Sua Segunda Vida Começa Quando Você Descobre Que Só Tem Uma
Cristina Danuta

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Está chegando: saiba como se preparar na reta final para os vestibulares

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Com a proximidade das provas dos mais diversos vestibulares, é muito importante estar preparado e saber o que priorizar. Confira as nossas recomendações

Publicado no Universia Brasil

Temidas, porém aguardadas, as primeiras etapas e provas dos grandes vestibulares estão chegando e, na reta final, a preocupação e o medo devem ser substituídas por preparo e, principalmente, organização.

A primeira fase da Vunesp, vestibular para a Universidade Estadual Paulista (Unesp), acontece dia 15 de novembro; a Unicamp, tem sua primeira fase no dia 19 de novembro; a Fuvest, prova que seleciona alunos para a Universidade de São Paulo (USP), acontece já no dia 26 de novembro.

Já o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), terá provas realizadas em dois domingos: 5 e 12 de novembro.

Diante dessa proximidade, reunimos aqui algumas dicas fundamentais para não perder a cabeça com a chegada do vestibulares – pelo contrário, a ideia é ficar ainda mais focado na busca pela faculdade dos seus sonhos.

Dicas para estudar na reta final do vestibular

Se até agora, passados tantos meses do ano, você ainda não conseguiu decorar todo o imenso conteúdo que é exigido nos vestibulares, tenha certeza que nesses poucos dias restantes, isso também não será possível.

Professores de cursinhos sempre ressaltam que todo o foco deve ser mantido na compreensão dos temas. A assimilação desses conteúdos de uma forma que não seja no chamado “decoreba” tende a ser mais sólida e perene na mente do estudante.

A essa altura do campeonato, é muito importante se preocupar com o tempo. Os principais vestibulares investem em questões demoradas, que exigem longo raciocínio e, principalmente, escondem detalhes que podem causar confusão em sua cabeça – as chamadas “pegadinhas”.

Para ter o controle de seu desempenho, utilize um relógio ou a função cronômetro de seu smartphone. É claro que você não poderá utilizá-los na prova, mas consiste em um exercício bastante eficiente para “turbinar” seus estudos finais.


Entre o noticiário e os livros

É fundamental manter sua leitura em dia, operando em força total: na hora da prova será preciso ler os enunciados com muita atenção.

Além disso: a leitura das obras literárias, as famosas “listas de livros que caem no vestibular”, também devem estar em andamento – se não for possível na íntegra (o que é recomendado), ao menos os resumos.

Essa prática também será fundamental no quesito Atualidades. É necessário estar plenamente informado e consciente de tudo o que anda ocorrendo no Brasil e no mundo, pois, tenha certeza, as questões vão exigir isso do candidato.

Por fim, a leitura vai servir como ferramenta importante na hora de redigir, ler e reler a Redação – parte relevante dos processos seletivos.

Mantenha a calma para o vestibular

Nunca é demais reforçar: o desespero e a ansiedade são inimigos da concentração na hora da prova.

Tente relaxar e organizar suas tarefas. Não perca noites de sono para tentar correr atrás do conteúdo que não foi estudado. Agora é hora de ter bom descanso, se alimentar de maneira adequada e explorar seus pontos fortes, aqueles conteúdos que vão te garantir bons resultados.

Boa prova!

O poder da leitura: escola de Manaus transforma crianças em grandes leitores

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Por meio do projeto, Evandro leu o primeiro livro de sua vida (Foto: Gilson Melo/Freelancer)

Por meio do projeto, Evandro leu o primeiro livro de sua vida (Foto: Gilson Melo/Freelancer)

Implantado em escola carente da Zona Oeste, o “Um por todos e todos pelo livro” vem transformando as aulas e a vida de pequenos leitores

Isabelle Valois, no A Crítica

Filho de um casal de indígenas da etnia tukano, o estudante Evandro Santos, 10, aprendeu a ler ainda na alfabetização, quando tinha 6 anos de idade. No entanto, desde essa época até o mês de julho deste ano, ele nunca tinha tido a oportunidade de colocar o aprendizado em prática da forma mais simples: lendo um livro. O motivo? Muito carente, a família do pequeno não tem condições financeiras para comprar livros e permitir a ele desenvolver a prática da leitura.

Mas a realidade de Evandro mudou após o desenvolvimento do projeto piloto “Um por todos e todos pelo livro”, que foi implantado há pouco mais de três meses na escola municipal Francisca Campos Corrêa, na avenida do Cetur, bairro Tarumã, Zona Oeste, onde ele estuda. Em pouco tempo, o resultado surpreendeu os professores: Evandro se apaixonou pela leitura e concluiu a leitura de mais de 20 livros, tornando-se um exemplo para os colegas.

O garoto contou que não imaginava que poderia “viajar na imaginação” por meio das histórias, contos e fábulas dos livros. Agora que está mais íntimo das páginas, ele diz que o sonho é conhecer uma biblioteca de verdade. “Nunca entrei em uma e fico imaginando como dever ser lá dentro, cheio de livros. Durante um bom tempo meu pai esteve desempregado e por isso nunca teve condições de comprar um livro. Hoje ele se orgulha quando me vê lendo os livros que empresto da escola e os levo para ler em casa”, comentou o estudante.

O gosto pela leitura levou o jovem a vislumbrar até um futuro melhor. O sonho de estudar, se tornar policial e ajudar no sustento da família ficou bem mais próximo depois desse novo hábito, diz o jovem leitor. “Com esta prática vou adquirir novos conhecimentos, aprender novas palavras, novo vocabulário e isso tudo no futuro me ajudará quando for seguir uma profissão”, comentou.

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E não é só no futuro que a prática da leitura reflete. Antes do projeto ser implantado na escola, Evandro, que cursa o terceiro ano do ensino fundamental, tinha dificuldades para o aprendizado, mas segundo o professor de Evandro, Vilssonei Dias, após o início das leituras, ele demonstrou grandes avanços. “Evandro é só um de muitos alunos que estão tendo uma evolução significativa com esta prática da leitura. É bom vê-los interessados pelos contos e histórias, depois eles compartilham entre si e isso gera mais interesse pela leitura, além de refletir no melhor rendimento em sala”, explicou o professor.

O projeto de leitura

“Um por todos e todos pelo livro”, é um projeto idealizado pelo conselheiro municipal de cultura Jorge Ernesto Klein com apoio do Instituto Navegando e Lendo. O projeto implantou estantes nas salas de aula da escola, disponibilizando livros didáticos e de literatura infantil aos 480 alunos da escola.

No caderno de cada aluno, o professor controla as leituras por meio de uma planilha, com o nome, autor e período da leitura, para que os estudantes possam levar os livros para casa e compartilhar com familiares.

Desenvoltura dos estudantes

A implantação do projeto também contribuiu para a desenvoltura dos alunos e a perda da timidez, como contou a professora Elizabeth Aguiar. Um dos exemplos é a a aluna Ana Clara Leal Araújo, 10, que cursa o 4º ano do ensino fundamental.

Desde o início do ano, quando Ana ingressou na escola, a professora acompanha a aluna, que tinha dificuldades no aprendizado porque ainda não dominava a leitura. Mas, nos últimos três meses, com ajuda dos livros deixados nas salas de aula pelo projeto de leitura, ela teve um avanço significativo e fez, inclusive, mais amigos. “Hoje ela pede para ler para todos na sala de aula, e até opina sobre o tema lido”, disse Aguiar.

“Não tenho mais vergonha de ler na frente dos meus colegas de sala, pois tenho praticado a leitura aqui e em casa. Agora posso dizer que sei ler e não tenho mais medo de ler textos em voz alta. Era por isso que tinha vergonha e medo de conversar com meus colegas e minha professora”, comentou a estudante, que diariamente leva um livro para casa para ler.

Lei disciplina espaços

A Lei 12.244/2010 estabeleceu que as escolas providenciassem um acervo de, no mínimo, um livro para cada aluno matriculado, até o ano de 2015. Para atingir a meta, o Brasil precisa construir 64,3 mil bibliotecas em escolas públicas até 2020.

No Amazonas, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) informou que 91,31% das escolas da rede estadual tinham biblioteca em 2015 e que as unidades inauguradas a partir desse ano já constavam com o espaço. As demais estão em processo de adaptação. A Semed não divulgou dados sobre bibliotecas nas escolas.

Segundo dados do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP), o Amazonas possui 65 bibliotecas públicas, entre municipais e estaduais, quatro delas em Manaus.

Benjamin Moser: “O culto brasileiro a Clarice Lispector embaça sua vida”

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Escritor americano defende o gênero da biografia literária como uma simples interpretação

Andrea Aguilar, no El País

Uma transa de uma noite que acaba se tornando o amor da sua vida. Assim explica Benjamin Moser (Texas, 1976) seu idílio com a escritora Clarice Lispector. A grande e enigmática dama da literatura brasileira do século XX cruzou seu caminho por acasos acadêmicos: Moser se inscreveu no curso de chinês na universidade, mas como essa língua lhe pareceu impossível de aprender, ele trocou a disciplina por outra no mesmo horário e acabou sendo língua portuguesa. Nesse curso ele leu o romance A Hora da Estrela, de Lispector, e sentiu uma “estranha conexão”.

Mais de uma década depois, sua biografia da autora brasileira de origem ucraniana, de quase 500 páginas, atesta a força daquela paixão. Intitulada Clarice, uma Biografia (Companhia das Letras), foi traduzida em meia dúzia de idiomas. A escritora, nascida em 1922 em uma aldeia ucraniana no seio de uma família judaica e morta em 1977, no Rio de Janeiro, experimenta um novo renascimento graças a Moser, que não duvida em qualificá-la como a melhor escritora judia depois de Kafka e dirigiu a publicação das novas antologias de suas histórias nos EUA.

Carlos Rosillo

Carlos Rosillo

Há algumas semanas, em Madri, Moser falou sobre todos os lugares e pessoas que conheceu graças a Lispector. Mas há mais, porque, como quase sempre acontece, essa história de amor deu lugar à seguinte. Hoje, esse crítico literário radicado na Holanda e colaborador, entre outras publicações, da The New York Review of Books e da Harper’s consolida sua carreira de biógrafo respeitado com um novo livro que está finalizando, dedicado a outra escritora brilhante: Susan Sontag. “Quando estou muito ocupado com uma das duas, sinto que a outra fica zangada e me solicita. Isso é como ter duas mulheres, é como uma estranha necrofilia”, explica. “Mas não é. Simplesmente você tem a vida de alguém em suas mãos”.

Pergunta. O que liga sua escolha de escrever sobre Clarice Lispector e Susan Sontag?

Resposta. Quando comecei com Lispector as pessoas pensavam que eu estava louco, mas achava que todos iriam ficar fascinados com ela. Era praticamente desconhecida nos EUA. Com Sontag isso não acontece, mas, como acontece com todos os autores famosos, a ideia geral que se tem dela é muito estereotipada. A verdade é que leva muito tempo para conhecer alguém. Em ambos os casos, pensei que era importante deixar que fossem “estranhas”, respeitar sua perspectiva do mundo. Não são autoras fáceis porque exigem muito de seus leitores.

P. Muita teoria foi escrita sobre o que está por trás do trabalho de um biógrafo, como ele às vezes acaba escrevendo sobre si mesmo por uma pessoa interposta ou saldando alguma dívida. Qual foi o seu ponto de partida?

R. Eu me aproximei do gênero da biografia literária como um ato de amor, alheio às teorias. Queria conhecer melhor Lispector, como quando nos apaixonamos e queremos saber qual é a música favorita do outro ou por que odeia seu irmão. Comecei a escrever pensando que o meu livro seria uma chave e que as pessoas acabariam querendo ler mais coisas dela.

P. Uma das objeções mais comuns a esse gênero é que a obra de um autor fala por si mesma.

R. Quando você olha a vida dos artistas, entende que o trabalho é resultado de suas experiências. Mas o culto à figura de Lispector no Brasil ofuscava isso, seu mistério foi prejudicial, tinha fama de louca. A verdade é que você quer saber mais porque ela é muito magnética e sua figura inspira muita gente. Em 15 anos ela passou de refugiada, como milhões de sírios hoje, para se tornar em uma lendária dama do Rio.

P. No caso de Susan Sontag, além de seus ensaios, seus diários recentemente publicados mostram seu lado mais privado. O que falta ser mostrado?

R. Quando você se torna uma figura icônica como ela é, sua obra morre. Sontag escreveu crítica, teatro, contos, romances que são pouco conhecidos ou lidos hoje. Sua biografia, como no caso de Lispector, aborda uma leitura crítica de suas obras, o desafio intelectual que coloca.

P. Os desafios que uma e outra apresentam aos leitores estão relacionados?

R. São dois titãs que se aproximam do grande tema da metáfora. Sontag, por exemplo, escreve sobre a doença como metáfora – curiosamente, no ano em que Lispector morre – e rastreia incessantemente o uso social das metáforas. A brasileira sempre busca a verdade última que está escondida nas palavras. Remexer as palavras é uma tradição muito judaica.

P. A ausência de um rastro de papel, com a chegada dos computadores e da Internet, tornará impossível fazer biografias de escritores no futuro?

R. Eu deixei de imprimir meus textos e minhas cartas. Pensamos que a Internet é eterna e não é. No futuro, não haverá correspondência. Isso é assustador. Mas esse gênero não desaparecerá. Como disse Sontag, não há uma fotografia definitiva, nem uma biografia definitiva. As biografias são como a interpretação de uma peça musical. As pessoas confiam muito no retrato, mas é apenas uma maneira de contar, é a minha forma, minha história, e não a própria pessoa.

P. É preciso colocar limites sobre o que se conta sobre a vida de outra pessoa?

R. Quando você faz uma biografia, coloca seus dedos sujos no dinheiro, no sexo, na família e no trabalho artístico de outra pessoa. Mas o maior erro seria deixar tudo isso de fora porque esses são os vínculos que nos conectam, que nos tornam humanos. Se você quer que o relato de suas vidas tenha algum significado, não pode ignorar isso.

P. Aí surge a polêmica?

R. As pessoas reagem às biografias com muita veemência, mas, curiosamente, coisas que alguém poderia pensar que são ofensivas passam despercebidas, enquanto outros detalhes que parecem supérfluos acabam ferindo.

P. Como medir a distância?

R. Eu quero protegê-las, mas às vezes você não pode. Elas estão mortas. Você tenta tratá-las com gentileza, mas isso pode ser difícil porque você também quer ser sincero.

P. Você sente um dilema parecido como crítico?

R. Como crítico, rejeito a crueldade. Se você pensa sobre o que um romancista tentou fazer, mesmo que não goste, você está sendo respeitoso. Mas isso parece ter sido perdido. Acho que o papel da crítica deve ser encorajar a ler, a pensar, a descobrir. A cultura te enriquece ou te deixa frio, mas não há necessidade de humilhar o criador.

P. Quais lições tirou de suas pesquisas sobre Sontag e Lispector?

R. É interessante ver como as pessoas superam seus fracassos. Depois de um livro de sucesso às vezes vem outro que falha e depois outro que vai bem. Como escritor, é interessante ser espectador da carreira dos outros. São trajetórias longas e acidentadas. Há períodos de fama e dinheiro, e outros sem nada disso.

P. Os adiantamentos milionários que os autores estreantes recebem nos EUA acabam com isso?

R. A verdade é que a maioria dos escritores é tradicionalmente de profissionais de classe média. Hoje parece que há menos tempo e dedicação, é difícil pensar em construir uma trajetória literária de 50 anos.

P. Seus temas foram duas escritoras. O que define a relação das mulheres com a literatura?

R. É um assunto fascinante porque as escritoras não existiam praticamente até o século XX. Elas sofrem censura de ter filhos e não ter tempo. Escrevem dois romances e ninguém dá bola para o terceiro. Tornei-me especialista em ler resenhas de livros de mulheres e você vê a condescendência crua com a qual são julgadas. É incrível ver como elas encontraram força para continuar. Lispector começou com 15 e continuou até o fim. No caso de Sontag, é impressionante ver quantas mulheres talentosas começaram com ela e acabaram caladas.

P. O que você tirou de suas histórias sobre Sontag e Lispector?

R. Gostei de fazer o livro de Lispector por ser ingênuo. Com o de Sontag me senti mais ligado a uma história já estabelecida. Mas ela é uma figura tão complexa que te permite refletir sobre a criação artística, o ativismo político, a ciência ou a guerra. Eu gosto da relação matrimonial que tenho com eles: amá-las, odiá-las, alegrar-me com seus êxitos, ter vergonha. Nada que é delas me é alheio.

Conheça o ‘Pottopoly’, a melhor versão do Monopoly inspirado em Harry Potter

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Guilherme Cepeda, no Burn Book

Se você é fã de Harry Potter vai se apaixonar por essa versão de Monopoly inspirada na saga de J.K Rowling.

A vendedora da Etsy Kristen Roedel é a responsável por criar o Pottopoly, a versão MAIS LEGAL dos famosos “fan-made games” de HP que já vimos.

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O jogo segue a tradicional mecânica do Monopoly (banco imobiliário para os Brasileiros), mas inclui vários elementos do universo de Harry Potter, como os galeões, a prisão de Azkaban e você pode jogar com as minifigs de Rony, Hermione, Voldemort, Snape, Draco.

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O jogo vem com 24 cartas “Charms” (Encantamentos, que no tradicional seria “Sorte”/”Chance”) e 24 Poções (Caixas da Comunidade), e você pode comprar locais como o escritório de Dumbledore e o armário sob a escada.

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IV Bienal do Livro de Sergipe tem inicio hoje em Itabaiana

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Publicado no Infonet

Para contribuir com a expansão da IV Bienal do Livro, empresários sergipanos se juntaram a organização do evento para tornar a maior feira literária de Sergipe ainda mais especial. Ao todo, 14 colaboradores dos mais diversos segmentos da economia contribuíram para a realização do evento neste ano. A festa da literatura acontece nos dias 20 e 21 (das 10h às 22h) e dia 22 (14h às 22h) no Shopping Peixoto, em Itabaiana. Um dos livros que será apresentado na bienal é o ‘Surpresas No Cabelo’ do escritor Matheus Luamm Bispo.

A estrutura montada para recepcionar os convidados, escritores e visitantes durante a 4ª edição da Bienal do Livro, será separada em oito setores para distribuir de maneira organizada o fluxo de pessoas, facilitando o contato dos autores com os admiradores da arte. A feira literária é declarada pela Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) como Patrimônio Cultura e Imaterial de Sergipe.

Grande admirador da cultura e apaixonado pela leitura de livros, o itabaianense e o ex-deputado Federal, José Carlos Machado, declarou todo seu amor pela literatura contribuindo com a realização do evento. “Desde o nascedouro percebi que era um projeto que iria se sobressair e não ficaria somente divulgando a cultura do povo itabaianense, iria extrapolar as fronteiras, inclusive de Sergipe. A Bienal nasceu de uma boa intenção e nos acreditamos”.

A valorização dos escritores, artistas e músicos da terra foi o fator primordial que levou o empresário do ramo da construção civil, Edson Passos, a contribuir de maneira efetiva na Bienal do Livro. “Acreditei neste projeto literário desde o início por isso resolvi me tornar um dos incentivadores desta empreitada dos sonhadores Carlos Eloy, Júnior da Perfil e Jamisson que pretendiam divulgar e incentivar a cultura e o turismo desta região”.

Ressaltando a admiração por todos que abraçaram a Bienal do Livro ajudando a torna-la no maior evento cultura de Sergipe, o organizador Honorino Júnior, agradeceu o apoio irrestrito. “Estes empresários que tem uma vida assoberbada de compromisso, não mediram esforços e dedicaram parte do seu precioso tempo para ajudar na organização por acreditar que somente através da educação que se muda o mundo”.

Bienal do Livro

A IV Bienal do Livro montou na área externa do Shopping Peixoto três espaços: Exposição de mais de 100 carros antigos; a Feira da Cultura Sergipana, destinados para sebo de livros, Cosplay, exposição fotográfica, artesanatos, academias literárias, cordelistas e oficinas. E a Tenda Cultural será o espaço destinado aos municípios e as escolas a apresentarem um pouco da sua cultura.

Na parte interna terão outros cinco espaços. No Palco da Palavra Abrahão Crispim, localizado na Praça de Alimentação; Talk Show, local onde serão debatidos os mais variados temas; Praça dos Escritores Bartolomeu Peixoto, destinado ao contato dos escritores com o público; Cinema será realizado a abertura oficial e o debate com figuras ilustres; E a Praça da Imprensa João Batista Santos, será destinada para os comunicadores trabalharem confortavelmente tendo a disposição mesa, cadeira e internet.

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