Canal Pavablog no Youtube

notícias

Livro “Areia Movediça”, que inspirou série da Netflix, chega ao Brasil

0

Publicado no Bahia Social Vip

A Intríseca lança no Brasil o livro “Areia Movediça”, da sueca Malin Persson Giolito. O suspense foi adaptado como uma série policial homônima da Netflix lançada em abril.

A vida de Maja Norberg parecia incrível: jovem, bonita, inteligente e popular. Nada iria dar errado. Até que um tiroteio acontece na escola: seu namorado e sua melhor amiga estão mortos e ela é a única acusada dos crimes. Aos poucos, Maja refaz os acaminhos que a colocaram naquela situação, mas, até lá, uma coisa é certa: ela é a pessoa mais odiada da Suécia.

Após nove meses na prisão, é hora do julgamento. Os advogados estão usando todos os recursos possíveis para provar sua inocência, mas a mídia e os olhares à sua volta nitidamente desejam o oposto. Com os direitos de tradução adquiridos por mais de 29 países, Areia Movediça, de Malin Persson Giolito, foi escolhido pela Swedish Crime Writers Academy como o melhor romance criminal de 2016.

Narrada do ponto de vista de Maja, que trata o leitor como um confidente, a obra entrelaça as memórias da garota a um cenário de tensão racial e econômica que, aos poucos, ajuda a revelar as peças de um surpreendente quebra-cabeças.

Panorama perspicaz de uma juventude desmoronando, o livro toca em temas como imigração, conflito de classes e o isolamento adolescente, embalados por uma ótima narrativa de crime e tribunal. A série homônima, lançada em abril pela Netflix, foi a primeira produção original sueca do streaming.

Fernandinho Beira-Mar quer lançar site para vender livros da cadeia

0

Foto: Luiz Roberto Lima/ Estadão Conteúdo

Publicado no Diario de Pernambuco

Preso em regime de segurança máxima, o traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, tem planos de lançar um novo empreendimento. Desde o ano passado, está em tratativas para colocar no ar um site em que pretende divulgar sua história de vida, vender livros de sua autoria e souvenirs como camisetas, canecas e bonés sob a marca FBM.

O site seria administrado, em parte, a partir da cela que Beira-Mar ocupa na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Segundo sua advogada, Paloma Gurgel, agentes penitenciários revisam todo o material enviado ao preso, como textos e propostas de desenho das páginas. A demora na troca de correspondências seria, inclusive, motivo de demora na aprovação dos materiais.

A iniciativa foi revelada pelo site UOL e confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo com o jornalista e escritor Renato Homem, contratado para o gerenciamento de conteúdo do site. Ele diz que não há data para o lançamento, mas a expectativa é que esteja no ar até o fim deste ano.

“Vou escrever aquilo que ele, Fernando (Beira-Mar), deseja ver no site dele”, resume o escritor, que trabalhou como ghost writer no livro O Direito Penal do Inimigo, do traficante Marcio Santos Nepomuceno, o Marcinho VP. A aproximação com Beira-Mar teria ocorrido logo depois do lançamento, em outubro de 2017.

Homem pretende fazer um trabalho semelhante com o conteúdo do site e com dois livros que Beira-Mar pretende lançar. O primeiro é fruto da monografia que o traficante escreveu para a conclusão de curso em Teologia, feito à distância enquanto cumpria pena. A segunda obra é uma autobiografia. Nenhum dos livros tem título definitivo.

Somadas, as penas de Beira-Mar chegam a 317 anos de prisão. Entre outras condenações, ele foi sentenciado em 2015 a 120 anos por liderar uma guerra de facções dentro do presídio Bangu I, na qual quatro rivais foram assassinados, em 2002. Ele está fora do Rio desde 2006, e desde então passou por três unidades de segurança máxima do sistema penitenciário federal: Catanduvas (PR), Porto Velho (RO) e Mossoró (RN).

Em maio de 2017, ele foi transferido para o Rio Grande do Norte após a deflagração da Operação Epístolas, que através de investigações apontou que, mesmo do presídio, Beira-Mar ainda comandaria negócios que chegaram a movimentar R$ 9 milhões nos últimos anos. A ação da PF prendeu dez de seus parentes.

‘Projeto literário-social’

Beira-Mar chama a iniciativa do site de “projeto literário-social”, segundo Homem. O plano é encomendar o fornecimento das camisetas e bonés em parceria com uma ONG no Rio de Janeiro que trata dependentes químicos, que ficariam responsáveis pela confecção dos materiais. Uma exigência seria que os materias sejam reciclados. A reportagem questinou o nome da ONG, mas o escritor não soube informar.

O foco do site seria a divulgação de textos de Beira-Mar sobre sua trajetória no crime, com perguntas e respostas, apesar de haver previsão da venda de artigos pela internet.

“Ele pretende, nesse site, responder às perguntas que as pessoas têm curiosidade, do tipo, ‘Qual foi o primeiro carro que você roubou? Você já participou de assalto a banco? Como foi sua convivência com os guerrilheiros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia?'”, conta Homem. Beira-Mar foi preso em 2001 na Colômbia após se refugiar com o grupo guerrilheiro. “Ele garantiu que não vai ter apologia (ao crime nos textos).”

O professor Claudio Langroiva, que ensina Direito Constitucional na Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), diz que não conhece e merece análise da Justiça. Ele diz que, a princípio, a abertura do site não representa apologia ao crime, mas mesmo assim viola princípios da legislação penal.

“Acredito que isso desvirtua o princípio da medida educadora e punitiva previsto no cumprimento de pena”, diz Langroiva. “Enquanto a pessoa está institucionalizada, está presa, os seus direitos estão sob a tutela do Estado.”

Questionado sobre o monitoramento dos materiais do site enviados ao preso e sobre a legalidade dos planos, o Ministério da Justiça e Segurança Pública não respondeu até a publicação deste texto.

Barbeiro dá desconto para crianças que lerem em voz alta enquanto trabalha

0

Publicado no Hypeness

A barbearia The Fuller Cut, em Michigan (Estados Unidos), ficou famosa por oferecer descontos a crianças que leem em voz alta enquanto cortam o cabelo. A iniciativa surgiu quando o barbeiro Ryan Griffin soube que outras lojas do país ofereciam um programa similar e decidiu levar a ideia à sua comunidade.

Os pequenos que leem para o barbeiro ganham um desconto de US$ 2 no corte – o equivalente a R$ 9. Como muitos não conseguem terminar a leitura durante o corte, Ryan mantém um registro para saber onde o livro parou, de forma que as crianças possam retomar a narrativa no local certo em uma próxima oportunidade.

A iniciativa existe desde agosto de 2015 e se tornou viral em 2016, o que fez com que muitas doações de livros fossem recebidas. Desde então, a barbearia informou que já teve notícias de mais 300 estabelecimentos que passaram a praticar promoções similares.

Além de estimular a leitura, a barbearia faz questão de oferecer livros que contem histórias de pessoas negras, como grande parte dos moradores da comunidade em que se situa. Assim, as crianças não só exercitam a leitura, mas também têm acesso a histórias que retratam pessoas como elas.

Homem preso injustamente durante 17 anos partilha com outros reclusos a sua paixão pelos livros

0

Mário Cruz / Lusa

John Bunn tinha 15 anos quando foi condenado a 20 anos de prisão por, alegadamente, ter sido cúmplice no homicídio de um polícia de Rikers Island, nos Estados Unidos (EUA). Apesar das escassas provas, e de sempre ter negado o seu envolvimento no crime, passou toda a juventude atrás das grades. Enquanto vivia o seu “pesadelo”, descobriu o seu “sonho” – a literatura. Finalmente declarado inocente, dedica atualmente os seus dias a levar livros a quem não os tem.

Publicado no Zap

Segundo noticiou o Observador na segunda-feira, o “pesadelo” de John Bunn começou em 1991. Tinha apenas 14 anos quando, a 14 de agosto, foi levado para uma esquadra em Brooklyn para ser interrogado por Louis Scarcella, um polícia que, ao longo da sua carreira, fez com que mais de uma dezena de homens fossem condenados injustamente.

O inspetor disse-lhe que ele e um outro rapaz mais velho, Rosean Hargrave, de 17 anos, que vivia no mesmo bairro – Crown Heights – eram suspeitos de terem assassinato o agente Rolando Neischer no dia anterior, 13 de agosto.

Rolando Neischer era de Rikers Island, Nova Iorque, e estava de folga quando foi abordado por dois jovens de bicicleta em Crown Heights, que lhe apontaram uma arma e disseram que saísse do carro onde estava com o amigo e colega Robert Crosson. O último conseguiu fugir, mas o primeiro ripostou e levou cinco tiros. Morreu três dias depois no hospital.

Durante o interrogatório, John Bunn garantiu que nada sabia sobre o assassinato. Louis Scarcella não acreditou, tendo o rapaz – com pouco mais do que 1,70 metros de altura – sido atirado para dentro de uma cela cheia de adultos muito maiores do que ele. “Desde então que tenho lutado para provar a minha inocência”, declarou em entrevista à CNN.

John Bunn foi formalmente acusado de furto e homicídio a 17 de agosto de 1991 com base numa única testemunha – Robert Crosson -, que o tinha identificado a ele e a Rosean Hargrave na esquadra de Louis Scarcella.

Aguardou julgamento durante 16 meses, no centro de detenção juvenil Spofford, encerrado em 2011 depois de inúmeras queixas de violência e abuso. Foi condenado a 20 anos de prisão em novembro de 1992 (a pena foi posteriormente reduzida para nove anos depois de a defesa ter alegado que o jovem tinha sido acusado como um adulto). Rosean Hargrave foi condenado a 30.

Apesar da sua situação, John Bunn nunca desistiu. Quando foi preso, não sabia ler nem escrever; aos 17 anos, lia tudo o que lhe aparecia à frente e que levava da biblioteca da prisão. “Escrevi um dia à minha mãe… E disse: ‘Podem trancar o meu corpo, mas não podem trancar a minha mente’”, contou à CNN.

A literatura tornou-se no seu maior apoio e é por isso que hoje, dois anos depois de ter sido finalmente declarado inocente, juntamente com Rosean Hargrave, dedica todo o seu tempo a divulgar a importância da leitura entre jovens carenciados e reclusos.

“A leitura mudou a minha vida. Quero partilhar essa experiência com outras pessoas”, afirmou. Foi com esse objetivo que abriu uma biblioteca em Rikers Island, que começou um projeto de leitura que leva livros às comunidades mais carenciadas e que trabalha regularmente com jovens reclusos, de 16 e 17 anos.

“Não existe melhor sensação do que sentir que existo com um propósito”, garantiu à CNN. “E isto é o que dá à minha vida um propósito”.

O livro Branco Letal, de Robert Galbraith, um pseudônimo de J. K. Rowling, chega no Brasil

0

Victor Tadeu, no Desencaixados

Em abril foi anunciado através da Editora Rocco mais um lançamento escrito pelas mesmas mãos de quem escreveu Harry Potter, e nesta semana o título foi lançado em território nacional, disponível em diversas livrarias.

Branco Letal é uma obra escrita por Robert Galbraith, outro pseudônimo de Joanne “Jo” Rowling — verdadeiro nome de J. K. Rowling — e ela gira em torno de um adolescente problemático chamado Billy, onde ele jura ter presenciado um crime, só que não contém provas o suficiente para confirmar o ocorrido. Inconformado com a situação Billy recorre ao Cormoran Strike na intenção de buscar destaques o suficiente para a investigação.

A Editora Rocco é responsável pelos lançamentos da autora no Brasil, incluindo Harry Potter e outros best-sellers que foram publicados através de pseudônimos. J. K. Rowling tornou uma escritora bilionário por causa da série juvenil.

O livro estava em pré-venda e teve a data de lançamento oficializada para o dia 11 de maio.

Go to Top