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A Hora do Vampiro: Filme será fiel ao livro de Stephen King

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Filipe Salomão, no Combo Infinito

A Hora do Vampiro é uma obra do escritor Stephen King de 1975. Certamente umas de suas obras mais amadas pelos fãs do escritor. Curiosidade, também é o livro preferido do próprio Stephen King.

Sobretudo, temos apenas boas notícias, uma vez que a obra será adaptada aos cinemas por James Wan. O diretor certamente é lembrado por Jogos Mortais, porém ele também dirigiu Invocação do Mal, Aquaman entre outros.

A outra boa notícia é que ele prometeu deixar a obra fiel ao que está no livro, afinal, isso se torna um terror para muitos fãs quando se trata de adaptações. Assim, quem confirmou a adaptação foi Gary Dauberman, o roteirista responsável pelo filme:

Gostaria de ser o mais fiel possível à história original, sem que isto complique a adaptação da obra. Estou muito entusiasmado por fazer parte deste projeto. É muito divertido brincar com vampiros e fazer algo realmente assustador com eles.”

Ambientado na cidade de Jerusalem’s Lot, na Nova Inglaterra, o romance conta a história de três forasteiros. Ben Mears, um escritor que viveu alguns anos na cidade quando criança e está disposto a acertar contas com o próprio passado; Mark Petrie, um menino obcecado por monstros e filmes de terror; e o Senhor Barlow, uma figura misteriosa que decide abrir uma loja na cidade.

Stephen King é um monstro

Stephen King é um monstro da literatura e cada vez mais está presente nas telinhas a nossa volta, seja filmes ou seriados. São mais de 70 livros publicados e dezenas de adaptações para o cinema e a TV.

Em seguida, veja alguns de seus livros mais famosos:

Carrie, a Estranha
Salem/A Hora do Vampiro
O Iluminado
O Cemitério
It – A Coisa
Jogo Perigoso
À Espera de um Milagre
Sob a Redoma

E o cara não para de escrever, segundo ele próprio, ele escreve todos os dias e têm uma meta de lançar dois livros por ano. Por fim, uma outra curiosidade, King disse que lê 80 livros por ano!

Fiquem com a gente para saber mais novidades sobre filmes, livros, games e tudo mais.

Fonte: IGN Portugal

Walcyr Carrasco se inspira em clássico da literatura para criar A Dona do Pedaço

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Bastidor da diretora artística Amora Mautner com Amadeu (Marcos Palmeira) e Maria Da Paz (Juliana Paes) durante gravações de A Dona do Pedaço (Divulgação/ TV Globo)

Felipe Brandão, no Observatório da Televisão

Não é de hoje que Walcyr Carrasco recorre a clássicos da literatura universal para inspirar suas obras na TV Globo. O Conde de Monte Cristo, por exemplo, serviu de base para o autor construir o enredo de seu último sucesso, O Outro Lado do Paraíso (2017).

Com sua mais nova criação, A Dona do Pedaço, não será diferente. O novelista mais bem-sucedido da Globo usou Romeu e Julieta, clássico romântico de William Shakespeare, como o ponto de partida para criar a história de amor e tragédia entre Maria da Paz (Juliana Paes) e Amadeu (Marcos Palmeira), protagonistas do folhetim global vindouro.

Maria é parte de uma família de matadores de aluguel no interior do Espírito Santo, liderada pela matriarca Dulce (Fernanda Montenegro). Logo no início da história, ela comete o desatino de apaixonar-se por Amadeu, membro do clã rival. Assim como os pombinhos da peça de Shakespeare, eles colocam o amor que os une à frente do ódio entre suas casas. Decidem, então, casar-se às escondidas.

O problema é que Dulce descobre o enlace e tenta matar Amadeu, atirando nele em pleno dia do casamento com sua nota. Amadeu então é dado como morto, e o suposto assassinato desata de vez a guerra entre as duas famílias. Grávida do amado, Maria foge para São Paulo e, vários anos depois, torna-se milionária como dona de uma rede de confeitarias.
Reviravolta

A riqueza da heroína vira alvo da cobiça do mauricinho Régis (Reynaldo Gianecchini). Membro de uma família tradicional da alta sociedade paulistana, porém arruinada, ele decide seduzir Maria da Paz para pôr as mãos em seu dinheiro. Mau caráter, será capaz de traí-la com a própria filha dela, a não menos perversa Joseane (Ágatha Moreira).

É nesse ínterim, porém, que Amadeu ressurgirá na história – vivo, ao contrário do que todos acreditavam. Seu reencontro com Maria da Paz, a quem nunca deixou de amar, provocará uma revolução na vida da heroína, bem como na de todos à sua volta.

A Dona do Pedaço tem estreia programada para o mês de maio. O novo folhetim terá a missão de levantar os baixos índices de audiência que O Sétimo Guardião vem atingindo no horário nobre global. Amora Mautner assinará a direção artística da obra, em sua primeira parceria com Walcyr Carrasco.

Com informações do portal NaTelinha.

Telecine “esquece” exemplares de “Com Amor, Simon” pelas ruas de Porto Alegre

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Nick Robinson é Simon Spier em “Com Amor, Simon”Reprodução / Telecine Play

Publicado no Gaucha Zh

Aos 17 anos, Simon Spier descobre que é gay. Sua jornada em busca de felicidade e aceitação é o foco da novela juvenil Com Amor, Simon, de Becky Albertalli, que pode ser encontrada pelas ruas de Porto Alegre a partir desta quarta-feira (20). Os exemplares foram “esquecidos” pela cidade pela rede Telecine, que acaba de adicionar o longa de Greg Berlanti, inspirado no livro, à sua plataforma de streaming.

Cada exemplar também conta com uma carta com a definição de amor do protagonista e uma mensagem da própria companhia sobre a obra. “Essa é a história de Simon e de muitos outros personagens. Pode ser a sua ou de quem está perto de você. Que o poder dos nossos filmes inspire muitas pessoas a encontrarem sempre o caminho do amor.”

Inspirada na iniciativa da atriz Emma Watson, de Harry Potter, conhecida por deixar obras feministas para serem encontradas por novos leitores, em pontos estratégicos dos locais por onde passa, a campanha também é realizada em São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Salvador, Campinas, Recife, Belo Horizonte e Curitiba.

Aqueles que encontrarem os livros são incentivados a compartilhar sua descoberta nas redes sociais com a hashtag #ComAmorSimon para que a mensagem atinja mais pessoas. O filme vai ao ar na noite desta quarta (20), às 22h, e na quinta, às 18h20, no Telecine Pipoca.

Encontrado o manuscrito de ‘Cem anos de solidão’ que García Márquez acreditava ter se perdido

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A origem de “Cem anos de solidão”.

México guarda cópia datilografada da grande obra do escritor colombiano.
O próprio autor deu a obra ao crítico literário Emmanuel Carballo

Anna Lagos, no El País

Talvez a melhor explicação sobre a prodigiosa imaginação de Gabriel García Márquez seja a de seu pai: “tinha uma capacidade para inventar além da realidade que via. Eu sempre disse que tinha dois cérebros. Ninguém me tira da cabeça a ideia de que Gabito é bicéfalo”, dizia dom Gabriel Eligio García. Usou esse formidável talento fabulador em suas obras, mas também gostava de fantasiar com histórias reais por trás de sua literatura. García Márquez fabricou uma lenda sobre os pormenores de sua legendária obra Cem Anos de Solidão. Despistava, afirmava que precisou mandar o original em duas partes à Editora Sudamericana porque ficou sem dinheiro na agência de correios e costumava dizer que não sabia onde estavam os manuscritos.

Um desses supostos textos perdidos apareceu na Cidade do México. No bairro Roma, no novo mostruário da Fundação Slim, em um quarto e diante de uma cama, em uma estante colonial, como sancta sanctorum, está o manuscrito de Cem Anos de Solidão que Gabriel García Márquez deu a seu amigo, o crítico mexicano Emmanuel Carballo (Guadalajara, 1929), com correções do próprio autor colombiano. O texto datilografado está protegido por uma caixa vermelha em formato de livro na qual se destaca sua lombada com duas faixas negras. Na primeira, se lê o nome do autor e da obra que causou o boom da literatura latino-americana; na segunda, está a legenda em maiúsculas: Cópia datilografada do romance presenteado a seu corretor o escritor mexicano Emmanuel Carballo. Mais abaixo diz com letras douradas: Na Cidade do México, 1965 – 1966.

“García Márquez se referiu várias vezes a esses manuscritos que havia perdido de vista. Fala de sua história, o que acontece é que fantasiou o relato, dizia não saber se existiam outras cópias das quais ele não se lembrava, do que duvido, porque não se ajusta à evidência material e à gênese do texto que eu pude rastrear”, diz Álvaro Santana-Acuña, principal pesquisador da Fundação García Márquez e autor do livro Ascent to Glory: How ‘One Hundred Years of Solitude’ Became a Global Classic (ascensão à glória: como Cem Anos de Solidão se tornou um clássico global).

A evidência material, o registro que aparece na edição comemorativa da obra da Real Academia Espanhola, constata que existem quatro manuscritos: “Pera Araiza (que se encarregou de passar a limpo o texto escrito à mão) datilografou o original com três cópias. Foi aquele o enviado no começo de agosto à Editora Sudamericana em dois pacotes postais. Álvaro Mutis levou pouco depois a Buenos Aires outra cópia; a terceira, sempre de acordo com o depoimento de García Márquez, “circulou na Cidade do México entre os amigos” que o haviam acompanhado nos momentos ruins, enquanto a quarta foi envidada a Barranquilla “para que fosse lida por três protagonistas íntimos do romance: Alfonso Fuenmayor, Germán Vargas e Álvaro Cepeda, cuja filha Patricia ainda a guarda como um tesouro”. As outras, supostamente, se perderam”. O próprio García Márquez fantasiou ainda mais o relato: “Em alguma parte do mundo, entretanto, podem existir outras cópias”, como explicou em um artigo de 2001 para o EL PAÍS chamado A odisseia literária de um manuscrito.

Seguindo o rastro oficial, atualmente se conhece a localização de somente três cópias: uma está na Universidade do Texas, que comprou o arquivo do escritor em 2011. Outra é a enviada a seus amigos em Barranquilla e Bogotá, hoje em poder da família Cepeda Samudio. E a cópia “que circulou na Cidade do México entre os amigos” deve ser, portanto, a que está exposta na capital mexicana após ser presenteada a Carballo. Do original, que García Márquez dividiu em dois, não há notícias.

“O que eu sei é que Gabo destruiu todos os esboços do romance, todos os rascunhos, diagramas… toda essa parafernália que vem com a escritura de um livro. Gabo se desfez de tudo isso, não sei de que forma, mas realmente a única coisa que resta do livro são esses manuscritos, como o que está no México”, diz seu filho Gonzalo García ao EL PAÍS. A primeira edição de Cem Anos de Solidão apareceu em 1967 e, assim que a tiveram em mãos, García Márquez confessou que ele e sua esposa rasgaram “o original anotado que Pera utilizou para as cópias, para que ninguém pudesse descobrir os truques de sua carpintaria secreta”.

O texto datilografado guardado no México fazia parte da biblioteca pessoal de Guillermo Tovar de Teresa, cronista da Cidade do México que morreu em 2013, cuja casa — com sua coleção de coleções — se transformou recentemente no terceiro Museu Soumaya, da Fundação Carlos Slim. Emmanuel Carballo, o crítico literário mais importante do México nessa época, era amigo íntimo de Guillermo Tovar de Teresa. “Guillermo e Emmanuel eram muito amigos e ele conseguiu, com essa capacidade de sedução que Guillermo tinha para conseguir seus objetivos de colecionador, que Carballo vendesse [o texto datilografado de Cem Anos de Solidão] a ele”, afirma seu irmão Fernando Tovar y de Teresa.

O texto datilografado tem algumas correções que supostamente são do próprio Carballo, onde podem ser vistos com mais clareza as correções do autor sob as rasuras. Essa versão também possui mais de 200 correções à mão do próprio García Márquez. “Do ponto de vista de críticos não são ajustes importantes, mas demonstram que era uma pessoa extraordinariamente perfeccionista. E pode-se ver como eliminava coisas quando o romance já estava terminado, ainda assim eliminou parágrafos completos, acrescentou algumas frases, principalmente para dar maior força poética e expressiva ao texto”, diz Santana-Acuña. O texto é testemunha da colaboração fundamental entre García Márquez e Carballo.

Emmanuel Carballo, que escrevia praticamente sobre qualquer livro publicado no México, fundou, junto com Carlos Fuentes, a Revista Mexicana de Literatura, além de colaborar como crítico no México na Cultura, suplemento cultural fundamental da época no qual publicaram, entre outros, Alfonso Reyes, Octavio Paz, Juan Rulfo, Carlos Monsiváis e Elena Poniatowska. “Em 1965 começa a escrever Cem Anos de Solidão e, no outono desse mesmo ano, Gabriel García Márquez se aproxima de Carballo e lhe diz: ‘estou começando a trabalhar nesse romance, gostaria que você o lesse’, então, durante um período que de acordo com Carballo durou um ano, García Márquez lhe levava todos os sábados, como se fosse um romance por partes, desses antigos do século XIX, o que havia escrito durante a semana. García Márquez se sentava com Carballo para conversar, discutir os personagens, o enredo de coisas que poderia mudar, que poderia melhorar. García Márquez evidentemente apreciava muito a opinião do crítico”, afirma Santana-Acuña.

A elite literária colombiana havia difamado a obra no começo. O crítico Eduardo Gómez disse que Cem Anos de Solidão não tinha “lógica interna e rigor estético”, fala “dos estreitos limites culturais do autor” da “falta de unidade na concepção dos temas” e da falta de rigor por misturar “fantasia e realidade indiscriminadamente”. No México, entretanto, Carballo o elogiou: “é um romance perfeito”, afirmou. “Antes de Cem Anos, Gabriel García Márquez era um bom escritor, agora é um escritor extraordinário, o primeiro entre seus colegas de equipe que escreve uma obra prima”, destacou no primeiro texto crítico sobre o romance, onde disse que o leitor estava diante de um dos grandes romances do século XX.

García Márquez escreveu sua obra em folhas de caderno (holandesas) no número 19 da rua La Loma, no bairro San Ángel, na Cidade do México. “Lembro de meu pai escrevendo praticamente o tempo todo que estava na casa, é uma das imagens mais presentes que tenho: ele sentado diante de uma máquina de escrever em seu estúdio, em uma casa pequena e muito austera; no estúdio onde escrevia havia quadros e livros e era, digamos, o lugar mais cálido da casa”, diz seu filho Gonzalo García.

Segundo a história que o próprio Gabo conta, a ideia de Cem Anos de Solidão surgiu em 1965, em uma viagem com Mercedes e seus dois filhos a Acapulco. “Eu me senti fulminado por um cataclismo da alma tão intenso e arrasador que quase não consegui desviar de uma vaca que atravessou a estrada”. García Márquez descreve no texto que escreveu no EL PAÍS: “Não tive um minuto de sossego na praia. Na terça-feira, quando voltamos à Cidade do México, sentei diante da máquina para escrever uma frase inicial que não podia suportar dentro de mim: ‘Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía lembraria daquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o gelo’. A partir daí não parei um dia sequer, em uma espécie de sonho demolidor, até a linha final em que Macondo foi para a casa do c…”.

Duna | Jason Momoa se junta ao elenco do filme

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Longa de Denis Villenueve continua crescendo

Arthur Eloi, no Omelete

Duna, filme de Denis Villenueve (Blade Runner 2049) que adapta a obra clássica de Frank Herbert, continua crescendo o seu impressionante elenco: agora, Jason Momoa (Aquaman) está negociando um papel no projeto. A informação é da Variety.

Na trama, Timothee Chalamet será o protagonista Paul Atreides, cuja família aceita controlar o planeta-deserto Arrakis, produtor de um recurso valioso e disputado por diversas famílias nobres. Ele é forçado a fugir para o deserto – com a ajuda de sua mãe, Lady Jessica, que será vivida por Rebecca Ferguson – e se junta à tribos nômades, eventualmente liderando-as por conta de suas habilidades mentais avançadas. Dave Bautista será Rabban, sobrinho sádico de um barão que comanda Arrakis e também é chamado de A Besta.

Já Momoa deve interpretar Duncan Idaho, um espadachim da casa Atreides que é braço-direito do pai de Paul, interpretado por Oscar Isaac. O elenco ainda conta com Stellan Skarsgard, Charlotte Rampling, Josh Brolin e Javier Bardem. Denis Villeneuve dirige o novo filme, que ainda não tem data de lançamento prevista.

O livro é conhecido como uma das obras mais complexas de ficção científica de todos dos tempos, e já foi adaptado para os cinemas em 1984 por David Lynch. O livro também virou minissérie do canal Syfy em 2000. No Brasil, os livros da franquia Duna são publicados pela Editora Aleph.

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