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Cristina Danuta

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“Sherlock Holmes da vida real” dá dicas para dominar arte da dedução

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Sherlock

Sherlock

 

Renan Guerra, no Observatório do Cinema

O último episódio da temporada de Sherlock foi exibido no domingo (15), agora os fãs terão uma espera longa pela frente. Porém, o cientista forense Colin Cloud, conhecido como o “Sherlock Holmes da vida real”, está dando lições sobre dedução e observação.

Colin fez fama com seus poderes de adivinhar o que você comeu no café da manhã ou mesmo o nome de seu primeiro cachorrinho. O cientista pesquisa a arte da dedução desde a infância e entrou em um programa universitário de investigação forense logo aos 15 anos de idade.

“Eu certamente não sou um paranormal…”, esclarece Colin ao jornal The Independent. “Nada do que eu faço é um truque – é tudo baseado no conhecimento e prestando muita atenção.”

“Você vê, mas você não observa”, é uma das falas favoritas de Sherlock. E é uma observação que Colin provavelmente faria sobre a maioria de nós. Mesmo assim, o cientista acredita que as habilidades do detetive criado por Sir Arthur Conan Doyle podem ser desenvolvidas por qualquer um que se dedique ao estudo com esmero.

“Você tem que se treinar para ver as coisas de forma diferente e descobrir o que você pode aprender sobre alguém”, diz ele. “Muitas vezes conversamos com as pessoas e não prestamos atenção a coisas como sua respiração, o quanto elas estão piscando, a maneira como elas estão sentadas ou de pé – e todas essas pequenas coisas que revelam muito sobre uma pessoa”.

“Eu fui inspirado por ele”, continua Colin sobre Sherlock. “Eu folheava as páginas dos livros e o via deduzindo coisas sobre as pessoas, fazendo coisas fascinantes com sua memória e ele sempre era capaz de demonstrar como fez essas descobertas. De qualquer forma, eu rapidamente descobri que não era tão fácil como ele fez parecer.”

“Eu acho que eles tentam fazer as deduções de forma mais lógica possível, e eles são ótimos nisso”, comenta ele sobre a série da BBC. “É claro, é ficção, então eles têm a liberdade de criar cenários que são, em última instância, perfeitos para o personagem conseguir o que quer que eles queiram”, finaliza.

De qualquer forma, Cloud diz que é tão fã da série quanto dos livros: “A escrita é simplesmente fenomenal”, elogia. “Eu acho que cada episódio é, simplesmente, uma obra-prima”.

Colin Cloud, o Sherlock Holmes da vida real

Colin Cloud, o Sherlock Holmes da vida real

Enem sem redação, mais um golpe na leitura

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A pile of books on wooden table

A famosa frase de Monteiro Lobato é bastante oportuna: “um país se faz de homens e livros”

Tatiana Notaro, na Folha de Pernambuco

Uma das máximas mais verdadeiras proferidas pelos professores de redação País afora é: para escrever bem é preciso ler, e muito. A leitura amplia o vocabulário, o repertório de argumentos (essencial para um bom texto) e ainda ratifica gramática, com o uso das regras.

 

Não há como escrever bem sem ser um leitor assíduo. E num País onde se lê pouquíssimo (uma média que não chega a cinco livros per capita/ano) – onde o estímulo doméstico, em geral, é ínfimo -, ter um Ministério da Educação que propõe o fim da redação como critério de seleção às universidades, no Exame Nacional do Ensino Médio, é mais que um grande absurdo, é uma condenação.

 

Ao invés de incentivar o hábito da leitura, mesmo que obrigatoriamente como preparação para a prova, se propõe um sistema apenas com o objetivo de avaliação. Esta e outras mudanças para o Enem serão anunciadas pelo ministro Mendonça Filho em coletiva de imprensa (hoje, às 11h) e ainda vão para consulta pública.

5 dicas para começar a ler mais

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Porque Ler Faz Bem, fique atento a estas cinco orientações para começar a ler cada vez mais

Publicado no Visão

Mesmo que haja muita vontade para começar a ler aqueles livros que já começam a formar pilha na mesinha de cabeceira, ou por falta de tempo, ou por cansaço, ou por uma série de outras razões, muita gente deixa a leitura para segundo plano.

Mas não tenha dúvidas: Ler Faz Bem, como faz questão de afirmar no projeto lançado, este mês pela VISÃO. Ler desperta a inteligência, combate o envelhecimento do cérebro, reduz o stresse e pode mesmo ser um grande aliado no combate a algumas doenças. Muitas personalidades de sucesso fazem da leitura um hábito diário. Bill Gates, fundador da Microsoft, reserva uma hora para ler, antes de dormir. O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, tenta terminar um livro a cada duas semanas. A escritora Agatha Christie lia 200 livros num ano e o 26º Presidente dos EUA, Theodore Roosevelt, num dia e noite tranquilos, conseguia ler mais do que um livro.

Se gostava muito de começar a ler mais, mesmo não tendo nenhuma destas ambições, tenha atenção a estas cinco dicas simples.

1 . Leia enquanto ouve ruído branco

Para quem tem problemas de concentração, até o mínimo barulho dos ponteiros do relógio pode ser um problema para a leitura. Uma boa maneira de – ou pelo menos tentar – ignorar estas pequenas distrações é ler enquanto ouve ruído branco com os seus headphones.

E o que é isto de ruído branco? Cientificamente falando, o ruído branco é produzido pela combinação simultânea de frequências eletromagnéticas e de sons. Este tipo de barulho, quando ouvido num volume baixo, tem o poder de acalmar e ajudar na concentração. No YouTube pode encontrar vídeos com horas e horas deste tipo de ruído, como este, ou este.

Curiosamente, este foi um dos grandes truques para que Emerson Spartz, CEO do Spartz Inc, em criança, conseguisse completar o objetivo imposto pelos seus pais de ler quatro pequenas biografias por dia. Emerson diz que este tipo de som o ajuda na concentração e que aumenta a sua velocidade de leitura em 30%.

2. Estabeleça um objetivo

Ao impor a si mesmo uma meta de leitura, esta pequena motivação ou competição consigo pode ser um bom truque para fazer com que leia mais. Experimente, por exemplo, começar a ler um capítulo por dia, antes de dormir. Quando já estiver mais ou menos habituado a esta rotina, aumente o número de páginas por dia.

Para o pressionar e relembrar deste desafio que estabeleceu, pode ajudar ter uma alguns livros em cima da sua secretária, da sua mesa de cabeceira, ou, enfim, espalhados pela casa. Além disso, não terá desculpa para não ler mais, caso acabe um livro.

3. Experimente ler livros em formato digital ou ouvi-los

A geração milennials, tão ligada aos aparelhos digitais, talvez fique interessada nestas duas formas de ler livros: ou através do computador, tablet ou smartphone, em formato digital, ou então ouvir a leitura do livro, por intermédio de um audiolivro.

Se optar pela primeira alternativa, tente que todos os seus aparelhos digitais estejam sincronizados através de uma aplicação. Assim, tanto pode ler o livro quando está no computador, como quando está numa fila de espera, através do smartphone. Desta forma, consegue aproveitar todos os momentos livres do dia para ler e, no final, vai ver que será mais fácil completar o seu objetivo.

O audiolivro pode ser uma excelente opção para quem viaja muito mas, por estar a conduzir ou por enjoar, não consegue ler, ou para quem, simplesmente, não tem tempo para parar e ler. É verdade que esta é uma forma mais demorada – segundo o site Quora, por minuto, uma pessoa consegue ler cerca de 373 palavras, enquanto um audiolivro apresenta apenas 150 –, no entanto, quem a utiliza beneficia pelo facto de conseguir fazer várias tarefas ao mesmo tempo.

4. Carregue o livro para todo o lado

Se, no entanto, é um acérrimo adepto do livro em papel, um truque para lhe lembrar que deve ler é andar com o seu livro para onde quer que vá. Quando está nos transportes públicos, por exemplo, e tem de se entreter durante algum tempo, possivelmente tende a recorrer muito ao telemóvel. Mas e se tivesse um livro consigo?

Esta é uma boa forma de tirar partido de uma viagem, em que estaria uns bons 10 ou 15 minutos a, simplesmente, procrastinar.

5. Alterne os gêneros

Em primeiro lugar, para se motivar a si mesmo deve ler aquilo que gosta, porque se o livro lhe interessar é mais provável que lhe dedique mais tempo. Por isso, pelo menos nos primeiros tempo, não se obrigue a ler determinado livro, se o assunto não lhe despertar curiosidade.

No entanto, talvez seja boa ideia ir alternando entre géneros, no sentido de evitar a monotonia e que fique desinteressado. Além disso, há quem defenda que devemos ler mais do que um livro ao mesmo tempo, podendo, neste caso, tomar ainda maior proveito dessa alternância entre géneros.

Qual a importância das fotos dos escritores, para eles e para os leitores

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Retratos de escritores projetam uma imagem que forma a mitologia em torno de suas personalidades e acompanha a leitura de suas obras

Juliana Domingos de Lima, no Nexo

Por ser um escritor nascido ainda no século 19, o homenageado pela Festa Literária de Paraty de 2017 Lima Barreto não tem tantas imagens de si circulando por aí, como é o caso dos escritores contemporâneos.

Lima Barreto em 1909, ano de lançamento de "Recordações do Escrivão Isaías Caminha"

Lima Barreto em 1909, ano de lançamento de “Recordações do Escrivão Isaías Caminha” – Foto: Domínio Público

 

A pouca iconografia existente do autor, que inclui as fotos analisadas pela professora da UFRJ Beatriz Resende no ensaio “O Lima Barreto que Nos Olha”, no entanto, ajuda a entender o que atormentava o escritor, qual a sua história e qual era a condição de um escritor negro no início do século 20 no Brasil.

Até a pesquisa de Resende, as fotos de Barreto que ela analisou nunca haviam sido vistas por alguém externo à instituição psiquiátrica onde ele foi internado e fotografado em 1914 e 1919. Para a pesquisadora, as fotos eram a “prova material” do que ele havia relatado no livro “Diário do Hospício”. Projetam, além disso, uma imagem muito diferente do escritor jovem, confiante e vestido com esmero no ano de publicação de “Recordações do Escrivão Isaías Caminha”.

Para Dustin Illingworth, jornalista especializado em literatura que escreve para o site “Literary Hub”, as fotos de escritores constituem um texto paralelo à própria obra de um autor. A expressão do escritor em imagens, seja na orelha de um livro ou em um banner de livraria, ecoa e acompanha a experiência de leitura. E constrói uma fantasia em torno da figura por trás do texto. “Se a nossa é uma cultura da primazia visual, há dúvidas de que as fotos de nossos autores venham a habitar os textos que eles escrevem?”, questiona Illingworth.
Primeiros retratos de escritores brasileiros

O primeiro dos grandes escritores brasileiros a ter sua trajetória registrada por meio de fotografias, e portanto a deixar imagens de si para gerações posteriores, foi Machado de Assis. Nascido na primeira metade do século 19, sua geração coincide com a que viu, no Brasil, a fotografia se tornar parte da vida social, cosmopolita e intelectual das pessoas. A trajetória do escritor contada em fotos foi reunida no livro “A Olhos Vistos: Uma Iconografia de Machado de Assis”, organizado pelo professor de Literatura Brasileira na USP Hélio de Seixas Guimarães.

Machado fotografado por Marc Ferrez e Joaquim Insley Pacheco, em 1884 - Foto: Domínio Público

Machado fotografado por Marc Ferrez e Joaquim Insley Pacheco, em 1884 – Foto: Domínio Público

 

O modernista Mário de Andrade também foi intensamente retratado, em pinturas e fotos, e se mostrava consciente do cultivo de sua imagem de escritor e homem público a partir desses registros. “Dos retratos que foram feitos em vida, Mário de Andrade exerceu influência direta sobre muitos deles, interferindo e opinando durante a sua execução e também os criticando em textos e cartas depois de terminados”, diz o artigo “Retratos de Mário de Andrade: catálogo da iconografia dedicada ao escritor”, escrito pela pesquisadora em História da Arte da Unicamp Tameny Romão.

O trabalho explicita as construções da imagem do autor de “Macunaíma”, assimiladas pelo imaginário popular: seus retratos, tirados em casa ou no estúdio, cercado de objetos que havia trazido de suas viagens folclóricas ao Nordeste ou com um cigarro na boca, projetavam um homem culto, viajado, descontraído ou circunspecto e triste, como é muitas vezes o ideário romântico alimentado em relação à personalidade de escritores.

Em uma carta de 1944 enviada ao amigo Newton Freitas, Mário de Andrade envia uma foto dele mesmo que diz, na correspondência, ser a que mais gostava por marcar no seu rosto “os caminhos do sofrimento, você repare, cara vincada, não de rugas ainda mais de caminhos de ruas, praças, como uma cidade. (…) ele denuncia todo o sofrimento dum homem feliz”.
As fotografias de escritores

Fotógrafo e colaborador de editoras como Companhia das Letras, Planeta, Rocco e 34, Renato Parada já fotografou autores contemporâneos brasileiros e estrangeiros. José Saramago, Mia Couto, Elvira Vigna, Drauzio Varella, Daniel Galera e Ian McEwan estão entre seus retratados.

“Acho que essas escolhas fazem parte de como esses autores querem que o leitor se relacione com seus livros”, disse Parada em entrevista ao Nexo.

Ele concorda que quando o leitor julga, pela aparência, um escritor como “bonito, inteligente, agradável ou maldito”, isso tem impacto na forma como ele é lido.

'Saber que Daniel Galera é um contemporâneo meu me fez ter mais interesse por seus livros', diz Parada - Foto: Renato Parada

‘Saber que Daniel Galera é um contemporâneo meu me fez ter mais interesse por seus livros’, diz Parada – Foto: Renato Parada

 

Como leitor, Parada relata como sua experiência ou seu interesse pela literatura de alguns autores passa pela imagem deles. “Saber que Daniel Galera é um contemporâneo meu me fez ter mais interesse por seus livros”, diz. Também fala de como a imagem do autor do calhamaço “Graça Infinita” o convenceu a chegar ao fim do livro. “O fato de um escritor como David Foster Wallace se vestir como um Axl Rose acadêmico me influenciou a conseguir ter a dedicação suficiente para conseguir ler seus livros. Me ajudou a entender que ler um livro de 1.000 páginas também pode ser algo extremamente legal e divertido de se fazer”.

O retrato tirado de Elvira Vigna, autora do livro “Como Se Estivéssemos em um Palimpsesto de Putas” é um dos preferidos do fotógrafo por comunicar a força e a dureza da personalidade e do estilo literário da escritora.

Retrato tirado da escritora Elvira Vigna é um dos preferidos do fotógrafo - Foto: Renato Parada

Retrato tirado da escritora Elvira Vigna é um dos preferidos do fotógrafo – Foto: Renato Parada

Ele diz preferir fazer fotos “não literais”, fugir da pose intelectual ou profunda, das fotos convencionais com uma estante de livros ao fundo.

“São pessoas mais interessantes que isso”, diz. “As pessoas têm essa ideia do que é um escritor – alguém mais velho, acadêmico, e isso pode distanciar alguns da literatura, como os jovens, que podem achar que esse universo não é tão legal e interessante”.
Kafka, Plath, Camus

No texto “Como fotos de autores mudam nossa maneira de ler”, publicado no site “Literary Hub”, Dustin Illingworth cita alguns casos de fotos de escritores muito conhecidos cujos retratos são inseparáveis, para ele, das respectivas obras.

“A última foto tirada de Franz Kafka, meses antes dele morrer de uma tuberculose que o havia perseguido por anos, revela a magreza, a contemplação e a intensidade quase insuportável de um rosto transformado em um tipo de aforismo físico: o rosto de Kafka como uma história kafkiana”

Dustin Illingworth

Para o “Literary Hub”

Para o jornalista do 'Literay Hub' a expressão de Kafka concentra características de um personagem de um de seus livros - Foto: Domínio Público

Para o jornalista do ‘Literay Hub’ a expressão de Kafka concentra características de um personagem de um de seus livros – Foto: Domínio Público

 

O sorriso enigmático e a expressão ambígua da americana Sylvia Plath, autora de “A Redoma de Vidro” e do livro de poesia “Ariel” também ficam impressos, para ele, à ferocidade de sua obra poética. Illingworth registra ainda a elegância e a rebeldia do teco de cigarro nos lábios do francês Albert Camus, em sua foto mais famosa. Camus é, segundo ele, o James Dean do existencialismo.

Gisele Mirabai leva o Prêmio Kindle de Literatura

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Ricardo Garrido, Gisele Mirabai e Daniele Cajueiro na entrega do Prêmio Kindle de Literatura | © Júlio Vilela

Ricardo Garrido, Gisele Mirabai e Daniele Cajueiro na entrega do Prêmio Kindle de Literatura | © Júlio Vilela

 

Livro ‘Machamba’ foi o escolhido pelo juri e será publicado pela Nova Fronteira. Autora leva para casa R$ 20 mil.

Talita Facchini no Publishnews

A Amazon e a Nova Fronteira anunciaram nesta terça-feira (17), num evento na Confeitaria Colombo, no centro do Rio de Janeiro, a obra vencedora do Prêmio Kindle de Literatura. Com o livro Machamba, a roteirista, professora e pós-graduada em literatura, Gisele Mirabai foi a escolhida pelo júri para levar para casa o prêmio de R$ 20 mil e ter seu livro publicado pela Nova Fronteira.

A obra de Gisele conta a história de uma mulher que teve uma infância simples em uma fazenda em Minas Gerais e decide sair em uma jornada através de civilizações antigas para buscar seu Elo Perdido. Nas palavras do Acadêmico Geraldo Carneiro, que fez parte do júri, o livro ganhou o prêmio “por sua sintaxe, por seu peculiar modo de cifrar, decifrar e recifrar a vida”.

A Amazon e a Nova Fronteira anunciaram nesta terça-feira (17), num evento na Confeitaria Colombo, no centro do Rio de Janeiro, a obra vencedora do Prêmio Kindle de Literatura. Com o livro Machamba, a roteirista, professora e pós-graduada em literatura, Gisele Mirabai foi a escolhida pelo júri para levar para casa o prêmio de R$ 20 mil e ter seu livro publicado pela Nova Fronteira.

A obra de Gisele conta a história de uma mulher que teve uma infância simples em uma fazenda em Minas Gerais e decide sair em uma jornada através de civilizações antigas para buscar seu Elo Perdido. Nas palavras do Acadêmico Geraldo Carneiro, que fez parte do júri, o livro ganhou o prêmio “por sua sintaxe, por seu peculiar modo de cifrar, decifrar e recifrar a vida”.

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