro sobre Dostoevsky. Minhas palavras são minhas.”

Você faria algo parecido com seus livros?

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Rei Arthur terá série de TV inspirada em livros do escritor Bernard Cornwell

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Publicado em Nos Bastidores

Foi anunciado pelo Epix a ideia de fazer uma série de TV inspirada na trilogia “The Warlord Chronicles”, do escritor Bernard Cornwel que conta a história do lendário Rei Arthur.

A emissora fez o anúncio em conjunto com outras produções que estarão em sua grade de programação original. A adaptação para a TV da série de Cornewell receberá o nome de O Rei do Inverno, nome do primeiro livro do autor.

A sinopse do livro diz: “O Rei do Inverno contará a saga mítica do rei Arthur. Comandado pela equipe de produção por trás de The Night Of e His Dark Materials, o drama adaptará a trilogia de romances arturianos de Bernard Cornwell, The Warlord Chronicles. No primeiro livro, Derfel Cadarn, um ex-guerreiro que jurou Arthur e agora é um monge idoso, conta a história de como Arthur se tornou senhor da guerra na Idade das Trevas, na Inglaterra, apesar da ilegitimidade do trono.”

Não há previsão de estreia para a série do Rei Arthur

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Cancelada pela Netflix, Anne with an E tem final surpreendente nos livros; conheça

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A autora escreveu oito livros sobre a personagem – Divulgação/Netflix

A nova adaptação foi finalizada na terceira temporada

Publicado no Exitoína

lerta para spoilers! A série Anne With An E conquistou rapidamente o público com três temporadas e acumulou milhares fãs ao redor do mundo. Mas essa história não é recente, a trama que acompanha a jovem órfã em Green Gables é baseada em uma série de livros escritos por L. M. Montgomery em 1908.

Diferente da série da Netflix lançada em 2017, que encerrou a história de Anne Shirley no momento em que ela entra na Queen’s College, os suas trajetória vai muito além. A personagem viveu muitas aventuras até a vida adulta ao longo de em seis livros.

Nas sequencias Anne of Avonlea, Anne of the Island, Anne of Anne’s House of Dreams, Rainbow Valley e Rilla of Ingleside, acompanhamos a ruiva realizando o seu grande sonho de ser professora. Se destacando dos outros alunos, ela ganha uma bolsa de estudos por ser a melhor aluna de Inglês. Esta bolsa permite que personagem termine sua graduação em Redmond.

Mas a vida da protagonista nunca foi fácil e nos livros seguintes isso não muda. Com Matthew infartando ao descobrir que o banco onde tinha todo seu dinheiro faliu, Anne desiste da bolsa para ajudar em casa a cuidar de Marília, que está perdendo a visão.

É nesse momento crucial que sua relação rivalidade com Gilbert Blythe passa por chega ao fim. Diferente da trama da Netflix, ele também se torna um professor, e nos livros desiste de seu cargo na escola de Avonlea para que Anne possa ocupá-la, ajudando a jovem a trabalhar perto de casa.

A adaptação mais recente da TV adiantou o namoro entre Anne e Gilbert, mas com o cancelamento da produção, não houve tempo de decorrer fielmente a relação do casal. Na história original, Anne só descobre anos mais tarde, quando o protagonista fica muito doente, que sempre foi apaixonada ele. A longa saga de Anne é finalizada quando ela está casada com seu grande amor e possui sete filhos.

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Suzane Richthofen aciona STF após se irritar com livro sobre assassinato

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Publicado em A Gazeta

Suzane von Richthofen conseguiu ler o livro “Suzane – Assassina e Manipuladora”, de Ulisses Campbell, no último fim de semana, mas a bonita ficou irritada com tudo o que está na obra, segundo informações do colunista Amaury Jr.

Ao colunista, o autor confidenciou que um dos principais trechos que revoltou Suzane foi o capítulo 10, em que estão divulgados alguns laudos do caso. O capítulo diz: “Nesses processos, os especialistas a descrevem com adjetivos típicos de vilã de novela: manipuladora, dissimulada, egocêntrica, infantilizada, simplista, insidiosa, narcisista, além de ter agressividade camuflada. Ainda segundo esses pareceres, a criminosa utiliza procedimentos primitivos e pouco elaborados na vida, tem fantasia de onipotência e é desvalorizadora do ser humano”.

Suzane achou o livro que fala do planejamento que ela mesma fez para matar seus pais, Manfred e Marísia von Richthofen, ofensivo, de acordo com Amaury Jr, e recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que a publicação fosse recolhida das livrarias.

“A publicação do livro afronta a própria Administração da Justiça e o Poder Judiciário, pois a publicação se utiliza de dados obtidos de processo de execução penal em tramitação sob segredo de justiça e trechos de laudos médicos psiquiátricos e psicológicos acobertados pelo sigilo profissional”, alegou Suzane por meio da Defensoria Pública de São Paulo.

Segundo o colunista, o STF não aceitou os pedidos da herdeira e o lançamento e comercialização do livro estão mantidos.

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