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Autora do livro ‘O Diabo veste Prada’ revela o que não gostou do filme

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Anne Hathaway e Meryl Streep, em ação em “O Diabo veste Prada” – Divulgação

Lauren Weisenberger tem objeções ao comportamento de Miranda Priestly no longa

Publicado em O Globo

Apesar de dizer que, no geral, gostou muito da adaptação para o cinema do livro “O Diabo veste Prada”, a autora do livro, Lauren Weisenberger revelou que o comportamento da personagem Miranda Priestly a incomodou um pouco.

“Eu amo o filme, é muito bom. Mas não gosto do fato de terem humanizado a Miranda como fizeram. Eu entendo que Meryl Streep (atriz que interpreta a editora de moda “megera”) queria mostrar um personagem multidimensional, porque ela é a melhor atriz que conhecemos, mas acho difícil imaginar Miranda choramingando num quarto de hotel ou fazendo a Andy (Anne Hathaway). Eu pensei: ‘Miranda chorando?’ Não acredito”, disse Lauren à edição britânica da revista “Cosmopolitan”. “Funcionou perfeitamente para o filme, mas acho que no livro era melhor sem isso. Entendo que os meios são diferentes”.

Neste mês, a autora está lançando uma nova obra, chamada “The Wives”, que mostra a vida de Emily Charlton (interpretada no cinema por Emily Blunt) longe da revista fictícia “Runway Magazine”. Ela se casou, saiu da publicação e, na história, trabalha agora como uma agente de celebridades.

Confira filmes baseados em livros de Philip Roth

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“Revelações” é baseado em “A Marca Humana” e tem Anthony Hopkins no papel do professor acusado de racismo Ver Descrição / Ver Descrição

Cinema não conseguiu fazer adaptações à altura do escritor, criador de uma prosa que impõe dificuldades à narrativa audiovisual

Marcelo Perrone, no Gaucha ZH

Gigante na literatura, Philip Roth não conseguiu ganhar em vida uma adaptação no cinema a sua altura. Algumas de suas principais obras foram levadas às telas, a partir do obscuro drama de guerra Battle of Blood Island (1960), de Joel Rapp, inspirado no conto Expect the Vandals, publicado na revista Esquire, sobre dois marines americanos que sobrevivem a um confronto com os japoneses e se veem isolados em uma ilha do Pacífico. Também em 1960, Roth chegou à TV com um episódio da série Alfred Hitchcock Presents inspirado em seu texto The Contest for Aaron Gold. Teve ainda adaptados, na série Quest, seus dois primeiros textos de ficção: Goodbye, Columbus and Five Short Stories e Letting Go.

Goodbye, Columbus chegou ao cinema em 1969, no filme de Larry Peerce que no Brasil ganhou título de Paixão de Primavera — foi indicado ao Oscar de roteiro adaptado. No elenco, Ali MacGraw e Richard Benjamin, ator que viveu depois o personagem título de O Complexo de Portnoy(1972), dirigido por Ernest Lehman.

Verter para a linguagem audiovisual a prosa em que Roth embaralha sexo, judaísmo, decrepitude física e crônica de costumes, em meio a digressões temporais e vozes interiores de seus personagens, é tarefa espinhosa. Daí vem a decepção. Após uma nova adaptação na TV (The Ghost Writer, na série oitentista American Playhouse), o autor chegaria novamente ao cinema somente em 2003, com Revelações, chocha transposição de A Marca Humana estrelada por Anthony Hopkins e Nicole Kidman, sobre professor acusado de racismo que esconde um nebuloso segredo sobre suas origens.

A dissonância da potência entre o material escrito e o filmado acaba sempre amortecendo o resultado das adaptações de Roth para o cinema, por mais qualificados que sejam os nomes nelas envolvidos. Também bateu na trave Fatal (2008), de Isabel Coixet, com Ben Kingsley vivendo o professor e intelectual sessentão que exercita seu poder de sedução sobre jovens alunas, até se ver desconcertado por uma delas, personagem de Penélope Cruz.

Duas tentativas seguintes tiveram melhores resultados: O Último Ato (2014), de Barry Levinson, com Al Pacino na pele do protagonista de A Humilhação, um ator decadente e deprimido que envolve-se romanticamente com a filha lésbica de amigos (Greta Gerwig). E Indignação (2016), de James Schamus, acompanha, nos anos 1950, um rapaz judeu que ingressa na universidade e encontra um ambiente de repressão sexual e antissemitismo.

A frustrações dos fãs de Roth com as adaptações de sua obra deixaram em banho-maria a expectativa por Pastoral Americana (2016), dirigida e estralada por Ewan McGregor. Foi melhor não esperar muito. Sem querer arriscar, o filme sucumbiu ao excesso de reverência à matriz literária, que acompanha por anos o desmoronamento de uma família símbolo do sonho americano.

Sherlock Holmes 3 estreará em 2020

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Warner Bros./Divulgação

Filme deve ter o retorno de Robert Downey Jr. e Jude Law

Mariana Canhisares, no Omelete

A Warner Bros. revelou que Sherlock Holmes 3 chegará aos cinemas no dia 25 de dezembro de 2020, de acordo com o CBM. Assim, a estreia acontece nove anos depois do último filme da franquia, O Jogo de Sombras.

A expectativa é que Robert Downey Jr. e Jude Law reprisem os papéis de Holmes e Dr. Watson, respectivamente. Por enquanto, não há nenhum nome atrelado à direção do projeto. Sabe-se apenas que Chris Brancato, roteirista da série Hannibal, assina a nova trama.

Os dois primeiros filmes da também estrearam na época do Natal, em 2009 e 2011, com bom desempenho na bilheteria: enquanto o primeiro filme fez US$ 524 milhões no mundo inteiro, a sequência gerou US$ 545 milhões.

Porto Alegre Noir – Evento dedicado à literatura e ao cinema policial começa nessa sexta

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Cinemateca CapitólioMarcus Mello / Reprodução Facebook

Realizado de sexta a domingo, o evento trará exibições de filmes, palestras e cursos sobre o gênero

Alexandre Luchesse, na Gaucha ZH

A literatura policial é um dos gêneros que mais movimenta o mercado editorial pelo mundo. No RS não é diferente. Escritores como Tailor Diniz, Tabajara Ruas e Carina Luft são ativos em suas incursões ficcionais pelo mundo do crime e do mistério. No entanto, só agora a Capital ganha um evento dedicado ao tema: Porto Alegre Noir terá sua primeira edição de sexta-feira a domingo, na Cinemateca Capitólio (Demétrio Ribeiro, 1.085).

– Gosto de compartilhar minhas paixões como leitor e escritor. Achei que estava no momento de fazer um evento voltado só para a literatura policial, até porque este é um bom momento do gênero no país. Conseguimos estender a programação também para o cinema. No futuro, tentaremos agregar os quadrinhos – conta Cesar Alcázar, idealizador da mostra.

Alcázar tem know-how em promover festivais culturais independentes, sendo um dos organizadores da Odisseia de Literatura Fantástica, que, em junho, chegará à quinta edição. Para o Porto Alegre Noir, ele conta com a parceria das produtoras Fio e Cine Um, além do apoio de diferentes instituições.

Na programação, estão escritores de fora do Estado como Claudia Lemes, de São Paulo, autora dos thrillers Um Martini com o Diabo e Eu Vejo Kate. No sábado, às 16h15min, ela ministra o curso Técnicas de Suspense e Anatomia do Thriller. De Santa Catarina, Rogerio Christofoletti, um dos autores do almanaque eletrônico Os Maiores Detetives do Mundo, participará, no sábado, às 17h30min, de um bate-papo com o jornalista de ZH Carlos André Moreira, que participa da coletânea Ficção de Polpa: Crime (2008), e a escritora Carol Bensimon, que também esteve nessa coleção e assina um conto no recente Acerto de Contas – Treze Histórias de Crime & Nova Literatura Latino-Americana. Entre as atrações locais, estão os já citados Tabajara, Diniz e Carina, além de A. Z. Cordenonsi, Gabriela Silva e Rodrigo Tavares.

O evento começa com uma edição especial do Projeto Raros, que costuma exibir filmes fora do catálogo das distribuidoras. Na sexta-feira, às 19h, o escolhido é o longa A Quadrilha (1973), de John Flynn, adaptação do livro The Outfit, de Richard Stark. Depois da exibição, haverá comentário do escritor e cineasta Fernando Mantelli.

– Os três filmes que escolhemos são adaptações de romances mais ou menos conhecidos. No caso de A Quadrilha, o livro que lhe deu origem não foi lançado no país, mas uma versão em quadrinhos, chamada A Organização, lançada pela Devir, está disponível. O filme não foi um grande sucesso, mas foi muito elogiado e passou até na televisão nos anos 1970. Nunca foi lançado em VHS ou DVD no Brasil, embora merecesse uma edição – explica Alcázar.

No sábado, o filme escolhido é No Silêncio da Noite (1950), de Nicholas Ray, adaptação do livro homônimo de Dorothy B. Hughes, lançado no Brasil pela L&PM Editores. Já no domingo, é a vez de Homens em Fúria, de Robert Wise, baseado em obra de William P. McGivern inédita no país.

Os bate-papos e sessões de cinema do Porto Alegre Noir têm entrada franca, mas para os cursos é preciso fazer inscrições, com valor de R$ 45. A programação completa e informações para se inscrever podem ser acessadas aqui.

Jogador Nº 1 | Segundo livro do autor vai virar filme

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Rodrigo Scahrlack, no Observatório do Cinema

Jogador Nº 1 não apenas se tornou a maior abertura nos Estados Unidos para um filme de Steven Spielberg neste década, mas também entrou na lista de maiores estreias do ano até o momento, informou o ScreenRant.

Agora, outro livro de Ernest Cline vai ganhar um longa. A Universal Pictures anunciou que Armada virará um filme com o roteiro de Dan Mazeau, de Fúria de Titãs. A produção fica por conta de Dylan Clark (Planeta dos Macacos) e Dan Farah (Jogador Nº 1).

O filme será uma adaptação do livro homônimo de Ernest Cline, que segue a história de um adolescente que passa todo seu tempo jogando videogames e descobre que um de seus jogos favoritos na verdade é um projeto de treinamento para impedir uma invasão alienígena na Terra.

Jogador Nº 1 foi lançado nos cinemas no dia 29 de março de 2018.

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