Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged novos livros

J.K Rowling afirma que não escreveu livro sobre as aulas de Hogwarts

0

Novos livros digitais de Harry Potter não foram escritos por J.K Rowling (Foto: Divulgação)

 

Nota oficial do site da autora desmentiu que a coleção de livros teria sido formulada por ela: os e-books são inspirados no audiolivro ‘Harry Potter: A History of Magic’

Publicado na Galileu

O site oficial de J.K. Rowling emitiu uma nota afirmando que os quatro novos livros digitais com a temática das aulas de Hogwarts não foram escritos pela autora da saga deHarry Potter.

“Houve alguns relatos errados da imprensa recentemente de que J.K. Rowling está prestes a publicar mais quatro histórias de Harry Potter. Apenas para esclarecer isso, estes não são livros escritos por J.K. Rowling”, diz o comunicado.

Ainda assim, a série virtual de livros será publicada pela Pottermore Publishing e o lançamento dos dois primeiros volumes, Uma Jornada pelos Encantos e Defesa Contra as Artes das Trevas e Uma Jornada pelas Poções e Herbologia, estão marcados para o dia 27 de junho.

Os outros dois volumes, Uma Jornada pela Adivinhação e Astronomia e Uma Jornada pelo Trato de Criaturas Mágicas, ainda não têm data de lançamento.

Os livros têm informações sobre as aulas de Hogwarts (Foto: Divulgação/ Pottermore)

Todos os livros são curtos e terão material inspirado em uma exposição da British Library e no audiobook Harry Potter: A History of Magic, que foi narrado pela atriz Natalie Dormer, conhecida por interpretar Margaery Tyrell em Game Of Thrones.

O lançamento será digital, pois, segundo o site de de J.K Rowling, o objetivo é “criar conteúdo que seja disponível em outras línguas pela primeira vez”. Todos os e-books terão versões para compra pela Amazon, Apple e Kobo, nos idiomas inglês, francês, italiano e alemão.

Virginia Woolf de graça! 53 mil livros entram em domínio público em 2019

0

Guilherme Cepeda, no Burn Book

Se o dia 1 de janeiro é conhecido não só como o Dia Mundial da Paz, mas também como Dia oficial da Ressaca, há uma outra efeméride importante nesse dia para os amantes da literatura: o Dia do domínio público. O primeiro dia do ano é, afinal, também a data em que diversos livros entram em domínio público, e passam a estar disponíveis para baixarem, lerem e até mesmo utilizarem tais obras. Cada país possui suas próprias leis de direitos autorais, mas sob a legislação americana, obras publicadas até 1923 passam ao público domínio em 2019 – e isso inclui o trabalho de grandes nomes.

Obras como Assassinato no Campo de Golfe, de Agatha Christie, ou o terceiro livro da inglesa Virginia Woolf, O Quarto de Jacob, estão entre aos livros disponibilizados livremente a partir de 2019. A lista continua com a coletânea de poemas New Hampshire, de Robert Frost, o romance Ronda Grotesca, de Aldous Huxley, The World Crisis, de Winston Churchill, Kangaroo, de D.H. Lawrence, Tarzan e o Leão Dourado, de Edgar Rice Burroughs, O Profeta, de Kahlil Gibran, além do primeiro livro de poemas do americano E.E. Cummings, Tulipas e Chaminés, entre muitos outros.

A lista passa de 53 mil novos livros em domínio público.

A internet está repleta de sites que já disponibilizam esses e outros que já se encontram em domínio público em inglês. Locais como Read Print, The Literature Network ou Authorama oferecem os livros em inglês. Para encontra-los em português, basta uma busca um pouco mais apurada pelo Google – e, ao longo do ano, certamente sites brasileiros disponibilizarão tais obras.

Pedro Bial faz nova versão do texto “Filtro Solar” para incentivar consumo de livros

0

Ramón Vasconcelos / TV Globo/Divulgação

Apresentador exibiu a adaptação em seu programa, na madrugada desta sexta-feira

Publicado no Gaúcha ZH

O apresentador Pedro Bial também resolveu se manifestar a respeito da crise editorial no Brasil. Nas últimas semanas, redes de livrarias entraram em processo de recuperação judicial e lojas se uniram com a campanha #VemPraLivraria, a fim de incentivar a comercialização de obras literárias.

Pensando nisto, o apresentador do Conversa com Bial fez uma nova versão de seu clássico texto Filtro Solar em edição que busca incentivar a compra de livros. Considerado um dos primeiros virais da internet, Filtro Solar é a tradução de Wear Sunscreen, da jornalista americana Mary Schmich, publicado em 1997 no jornal Chicago Tribune.

Veja o manifesto de Bial

“Senhoras e senhores do ano de 2019: livros, nunca deixem de usar livros! Se eu pudesse dar uma dica sobre o futuro seria esta: usem os livros!

Os benefícios a longo prazo do uso de livros estão provados e comprovados pela ciência; já a única base confiável de meus conselhos são mesmo… os livros… Não vou compartilhar conselhos, garanto que os livros contém todos os conselhos de que você precisa.

Aproveite bem: nos livros habitam o poder, a beleza e a juventude. Pode crer, daqui a vinte anos você vai evocar os seus livros e perceber de um jeito que você nem desconfia, hoje em dia, quantas, tantas alternativas os livros escancararam a sua frente.

Pegue, pague, sinta o cheiro, o peso, a textura; compre, venda, aprecie a capa, a cor, a moldura. Não se preocupe com o futuro, ocupe-se dele, a chegar, página por página. Os livros são máquinas de viajar no tempo.

Todo dia, leia, conheça novos livros, recomende outros, troque, doe, dê ou… Empreste, se quiser, mas diga adeus aos livros emprestados. Nos livros, a gente conhece pessoas que só poderia conhecer nos livros, pessoas de verdade e de mentira, ambas reais. E através dos livros, você conhece melhor quem está a seu lado. Livros aproximam as pessoas. Livros aproximam os continentes.

Talvez você case… Talvez tenha filhos.. Talvez se divorcie… talvez bodas de diamante. Os livros são marcadores no livro de sua vida. Desfrute dos livros, use-os de toda maneira que puder, mesmo! Se precisa de distração, se busca instrução, se estuda, se descansa, tem livro pra tudo. Se quer saber de onde vem, tem; se quer saber para onde vai, uai! Se nem aí pra isso, também!

Leia os livros que seus pais leram, você vai encontrá-los por lá. Leia os livros de seus filhos, aproveite a desculpa! Os livros guardam todos nossos amores, mesmo os perdidos. Tudo vivo, nos livros, sempre. Eles são a melhor ponte com o passado e guardam o futuro.

Livros vão e vem; alguns não, os de cabeceira. Livros diminuem as distâncias geográficas e de estilos de vida. Livros fazem a gente mais velha quando jovem, e mais jovem quando velha. Em São Paulo, nos levam à praia. No Rio, à montanha. Livros, use e os abuse, como enfeite, por deleite, ao encalço, como calço, a metro ou aquilo outro, isto: estique-os… entregue-se, livre sua pele, filtre e infiltre livros ao brilho solar, livros à luz do luar.

Cuidado com os conselhos que comprar, com os bens que vão se lhe oferecer. Gaste seu dinheiro, em coisas fúteis, úteis, supérfluas ou essenciais, torre ou invista, seja pão duro ou manteiga derretida.

Adquira o que precisa, consuma o que não precisa. Mas guarde o troco para os livros. Livros costumam ter mais valor que preço. Use os livros, como quiser usar, agora, como nunca; agora, como sempre, Use os livros, a mais não poder usar”.

Universo de Blade Runner vai continuar em novos livros

0

Claudio Gabriel, no Observatório do Cinema

Foi divulgada uma parceria comercial entre a produtora Alcon Entertainment e a Titan Books, na qual revelou que o universo de Blade Runner irá continuar em livros novos feitos para expandir o mundo.

A notícia vem depois do último filme da franquia, Blade Runner 2049, ter sido um fracasso comercial, já que arrecadou US$259 milhões mundialmente, valor baixo comparado ao orçamento de US$150 milhões.

Nick Landay e Vivian Cheung, criadores da Titan, disseram em comunicado sobre a felicidade com o projeto:

“Estamos extremamente entusiasmados com a publicação dos quadrinhos e livros de Blade Runner. O universo de Blade Runner mal foi explorado; há muito mais lá. É uma honra estar trazendo esse mundo à vida de novas maneiras para um novo público – e para revelar contos daquele universo que você nunca viu antes.”

O filme original foi lançado em 1982. Já a continuação saiu no último ano.

Autor de ‘Me chame pelo seu nome’ é o primeiro nome internacional confirmado para a Flip 2018

1

André Aciman: autor egípcio publicou romance “Me chame pelo seu nome” em 2007 – Sigrid Estrada / Divulgação

Egípcio radicado nos EUA, André Aciman estará no evento em Paraty, que ocorre entre 25 e 29 de julho

Publicado em O Globo

RIO — A organização da Flip 2018 confirmou André Aciman, autor de origem egípcia radicado nos EUA, como uma das atrações do evento, que acontece de 25 a 29 de julho, em Paraty. O escritor ficou em evidência após a adaptação para o cinema de seu romance “Me chame pelo seu nome” (Intrínseca), que recebeu quatro indicações para o Oscar.

— Aciman vai tratar de exílio, da escrita da memória e do desejo, de paisagens e identidades múltiplas e multiculturais, temas interditos e Proust — adianta Joselia Aguiar, curadora da Flip 2018.

O livro que deu origem ao filme homônimo, dirigido pelo italiano Lucca Guadagnino, chegou às livrarias brasileiras em 2017. Professor de Literatura no Graduate Center, em Nova York, o escritor contou, em entrevista ao GLOBO em janeiro, que começou a rascunhar por acaso a história sobre a formação amorosa de um menino de 17 anos. O jovem tem a vida impactada pelo presença de um americano mais velho, que se hospeda na casa de veraneio da sua família, na Riviera italiana.

— Não estava comprometido com essa história, nem achava que ia ser publicada. Mas como tinha contrato para apresentar novos livros, falei para a minha agente: “Leia e, se achar estúpido demais, não precisa nem se dar ao trabalho de tentar vender”. No prazo de um dia, ela vendeu o livro para uma editora.

Doutor em literatura comparada pela Universidade Harvard, foi professor na Universidade de Princeton Aciman leciona atualmente no The Graduate Center em Nova York, Estados Unidos. É também pesquisador da literatura do século 17, dedicado particularmente ao estudo de Proust. Ao todo, são sete livros publicados, entre eles três romances. Colabora para veículos como a “New Yorker” e “Paris Review”.

Go to Top