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Livros da Turma da Mônica serão os próximos brindes do McLanche Feliz

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Além dos livros, aplicativo permite ler as histórias utilizando as vozes dos famosos personagens criados por Mauricio de Sousa.

Rafael Argemon, no Huffpost

Livros são a grande atração na próxima edição do McLanche Feliz. Fruto de uma parceria do McDonald’s com a Maurício de Sousa Produções, desde a última quarta (13), o lanche traz como opção livrinhos com histórias de alguns dos principais personagens da Turma da Mônica. Entre eles a própria Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Chico Bento, Tina, Bidu, Piteco, Astronauta e Penadinho.

Cada livro traz dois personagens, com uma história para cada um. São eles: Mônica em: A Melhor Hora do Dia e Bidu em: Mal Entendido; Cebolinha em: A Máquina de Fantasias | Astronauta em: Qualquer semelhança é mera coincidência; Cascão em: É Você Mesmo | Penadinho em: Festa de Outro Mundo; Magali em: A História da Princesa Comedora de Ervilha | Tina em: Quando Tudo dá Errado; e Chico Bento em: Amor de Verão | Piteco em: Viagem no Tempo.

“Numa realidade em que 30% das famílias brasileiras nunca tiveram acesso a um livro, eu não poderia perder a oportunidade de fazer chegar mais de 2 milhões de exemplares a esses potenciais leitores. Sempre estarei aberto a propostas como essa, que tenham como objetivo o estímulo à leitura”, disse Mauricio de Sousa.

Outra novidade é o uso do áudio no aplicativo da rede de fast food para que as histórias possam ser contadas às crianças com as vozes originais dos personagens. “Muitos adultos já têm o hábito de contar histórias fazendo as vozes dos personagens ou imitando sons. Essa funcionalidade vai ajudar ainda mais nessa experiência”, explica David Grinberg, vice-presidente de comunicação corporativa da Arcos Dorados, franquia que administra a marca McDonald’s em 20 países da América Latina e Caribe.

Os livros podem ser encontrados em todas as filiais e restaurantes da rede no Brasil. Eles também poderão ser comprados separadamente por R$ 13.

Um Maluco no Pedaço ganha versão em livro infantil

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Publicado no Ei Nerd

Atenção, fãs de Fresh Prince of Bel Air – ou Um Maluco no Pedaço, na tradução adaptada para o português: o seriado ganhará uma versão para livro infantil a partir de abril.

Mais de 20 anos após o fim da série, Will Smith comemorou a novidade. “Eu não poderia estar mais animado com o fato de o personagem que interpretei por tanto tempo conseguiu inspirar um livro tão divertido e empoderador para crianças de todo o mundo”, escreveu.

O ator fechou um acordo com a editora HarperCollins, que vai lançar três livros. Fresh Princess será o primeiro volume da trilogia. O livro trará as aventuras da pequena Destiny, uma menininha descolada que se muda para um novo bairro diferente do antigo em que vivia, como Will em Bel Air.

“Eu sei que todos os meus filhos teriam amado a Destiny enquanto cresciam e sendo um pai que criou uma filha forte, sei como é importante ver esse tipo de força representada nas histórias”, afirmou Smith, que viverá o Gênio na versão live-action de Aladdin. O filme tem estreia marcada para 23 de maio.

O livro Fresh Princess, escrito por Denene Millner e com ilustrações de Gladys José, chegará ao mercado americano em 2 de abril. Porém ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

Encontrado o manuscrito de ‘Cem anos de solidão’ que García Márquez acreditava ter se perdido

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A origem de “Cem anos de solidão”.

México guarda cópia datilografada da grande obra do escritor colombiano.
O próprio autor deu a obra ao crítico literário Emmanuel Carballo

Anna Lagos, no El País

Talvez a melhor explicação sobre a prodigiosa imaginação de Gabriel García Márquez seja a de seu pai: “tinha uma capacidade para inventar além da realidade que via. Eu sempre disse que tinha dois cérebros. Ninguém me tira da cabeça a ideia de que Gabito é bicéfalo”, dizia dom Gabriel Eligio García. Usou esse formidável talento fabulador em suas obras, mas também gostava de fantasiar com histórias reais por trás de sua literatura. García Márquez fabricou uma lenda sobre os pormenores de sua legendária obra Cem Anos de Solidão. Despistava, afirmava que precisou mandar o original em duas partes à Editora Sudamericana porque ficou sem dinheiro na agência de correios e costumava dizer que não sabia onde estavam os manuscritos.

Um desses supostos textos perdidos apareceu na Cidade do México. No bairro Roma, no novo mostruário da Fundação Slim, em um quarto e diante de uma cama, em uma estante colonial, como sancta sanctorum, está o manuscrito de Cem Anos de Solidão que Gabriel García Márquez deu a seu amigo, o crítico mexicano Emmanuel Carballo (Guadalajara, 1929), com correções do próprio autor colombiano. O texto datilografado está protegido por uma caixa vermelha em formato de livro na qual se destaca sua lombada com duas faixas negras. Na primeira, se lê o nome do autor e da obra que causou o boom da literatura latino-americana; na segunda, está a legenda em maiúsculas: Cópia datilografada do romance presenteado a seu corretor o escritor mexicano Emmanuel Carballo. Mais abaixo diz com letras douradas: Na Cidade do México, 1965 – 1966.

“García Márquez se referiu várias vezes a esses manuscritos que havia perdido de vista. Fala de sua história, o que acontece é que fantasiou o relato, dizia não saber se existiam outras cópias das quais ele não se lembrava, do que duvido, porque não se ajusta à evidência material e à gênese do texto que eu pude rastrear”, diz Álvaro Santana-Acuña, principal pesquisador da Fundação García Márquez e autor do livro Ascent to Glory: How ‘One Hundred Years of Solitude’ Became a Global Classic (ascensão à glória: como Cem Anos de Solidão se tornou um clássico global).

A evidência material, o registro que aparece na edição comemorativa da obra da Real Academia Espanhola, constata que existem quatro manuscritos: “Pera Araiza (que se encarregou de passar a limpo o texto escrito à mão) datilografou o original com três cópias. Foi aquele o enviado no começo de agosto à Editora Sudamericana em dois pacotes postais. Álvaro Mutis levou pouco depois a Buenos Aires outra cópia; a terceira, sempre de acordo com o depoimento de García Márquez, “circulou na Cidade do México entre os amigos” que o haviam acompanhado nos momentos ruins, enquanto a quarta foi envidada a Barranquilla “para que fosse lida por três protagonistas íntimos do romance: Alfonso Fuenmayor, Germán Vargas e Álvaro Cepeda, cuja filha Patricia ainda a guarda como um tesouro”. As outras, supostamente, se perderam”. O próprio García Márquez fantasiou ainda mais o relato: “Em alguma parte do mundo, entretanto, podem existir outras cópias”, como explicou em um artigo de 2001 para o EL PAÍS chamado A odisseia literária de um manuscrito.

Seguindo o rastro oficial, atualmente se conhece a localização de somente três cópias: uma está na Universidade do Texas, que comprou o arquivo do escritor em 2011. Outra é a enviada a seus amigos em Barranquilla e Bogotá, hoje em poder da família Cepeda Samudio. E a cópia “que circulou na Cidade do México entre os amigos” deve ser, portanto, a que está exposta na capital mexicana após ser presenteada a Carballo. Do original, que García Márquez dividiu em dois, não há notícias.

“O que eu sei é que Gabo destruiu todos os esboços do romance, todos os rascunhos, diagramas… toda essa parafernália que vem com a escritura de um livro. Gabo se desfez de tudo isso, não sei de que forma, mas realmente a única coisa que resta do livro são esses manuscritos, como o que está no México”, diz seu filho Gonzalo García ao EL PAÍS. A primeira edição de Cem Anos de Solidão apareceu em 1967 e, assim que a tiveram em mãos, García Márquez confessou que ele e sua esposa rasgaram “o original anotado que Pera utilizou para as cópias, para que ninguém pudesse descobrir os truques de sua carpintaria secreta”.

O texto datilografado guardado no México fazia parte da biblioteca pessoal de Guillermo Tovar de Teresa, cronista da Cidade do México que morreu em 2013, cuja casa — com sua coleção de coleções — se transformou recentemente no terceiro Museu Soumaya, da Fundação Carlos Slim. Emmanuel Carballo, o crítico literário mais importante do México nessa época, era amigo íntimo de Guillermo Tovar de Teresa. “Guillermo e Emmanuel eram muito amigos e ele conseguiu, com essa capacidade de sedução que Guillermo tinha para conseguir seus objetivos de colecionador, que Carballo vendesse [o texto datilografado de Cem Anos de Solidão] a ele”, afirma seu irmão Fernando Tovar y de Teresa.

O texto datilografado tem algumas correções que supostamente são do próprio Carballo, onde podem ser vistos com mais clareza as correções do autor sob as rasuras. Essa versão também possui mais de 200 correções à mão do próprio García Márquez. “Do ponto de vista de críticos não são ajustes importantes, mas demonstram que era uma pessoa extraordinariamente perfeccionista. E pode-se ver como eliminava coisas quando o romance já estava terminado, ainda assim eliminou parágrafos completos, acrescentou algumas frases, principalmente para dar maior força poética e expressiva ao texto”, diz Santana-Acuña. O texto é testemunha da colaboração fundamental entre García Márquez e Carballo.

Emmanuel Carballo, que escrevia praticamente sobre qualquer livro publicado no México, fundou, junto com Carlos Fuentes, a Revista Mexicana de Literatura, além de colaborar como crítico no México na Cultura, suplemento cultural fundamental da época no qual publicaram, entre outros, Alfonso Reyes, Octavio Paz, Juan Rulfo, Carlos Monsiváis e Elena Poniatowska. “Em 1965 começa a escrever Cem Anos de Solidão e, no outono desse mesmo ano, Gabriel García Márquez se aproxima de Carballo e lhe diz: ‘estou começando a trabalhar nesse romance, gostaria que você o lesse’, então, durante um período que de acordo com Carballo durou um ano, García Márquez lhe levava todos os sábados, como se fosse um romance por partes, desses antigos do século XIX, o que havia escrito durante a semana. García Márquez se sentava com Carballo para conversar, discutir os personagens, o enredo de coisas que poderia mudar, que poderia melhorar. García Márquez evidentemente apreciava muito a opinião do crítico”, afirma Santana-Acuña.

A elite literária colombiana havia difamado a obra no começo. O crítico Eduardo Gómez disse que Cem Anos de Solidão não tinha “lógica interna e rigor estético”, fala “dos estreitos limites culturais do autor” da “falta de unidade na concepção dos temas” e da falta de rigor por misturar “fantasia e realidade indiscriminadamente”. No México, entretanto, Carballo o elogiou: “é um romance perfeito”, afirmou. “Antes de Cem Anos, Gabriel García Márquez era um bom escritor, agora é um escritor extraordinário, o primeiro entre seus colegas de equipe que escreve uma obra prima”, destacou no primeiro texto crítico sobre o romance, onde disse que o leitor estava diante de um dos grandes romances do século XX.

García Márquez escreveu sua obra em folhas de caderno (holandesas) no número 19 da rua La Loma, no bairro San Ángel, na Cidade do México. “Lembro de meu pai escrevendo praticamente o tempo todo que estava na casa, é uma das imagens mais presentes que tenho: ele sentado diante de uma máquina de escrever em seu estúdio, em uma casa pequena e muito austera; no estúdio onde escrevia havia quadros e livros e era, digamos, o lugar mais cálido da casa”, diz seu filho Gonzalo García.

Segundo a história que o próprio Gabo conta, a ideia de Cem Anos de Solidão surgiu em 1965, em uma viagem com Mercedes e seus dois filhos a Acapulco. “Eu me senti fulminado por um cataclismo da alma tão intenso e arrasador que quase não consegui desviar de uma vaca que atravessou a estrada”. García Márquez descreve no texto que escreveu no EL PAÍS: “Não tive um minuto de sossego na praia. Na terça-feira, quando voltamos à Cidade do México, sentei diante da máquina para escrever uma frase inicial que não podia suportar dentro de mim: ‘Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía lembraria daquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o gelo’. A partir daí não parei um dia sequer, em uma espécie de sonho demolidor, até a linha final em que Macondo foi para a casa do c…”.

Cemitério Maldito ganha vídeo legendado e nova data de estreia no Brasil

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Bruno Tomé, no Observatório do Cinema

Cemitério Maldito, dirigido por Kevin Kölsch e Dennis Widmyer, acaba de ganhar um featurette. Com ele, uma nova data de estreia foi anunciada para o Brasil – o terror chegará no dia 9 de maio agora, e não mais em abril.

No vídeo inédito, os diretores e o elenco comentam sobre o filme baseado na obra de Stephen King. “Se você quiser fazer um filme realmente aterrorizante, tem que voltar ao mestre do terror, Stephen King”, opina Dennis Widmyer.

“Cemitério Maldito ficou conhecido como a obra mais aterrorizante de King”, completa Kevin Kölsch.

O elenco do novo filme conta com Jason Clarke (O Primeiro Homem), John Lithgow (The Crown) e Amy Seimetz (Alien: Covenant), que protagonizam a história sobre um cemitério amaldiçoado.

O livro de King já foi transformado em filme no ano de 1989, com direção de Mary Lambert. No final desse ano, a obra completa 35 anos desde que foi lançada pelo autor.

A estreia de Cemitério Maldito acontece em 9 de maio no Brasil.

Autora de “P.S. Eu Te Amo” anuncia continuação do livro

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“Postscript” será lançando no dia 19 de setembro no Reino Unido e na Irlanda. Ainda não previsão de lançamento aqui no Brasil.

Rayane Moura, no Poltrona Vip

A escritora Cecelia Ahern, autora do livro “P.S. Eu Te Amo”, anunciou nesta segunda-feira (11) que lançará a continuação do romance. Com o título “Postscript” (“pós-escrito”, em português), o livro estará disponível a partir do dia 19 de setembro no Reino Unido e na Irlanda.

Ainda não há previsão de lançamento do livro aqui no Brasil. Também não há confirmação se a sequência também ganhará uma versão para os cinemas. Por meio de suas redes sociais, a autora contou que a continuação já está pronta e ainda afirmou que escrever a sequência foi uma experiência emocionante:

“Eu fiz. Eu escrevi a continuação de ‘PS Eu te Amo’ e é intitulada ‘Postscript’. É o P.S ao meu P.S de 15 anos atrás e escrevê-lo tem sido uma experiência emocionante. Eu não sei como consegui manter isso em segredo por tanto tempo, mas estava explodindo para compartilhá-lo. ‘Postscript’ será publicado no dia 19 de setembro no Reino Unido e Irlanda. Eu espero que vocês recebam de volta Holly… e Gerry… e chorem durante a história como eu chorei”, finalizou Cecelia, que compartilhou um vídeo com a capa provisória na publicação.

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